Espaço PR Newswire para Comunicadores

O Blog da PR Newswire é um espaço dedicado à produção e desenvolvimento de conhecimento. Aqui você encontra as notícias e os artigos mais interessantes sobre Comunicação. São abordados temas relacionados às Relações Públicas, Jornalismo, Marketing, Publicidade, Mídias Sociais e Digitais. Confira nossos posts e deixe suas observações nos comentários. Queremos saber sua opinião.

GetGlue, Mine e Skoob - Conheça novas redes sociais e mostre ao mundo o que você está fazendo

Muitos usuários das redes sociais gostam de estar sempre conectados e mostrando ao mundo o que estão fazendo. Algumas redes novas vieram para deixar essa experiência mais prática e divertida.

getglue

GetGlue: O GetGlue é uma rede social em que seus usuários fazem check-in ao assistir um filme, uma série, um show, ler um livro, jogar um jogo, ouvir uma música ou simplesmente ao pensar alguma coisa que considere interessante compartilhar. Mas o foco está nos programas de televisão e filmes. Também é possível acompanhar o feed, curtir e comentar o que seus amigos estão assistindo.

Além disso, o GetGlue é uma rede interativa, ao assistir a programas específicos ou atingir determinado número de check-ins, o usuário ganha stickers (adesivos) colecionáveis e muitas vezes limitados, após completar 20 stickers,  é possível recebê-los em casa, sem custo e em qualquer lugar do mundo.

mine

Mine: O Mine é uma rede social em que os usuários podem compartilhar tudo o que estão comprando ou acabaram de comprar, postar seus produtos preferidos e importar seu histórico de sites de compras como iTunes e Amazon, por exemplo.

Também é possível acompanhar as atividades de seus amigos através do feed, curtir e comentar suas novas aquisições.

skoob

Skoob: O Skoob, diferente da maioria das redes sociais que tem origem americana, é uma rede brasileira voltada a leitores e novos escritores. Nela é possível que o usuário compartilhe os livros que estão lendo, já leram, pretender ler, reler ou abandonaram, e também podem publicar suas opiniões sobre leitura por meio de resenhas e avaliações de livros. O Skoob também é interativo e permite que haja troca de livros entre os usuários pelo seu sistema Plus.

Uma curiosidade interessante sobre o Skoob é que seu nome ao contrário significa Books – livros em inglês.

Todas as redes citadas podem ser compartilhadas com outras redes sociais como Facebook e Twitter, e o GleGlue e o Mine possuem versões de aplicativos para Android e iOS.

Você gosta de redes sociais novas e diferentes? Gostou das nossas opções? Aproveite para comentar e interagir conosco.

Fontes: http://exame.abril.com.br/tecnologia/noticias/mine-uma-rede-social-para-compartilhar-suas-compras http://pt.wikipedia.org/wiki/GetGlue http://pt.wikipedia.org/wiki/Skoob

Evely Souza, Executiva de Monitoramento de Mídia PR Newswire

Tags: getglue, interatividade, lista+rede+sociais, mídias+sociais, mine, novas+redes+sociais, redes+sociais, skoob

O seu conteúdo é real? 4 maneiras de atrair audiência qualificada com conteúdo

Este texto foi traduzido do post escrito por Sarah Skerik no Blog Beyond PR, em 11 de janeiro de 2013.

real

Houve um tempo em que os profissionais de relações públicas e os seus colegas em marketing mediam o sucesso pelo número de impressões geradas em uma campanha. Eu nunca me importei muito com a impressão passageira. Em minha mente, a menos que elas se transformem em um resultado mensurável, as impressões são simplesmente uma estimativa abstrata do número de pessoas incomodadas com uma campanha.

"Incomodadas". Interrupção não é modelo de comunicação viável, não nos dias de hoje, quando nossas audiências estão firmemente no controle do conteúdo que consomem. Em vez de abrir nosso caminho dentro das mentes das audiências, os comunicadores têm uma nova tarefa. Nossas marcas têm que ser vistas como inteligentes, interessantes, úteis, acessíveis e humanas por nosso público. E isso serve aos comunicadores não apenas para criar esta imagem, mas para oferecer experiência.

"Experiência" é a pedra angular, e comunicadores têm que considerar a experiência do cliente assim como eles criam e publicam conteúdo. Para determinar se o seu conteúdo está no caminho certo, pergunte-se se o conteúdo que você está publicando é "real", eu estou usando uma sigla pouco útil para o seguinte:



Relevante: Muitas vezes, as marcas contam a história que elas querem que suas audiências ouçam, não pensam em termos de quais informações seu público está procurando ativamente. O primeiro passo para alcançar relevância é ouvir o que o público está dizendo. Que perguntas se repetem mais e mais em grupos de discussão on-line? Quais são os termos de busca mais utilizadas em sua indústria? Que perguntas de equipes de campo o seu cliente enfrenta com mais frequência? Agregando esses dados você irá ajudar a sua organização a entender com o que o seu público realmente se preocupa. Além de responder a essas perguntas diretamente, a organização também poderá usar essa inteligência valiosa como um quadro de mensagens. Criação de conteúdo relevante é a melhor maneira de garantir ao público que o que ele está adquirindo é realmente qualificado.

Entreter (ou engajar, ou ambos): Não importa a qual assunto seu conteúdo está endereçado, a fim de ser bem sucedido, o conteúdo deve entreter ou engajar - e de preferência ambos! Alguns temas servem bem para o humor, o que torna a peça divertida. Mas se o seu assunto é de natureza mais seca e não se presta bem a ser engraçado, isso ainda não é desculpa para ser chato. A escrita animada, salpicada com anedotas e histórias da vida real podem tornar o conteúdo mais interessante para os leitores. “Bullet points” e listas irão atrair leitores. E visuais - gráficos até mesmo simples – adicionarm apelo e dimensão ao conteúdo padrão.

Acionável: Será que o seu conteúdo melhorar a vida dos leitores? Essa é uma grande questão, mas garantir que a resposta seja "sim" irá praticamente garantir a utilidade do conteúdo que você está publicando. Embora seu conteúdo não possa ser a resposta para a felicidade ao longo da vida, deve permitir que seus leitores façam algo melhor. Que tal oferecer dicas para ajudá-los a usar o seu serviço com mais eficiência, economizar dólares do orçamento ou fazer o seu trabalho melhor? Que tal oferecer conhecimento para ajudá-los a tomar uma decisão de compra mais informada? Garanta que o seu conteúdo oferecerá um caminho para seus leitores seguirem que trará impacto positivo em suas vidas.

Liderando: Enquanto muitos de nós amam escrever, o conteúdo que estamos produzindo realmente precisa ter um ponto. Ele precisa oferecer um caminho para que os leitores interessados ​​sigam. No entanto, o caminho pelo qual você guiar seus leitores não precisa ser (e provavelmente não deveria ser) tão astensivo, como obrigando-os a preencher um formulário para mais informações. Em vez disso, se você tem desenvolvido um conjunto de conteúdo interessante e útil, confie nele para atrair e orientar seus clientes potenciais. Ofereça informações mais úteis, exercícios que atendam às necessidades específicas e forneça respostas cada vez mais detalhadas. Efetivamente, você está mapeando conteúdo para o ciclo de compra, colocando informações de interesse geral na parte superior do funil para atrair clientes potenciais e qualificando aqueles propects na busca por informações. No momento em que seus propects entrarem em contato com a sua marca, a maioria deles terá feito uma extensa pesquisa, e terá eliminado potenciais fornecedores - e eles serão prospects muito bem qualificados.

Qualquer um que tenha uma mão na criação de conteúdo para uma marca sabe da demanda incessante de informações geradas nos mercados de informação de hoje. E vamos encarar isso, a criação de conteúdo é demorada e cara. No entanto, o conteúdo que é verdadeiramente "real" e é mapeado para os diferentes estágios de funil de compra da sua organização pode ser um gerador tremendamente eficiente de leads qualificados para o seu negócio. Antes de publicar, respeite o tempo necessário para obter o conteúdo certo e tenha a certeza de que ele é "real".

Sarah Skerik é Vice-Presidente de Mídias Sociais da PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Tatiana Meneses, Gerente de Comunicação e Marketing PR Newswire, América Latina

Tags: comunicação, Comunicação Organizacional, conteudo+qualidade, conteudo+relevante, informação+marketin, marketing, relações+públicas

Mídia Impressa - Seria um adeus?

Desde o surgimento da internet, o jornalismo tradicional vem sofrendo as mudanças da comunicação tecnológica, seja pela migração de jornalistas para os meios online ou pelos fechamentos das versões impressas de alguns veículos. Em um mundo novo, em que a informação, mobilidade, instantaneidade, objetividade e interatividade são as palavras de ordem, os meios impressos começam a perder força e não conseguem se adaptar dentro do mesmo formato.

No Brasil, essa tendência iniciou-se com o fechamento da Tribuna da Imprensa, seguida pelo Jornal do Brasil – que passou a ter versão apenas online. Em 2012, o Grupo Estado anunciou o encerramento do Jornal da Tarde. No entanto, essa não é só uma tendência no nosso país. Em 2012, prestes a celebrar 80 anos, a americana Newsweek revelou que a partir de 2013 estará disponível apenas na versão digital.

newsweek-final-print-edition Última capa impressa divulgada pela revista Newsweek que marcou sua transição para a era totalmente digital, com uma rashtag do Twitter.

Mas o que o fim da versão impressa de uma das mais tradicionais revistas americanas significa? Isso seria um indício do que acontecerá com os outros veículos?  Inúmeros pesquisadores e especialistas em comunicação afirmam que não. Do ponto de vista do jornal versus mídia online, por mais que o meio virtual esteja ganhado cada vez mais expressão, isso necessariamente não indica que tomará o lugar dos impressos. Com a rotina apertada dos grandes portais em busca da primeira notícia, do furo, a credibilidade não é a mesma dos grandes jornais. Esse fato, somado com o público romântico e fiel da versão impressa, não indica o fim dos jornais impressos tão cedo.

Olhando pelo lado da lógica de mercado, o cenário realmente é outro. Se antes era cada vez maior o número de anunciantes nos veículos impressos, hoje já não é bem assim. Os anunciantes começam a preferir a internet, cujo alcance é grande e requer menos financiamento. Essa é a nova realidade, os meios impressos terão que lutar e se reinventar para sobreviver, contando com a competição publicitária dos meios online.

No caso da Newsweek, a circulação impressa da revista foi reduzida pela metade nos últimos anos, acompanhando a queda do número de publicidade, de 80%. Como sobreviver sem esse financiamento? Essa é a briga que muitos Grupos e veículos vivenciarão nos próximos anos. Continuarão com a ideologia do jornalismo impresso e com a análise dos fatos? Ou migrarão para o online a fim de sobreviverem? Isso, só o tempo responderá.

E sobre o fim da versão impressa de umas das mais tradicionais revistas, Baba Shetty, CEO da Newsweek Daily Beast Company, e Tina Brown, editora-chefe da revista, despedem-se em comunicado oficial: “Extinguir o impresso é um momento extremamente difícil para nós que amamos o romantismo do papel e a camaradagem única daquelas horas agitadas antes do fechamento na noite de sexta-feira. Mas, como caminhamos para o 80º aniversário da Newsweek no ano que vem (2013), temos de sustentar o jornalismo que deu à revista seu propósito – e abraçar o futuro all-digital”.

Leia Mais em: Meio & Mensagem Revista Exame

Por Marina Landert, Coordenadora de Análise de Conteúdo de Mídia PR Newswire

Tags: fim+midia+impressa, futuro+digital, futuro+jornalismo, jornal+da+tarde, newsweek

Instagram e suas novas políticas – Analisando o lado positivo da venda das imagens sem direitos autorais

Recentemente, o Instagram – um dos maiores aplicativos de compartilhamento de fotos do mundo – anunciou mudanças nas suas políticas, gerando uma polêmica especialmente por conta de uma nova cláusula que supostamente estaria relacionada à venda das imagens dos usuários, sem nenhum tipo de crédito ou pagamento para quem clicou a foto. A tal nova política nem entrou em vigor (a data é meados de janeiro) e os responsáveis pelo Instagram já precisaram rever a estratégia, tamanha a confusão.

Young Girls Taking a Picture

Usuários irritadíssimos (e pareciam ser muitos) prometeram apagar suas contas e a pressão foi aumentando. Mas, e se isto um dia realmente acontecer? Se o Instagram ou qualquer outro aplicativo de compartilhamento de imagens resolverem vender as imagens, isto pode ter algum lado positivo?

Preparamos algumas dicas e estratégias para este cenário:
  1. Use como portfólio: ok, eles poderão usar suas imagens e não pagar nada, mas se você está começando a sua carreira como fotógrafo, por exemplo, pode ser uma oportunidade de tornar as suas imagens populares e comerciais. Escolha o que quer postar, pensando de que forma aquilo poderá ser utilizado e, se for e você conseguir mapear, colha os louros. Pode ser um trampolim interessante neste sentido.
  2. Use como autopromoção: você é um cozinheiro, um Hair Stylist ou algum profissional que queira vender seus serviços? Pode ser muito bom para você ter a foto de um prato seu ilustrando alguma campanha publicitária por aí. Neste caso, o que conta não é a imagem em si, mas o conteúdo da imagem, que está diretamente ligado ao seu ramo de atuação. Pode ser uma disseminação estratégica.
  3. Use como diversão: tirou uma foto incrível ou mega divertida e quer ver se a imagem tem futuro? A foto que você postou vai render boas risadas caso estampe algum tipo de publicidade? Então, vá em frente. Postar por diversão pode render risadas e... Tornar você famoso, quem sabe?
Viu? Nem tudo está perdido. Mesmo se um dia o Instagram ou qualquer outro aplicativo ou site de compartilhamento de imagem resolver vender o seu conteúdo, ainda assim isto poderá ter um lado positivo. Mas se você não quer ter suas fotos replicadas sem direitos por aí, atenção às políticas de uso, proteção de imagens (abuse das marca d’águas) e, em último caso, simplesmente não torne público. Você decide! :)

Por Camila Conte, Gerente de Relacionamento com a Mídia PR Newswire

Tags: dicas+instagram, direitos+autorais, direitos+autorais+instagram, fotos+instagram, instagram, instagram+políticas

Juliana Paes é a Atriz mais Comentada pela Mídia em 2012, Segundo Pesquisa da PR Newswire

Pelo destaque de seu papel em “Gabriela”, duas vezes eleita a mulher mais sexy do mundo e grávida do segundo filho, a atriz arremata o topo do Ranking de Celebridades de 2012.

 Após um ano de pesquisas para ranquear as celebridades mais comentadas pelos veículos impressos do Brasil, a PR Newswire apresenta a rainha da mídia de 2012: Juliana Paes. A atriz protagonizou a novela das 11h00 da Globo, o remake Gabriela, e foi capa de praticamente todas as revistas de comportamento do País graças ao papel. As revistas VIP e ISTOÉ! Gente a elegeram a mulher mais sexy do mundo e agora ela está grávida de seu segundo filho. O movimentado ano de Juliana Paes deu a ela a coroa dos holofotes.

Ranking de celebridades na Veja, Ego Notícias e Agora.

Não menos querida pela mídia, a saudosa Hebe Camargo ficou com o segundo lugar do ranking. A morte da apresentadora foi notícia em todas as principais publicações do País que a homenagearam em imagens e texto. Na terceira posição, Isis Valverde esbanjou boa forma e sensualidade não só na novela Avenida Brasil, como Suelen, mas também em todas as importantes revistas de beleza do País.

O quarto lugar ficou com o ator Reynaldo Gianecchini, que superou o câncer, retornou às telas e lançou sua biografia em 2012. Desbancando a Rainha dos Baixinhos, Sabrina Sato fecha o top 5 de celebridades. Ela foi a rainha do carnaval, mudou de emissora e anunciou sua procura por um namorado na mídia.

RankingCasting-2012 Pesquisa feita pela equipe de Auditoria de Imagem da PR Newswire.

 Em 2011, a celebridade mais comentada pela mídia foi a atriz Deborah Secco, que vivia a periguete Natalie Lamour na TV e Bruna Surfistinha nas telonas. Reynaldo Gyanecchini havia descoberto o câncer linfático e foi capa das principais revistas de celebridades. Adriane Galisteu vinha na sequência com a capa da Playboy.





Top Cast PR Newswire na Mídia com Juliana Paes no topo do Ranking de Celebridades em 2012. Top Cast PR Newswire na Mídia, com Juliana Paes no topo do Ranking de Celebridades em 2012.

Sobre o Top Cast da PR Newswire

O Top Cast é realizado pela equipe de Auditoria de Imagem da PR Newswire e afere a visibilidade dos atores e principais celebridades na imprensa. O método utilizado é a centimetragem ponderada, que leva em consideração não só o espaço ocupado pelos atores, mas também os veículos em que aparecem, combinando quantidade e qualidade do noticiário. É atribuída uma pontuação para cada veículo, de acordo com a credibilidade, audiência e outros fatores. A pesquisa contempla todas as matérias dos principais jornais e revistas do país. Sites, blogs, redes sociais e emissoras de rádio e televisão não são considerados.

Tatiana Meneses, Gerente de Comunicação e Marketing, América Latina PR Newswire

Tags: hebe+camargo, isis+valverde, juliana+paes+2012, ranking+celebridades, Top Cast PR Newswire, top+cast, veja+radar

Jornalistas X Relações Públicas - Desintermediação traz vantagens a “flacks” sobre “hacks”

Por Andrew Edgecliffe-Johnson

 Meu primeiro editor disse aos repórteres para não escreverem sobre os profissionais de relações públicas, porque, aos olhos de nossos leitores, eles não eram "pessoas reais". Foi um argumento que a maioria dos jornalistas seguiu. "Hacks and flacks" sempre tiveram uma relação de amor-ódio, misturando utilidade mútua com desconfiança mútua. Mas o argumento é cada vez mais difícil de se sustentar.

As relações públicas se tornaram um grande negócio, crescendo mais rápido do que os gastos de marketing em geral por muitos anos. As receitas globais agora têm um montante de US$ 10 bilhões por ano destinados à área, de acordo com o Relatório Holmes, que classifica as firmas de RP. Só nos EUA, os gastos com RP vão aumentar de 8,3% este ano para US$ 4.22bn, de acordo com Veronis Suhler Stevenson, um grupo de investimento de mídia. Isso é o dobro do crescimento esperado pelos EUA para a área de marketing como um todo.

Quando você considera o quanto as redações estão encolhendo, o crescimento é ainda mais notável. Robert McChesney, professor da Universidade de Illinois, e John Nichols, jornalista, estimaram que a proporção de profissionais de RP norte-americanos cresceu de 1,2 para quase 4/1, entre 1980 e 2010, quando comparado aos jornalistas. O relacionamento com a mídia está tendo que se reinventar, assim como o jornalismo. As principais empresas de relações públicas agora vêem-se na mesma linha dos consultores corporativos, como os bancos de investimento ou consultorias de gestão. Mas, mesmo para um modesto press release, a tecnologia está mudando o core do negócio de maneira que têm lições para ambos os públicos-alvos e os usuários de RP.

A PR Newswire, uma ferramenta para a emissão de anúncios, desde 1954, tinha uma reputação um pouco maçante - se rentável - utilitária (Warren Buffett comprou sua rival, BusinessWire, em 2006). Seus releases agora alcançam 200.000 veículos de comunicação da Índia a Indiana, mas Ninan Chacko, CEO da companhia, vê o seu futuro sendo conduzido por “digital syndication” (em tradução livre, disponibilização de conteúdo web por feeds), mídias sociais e search engine optimization. Ele compara a PR Newswire com o antigo mercado no qual atuava, de dados de viagens. "Nós fornecemos informações a intermediários treinados, que interpretaram isso para o público", observa ele. Ele não chega a dizer que os jornalistas estão seguindo o mesmo caminho das agências de viagens, mas a notícia está passando por uma desintermediação semelhante.

"As linhas que delimitam a mídia paga, mídia própria e a mídia espontânea estão sendo apagadas", ele diz: "O conteúdo é dirigido a todos." Pertencente ao grupo UBM, a PR Newswire começou a repensar o press release como conteúdo multimídia, que - em parte porque as empresas de notícias estão saturadas - pode alimentar famintos blogs, agências de notícias e sites de mídia social. Chacko cita o exemplo da “State Farm”, a seguradora dos EUA, que queria acabar com as reclamações de queimaduras por causa das frituras de perus com uma campanha de informação de Ação de Graças. Em vez de emitir um press release, a PR Newswire enviou um vídeo divertido de William Shatner, o ator de Star Trek, que tinha tido sua desventura própria com óleo quente.

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Publicações da Esquire como o The Daily News pegaram a história, o filme já foi visto quase 500 mil vezes no YouTube; e estações de televisão transmitiram isso para os seus 35 milhões de telespectadores. De acordo com estimativas da PR Newswire, isso corresponde a 4,7 milhões de dólares em publicidade, e as reclamações de queimaduras por frituras de peru caíram 64%, poupando três milhões de dólares para a State Farm. Guiados por editores, os clientes já estão usando texto, vídeo, áudio, infográficos e páginas web dedicadas - alguns com botões para "comprar agora" - para atingir os consumidores mais diretamente, sem um filtro de mídia.

Nesta busca, Ninan Chacko está usando o alcance da PR Newswire para colocar anúncios no alto da primeira página de resultados do Google. Em mídias sociais, suas bases de dados agora informam os RPs que 'formadores de opinião' podem retuitar um anúncio. O reposicionamento se adapta às mais amplas mudanças de marketing para maior engajamento e modelos mensuráveis. Mas isso também levanta dúvidas sobre o tipo de conteúdo que pode competir online. "Este processo não funciona a menos que se produza conteúdo de alta qualidade", diz Chacko.

Ainda hoje, o conteúdo corporativo é muito mal produzido e mal orientado editorialmente. Ninan Chacko admite: "Há um monte de gente que ainda pensa que a quantidade bate a qualidade". Como spam, alguns desses podem funcionar. O termo "churnalism" deriva da estimativa feita por pesquisadores da Universidade de Cardiff, realizada em 2006, que diz que 41% dos artigos de imprensa do Reino Unido foram direcionados por RP. Como as marcas escrevem suas próprias histórias, agências de notícias profissionais devem trabalhar pesado para se destacar.

Produzir conteúdo corporativo legível e "assistível" não será fácil. Isso também exigirá maior integração entre publicidade, marketing digital, relações públicas e relações com investidores. Mas as tendências de buscas e de mídias sociais sugerem que o conteúdo corporativo só tende a crescer. Mesmo a mídia gostando ou não, cada empresa terá de se tornar uma empresa de conteúdo.

Andrew Edgecliffe-Johnson é editor de mídia do Financial Times Texto original: http://feeddoo.com/n/2023746-disintermediation-gives-flacks-advantage-over-hacks

Traduzido e adaptado por Tatiana Meneses – Gerente de Comunicação e Marketing, América Latina PR Newswire

Tags: Comunicação Organizacional, Institucional, jornalismo, marketing, newswire, pr+newswire, press+release, Releases PR Newswire, RP

Os números de 2012 do Blog da PR Newswire no Brasil

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 do blog da PR Newswire. Veja quais foram nossos resultados!



Aqui está um resumo:
600 pessoas chegaram ao topo do Monte Everest em 2012. Este blog teve cerca de 7.500 visualizações em 2012. Se cada pessoa que chegou ao topo do Monte Everest visitasse este blog, levaria 13 anos para ter este tanto de visitação.
Clique aqui para ver o relatório completo.

Tags: Institucional

O que é um conteúdo de qualidade?

Este texto foi traduzido do post escrito por Ken Dowell no Blog Beyond PR, em 13 de dezembro de 2012.

Toda discussão de relações públicas e práticas de marketing virtual, em dado momento, abrange a importância da qualidade do conteúdo a ser divulgado. Trata-se da base absoluta para a divulgação da marca, marketing de conteúdo, mídias sociais, serviços de mensagem e tudo que for relacionado à comunicação realizada por empresas.

A necessidade por qualidade se aplica a todas as dimensões da comunicação. A qualidade não deve ser diferente caso o que esteja escrevendo seja um press release, um white paper, conteúdo patrocinado ou até mesmo um post de blog. A qualidade transcende a categoria.

O que exatamente é um conteúdo com qualidade? Com frequência essa pergunta é respondida com o que não caracteriza um conteúdo de qualidade: não ser Spam, não utilizar jargões, não abusar de mecanismos de posicionamento online. É sempre mais simples apontar o que não devemos fazer.

Se formos definir o que conceitua qualidade, precisamos começar pelo nível mais básico. Conteúdo de qualidade é um texto bem escrito. Isso significa que é conciso, claro e gramaticamente correto. Não me lembro de ter lido algo cujo conteúdo fosse tão brilhante ao ponto de conseguir ignorar os erros gramaticais, frases mal formuladas e sentenças sem pausa ou raciocínio lógico.

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O conteúdo de qualidade deve ser honesto. Ser honesto sobre o que é e quem o escreveu. Se for um conteúdo pago, que envolva propaganda, isto deve estar claro no texto, da mesma forma que quem o escreveu e se estiver representando uma organização. Ao referenciar ideias de outros autores e pesquisas é apropriado fornecer a fonte utilizada.

O Blog Google Webmaster refere-se à qualidade como "conteúdo engajado, que tenha valor, e que seja diferenciado, único".  Relevância, bom embasamento, credibilidade e facilidade de leitura são alguns outros atributos citados por vários autores da Web. Outras qualidades citadas por diversos autores online destacam a utilidade da informação, relevância, embasamento, credibilidade e a facilidade de leitura.

Eu acredito que um conteúdo de qualidade deva ser ao mesmo tempo interessante e informativo, possuir propriedades educativas e entreter o leitor. Um conteúdo de ótima qualidade atende todas essas especificações.

Existem muitas formas para deixar um conteúdo interessante e divertido. Uma boa opção é adicionar conteúdos multimídia, como imagens e vídeos, possibilitando a propagação de sua mensagem de forma interativa e fugindo dos blocos de texto. Um texto diferenciado que exprima as características e personalidade do autor também pode ser um diferencial.

Conteúdo de qualidade não precisa ser brilhantemente original, ou nunca antes abordado. Um bom texto traz o conteúdo de volta para as rodas de discussão. Pinta uma nova abordagem adicionando novos aspectos ao tema.

Quão bom é seu conteúdo? Tente se perguntar se você ficaria interessado pelo seu texto e por quê. Se sua resposta for positiva você está no caminho certo.

Autor: Ken Dowell é vice-presidente executivo de mídias sociais e desenvolvimento de audiência da PR Newswire.

Traduzido e adaptado por Cecília Paterno – Supervisora Mesa Editorial.

Tags: bom+texto, Comunicação Organizacional, conteudo, conteudo+qualidade, texto+qualidade

Filha de Peixe... Cleo Pires no Topo do Ranking Semanal da PR Newswire

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Qualquer jornalista, site ou blogueiro interessado em obter mais informações sobre o assunto poderá entrar em contato pelo e-mail atendimento@prnewswire.com.

Equipe de Auditoria de Imagem PR Newswire

Tags: cleo+pires, domingos+montagner, Giovanna+Antonelli, ranking+celebridades, Reynaldo+Gianecchini, ticiane+pinheiro, Top Cast PR Newswire

A PR Newswire deseja a você um Feliz Natal e um Ano Novo Repleto de Oportunidades!

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Tags: ano_novo, feliz_natal, Institucional, natal, pr+newswire