Espaço PR Newswire para Comunicadores

O Blog da PR Newswire é um espaço dedicado à produção e desenvolvimento de conhecimento. Aqui você encontra as notícias e os artigos mais interessantes sobre Comunicação. São abordados temas relacionados às Relações Públicas, Jornalismo, Marketing, Publicidade, Mídias Sociais e Digitais. Confira nossos posts e deixe suas observações nos comentários. Queremos saber sua opinião.

A Evolução das Redes Sociais de Imagens

A vontade de registrar bons momentos e compartilhar com os conhecidos parece já fazer parte da cultura humana desde os desenhos pré-históricos. A evolução da fotografia associou-se neste milênio à evolução das redes sociais, que disponibilizam mais e mais recursos de imagens e de compartilhamento de informações.



Começando há 12 anos, o DeviantArt, criado em julho de 2000, veio se popularizando devagar e hoje se tornou uma das maiores redes de fotos/imagens do ramo. Nela, milhares de negócios são fechados entre modelos e fotógrafos, e na própria rede se publicam fotos que são deixadas como portfólio para designers, ilustradores e etc.



Em 2002, surge na internet o Fotolog, um blog no qual você posta suas fotos/imagens, escreve sobre qualquer assunto e compartilha com a sua rede de amigos.  A ideia ainda era bem bruta no início, mas foi o estopim para novas tendências das redes sociais do ramo.



O Flickr foi criado, em 2002, com o mesmo objetivo do DeviantArt, mas foi além, incluiu ferramentas básicas para editar fotos e se tornou tão popular que despertou o interesse da gigante Yahoo! que o comprou no ano de 2005. No Flickr existem fóruns de discussão sobre formas de fotografar, dicas para fotógrafos, imagens sobre diferentes assuntos e etc.

O Google viu esse mercado crescendo e identificou a oportunidade de expandir ainda mais. Quando houve na internet a febre por edição de imagens no Photoshop, Photofiltre entre outros programas, o site de buscas resolveu criar um programa chamado Picasa, um programa com edição de imagens com ferramentas bem mais avançadas que o Flickr, ele era bem fácil de mexer e gratuito. Após uma enorme aceitação do público, a empresa resolveu criar uma rede social para os seus usuários, o Picasa Web, em que após a edição das imagens você poderia publicá-las para seus amigos visualizarem. Depois ele foi atualizado juntamente com o Google Earth, ajudando você a identificar o local onde a foto foi tirada.Com o aparecimento das mídias móveis e o sucesso do iPhone, surgiu o Instagram, aplicativo que permite edição básica de fotos e compartilhamento automático em redes sociais (Facebook, Twitter, Google+ e etc.). O programinha também pode mostrar sua localização, tornando-se concorrente do Twitpic, que é restrito somente ao Twitter.



Novamente, revolucionando o mundo de compartilhamento de imagens, surge em 2010 o Pinterest, uma revolucionária rede social de imagens, apenas imagens, sem localização, sem fóruns de discussão e sem edição de imagens. O Pinterest (pin+interest) surgiu já com uma enorme proporção e aceitação do público. A rede é como um enorme quadro de cortiça onde você “prega” as imagens que você gostou e as divide por assuntos de seu interesse. Caso algum amigo seu também tenha gostado de uma imagem que você colocou em seu quadro, ele pode clicar em “pin” que também irá para o quadro dele. A proposta dessa rede não é fazer divulgação de blogs ou qualquer outro material para ser lido, e sim para comentar e compartilhar imagens e interesses.



Outra rede social muito boa para fotógrafos é o 500px, com o foco em imagens de alta qualidade, a rede social é gratuita e bem parecida com o Pinterest, a princípio. Lá você pode colocar suas fotos na guia portfólio, comprar imagens, procurar por modelos e etc.



E qual dessas redes sociais é a mais adequada para você?

Fonte: Wikipédia

Leandro Santos, Executivo de Contas PR Newswire

Tags: 500px, compartilhamento+imagens, devianart, flicker, fotolog, instagram, picasa, pinterest, redes+sociais, redes+sociais+imagens, share+images

Sempre no Topo do Humor - Chico Anysio é o artista mais comentado na mídia de 29 a 25 de março

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Equipe de Auditoria de Imagem PR Newswire

Sociedade “emburrecida” ou sociedade modificada?

“Ou todos os problemas do Brasil foram resolvidos ou nós nos tornamos perfeitos idiotas. Porque não é possível que dois assuntos tão fúteis possam chamar a atenção do país inteiro... Luiza já voltou do Canadá e nós já fomos mais inteligentes”. Essa polêmica frase sobre a ascensão na imprensa de possível estupro de vulnerável no ‘BBB’ e da estudante Luiza que estudava no Canadá, pode muito bem representar o pensamento de muitos brasileiros em relação às principais notícias do país em 2012. No entanto, tal declaração tomou grandes proporções por se tratar da abertura do Jornal do SBT há quase dois meses. Febre no You Tube (mais de 4 milhões de visualizações) e no twiter (principal trend topic), a declaração do jornalista Carlos Nascimento foi  alvo de críticas e denota uma reflexão por uma questão mais profunda que está em alta, ou pelo menos deveria atualmente. De fato, já fomos mais inteligentes?

A grande questão que envolve toda essa polêmica é qual é o retrato da sociedade atual. O público hoje é cada vez mais ávido pelo consumo, e cada vez a imagem e aparência significam mais. Com isso, é latente o culto pela “celebridade”, não apenas por aquela que tem o glamour, mas também por aquela simplesmente “fabricada” ou alçada à “celebridade” imediata, com duração de pouquíssimo tempo. Hoje alguém ainda lembra da tal Luiza? Tomamos como exemplo também a grande popularidade de realities shows e novelas. Qual é o segredo desse sucesso? O primeiro fato é bem simples, a mais pura identificação. Eu me vejo na TV, com histórias que poderiam estar sendo vividas por qualquer um. Os realities também se encaixam nesse contexto. Poucas pessoas se colocariam numa exposição em rede nacional, mas gostam de assistir o que o outro faz em sua intimidade. E mais que isso, ao ter poder de voto, se sentem inseridos na programação. Esse é o novo retrato, que tem impactado diretamente no que é consumido como mídia.



Os impactos das redes sociais na imprensa

Todo esse movimento ganhou outras proporções com a inclusão das redes sociais. Antes, era o papel da mídia definir o que era notícia e o que seria discutido nos bares e nas casas de cada família. Hoje, ela não faz mais isso sozinha. Qualquer tema, por mais incomum que seja, ganha notoriedade nas redes, sai desse ambiente virtual e chega até o real, também virando notícia na própria mídia, como os casos citados por Carlos Nascimento. É a mídia perdendo o poder ou, pelo menos, se entregando ao mercado de consumo, da venda. Na busca por audiência e com a diminuição pela procura da mídia impressa, aos poucos, a pauta dos principais jornais não são mais apenas política, corrupção, economia. O público se “cansou” dos mesmos casos de corrupção e das mesmas “tragédias”. Hoje, o consumo do “prazer”, do que alimenta a curiosidade, tem ganhado espaço, e a mídia está acompanhando.



As redes sociais são o retrato da sociedade, da grande cultura de massa, que hoje tem sede pelo novo, pela curiosidade do que o outro está fazendo, e que ainda é moralista, como nas fortes críticas a Carlos Nascimento, por questionar, por provocar o público e simplesmente levar as pessoas e a mídia a refletirem sobre a “grande” relevância, por exemplo, da Luiza do Canadá.

O desejo do povo, da massa, obviamente se modifica com os anos e décadas. Mas a grande mudança observada é na questão “enfrentadora” e “questionadora” da mídia, essa sim, parece ter sucumbido quase que totalmente aos interesses das leis da oferta e demanda. É bom saber que ainda existem jornalistas que questionam os rumos que a imprensa e a sociedade estão tomando, independente dos interesses comerciais.

Marina Landert, Coordenadora de Análise de Conteúdo de Mídia PR Newswire

Tags: analise_bbb, bbb, carlos_nascimento;, impactos+redes+sociais, midia, redes+sociais, retrato+sociedade+atual

Luta Contra o Câncer na Mídia - Gianecchini é Campeão!

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Equipe de Auditoria de Imagem PR Newswire

Tags: aline+moraes, celebridades, gianecchini, Hebe, santoro, Top Cast PR Newswire, Torloni

Facebook + Jornalistas: como usar

O rápido crescimento do Facebook no mundo e, particularmente no Brasil, não poderia deixar de atingir a mídia. Além do compartilhamento de conteúdo – que impulsionou, por exemplo, o tráfego em sites de notícias, o FB também pode ser um recurso à mão para jornalistas que queiram entrar em contato com suas fontes ou com assuntos de seu interesse.



Buscando suas fontes

Um dos grandes trunfos do Facebook é poder encontrar cadastros com informações completas de pessoas. Jornalistas podem, sim, usar o FB para aproximar-se de suas fontes. A busca da rede, permite, inclusive, selecionar interesses por cidade, local de trabalho e instituição de ensino. Mas é preciso ter bom senso: ao abordar um contato, identifique-se de forma direta e profissional e nada de insistência neste ambiente. Funciona na vida real, funciona na vida virtual.

Assinando contatos

Com o recurso de assinaturas, é possível receber atualizações de um contato, mesmo que este não tenha autorizado um laço de amizade. O mesmo funciona para as páginas de empresas ou pessoas influentes. Assinar um contato pode ser uma maneira discreta de estreitar um laço.

Informações em grupos

Participar de grupos no Facebook pode ajudar a conseguir informações e fontes para uma reportagem. Os grupos reúnem pessoas debatendo um mesmo interesse, o que facilita a identificação de prováveis fontes dentro de um cenário específico.

Dica importante

Ricardo Sangion, Gerente de Expansão do Facebook no Brasil, disse em palestra no último Media On,em São Paulo: “É importante que o jornalista deixe claro em seu perfil as informações do lugar onde trabalha. Isto vai gerar confiança na fonte quando abordada”.

Leia mais: Gerente vê Facebook menos imediatista que Twitter Facebook para jornalistas

Por Camila Conte, Coordenadora de Relações com a Mídia PR Newswire

Tags: Comunicação Organizacional, Facebook, facebook+jornalistas, fonte+informação, grupo+facebook, jornalistas, redes+sociais+jornalistas

Apple revela “Novo iPad”, e logo teremos mais filas

Tablet revelado esta semana tem resolução como seu principal destaque. 

Desde sua primeira edição, o iPad tem sido o terror de seus concorrentes. O produto da Apple lidera com folga o segmento de tablets e conquista cada vez mais consumidores, seja por causa de sua qualidade ou da legião de fãs que faz questão de enaltecer os produtos da Apple por onde vão. Mas por que esta nova versão, revelada nesta semana, atraiu tanto a atenção da mídia?

O Novo iPad (sim, foi esta a denominação dada pela Apple) tem como principal destaque sua resolução de imagem, com absurdos 2048x1536 pixels. Em outras palavras, o tablet consegue exibir 3,1 milhões de pixels por 9,7 polegadas de tela. E isso é assim tão incrível? Sim, é. Repare na imagem divulgada pela Apple onde a empresa faz uma comparação com a tela de HDTV.

 Imagem: Getty Images

Outro ponto interessante de se notar é que a resolução do novo iPad coloca o tablet no mesmo patamar de qualidade de imagem de outros produtos da Apple. As versões anteriores não conseguiam exibir um desempenho do mesmo nível do iMac, por exemplo. Além da resolução, o Novo iPad carrega um processador A5X, que já é capaz de agüentar a demanda gráfica do eletrônico. A mudança para o modelo anterior é a solução gráfica de quatro núcleos.

Imagem: Apple

A câmera do Novo iPad também evoluiu: 5 megapixels contra 1MP do antecessor, apresentando uma lente com cinco camadas e capacidade de gravar vídeos em 1080p. Prepare-se para ver pessoas usando o tablet como câmera de vídeo. Ainda não há datas e preços definidos para os diferentes modelos do iPad, mas já podemos prever as habituais filas quilométricas se formando quando o tablet chegar ao mercado.

Thiago Fonseca, Executivo de Contas PR Newswire

Tags: ipad, New+i+pad, novo+ipad, tablet, Tecnologia

Grazi Massafera - Brilhando no topo do ranking à espera de Sofia



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Equipe de Auditoria de Imagem PR Newswire

Tags: celebridades, fernanda+abraao, gabriel+braga+nunes, Grazi+massafera, isis+valverde, laisa, ranking+celebridades, Top Cast PR Newswire, top+cast

A Força das Redes Sociais - Do Céu ao Inferno

Desde sua criação, é comprovada a grande popularidade das redes sociais. Elas proporcionam reencontros entre velhos conhecidos, maior interação, possibilitam saber o que as pessoas estão fazendo e até conhecer um pouco mais da intimidade de seus ídolos. O fato é que essas redes oferecem hoje muito mais que isso. Um vídeo inusitado ou um comentário polêmico podem gerar uma repercussão que ultrapassa os limites da internet.

Isso já se tornou parte da rotina diária dos adeptos das redes sociais, quando um simples post toma outras proporções. No caso mais recente, temos a Luísa do Canadá. Há tempos atrás nunca uma menina ganharia tanta repercussão e seria alçada a “celebridade” por um comercial no qual ela nem aparece. Outro caso notório é a propaganda do Itaú. Sucesso no Youtube, o vídeo com o bebê gargalhando após o pai rasgar as contas foi comprado pelo banco e gerou outro comercial dizendo como tudo aconteceu. Ainda vale destacar o comercial da Nissan com os pôneis malditos, sucesso na TV e na internet. Essa é a nova realidade, simplesmente qualquer coisa sem muito critério pode fazer sucesso e ganhar notoriedade nas redes. Porém, há o outro lado da moeda.



A Internet e a Programação Televisa

A novidade é o quanto a voz do público ganha um importante papel na programação televisiva. Como se não bastassem as pressões internas e a busca pela audiência, as emissoras também têm que lidar diariamente com a opinião pública via redes sociais, o que gera um boom na Internet e deixa os canais de TV na mira dos internautas.

Há alguns anos é levantada a questão se muitos realities shows ultrapassam a linha entre o bom e o mau gosto, muitas vezes explorando a sensualidade e o sexo em busca da audiência. A questão é que estes são programas que aparentemente “todos amam odiar”, uma vez dada a popularidade do formato. O contexto deste tipo de programação começou a ser alterado pela força das redes sociais.

Em 2011, no programa A Fazenda, reality show de “pseudo” celebridades, uma das participantes, Duda Yankovich, agrediu Thiago Gagliasso após uma brincadeira. O fato passou quase despercebido, até virar a principal notícia do Twitter e outros sites, com o público aclamando a expulsão da ex-lutadora. Fato consumado. A emissora expulsou a participante. Poderia ter feito isso sem a aclamação do público? Claro. Mas sem a força das críticas do povo, provavelmente o canal tomaria outra posição. Arcar com a perda de audiência e arranhar sua imagem não é desejável a nenhum canal de televisão.

No caso mais recente, temos o BBB. Em uma das madrugadas de uma festa do programa, #danielexpulso se tornou o principal trend topic, no qual internautas acusavam o participante de estupro dentro da casa. Verdade ou não, a notícia tomou conta dos jornais por duas semanas e por mais que o fato não tenha sido comprovado, o “brother” foi expulso. Os internautas passam a ser os “vigias” do público, por onde nada passa em silêncio. Rafinha Bastos é outro que sofreu na pele a fúria do público, e acabou afastado da Band por polêmicas declarações.

Esses casos exemplificam cada vez mais a importância do movimento nas redes, que podem levar ao céu ou ao inferno. E mais que isso, hoje as redes sociais impactam diretamente no que vão assistir e como querem assistir seus programas. As emissoras que não são bobas, já começaram a escutar.

Por Marina Landert, Coordenadora de Análise de Conteúdo de Mídia PR Newswire

Tags: celebridade+instantanea, daniel+bbb, luisa+canada, mídias+sociais, nissan+poneis+malditos, propaganda+itau, redes+sociais, voz+publico

Top Cast PR Newswire: Sabrina Sato é a celebridade mais comentada pela imprensa em fevereiro de 2012

A apresentadora do “Pânico na TV” vem à frente de Reynaldo Gianecchini, Adriana Birolli, Sheron Menezes e Sophie Charlotte.

Em mês de carnaval, Sabrina Sato reina absoluta na imprensa dentre as rainhas de bateria. Durante as últimas três folias (2010, 2011 e 2012), a apresentadora liderou o ranking das saradas do carnaval na mídia, tendo um deslize em 2011 apenas para Ariadna (‘BBB11’), cuja sexualidade rendeu mais notícias. Mesmo com o Carnaval liderando o noticiário do país, a luta contra o câncer de Reynaldo Gianecchini foi capa de uma das principais semanais do país e colocou o galã no 2º lugar do ranking de exposição na mídia, acima das demais musas.

Graças ao samba no pé de Sabrina, é a primeira vez em mais de um ano que uma “não-global” alcança o topo da lista. O último que conseguiu a façanha foi Silvio Santos, em dezembro de 2010. Mesmo perdendo o primeiro lugar, a principal emissora do país continua alçando seu “Casting” na imprensa, seja pela vitória de Reynaldo Gianecchini contra o câncer, pela popularidade de Adriana Birolli em ‘Fina Estampa’, ou pelo samba no pé das musas Sheron Menezes e Sophie Charlotte. Danielle Winits também aparece entre as 10 primeiras em função do acidente no musical “Xanadu”. Mesmo eliminada com altíssima rejeição no “BBB”, a polêmica Laisa conquista as página da imprensa (11º lugar).

Equipe de Auditoria de Imagem PR Newswire 

Tags: adriana+birolli, Ariadna+BBB, celebridades, Danielle+Winits, Globais, ranking+celebridades, Reynaldo+Gianecchini, sabrina+sato, Sheron+Menezes, Silvio+Santos, Sophie+Charlote, Top Cast PR Newswire, top+cast

Educação em Rede: o Uso das Mídias Sociais por Estudantes

Se a Internet revolucionou o modo como estudantes passaram a lidar com a pesquisa e contato com novas formas de conhecimento, as redes sociais certamente modificaram as relações entre colegas de sala e professores. No passado, para falar sobre lição de casa ou fazer um trabalho em grupo, era necessário reunir a turma do colégio presencialmente. Agora, graças a sites de relacionamento, o intercâmbio de idéias se tornou muito mais rápido, ágil e instantâneo.



O Facebook, por exemplo, permite a criação de grupos fechados e tem sido um recurso sempre à mão para estudantes. Rafaela Pereira, 20 anos, estudante de Publicidade da faculdade Cásper Líbero, usa o grupo dentro da rede social que foi criado por um colega de sala para trocar informações sobre trabalhos e provas. “Fico conectada o dia todo e é muito mais fácil saber das coisas da faculdade pelo grupo. Conversamos em tempo real, com vários colegas simultaneamente, e isso permite a elaboração de trabalhos de forma muito mais prática.”

Em contrapartida, não são todas as instituições de ensino que vêem com bons olhos a utilização de redes sociais por estudantes. No Rio de Janeiro, em 2011, uma estudante de 15 anos criou uma comunidade no Facebook onde debatia assuntos relativos à escola e postava respostas de lições e trabalhos. O grupo reunia mais de 700 alunos e resultou em uma suspensão à estudante. A escola entendeu que se tratava de uma “cola” online.



Para Elaine Tancredi, pedagoga e professora, as redes sociais podem ajudar alunos, mas é preciso que a regra do bom senso valha também para o ambiente online. “Um grupo na web nada mais é do que o reflexo de um grupo normal de estudo. Aquilo que não se faz em um trabalho em grupo – como cópias ou qualquer tipo de falta de respeito – não deve ser permitido também nesta plataforma.”

Leia mais: Redes sociais, as novas parceiras de estudo As Mídias Sociais estão renovando a Educação

Por Camila Conte, Coordenadora de Relações com a Mídia PR Newswire

Tags: educação+internet, facebook+escola, Institucional, mídias+sociais, mídias+sociais+estudantes, mídias+sociais+nas+escolas, Tecnologia, uso+de+mídias+sociais+por+estudantes