Espaço PR Newswire para Comunicadores

O Blog da PR Newswire é um espaço dedicado à produção e desenvolvimento de conhecimento. Aqui você encontra as notícias e os artigos mais interessantes sobre Comunicação. São abordados temas relacionados às Relações Públicas, Jornalismo, Marketing, Publicidade, Mídias Sociais e Digitais. Confira nossos posts e deixe suas observações nos comentários. Queremos saber sua opinião.

Mediaware - Esporte Espetacular, Revista VIP e Rádio Estadão

Bem-vindo ao MEDIAware, a newsletter mensal com o resultado das pesquisas da equipe de mídia PR Newswire.

 

MEDIAware tem como objetivo trazer a seleção das mais importantes atualizações da mídia e dos jornalistas que ocorrem em todo o Brasil, através do trabalho feito por nossos pesquisadores. Caso tenha informações sobre alterações recentes nas mídias e profissionais de comunicação ou dúvidas a respeito do conteúdo, entre em contato pelo e-mail: mediapt@prnewswire.com.br.

     
  

PR Newswire - Twitter (São Paulo, SP)

Na página da PR Newswire são compartilhadas notícias sobre tecnologia, marketing, publicidade, atualidades, jornalismo, empreendedorismo e muito mais. Siga, interaja, compartilhe e saiba tudo que acontece no Brasil e no mundo na página da PR Newswire: https://twitter.com/prnewswirebr.

 

Rádio Capital 1040 AM (São Paulo, SP)

No mês de março estreou o programa Show de Bola, em comemoração à reativação do Departamento de Esportes da emissora. A atração vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 18h às 19h.  A emissora também voltará a transmitir partidas de futebol às quartas e quintas-feiras e aos sábados.

 

Esporte Espetacular (Rio de Janeiro, RJ)

Felipe Andreoli estreou no time do Esporte Espetacular, no dia 26 de março. Ele substituiu o ex-atleta e medalhista olímpico Flávio Canto..

 

Revista Vip (São Paulo, SP)

Depois de 20 anos estampando modelos e atrizes sensuais em suas capas, a revista, da Editora Abril, volta a destacar homens em suas edições. A novidade faz parte do novo posicionamento do título, que vem se intensificando desde janeiro e chegou ao ápice na edição de março.

 

Rádio Estadão (São Paulo, SP)

No dia 10 de março o Grupo Estado anunciou o fim das operações da rádio Estadão, transmitida até então na estação 92,9 FM. Em comunicado oficial, a empresa alega que o desligamento permitirá um maior investimento no segmento digital por parte da companhia.

Publicis (São Paulo, SP)

Agência anunciou a contratação de Gabriela Zorzi como diretora de conta do núcleo Nestlé Health.

 

Grupo Bandeirantes (São Paulo, SP)

Após quatro anos fora da publicação, Henrique Freitas volta como editor-chefe, assumindo o cargo de Humberto Tziolas, que estava vago após sua saída.

SBT (São Paulo, SP)

Após mais de 20 anos na emissora, Hermano Henning não teve seu contrato renovado e deixou o SBT. O jornalista encerrou seu trabalho no dia 26 de fevereiro, com a apresentação do SBT Brasil.

  

Nova/SB (São Paulo, SP)

Agência recebe Prêmio Colunistas Brasil 2016. A Nova/Sb também ganhou Prêmios de Mídias Integradas.

Rádio Bradesco Esporte FM (São Paulo, SP)

A emissora, que fazia parte do Grupo Bandeirantes, encerrou as atividades no dia 12 de março e a equipe teve os contratos encerrados.

Conheça também a seleção das mais importantes atualizações da mídia e dos jornalistas estão acontecendo em outros países da América Latina: MEDIAware Latam. Caso tenha outras informações sobre alterações recentes na mídia e/ou sobre os profissionais de comunicação ou dúvidas a respeito do conteúdo, entre em contato com nossa equipe de Relacionamento com a Mídia pelo e-mail: mediapt@prnewswire.com.br

Tags: MEDIAware Brasil, jornalistas, mídia brasileira

3 regras para garantir que seu blog não está violando direitos autorais

É uma das primeiras coisas que você escuta como blogueiro: Use fotos.

As pessoas são receptivas às imagens. As imagens também ajudam a quebrar grandes blocos de texto.

Mas se você é novo em blogs e apenas copia imagens do Google, você pode se queimar facilmente.

Se você escolher o caminho mais fácil (e quem não escolheria?), pode ser difícil diferenciar fotos gratuitas para uso e as que exigem atribuição ao autor.

Então, antes de pegar uma imagem fora da web, aprenda.

Regra #1: Você não pode usar tudo o que você encontrar na internet.

Basicamente, você é financeiramente responsável por usar itens com direitos autorais em seu site.

Não importa se você atribuiu o arquivo ou link de volta para a fonte. A menos que você tenha recebido permissão expressa ou tenha legitimamente adquirido direitos de uso, você não pode postar fotos protegidas por direitos autorais. Ponto.

Usar aquela imagem perfeita para o próximo post do blog pode parecer inofensivo, especialmente se você a viu espalhada em toda a web, mas isto pode te prejudicar.

Arriscar o seu negócio por uma foto é bobagem. Então, é melhor acertar desde o começo. Isso nos leva a...

Regra #2: Entender o básico da lei de direitos autorais.

Se você não sabe nada sobre a lei de comunicação ou violação de direitos autorais, existem três principais categorias de direitos autorais que você vai encontrar. Felizmente, a maioria dos sites são claros sobre os direitos de suas fotos.

Aqui está um breve resumo:

Domínio público: Uma imagem de domínio público é uma imagem cujos direitos autorais expiraram ou nunca existiram em primeiro lugar. Portanto, essas imagens podem ser usadas por praticamente qualquer pessoa por razões pessoais ou comerciais. A única exceção real aqui é se a imagem é de uma pessoa identificável, que no caso você poderá precisar de permissão antes de postá-la.

Royalty Free: Um arquivo livre de royalties significa que você pode usar alguma imagem ou material protegido por direitos autorais sem precisar pagar royalties ou algum tipo de taxa a cada uso. Normalmente este tipo de imagem é oferecido por meio de algum tipo de site que já pagou uma taxa, então você não precisa pagá-la novamente (como um banco de imagens).

Creative Commons: Esta é uma maneira para os fotógrafos licenciarem suas imagens e direcionar como elas serão utilizadas pelo público. As licenças CC mais comuns encontradas são as CC0 ou CC BY 2.0. Se algo for CC0, significa que o proprietário renunciou aos direitos do seu trabalho, enquanto uma CC BY 2.0 requer atribuição. Se uma imagem é licenciada sob CC, certifique-se de ser extremamente cuidadoso em determinar quando você precisa atribuir crédito ao fotógrafo. Saiba mais sobre as licenças aqui.

Regra #3: Conheça suas opções

Até porque existem muitas. Com isso em mente, aqui estão algumas páginas para encontrar vários tipos de imagens. Dê uma olhada e veja qual delas podem te ajudar.

Pixabay - Aqui, você encontra todos os tipos de imagens e fotos em domínio público, livres para serem usadas como quiser.

Unsplash- Todas as imagens são de licença CC0, o que significa que você pode copiá-las e usá-las gratuitamente.

Refe - Este é um banco de fotos royalty-free. Basta clicar na guia de fotos gratuitas e pronto!

My Stock Photos- Este site oferece inúmeras e belas fotografias, disponíveis para uso pessoal ou comercial.

New Old Stock - São imagens antigas de arquivos públicos, livres de restrições de direitos autorais conhecidas.

FoodiesFeed - Você é um blogueiro de gastronomia? Este será o seu paraíso! Encontre um arquivo completo de imagens de alimentos que você pode usar sem atribuição (mas não pode revender).

Public Domain Archive - Basta clicar na guia para fotos grátis ou passar por suas belas imagens semanais.

Life of Pix – outro banco de imagens onde você pode encontrar fotos de alta resolução livres e sem restrições dos direitos reservados.

SplitShire - Procurando mais fotos grátis de alta qualidade? O criador deste site permite que você baixe e use todas as imagens gratuitamente. Eles também têm um arquivo gratuito para vídeos!

Photogen – mais fotos de banco grátis, para todas as suas necessidades comerciais e pessoais.

*Bônus: um site muito bom é o Canva. Cadastre-se gratuitamente e descubra rapidamente como criar seus próprios projetos, modelos e edição de fotos. É uma maneira fácil de criar gráficos pessoais para mídias sociais com imagens, filtros, formas e fontes incluídas no site. Enquanto a maioria é gratuita, alguns layouts e imagens têm um preço de US$1.

O fim da linha: Não seja preguiçoso.

Usar fotos e imagens pode ser uma ferramenta valiosa enquanto você está escrevendo.

Certifique-se em determinar de onde a imagem veio, qual seu licenciamento, e se você precisa atribuir crédito ao artista que a capturou em primeiro lugar.

Se você está inseguro, pesquise bastante ou encontre uma imagem que você tenha certeza que possa usar.

*Texto original publicado no Blog Beyond Bylines: Can I Use That Picture? 3 Rules to Ensure Your Blog Isn’t Breaking Copyright Rules

Traduzido e adaptado Andrés Teixeira, Analista de Comunicação Corporativa Latin America PR Newswire

Tags: blog, direitos+autorais

Top Secret: Como Jornalistas protegem Informações Confidenciais e Vazamento de Dados

É um sinal dos tempos: muitas agências de notícias em Washington agora estão aceitando várias formas de informações vazadas.

Costumavam ser dicas anônimas que viriam por meio de um telefonema ou por e-mail.

Agora, os jornalistas estão usando aplicativos que criptografam mensagens de texto de fontes e muitas agências de mídia estão promovendo entregas de documentos segura.

"Hoje em dia, se você está tentando proteger a sua fonte, a criptografia é um requisito", diz Skylar Nagao, diretor de produtos da Peerio, sediada em Montreal, Canadá. "Tendo conversado com muitos jornalistas, as pessoas que estão cientes de suas fontes de alto risco consideram uma obrigação moral usar a criptografia para protegê-los."

Criptografia em si tornou-se muito mais mainstream. É o que impede as pessoas de ler mensagens e, essencialmente, as mantêm privadas.

A empresa Mashable tem um editor sênior com uma conta na Peerio apenas para este propósito. Vários jornalistas do The New York Times também possuem contas da Peerio em seus perfis.

Quer entrar em contato com a Associated Press? Veja como você pode enviar uma dica confidencial.

E, se você está tentando falar com a redação do New York Times, há várias maneiras para as fontes entrarem em contato.

S-E-G-U-R-A-N-Ç-A

À luz da pirataria e do medo de uma repressão da informação, há uma grande variedade de ferramentas para ajudar a proteger o anonimato de alguém.

E mais agências de notícias estão aderindo ao movimento.

“Político atualmente está arquitetando seu plano”, diz um editor, que pediu para não ser identificado.

O Washington Post oferece sete maneiras para as fontes e delatores levarem informações aos seus repórteres.

Estas fontes incluem Signal, Peerio, WhatsApp, Pidgin, e-mail criptografado, SecureDrop e correio postal para o News Lockbox.

"Nenhum sistema é 100% seguro, mas essas ferramentas tentam criar um ambiente mais seguro do que o fornecido pelos canais normais de comunicação", diz o Post.

Além de usar uma das ferramentas acima, o Post sugere que as fontes usem um computador seguro para se comunicar (um que não mantém softwares empresariais ou malwares que possam registrar atividades) e "excluir rastros de comunicação que você armazena no seu computador, como cópias de mensagens ou seu codinome seguro atribuído ao usar o serviço."

Tips The New York Times

O que está por vir

É arriscado? Com certeza.

"Em virtude de sua natureza verdadeira, os vazamentos evoluíram no mais realistas dos fatos," diz John Herrman, um companheiro de David Carr no The New York Times.

Um player relativamente novo neste cenário, Peerio já está presente há alguns anos.

Seu alvo era principalmente o uso empresarial e organizacional. A Peerio permite uploads ilimitados de arquivos, que são totalmente criptografados, significando que somente você e seus destinatários têm acesso.

Deseja transferir um arquivo de vídeo grande de 400 MB? Sem problemas.

Nagao diz que a Peerio possui criptografia de ponta a ponta, e ela começa no seu computador.

"É como se você colocasse seu arquivo em um cofre que só você tem a chave" ele explicou. "E cada arquivo que você carrega tem seu próprio cofre."

Além disso, o serviço é portátil e rápido. Ele possui login com usuário e senha, usando criptografia muito avançada.

Vamos discutir umas dicas

Então, o que faz uma boa notícia?

O New York Times explica: "Uma dica forte é ter vários vários componentes em uma notícia. Documentação ou evidência é essencial. Especular ou ter um palpite não se eleva ao nível de uma dica. Deve articular uma questão clara e compreensível ou um problema com as consequências no mundo real. Seja específico. Finalmente, a notícia deve ser publicável. Enquanto concordamos que é injusto que seu vizinho esteja roubando sua TV a cabo, nós não escreveríamos uma matéria sobre isso."

Nagao reconhece que é um momento difícil para agências de notícias e jornalistas que operam nos EUA e em todo o mundo.

Todos enfrentam graus variados de risco.

É por isso que empresas como a Peerio têm sido de grande ajuda.

"As agências de notícias precisam disso porque as notícias e a imprensa livre dependem da capacidade de fluxo de informações", diz Nagao. "No passado, você poderia apenas enviar uma carta. Quando a informação tem mais problemas fluindo e mais vigilância, fontes potenciais temem falar com jornalistas e muitas vezes por razões muito boas ".

Mas não foi por isso que a Peerio foi criada.

Ela começou para que pessoas comuns que precisavam da capacidade de enviar arquivos seguros, com uma forte ênfase em tornar esta segurança utilizável.

"Os jornalistas não são especialistas em informações de segurança", diz Nagao. "Todo mundo precisa de segurança, mas nem todo mundo é um especialista em segurança. Nossa equipe está animada para ajudar as agências. Estamos muito envolvidos na ideia de que estamos apoiando a liberdade de expressão. "

Peerio App

*Texto original publicado no Blog Beyond Bylines: Top Secret: How Journalists Protect Confidential Tips and Document Drops

Traduzido e adaptado Andrés Teixeira, Analista de Comunicação Corporativa Latin America PR Newswire

Tags: jornalismo, criptografia, informação, proteção de dados

1º de Abril: Repense na hora de brincar com um Press Release

Chegamos na época do ano em que precisamos avisar clientes e parceiros sobre as brincadeiras de 1º de abril, conhecido como o Dia da Mentira. Fazemos isso por algumas razões importantes:

1.Não estamos aqui para brincadeira

O Cision’s State of the Media Report concluiu que comunicados de imprensa eram o terceiro canal mais valioso para os jornalistas. Temos mais de 50 anos de história em ser uma fonte confiável de conteúdo relevante à imprensa. Eles confiam que nossos envios são o registro oficial da empresa fornecido por pessoas encarregadas para fazê-lo da forma mais transparente possível. E levamos isso muito a sério.

Dependendo do tipo do seu negócio, se um press release com brincadeiras ou pegadinhas vier de nós, algum jornalista pode ser enganado e cobri-lo como verdade. Este jornalista sofrerá um impacto negativo em sua credibilidade – assim como a empresa e nossa organização.

Os jornalistas não estão interessados em terem sua credibilidade afetada no momento. O Cision’s 2017 State of the Media Report também mostrou que 91% dos jornalistas acreditam que a confiança do público nos meios de comunicação tem diminuído ano a ano em meio a um problema crescente com sites de notícias e declarações falsas e fatos alternativos.

Do ponto de vista do leitor, reconhecer informação falsa nem sempre é tão fácil quanto você imagina. Um estudo do Pew Research Center realizado no mês passado descobriu que notícias “inventadas” criaram "uma grande confusão sobre fatos básicos de eventos atuais" para 64% dos entrevistados.

2. Muitas marcas também não estão para brincadeira

Sabemos que algumas marcas são conhecidas por gostarem de brincar com seu público. Entendemos que faz parte de sua essência e que os jornalistas que as cobrem sabem disso e esperam ansiosamente as pegadinhas. É certo que algumas marcas (e suas agências de publicidade) são engraçadas até certo ponto.

São as outras marcas que nos preocupam: aquelas tipicamente mais sérias ou talvez menos conhecidas, ou aqueles cuja oferta é complexa no melhor dos casos, ou aqueles que não têm relacionamentos fortes com os jornalistas. São essas marcas que correm o risco de ir longe demais e receber cobertura de um repórter que confunde suas notícias como verdade.

3. Na Internet nada se esquece

Press Releases emitidos pela PR Newswire são arquivados em nosso site, enviados para outros sites por meio de nossos parceiros de mídia e são facilmente compartilhados nas redes sociais. Isto significa que press releases emitidos em 1º de abril estão soltos na internet e podem ser descobertos em qualquer data no futuro por qualquer pessoa que esteja pesquisando online. Talvez ele será descoberto por um potencial cliente que não sabe nada sobre sua cultura corporativa, ou talvez por um jornalista investigando um caso durante uma crise ou outro momento inoportuno.

*Texto original publicado no Blog Beyond The Wire: April Fools’ Day: rethinking your “joke” news release

Traduzido e adaptado Andrés Teixeira, Analista de Comunicação Corporativa Latin America PR Newswire

Tags: 1 de abril, press release, Jornalismo

A Bagunça das Correções: Conselhos para Jornalistas se redimirem de um erro

Stephen King disse uma vez: "Escrever é humano, editar é divino".

King sublinha isso aos aspirantes a escritores no terceiro prefácio de seu livro, On Writing: A Memoir of the Craft. Ele afirma "... porque todos [os escritores] pecaram e ficaram aquém da perfeição editorial".

King fala de décadas de experiência criando histórias macabras. Erros acontecem até mesmo com o melhor dos jornalistas. Aqui estão algumas lições de três veteranos.

Verifique a sua "certeza"

A carreira de jornalista de David Sullivan se estende por mais de 40 anos. Sullivan, editor-assistente do The Philadelphia Inquirer, teve sua parte de mea culpas.

Um desses casos envolveu uma história "corrigida", enquanto ele era um editor de texto novato em um jornal de Michigan.

Um escritor e especialista em General Motors apresentou uma matéria mencionando que a Chevrolet Motor Division foi fundada por Louis Chevrolet.

“Espere um minuto - disse eu” interferiu Sullivan. "'A Chevrolet foi fundada por Louis e Gaston Chevrolet. Eu sei porque minha bisavó de alguma forma conhecia Gaston Chevrolet. Éramos de Indianápolis, ele correu em Indianápolis, e eu tinha um tio-avô que era mecânico na corrida no final da década de 1910 e início da de 1920. "Então eu simplesmente mudei. E foi publicado. ”

Quando o escritor perguntou a Sullivan por que ele fez a mudança, ele explicou sua conexão pessoal. Ele rapidamente aprendeu que Gaston Chevrolet não tinha nada a ver com os carros Chevrolet, mas era sócio de uma empresa de automóveis posterior, a Frontenac, que estava baseada em Indianápolis.

"Não me lembro se publicamos uma errata", disse Sullivan, que também atua como vice-presidente da American Copy Editors Society (ACES). "Eu com certeza fiquei quieto na redação por semanas."

A lição? - Se a sua bisavó disser que o ama, Gaston Chevrolet ou qualquer um, verifique. Sempre pergunte ao repórter se você vai fazer uma mudança substantiva."

Possua a Clareza

Enquanto Sullivan tem retrospectiva 20 em 20 em medidas preventivas, a presidente da ACES Teresa Schmedding fala para corrigir rapidamente erros de publicação.

Schmedding trabalhou mais de 20 anos com o Daily Herald no subúrbio de Chicago. Ela também trabalhou quatro anos como diretora adjunta de operações digitais.

Schmedding e sua equipe seguiram uma política firme de correção digital: Erros além da simples gramática ou ortografia seriam corrigidos com uma nota na parte superior, alertando os leitores para o erro específico.

"Muitos pensam que um erro online não conta quando você pode 'apagá-lo' com uma atualização rápida", diz ela. "Isso é eticamente errado. Ninguém vê um histórico de edição em uma matéria e a lê novamente à procura da informação que foi alterada.

Schmedding continua: "Alguém notará que o 12º parágrafo agora diz que a reunião é às 5h? Que a sentença sobre o aumento de impostos agora diz 3 pontos percentuais em vez de 3 por cento? Ou que uma citação é atribuída a outra pessoa? Não, e isso vai prejudicar a sua credibilidade a longo prazo. "

Admitir o erro publicamente aumenta a credibilidade porque as pessoas sabem que podem confiar em você para ser honesto, diz ela.

Cubra todas as bases

Talvez a clareza e as correções sejam as mais importantes em uma transmissão jornalística, onde um erro pode se estender com uma audiência vasta inconsciente da inexatidão.

Lynn Walsh, produtora executiva de investigação com a filial KNSD-TV da NBC San Diego, diz que é fundamental corrigir imediatamente um erro.

No ar, os erros são corrigidos na frente de um público segmentado.

"Os dados mostram que os telespectadores não estão necessariamente assistindo as notícias no mesmo dia e horário, então tentamos resolver a sobreposição", diz Walsh. "Se o erro foi cometido durante um comercial de 20 segundos no show das 16h, faríamos a correção no próximo show, explicando e elaborando ao mesmo tempo e com o mesmo layout".

Walsh e sua equipe enfrentam constantemente obstáculos quando autoridades governamentais e empresas recusam entrevistas. Isso os obriga a confiar em documentos ao invés de conversas.

"É preciso pensar muito fora da caixa para obter outras fontes de confirmação", diz Walsh. - Teremos as mesmas informações, mas de cinco ou seis lugares.”

*Texto original publicado no Blog Beyond Bylines: The Messy Business of Corrections: Advice for Journalists on How to Recover from a Mistake

Traduzido e adaptado Andrés Teixeira, Analista de Comunicação Corporativa Latin America PR Newswire

Tags: jornalismo, redação jornal, texto

O ingrediente secreto: especialistas da Hearst compartilham 9 Passos para o sucesso nas Redes Sociais

Parece bem simples: satisfazer o seu público-alvo enquanto você continua a oferecer conteúdo relevantes

Um painel de especialistas em mídias sociais, com três títulos do conglomerado de comunicação americano Hearst Communication - Esquire, Marie Claire e Elle - abordou recentemente o assunto, durante um painel da Social Media Week New York neste mês.

No painel "Como as marcas de prestígio da Hearst estão dominando a internet", participaram os seguintes profissionais:

  • Ben Boskovich, editor de mídia social, Esquire
  • Elizabeth Brady, diretora associada de estratégia social da Hearst Digital Media
  • Rosa Heyman, editora de mídia social, Marie Claire
  • Gena Kaufman, diretora de mídia social, Elle
  • Kate Lewis, vice-presidente de operações de conteúdo e diretora editorial da Hearst Digital

Aqui estão nove estratégias que podem ajudá-lo a alcançar o sucesso em suas mídias sociais para sua marca.

  1. Equipes de Estratégia Social

Existem 22 marcas na Hearst, cada uma com uma equipe de site dedicada e cada time com seu próprio editor social.

Há também uma equipe de estratégia social sem marca designada que aconselha editores sociais, ajudando-os a gerenciar relacionamentos com as redes sociais.

As redes sociais mudam entre três e seis meses - se não mais frequentemente – por isso a adaptação é crucial.

"É um ciclo de evolução muito acelerado para um editor social lidar e ter sucesso", diz Brady, "especialmente quando eles estão muito atarefados fazendo as postagens no dia-a-dia, levando conteúdo para fora e também prestando atenção a tudo o que está acontecendo no ecossistema".

A equipe de estratégia social desenvolveu um conjunto de relatórios, que compartilham com as equipes para ensiná-los sobre a audiência. Editores recebem alertas todos os dias, para que eles saibam quais histórias estão recebendo tração viral e quais não estão. Eles também têm outros recursos, como um Social Media Wiki para toda a equipe.

Se um site tem um vídeo que está viralizando no Facebook, imediatamente todos sabem sobre ele e podem discutir como capitalizá-lo.

A equipe de Estratégia Social também fornece estatísticas detalhadas para as marcas.

"Elle pode vir até nós com uma pergunta sobre que tipos de conteúdo de beleza estão performando melhor no Facebook e quais tipos podem não valer a pena ser publicado", disse Brady. "Vamos mergulhar nos dados e dizer: "Os vídeos de comida estão funcionando para você, mas realmente só se eles tiverem queijo. "Outras vezes, é um pouco de trabalho de detetive".

Elle Magazine beauty on Facebook

  1. O ingrediente secreto:

A Hearst tem 126 milhões de seguidores em redes sociais, um aumento de 39% em relação ao ano passado.

Em 2016, houveram mais de 50 milhões de interações em postagens no Facebook, e as ações na rede social aumentaram em 33%.

O "ingrediente secreto" para estes dados é que os editores da Hearst gastam seu tempo usando o social media como uma ferramenta de escuta, em que Boskovich chama de espinha dorsal do trabalho do editor social.

"Sabemos, por exemplo, que nossa audiência no Twitter tem um interesse mais elevado, provavelmente mais educado, então eles vão querer mais tweets sobre os artigos de 10.000 palavras que estamos escrevendo", disse Boskovich. "O público do Facebook, por outro lado, está mais interessado em notícias rápidas e vídeos curtos. Entendi esses dados pois os acompanho 24 horas por dia.”

Brady também faz vários relatórios sobre eventos ao vivo e pode atestar a importância de ouvir o seu público.

"Em social, é uma boa prática ser rápido, ser criativo, ser autêntico", diz ela. "Mas há outro pilar: Basta prestar atenção. Tenha essa atitude de observação com seus seguidores, e vá fundo, porque há sempre algo novo para descobrir - como um estranho fandom - em que seu público estará interessado.

Claro, acrescenta Brady, você sempre tem que estar pronto para fazer algo diferente, "porque não vai durar".

  1. Abandone o Clickbait

Enquanto usar manchetes com clickbait pode parecer uma maneira fácil de fazer com que os leitores cliquem nos artigos, isso nem sempre se traduz em engajamento.

Algoritmos de redes sociais também atestam para abandonar o clickbait. Com redes cada vez mais controladas por algoritmos, os posts podem não refletir necessariamente o que realmente está acontecendo.

As ações - e não os cliques - são mais importantes do que nunca.

"Se você não tem pessoas compartilhando e interagindo, há uma boa chance que ninguém esteja vendo seu conteúdo por completo", explica Brady. "Nós temos que ser muito mais estratégicos sobre o que estamos colocando, porque precisamos dele para chegar à tona, seja no Facebook ou Instagram. Estamos sempre procurando por um limite mais alto de engajamento."

Para fazer isso, as equipes basicamente distribuem tudo em suas redes sociais.

"Estamos totalmente de acordo com os editores distribuindo tudo, se é uma foto ou um link", diz Brady. "Torne-o sua própria entidade. Faça-o compartilhável para que seu público o ajude a distribuí-lo por toda parte."

  1. Trabalho em equipe faz o sonho acontecer

As equipes da Hearst trabalham em conjunto. E enquanto há uma dose saudável de competição, há também um monte de partilha entre as equipes.

"Elle estava vendo muito do seu sucesso impulsionando seu engajamento no Facebook, com comentários sobre posts que já estavam performando bem com links de leitura adicionais", diz Heyman da Marie Claire. "Quando uma marca encontra algo que funciona, todos nós podemos pedir emprestado",

A estratégia de links relacionados - também chamada de "swarming" - é algo que Kaufman aprendeu com outra marca da Hearst, a Cosmopolitan.

"Quando há um assunto grande, todo mundo corre para cobrir a primeira notícia", diz Kaufman. "Como todo mundo faz isso, o tráfego fica dividido entre eles. O que realmente tentamos fazer agora é pensar: 'Já fizemos a notícia rápida. O que podemos fazer na próxima hora? Qual é a matéria adicional que podemos fazer amanhã? Qual é a pauta que podemos abordar na próxima semana? "Estamos realmente tendo um tema que está funcionando e encontrando maneiras diferentes de manter a cobertura para que se adeque para Elle e nosso público, em vez de apenas anunciar notícias".

Boskovich da Esquire compartilhou outra estratégia que ele aprendeu com as marcas de mulheres na Hearst: Facebook Live.

"Estávamos fazendo muitas transmissões pelo Facebook Live", diz ele. Para gerar tráfego, eles agora estão referenciando artigos relacionados na seção de comentários, para que os leitores possam clicar enquanto assistem.

Hearst publications on Facebook

  1. Abrace o conteúdo local

As melhores práticas sociais mudam rapidamente. O que funcionou no ano passado não funciona necessariamente agora.

Por exemplo, conteúdo local - vídeos, fotos ou algum outro tipo de recurso que é colocado no social primeiro - tornou-se muito maior do que antes.

"Em outros anos, se um vídeo ou foto viralizassem, poderia ter sido por sorte ou por acaso", diz Brady. "Agora é realmente estratégico. Para a maioria de nossas marcas, 30 a 50% mais de seu inventário diário Facebook é conteúdo local, que é um pivô enorme em relação a um ano ou dois atrás.

"Há algo libertador sobre isso como editor", acrescenta Lewis, "porque se você é um criador de conteúdo, o que você realmente quer é fazer com que alguém leia o seu conteúdo. A vantagem agora é que você começa a ver as plataformas sociais apenas como um lugar para o consumo versus um lugar onde você está tentando ‘jogar com sistema' para conseguir que algo aconteça".

  1. Use o Social para direcionar o tráfego

Uma estratégia que Boskovich tem visto como bem-sucedida em converter cliques de sites vindos de social media é virar a abordagem tradicional em sua cabeça.

"Temos nosso comentarista político Charles P. Pierce, que é um grande influenciador, mas também um enigma na internet", diz Boskovich. "A maior parte do seu tráfego estava vindo diretamente de pessoas que não só marcam seu blog, mas ficam nele o dia todo, atualizando a página e esperando por um post novo, o que é muito primitivo".

Assim, quando chegou a hora de ampliar sua presença social, a Esquire tomou uma abordagem retrógrada e desativou os comentários de seu blog, disse Boskovich. No final do post, a página dirigia as pessoas para uma nova página no Facebook construída para Pierce. Essa fanpage agora é uma das páginas “toddler" de crescimento mais rápido (também conhecidas como subpáginas ou páginas satélite) na Hearst Digital Media.

"Era uma maneira de capitalizar uma audiência cativa e muito leal e revertê-los para o social", explicou Boskovich. "E agora temos uma enorme audiência em sua página do Facebook que é leal e volta para o site."

Esquire Politics commentary from Charles P. Pierce

Brady disse que a Hearst experimentou um pouco com as subpáginas, mas compartilhou duas advertências para aqueles que consideram usá-las.

“Primeiro, você precisa ter muito conteúdo nativo, como vídeos, para ajudar a aumentar o pico da página. Se você não tem conteúdo, você vai sofrer, diz Brady."

"Não pode ser apenas uma página de links", disse Brady.

“Você também quer ter certeza de que está atraindo novas pessoas que talvez ainda não estejam conectadas com o carro-chefe. ”

"Se você vai canalizar muitos esforços para esta página secundária, você realmente precisa ter a certeza que essas pessoas não são suscetíveis de já estar dentro de sua página principal, ou você poderia muito bem colocar esse esforço nela e fazê-la crescer", explica Brady. "Você quer que os públicos sejam diferentes, mas rastreados de volta para a mesma fonte."

  1. Destaque-se com vídeos

O vídeo é outra estratégia para Elle que valeu a pena.

"O vídeo foi uma parte muito pequena do meu trabalho quando começamos, e agora é tudo", diz Kaufman, que teve um crescimento em suas visualizações de vídeo no Facebook em 2.000% no ano passado.

Para alcançar esse aumento, Elle diversificou suas fontes - e ajustou seu pensamento.

Elle tem uma equipe de vídeo que produz conteúdo original. A revista também transformou seu fotógrafo de rua em um cinegrafista, que logo estará adicionando uma GoPro em sua lista de equipamentos.

Entretanto, não foi um ajuste fácil.

"Há uma verdadeira tentação para nós em estruturar vídeos exatamente da maneira que fazemos matérias: aqui está o que aconteceu, com início, meio e fim", diz Kaufman. "Estamos tentando pensar em vídeos como se contassem sua própria história com sua própria maneira."

Os editores da Esquire tiveram que se preparar com a mudança também. Inicialmente, a equipe se opunha a ver suas histórias de mil palavras condensadas em vídeos de um minuto e meio. Porém, a equipe viu como eles ajudaram a dar aos leitores uma versão mais leve da história, convertendo mais leitores lendo artigos.

Outro benefício de usar vídeos em social media é que ele pode ser uma boa maneira de experimentar e testar novos tópicos.

A revista Marie Claire, por exemplo, postou um vídeo para o aniversário de Justin Trudeau (primeiro ministro do Canadá).

"Não foi algo que planejamos dedicar recursos ou escrever uma matéria sobre", diz Heyman. "Ele viralizou. Agora nós cobrimos cada um de seus movimentos, e isso é muito bom para nós”.

  1. Batalha das Marcas

Um dos desafios de uma empresa como a Hearst, que tem várias marcas sob seu guarda-chuva, é como diferenciá-las para seus públicos.

É especialmente complicado com marcas para mulheres, em que o público em grande parte está interessado ​​nos mesmos tópicos.

"Há tantas grandes marcas de mulheres na Hearst, e as audiências estão em grande parte interessadas nos mesmos tópicos, mas penso que elas têm vozes realmente distintas e audiências diferentes, então tentamos pensar nisso cobrindo os mesmos tópicos de uma forma mais específica", disse Kaufman.

Por exemplo, a leitora da Harper's Bazaar é um pouco mais artística e de classe alta do que a leitora da Elle. Então, se a Harper's Bazaar está fazendo uma matéria sobre “Dez bolsas de luxo para investir”, Elle poderia cobrir: "Este é o lugar mais barato para você comprar uma bolsa Louis Vuitton"

Boskovich concordou, acrescentando que os leitores vão para marcas específicas pela sua voz. "Se não dermos aos leitores uma razão para se preocupar com o que Esquire tem a dizer e porque isso é único, eles podem ir a qualquer lugar e conseguir o que querem", diz ele.

É importante entender no que o público está interessado e como falar sobre isso, para que os leitores se conectem emocionalmente.

  1. Deixe a Plataforma te guiar

Quando se trata de crescer, Brady sugere deixar as plataformas te guiarem um pouco.

Com novos recursos surgindo todos os dias, esteja pronto para experimentar, mergulhar e tentar coisas novas, como vídeos 360º e vídeos verticais.

Pessoas vão prestar atenção em você e será realmente gratificante vê-lo oferecer algo fresco, novo e visualmente atraente.

*Texto original publicado no Blog Beyond Bylines: The Secret Sauce: Hearst Experts Share 9 Strategies for Social Media Success

Traduzido e adaptado Andrés Teixeira, Analista de Comunicação Corporativa Latin America PR Newswire

Tags: dicas, redes sociais, social media

Briefing Essencial para Entrevistas

 

Seu comunicado de imprensa cruzou o fio e lançamentos foram enviados: Peter Mansbridge em breve entrará em contato solicitando uma entrevista.

À medida que os pedidos chegam, certifique-se de que o seu porta-voz da imprensa está devidamente preparado para cada entrevista, com um briefing sobre a entrevista e o veículo que vai entrevista-lo. Esta ferramenta essencial destaca informações úteis sobre o repórter e reitera todos os pontos de fala importantes. Por ser algo breve, este deve ser claro, conciso e objetivo. Assim, seu porta-voz pode olhar durante a chamada, ou rever rapidamente no caminho.

Seja o mais claro possível

Inicie o briefing da entrevista com todos os detalhes logísticos do compromisso. Por várias razões, nem todos os porta-vozes lerão até o fim, por isso não se esqueça de colocar as informações mais importantes primeiro.

O que:

Coloque as palavras "entrevista à imprensa" no título para diferenciar este documento de qualquer outro item que possa ser empilhado na mesa do seu porta-voz.

Quem:

Inclua o nome, título e foto do jornalista, juntamente com o nome e local de sua saída. A foto é importante! A personalização pode ajudar o entrevistado a se sentir mais confortável, especialmente se o jornalista e o porta-voz não se conhecem e se essa entrevista acontecer ao telefone.

Quando:

Organize da melhor forma. Revise as diferenças de fuso e tenha certeza dos horários marcados. (PS: se você estiver reservando entrevistas em um calendário para um porta-voz em outro fuso horário, faça um teste para garantir que as configurações do calendário de todos estão ajustadas).

Onde:

Vamos deixar seu porta-voz no local e hora exatos. Atualmente, a maioria das entrevistas com os meios de comunicação são realizadas por telefone. Seja claro sobre os detalhes da ligação, incluindo quem está chamando quem, e indique se alguém estará na linha. Não se esqueça de incluir as senhas da linha da conferência ou outros códigos adicionais.

Se a entrevista estiver em um estúdio de transmissão ou em outro local externo, inclua um mapa e diga ao seu porta-voz o tempo aproximado para se deslocar até o destino. Certifique-se de adicionar detalhes relevantes sobre o acesso.

Como:

Verifique se não há dúvidas sobre como se dará a entrevista. Por exemplo, o porta-voz irá para o estúdio ou você combinou um traslado pare ele? Você será o anfitrião da teleconferência ou será o porta-voz que o fará? Você vai fazer apresentações na chamada?

Por quê:

Faça uma declaração muito breve descrevendo por que esta oportunidade surgiu: “Esta entrevista resultado do anúncio que fizemos ontem sobre o novo produto. Esta entrevista é um resultado do anúncio de demissões desta manhã. Esta entrevista é o resultado de um tom proativo associando nosso produto com escolhas saudáveis de estilo de vida para adolescentes. ”

O repórter leu o seu press release? Receberam as principais informações? Qual é o seu nível de conhecimento sobre a questão que eles querem discutir? Forneça o quanto puder de informações em qualquer circunstância.

(NOTA: Certifique-se de que o seu porta-voz leu o mesmo material que o repórter.)

Objetivos da entrevista

Que tipo de resultado queremos com esta entrevista? Liste de 1 a 3 objetivos para que seu porta-voz possa enquadrar suas respostas de acordo com o objetivo desta ação. Aqui estão alguns exemplos de metas que você pode ter:

  • esclarecer esse mal-entendido sobre a alegação de saúde do nosso produto
  • apresentar nossa empresa a esta mídia com uma boa visão geral de nossos pontos fortes
  • explicar os resultados da pesquisa com mais detalhes a medida em que eles se relacionam com a localização do repórter

Mensagens-chave

Que mensagens-chave queremos transmitir na entrevista? Liste as três primeiras aqui. O ponto de vista de uma entrevista na perspectiva do repórter é muitas vezes para obter uma citação única, por isso certifique-se que seu porta-voz pode retransmitir suas mensagens-chave de forma confortável e sucinta. Idealmente, o seu porta-voz foi selecionado por sua familiaridade com o material, mas adicione algumas dicas "essenciais" a esta seção, como pontos de dados relevantes para o objetivo, estatísticas ou nomes de produtos.

Fatos úteis sobre o entrevistador

Dê ao seu porta-voz alguns antecedentes sobre o entrevistador, como o assunto que eles cobrem geralmente e quais são os veículos que eles trabalharam anteriormente.

Inclua links para perfis de social media do repórter no caso de seu porta-voz querer mais detalhes. Se o entrevistador teve alguma interação anterior com seu porta-voz ou empresa, inclua detalhes aqui.

Informações sobre o tipo de mídia

Dê um breve resumo sobre o tipo de mídia do jornalista, se é impressa, rádio, TV, web ou blog. Inclua links para o site e perfis nas redes sociais, bem como detalhes sobre o tamanho, proeminência e demografia da audiência. Adicionar qualquer outra coisa que você sinta que pode ser relevante aqui para dar ao seu porta-voz uma melhor compreensão do público que a matéria publicada/divulgada abrangerá.

 Cobertura Recente

Compile uma lista curta de links para matérias relevantes em que o entrevistador trabalhou no passado para dar uma ideia do seu estilo. Inclua datas, nome (se for diferente) e se as publicações mencionam sua empresa ou seus concorrentes.

O que você incluiria no seu media briefing? Deixe nos comentários ou mande um tweet em @prnewswirebr

*Texto original publicado no Blog Beyond The Wire: Media Interview Brief Essentials

Traduzido e adaptado Andrés Teixeira, Analista de Comunicação Corporativa Latin America PR Newswire

Tags: briefing, mídia, Jornalismo

5 dicas para Marcas combaterem notícias falsas com Press Releases

Não há como escapar à ameaça iminente do rótulo de "notícias falsas" - para a mídia e, potencialmente, como uma enorme crise de relações públicas para os comunicadores. De acordo com o Cision’s State of the Media Report de 2017, os jornalistas disseram que recuperar a confiança no meio da ascensão da desinformação e das notícias falsas é um dos maiores desafios que a mídia enfrenta este ano. 91% dos jornalistas relatam que o público perdeu a confiança na mídia nos últimos três anos.

Profissionais de RP e comunicadores enfrentam o mesmo desafio que a imprensa e devem ter cuidado para evitar até mesmo a aparência de conteúdo falso ou enganoso. Mas isso não é novidade para eles. Os comunicadores sempre entenderam que a transparência e a clareza beneficiam a história da marca. É assim que eles mantêm a confiança do público, que aceitam seu conteúdo desde que tenha uma visão completa do que é e de onde vem. É assim também que os comunicadores mantêm a confiança dos jornalistas.

Os jornalistas entrevistados no Cision’s State of the Media Report classificaram os comunicados de imprensa e o lead de um press release como os principais recursos de RP. As oportunidades de mídia e cobertura de imprensa conquistadas dependem fortemente da integridade das histórias das marcas. Sem ela, uma marca compromete não apenas suas relações com à imprensa e seus clientes, mas também correm o risco de retrocesso e danos à marca.

A PR Newswire fornece um canal confiável para compartilhar a história da sua marca com novos públicos. E como um distribuidor controlado e confiável para a mídia, a PR Newswire impõe diretrizes rígidas sobre clareza e atribuição, para garantir que o conteúdo é visto como preciso - a antítese de "notícias falsas".

Proteja-se com estas cinco diretrizes que a PR Newswire defende em cada versão que distribuímos, para garantir que sua organização mantenha a credibilidade junto ao público:

  1. Título Simples e Direto

Sendo a porta de entrada para o seu conteúdo, o título deve ser claro e envolvente. Deve também ser um teaser honesto do que está a seguir, a fim de manter a confiança. Se você fizer uma promessa em seu título, certifique-se de cumprir essa promessa em seu conteúdo. E geralmente é sempre bom incluir sua empresa ou marca, para que fique claro para os jornalistas e o seu público de onde sua notícia se origina.

  1. Texto claro e objetivo

Abrace a perspectiva da sua marca e escreva claramente a partir desse ponto de vista. Atribua quaisquer declarações de análise ou opinião à sua organização. É mais provável que as audiências confiem em seu conteúdo se você for honesto com quem está lendo o seu conteúdo. Isto estende-se a citações também, que enriquecem seu texto e fornecem aos jornalistas uma citação para ser usada em sua matéria.

  1. Fonte Confiável

PR Newswire inclui uma nota identificando a fonte de todos os press releases que distribuímos. Junto com uma atribuição clara dentro do release, esta fonte conversa com a mídia e outros leitores sobre a empresa ou grupo responsável pela informação. A imprensa sabe que a PR Newswire veta as organizações com as quais trabalhamos, para que possam confiar que a notícia é verdadeira e entender quem é responsável por essa notícia.

  1. Contato de imprensa disponível

Seu contato de imprensa deve ser uma pessoa real, com um número de telefone corporativo e um endereço de e-mail. Os jornalistas preferem não ser direcionados para um número de 0800 ou um site para obter informações - o que torna seu trabalho mais difícil, diminuindo as chances de publicação.

  1. Voz autêntica

Uma vez que você ganhou a confiança do seu público por meio das táticas acima, trabalhe para mantê-la. Como? Seja firme em dizer toda a verdade. E mantenha a credibilidade da sua organização. Há momentos em que faz sentido para uma empresa participar de uma conversa sobre um tema oportuno, como quando uma instituição financeira escreve sobre uma recente mudança para o código tributário, por exemplo.

Essa é uma liderança de pensamento valiosa. Basta deixar claro quem é sua organização, sua conexão com o tópico e por que o público deve vê-lo como um especialista.

Uma vez que seu conteúdo esteja pronto para ser compartilhado, conecte-se a um parceiro de distribuição confiável como a PR Newswire para ajudá-lo a envolver públicos-alvo novos e existentes, e desenvolver uma estratégia de press releases que ajude a melhorar a credibilidade e a visibilidade da sua marca.

 

*Texto original publicado no Blog Beyond PR, por Jennifer Tolhurst: Five Ways Brands Can Combat Fake News with Press Releases

Traduzido e adaptado Andrés Teixeira, Analista de Comunicação Corporativa Latin America PR Newswire

Operação Carne Fraca e seus impactos na marca

Esta semana fomos bombardeados por uma enxurrada de notícias sobre a operação carne fraca. Deflagrada pela polícia federal na última sexta feira (17), a ação tem como objetivo combater a venda ilegal de carnes no país.

O tema é polêmico e a imprensa não perdeu tempo. No Brasil não se fala em outra coisa. Virou o assunto da semana entre a maioria das pessoas que utilizam as redes sociais como uma forma de manifestar sua opinião. Tamanha foi a repercussão que a notícia correu o mundo, ganhando destaque internacional em jornais de grande relevância como o Financial Times, Le Figaro, Wall Sreet Journal e Clarín.

A consequência de tudo isso não poderia ser pior. Além de todo o prejuízo financeiro, há uma forte crise de imagem acontecendo com as principais marcas do mercado. 

Para tentar amenizar os danos à reputação dessas marcas, é preciso colocar em prática um plano de gerenciamento de crise, robusto, que contemple diversas ações, minimizando os prejuízos e fazendo a sua mensagem chegar a todos os stakeholders.

A PR Newswire oferece diversas soluções que dão suporte às empresas em momentos de crise. A Auditoria de Imagem faz uma análise criteriosa e detalhada sobre os principais veículos e jornalistas do segmento, mostrando o que a imprensa está publicando sobre a sua marca e a dos seus concorrentes, e quem são os promotores e aqueles que se comportam como detratores. Ainda, a Auditoria de Imagem posiciona a sua exposição frente aos players do mercado.

A solução facilita a visualização dos indicadores, contribuindo para que as ações neste momento de crise, sejam mais assertivas. Para saber mais acesse o link Auditoria de Imagem 

Texto original por Ana Luiza Oliveira - Gerente de Comunicação e Marketing LatAm PR Newswire

Tags: Auditoria de Imagem, gestão de crise, gestão de marca, operação carne fraca

Onde o marketing multicanal se encaixa em sua estratégia?

Pense em seus hábitos de tecnologia em um determinado dia. Você pode acordar, se espreguiçar e checar se há mensagens no seu telefone. Depois, quando você chegar ao escritório, você estará no seu computador... exceto quando você tem uma reunião externa e leva seu notebook. Mais tarde, quando você chega em casa, você pega seu tablet para relaxar um pouco.

Vivemos na era de multi-telas. Como consumidores digitais, escolhemos o dispositivo que melhor se adequa às nossas necessidades. Levamos um smartphone no bolso para onde formos. Um tablet para entretenimento. Um computador para o trabalho.

Mas se colocarmos nossos chapéus de marketing por um momento, também temos que considerar este fenômeno multicanal. Por um lado, torna-se mais difícil chegar aos consumidores porque cada ferramenta oferece uma experiência ligeiramente diferente visualmente e funcional. Por outro lado, se bem aproveitada, uma abordagem de marketing multicanal pode oferecer diversos benefícios.

Você sabe onde estão seus clientes?

Parte de conhecer intimamente o seu público-alvo inclui saber em quais dispositivos ele passa o tempo e como usa cada um deles. Isso pode exigir algumas pesquisas de mercado específicas em sua base de clientes. Mesmo que no geral, a estatística de que 60% de todo o tempo digital é gasto em um telefone seja verdade, pode não se aplicar ao seu caso se você estiver atendendo a uma audiência com 60 anos ou mais.

Valem a pena o tempo e o investimento financeiro para entender os hábitos de seus clientes e como eles usam smartphones, tablets, laptops e desktops. Esta é a base para você começar a construir sua estratégia de marketing multicanal.

Cross Device – conecte o conteúdo entre os dispositivos

Com a tecnologia e a estratégia adequada, você pode fornecer uma experiência perfeita para seu público-alvo, que transita de dispositivo para dispositivo. Por exemplo, alavancando as ferramentas Cross-Device e Retargeting do Google, você pode garantir que, se um potencial cliente interage com seu conteúdo de marca ou anúncio em um dispositivo, essa ação os seguirá para outros dispositivos e continuará recomendando seus produtos ou serviços.

Você precisa “ligar os pontos” entre os dispositivos para que a experiência não seja diferente entre eles, mas coerente. Se você está promovendo um concurso em seu site móvel, certifique-se de que você também está promovendo-o em seu site principal, bem como mídias sociais e outros meios.

Preste atenção aos resultados

À medida que a análise ficar mais sofisticada, seremos capazes de identificar de quais dispositivos as pessoas estão interagindo melhor com nossas marcas. Esta informação é extremamente útil na formação de futuras campanhas de marketing, então fique a par dos dados.

O futuro envolve consumidores conectados em mais de um dispositivo - às vezes ao mesmo tempo. Entendendo isso como profissionais de marketing, teremos um potencial incrível para nos conectar com eles.

*Texto original publicado no Blog Beyond PR: Where Does Multi-Channel Marketing Fit into Your Strategy?

Traduzido e adaptado Andrés Teixeira, Analista de Comunicação Corporativa Latin America PR Newswire

Tags: marketing, multiplataformas, canais, multicanal