102ª Reunião do G100 Brasil

Especialistas apontam correlação entre crescimento e felicidade nas empresas

SÃO PAULO, 17 de abril de 2019 /PRNewswire/ -- Crescimento é uma meta de dez em cada dez empresas no mundo, mas muitas vezes ele pode ser prejudicial, sobretudo quando é feito de forma precipitada. O tema foi amplamente discutido na 102ª Reunião do G100 Brasil, grupo que reúne reconhecidos empresários, presidentes e CEOs do país, realizada nesta semana, nas dependências do SBT (Complexo Anhanguera) em São Paulo, que é um dos Membros deste grupo.

De acordo com Denise Fleck, professora titular do Instituto COPPEAD/UFRJ, todo processo de crescimento deve passar por uma análise prévia de antecedentes e consequências para que não seja precipitado, o que é um dos grandes problemas das empresas a nível global.

"Um crescimento responsável exige decisões complicadas, como dizer não a uma oportunidade de crescer, por exemplo. É preciso avaliar muito bem todas essas oportunidades, pois quem não estiver preparado vai tropeçar no caminho. O crescimento tem que ser mais criterioso", explica a especialista, que é líder pesquisadora em "Crescimento Corporativo e Longevidade Saudável das Organizações".

Desdobramentos

Um dos impactos do crescimento precipitado se dá no nível de felicidade dos colaboradores e pode trazer problemas ainda maiores. "Crescimento além das medidas traz uma sobrecarga para as pessoas, que muitas vezes vem acompanhada de stress e depressão. Esse tipo de crescimento não contribui para a felicidade de ninguém", completa Denise.

De forma paradoxal, a felicidade também é um elemento importante para um crescimento a longo prazo, como explica Carlos Aldan, CEO no Grupo Kronberg, especialista em Ciência da Positividade e Membro Conselheiro do G100 Brasil. "A felicidade amplia nossas percepções emocionais e cognitivas. Portanto, é pré-condição para um crescimento sustentável, que não é possível sem um grau de otimismo e positividade", diz.

"Temos evidências científicas de que as pessoas mais felizes são mais bem-sucedidas e conseguem um crescimento amplo em prosperidade, não só acúmulo financeiro, mas também no que diz respeito a investimento em relações sociais e de trabalho", completa Aldan.

Sobre o G100 Brasil - Composto de 100 Membros Titulares (exclusivamente Empresários, Presidentes e CEOs), divididos nos setores de Indústria, Varejo, Serviços e Agronegócios, somando-se a 40 Membros (Economistas-Chefes, Cientistas-Políticos, Acadêmicos e Especialistas), efetivos e nomeados, congregando assim o alto intelecto necessário para o desenvolvimento destes trabalhos. Tendo por objetivo, através de reuniões fechadas e restritas aos Membros, o debate e o aprofundamento de temas atuais e de alto impacto, auxiliando na assertividade das estratégias planejadas e nas decisões corporativas, considerando o benchmarking e cooperação entre seus integrantes.

Produção e informações para a imprensa

Cunha Vaz Brasil PR – Rodrigo Dias Gomes (11) 2776-1920 | rdg@cunhavaz.com

FONTE G100 - GRUPO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL E ECONÔMICO

Especialistas apontam correlação entre crescimento e felicidade nas empresas

SÃO PAULO, 17 de abril de 2019 /PRNewswire/ -- Crescimento é uma meta de dez em cada dez empresas no mundo, mas muitas vezes ele pode ser prejudicial, sobretudo quando é feito de forma precipitada. O tema foi amplamente discutido na 102ª Reunião do G100 Brasil, grupo que reúne reconhecidos empresários, presidentes e CEOs do país, realizada nesta semana, nas dependências do SBT (Complexo Anhanguera) em São Paulo, que é um dos Membros deste grupo.

De acordo com Denise Fleck, professora titular do Instituto COPPEAD/UFRJ, todo processo de crescimento deve passar por uma análise prévia de antecedentes e consequências para que não seja precipitado, o que é um dos grandes problemas das empresas a nível global.

"Um crescimento responsável exige decisões complicadas, como dizer não a uma oportunidade de crescer, por exemplo. É preciso avaliar muito bem todas essas oportunidades, pois quem não estiver preparado vai tropeçar no caminho. O crescimento tem que ser mais criterioso", explica a especialista, que é líder pesquisadora em "Crescimento Corporativo e Longevidade Saudável das Organizações".

Desdobramentos

Um dos impactos do crescimento precipitado se dá no nível de felicidade dos colaboradores e pode trazer problemas ainda maiores. "Crescimento além das medidas traz uma sobrecarga para as pessoas, que muitas vezes vem acompanhada de stress e depressão. Esse tipo de crescimento não contribui para a felicidade de ninguém", completa Denise.

De forma paradoxal, a felicidade também é um elemento importante para um crescimento a longo prazo, como explica Carlos Aldan, CEO no Grupo Kronberg, especialista em Ciência da Positividade e Membro Conselheiro do G100 Brasil. "A felicidade amplia nossas percepções emocionais e cognitivas. Portanto, é pré-condição para um crescimento sustentável, que não é possível sem um grau de otimismo e positividade", diz.

"Temos evidências científicas de que as pessoas mais felizes são mais bem-sucedidas e conseguem um crescimento amplo em prosperidade, não só acúmulo financeiro, mas também no que diz respeito a investimento em relações sociais e de trabalho", completa Aldan.

Sobre o G100 Brasil - Composto de 100 Membros Titulares (exclusivamente Empresários, Presidentes e CEOs), divididos nos setores de Indústria, Varejo, Serviços e Agronegócios, somando-se a 40 Membros (Economistas-Chefes, Cientistas-Políticos, Acadêmicos e Especialistas), efetivos e nomeados, congregando assim o alto intelecto necessário para o desenvolvimento destes trabalhos. Tendo por objetivo, através de reuniões fechadas e restritas aos Membros, o debate e o aprofundamento de temas atuais e de alto impacto, auxiliando na assertividade das estratégias planejadas e nas decisões corporativas, considerando o benchmarking e cooperação entre seus integrantes.

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FONTE G100 - GRUPO DE DESENVOLVIMENTO EMPRESARIAL E ECONÔMICO