108ª Reunião do G100 Brasil: Executivos mais jovens lidam melhor com a ansiedade nas organizações, diz especialista

Agonia e ansiedade atingem executivos de todas as gerações

SÃO PAULO, 18 de novembro de 2019 /PRNewswire/ -- A agonia e a ansiedade estão entre os grandes males da sociedade contemporânea, o que evidentemente também se observa no ambiente corporativo. O tema foi amplamente abordado na 108ª Reunião do G100 Brasil, grupo que reúne reconhecidos empresários, presidentes e CEOs de organizações presentes no país, realizada na manhã desta terça-feira (12), em São Paulo. O anfitrião desta reunião foi Patrick Mendes (CEO América do Sul) na ACCOR e Membro Titular Cadeira 72 do G100 Brasil.

Para o Prof. Luiz Carlos Cabrera, fundador e presidente da LCABRERA Consultoria em Governança Corporativa, professor na FGV EAESP e Membro Orientador do Núcleo Acadêmico do G100 Brasil, agonia e ansiedade atingem executivos de todas as gerações, mas não são encaradas da mesma forma. "Os mais jovens lidam com mais naturalidade e entendem que podem superar, enquanto os mais velhos apresentam dificuldade para reagir, ficam mais paralisados e têm medo de perder relevância no mercado", disse o especialista.

Em sua visão, enquanto a ansiedade deriva de um senso de urgência das demandas no ambiente corporativo, a agonia surge a partir de um "dever", de estar sempre atualizado e em sintonia com as transformações sociais e tecnológicas. Porém, é justamente esse medo que vem causando um movimento interessante nas instituições de ensino, sobretudo entre os executivos mais velhos.

"Com medo de não conseguir acompanhar as transformações e aumentar essa agonia e provocar mais ansiedade, os mais velhos estão voltando aos estudos. Na FGV, por exemplo, temos observado um aumento na idade média dos alunos do mestrado nos últimos anos", explicou Cabrera, que destacou, ainda, que o autoconhecimento é peça fundamental para superar tais sentimentos.

Diversidade, Inclusão e Cultura de Respeito

A reunião também abordou outro tema atualmente em relevância nas organizações: a diversidade de ideias e inclusão das minorias no ambiente de trabalho, apresentado por uma das principais referências no assunto, Guilherme Bara, fundador e presidente da MAC Consultoria em Diversidade e Cultura de Respeito, convidado especial para essa reunião.

Ele destacou aspectos importantes de apostar na diversidade e na inclusão dentro das organizações, sobretudo pela contribuição que isso traz a quatro pilares estratégicos de qualquer empresa: retenção de talentos, inovação e criatividade nas equipes, gestão de reputação e relacionamento com stakeholders. No entanto, em sua visão, ainda é preciso garantir que não ocorra nenhum tipo de discriminação ou desrespeito, em meio a divergência de ideias.

"Diversidade de pensamento não é aceitar todas as ideias, mas ouvir e dar um feedback a todas elas, pois isso cria uma sensação de pertencimento em toda a equipe. A diversidade diz respeito à complementariedade, e não a uma guerra dos sexos, por exemplo", disse Guilherme. Ainda segundo o orador, implementar uma cultura de diversidade e inclusão depende de três pilares básicos: reconhecer, respeitar e valorizar.

Sobre o G100 Brasil - Composto de 100 Membros Titulares (exclusivamente Empresários, Presidentes e CEOs), divididos nos setores de Indústria, Varejo, Serviços e Agronegócios, somando-se a 40 Membros (Economistas-Chefes, Cientistas-Políticos, Acadêmicos e Especialistas), efetivos e nomeados, congregando assim o alto intelecto necessário para o desenvolvimento destes trabalhos. Tem por objetivo, através de reuniões fechadas e restritas aos Membros, o debate e o aprofundamento de temas atuais e de alto impacto, auxiliando na assertividade das estratégias planejadas e nas decisões corporativas, considerando o benchmarking e cooperação entre seus integrantes.

Produção e Fotografia - Rodrigo Dias Gomes (11) 5505-1935 - rdgomes.jornalista@gmail.com (Registro autorizado e monitorado pelo G100 Brasil)

Foto - https://mma.prnewswire.com/media/1031216/Foto_Release_G100_Brasil_12_11_2019.jpg

FONTE G100 Brasil

Agonia e ansiedade atingem executivos de todas as gerações

SÃO PAULO, 18 de novembro de 2019 /PRNewswire/ -- A agonia e a ansiedade estão entre os grandes males da sociedade contemporânea, o que evidentemente também se observa no ambiente corporativo. O tema foi amplamente abordado na 108ª Reunião do G100 Brasil, grupo que reúne reconhecidos empresários, presidentes e CEOs de organizações presentes no país, realizada na manhã desta terça-feira (12), em São Paulo. O anfitrião desta reunião foi Patrick Mendes (CEO América do Sul) na ACCOR e Membro Titular Cadeira 72 do G100 Brasil.

Para o Prof. Luiz Carlos Cabrera, fundador e presidente da LCABRERA Consultoria em Governança Corporativa, professor na FGV EAESP e Membro Orientador do Núcleo Acadêmico do G100 Brasil, agonia e ansiedade atingem executivos de todas as gerações, mas não são encaradas da mesma forma. "Os mais jovens lidam com mais naturalidade e entendem que podem superar, enquanto os mais velhos apresentam dificuldade para reagir, ficam mais paralisados e têm medo de perder relevância no mercado", disse o especialista.

Em sua visão, enquanto a ansiedade deriva de um senso de urgência das demandas no ambiente corporativo, a agonia surge a partir de um "dever", de estar sempre atualizado e em sintonia com as transformações sociais e tecnológicas. Porém, é justamente esse medo que vem causando um movimento interessante nas instituições de ensino, sobretudo entre os executivos mais velhos.

"Com medo de não conseguir acompanhar as transformações e aumentar essa agonia e provocar mais ansiedade, os mais velhos estão voltando aos estudos. Na FGV, por exemplo, temos observado um aumento na idade média dos alunos do mestrado nos últimos anos", explicou Cabrera, que destacou, ainda, que o autoconhecimento é peça fundamental para superar tais sentimentos.

Diversidade, Inclusão e Cultura de Respeito

A reunião também abordou outro tema atualmente em relevância nas organizações: a diversidade de ideias e inclusão das minorias no ambiente de trabalho, apresentado por uma das principais referências no assunto, Guilherme Bara, fundador e presidente da MAC Consultoria em Diversidade e Cultura de Respeito, convidado especial para essa reunião.

Ele destacou aspectos importantes de apostar na diversidade e na inclusão dentro das organizações, sobretudo pela contribuição que isso traz a quatro pilares estratégicos de qualquer empresa: retenção de talentos, inovação e criatividade nas equipes, gestão de reputação e relacionamento com stakeholders. No entanto, em sua visão, ainda é preciso garantir que não ocorra nenhum tipo de discriminação ou desrespeito, em meio a divergência de ideias.

"Diversidade de pensamento não é aceitar todas as ideias, mas ouvir e dar um feedback a todas elas, pois isso cria uma sensação de pertencimento em toda a equipe. A diversidade diz respeito à complementariedade, e não a uma guerra dos sexos, por exemplo", disse Guilherme. Ainda segundo o orador, implementar uma cultura de diversidade e inclusão depende de três pilares básicos: reconhecer, respeitar e valorizar.

Sobre o G100 Brasil - Composto de 100 Membros Titulares (exclusivamente Empresários, Presidentes e CEOs), divididos nos setores de Indústria, Varejo, Serviços e Agronegócios, somando-se a 40 Membros (Economistas-Chefes, Cientistas-Políticos, Acadêmicos e Especialistas), efetivos e nomeados, congregando assim o alto intelecto necessário para o desenvolvimento destes trabalhos. Tem por objetivo, através de reuniões fechadas e restritas aos Membros, o debate e o aprofundamento de temas atuais e de alto impacto, auxiliando na assertividade das estratégias planejadas e nas decisões corporativas, considerando o benchmarking e cooperação entre seus integrantes.

Produção e Fotografia - Rodrigo Dias Gomes (11) 5505-1935 - rdgomes.jornalista@gmail.com (Registro autorizado e monitorado pelo G100 Brasil)

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