7º Fórum LIDE do Esporte debate setor frente à pandemia: Jogos Olímpicos terão grande importância no ''novo normal''

SÃO PAULO, 11 de junho de 2020 /PRNewswire/ -- "Teremos Jogos Olímpicos em 2021". Essa é a aposta de importantes nomes do esporte brasileiro sobre a volta do setor após uma longa pausa em decorrência da pandemia de Covid-19. A declaração foi feita durante o 7º Fórum LIDE do Esporte, promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, pelo presidente do Comitê Paralímpico Internacional, Andrew Parsons, e compartilhada pelo medalhista Gustavo Borges. O evento virtual também contou com a participação do empresário e presidente da Componente Holding, João Paulo Diniz, do presidente do LIDE Esporte, Lars Grael, do diretor executivo do Grupo Doria, João Doria Neto, e do chairman do LIDE, Luiz Fernando Furlan

Após o cancelamento inédito dos Jogos Olímpicos de Tóquio pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) e pelo CPI (Comitê Paraolímpico Internacional), a expectativa é que os esportes retornem seus campeonatos e os investimentos sejam retomados. "Os Jogos Olímpicos terão grande importância no'novo normal'. Eu acho que as Olimpíadas têm condições de acontecer, mas dependerá do controle do vírus. Esse sim é fundamental", analisa Parsons.

Mesmo com otimismo pela volta dos esportes no debate, o momento de insegurança e incertezas somado à má gestão de clubes e organizações esportivas, de acordo com João Paulo Diniz, não atrai os investidores. "Se melhorar a governança e a gestão dos clubes, federações e confederações, com certeza virão mais recursos de empresas. Muitas vezes, elas só não apoiam porque se sentem inseguras", comenta o empresário. 

A preocupação com a manutenção dos investimentos e apoios no âmbito esportivo ficou clara e, nesse sentido, Furlan frisou a importância da Lei de Incentivo ao Esporte e a falta de divulgação e investimentos nas instituições esportivas.

Questões de infraestrutura, protocolos de prevenção, investimentos, saúde, inclusão e os efeitos que a pandemia poderá deixar no esporte também foram avaliados. "A prática esportiva passou a ser uma ferramenta de saúde. O Brasil é o quinto país mais sedentário do mundo e isso é um problema. Nesse momento, temos uma grande oportunidade de crescimento porque a mídia está falando que o esporte e as atividades físicas fazem bem, podendo ajudar no combate de doenças como a obesidade, que agravam os sintomas da Covid-19", afirmou Gustavo Borges

"No Brasil, a paralisação do esporte gera equipes desportivas desfeitas, profissionais de educação física sem emprego, patrocínios descontinuados e nós buscamos a volta ao normal, a um "novo normal", diz Lars Grael, medalhista olímpico e presidente do LIDE Esporte. 

O evento teve como fornecedor oficial CDI Comunicação e RCE Digital.

FONTE LIDE

SÃO PAULO, 11 de junho de 2020 /PRNewswire/ -- "Teremos Jogos Olímpicos em 2021". Essa é a aposta de importantes nomes do esporte brasileiro sobre a volta do setor após uma longa pausa em decorrência da pandemia de Covid-19. A declaração foi feita durante o 7º Fórum LIDE do Esporte, promovido pelo LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, pelo presidente do Comitê Paralímpico Internacional, Andrew Parsons, e compartilhada pelo medalhista Gustavo Borges. O evento virtual também contou com a participação do empresário e presidente da Componente Holding, João Paulo Diniz, do presidente do LIDE Esporte, Lars Grael, do diretor executivo do Grupo Doria, João Doria Neto, e do chairman do LIDE, Luiz Fernando Furlan

Após o cancelamento inédito dos Jogos Olímpicos de Tóquio pelo COI (Comitê Olímpico Internacional) e pelo CPI (Comitê Paraolímpico Internacional), a expectativa é que os esportes retornem seus campeonatos e os investimentos sejam retomados. "Os Jogos Olímpicos terão grande importância no'novo normal'. Eu acho que as Olimpíadas têm condições de acontecer, mas dependerá do controle do vírus. Esse sim é fundamental", analisa Parsons.

Mesmo com otimismo pela volta dos esportes no debate, o momento de insegurança e incertezas somado à má gestão de clubes e organizações esportivas, de acordo com João Paulo Diniz, não atrai os investidores. "Se melhorar a governança e a gestão dos clubes, federações e confederações, com certeza virão mais recursos de empresas. Muitas vezes, elas só não apoiam porque se sentem inseguras", comenta o empresário. 

A preocupação com a manutenção dos investimentos e apoios no âmbito esportivo ficou clara e, nesse sentido, Furlan frisou a importância da Lei de Incentivo ao Esporte e a falta de divulgação e investimentos nas instituições esportivas.

Questões de infraestrutura, protocolos de prevenção, investimentos, saúde, inclusão e os efeitos que a pandemia poderá deixar no esporte também foram avaliados. "A prática esportiva passou a ser uma ferramenta de saúde. O Brasil é o quinto país mais sedentário do mundo e isso é um problema. Nesse momento, temos uma grande oportunidade de crescimento porque a mídia está falando que o esporte e as atividades físicas fazem bem, podendo ajudar no combate de doenças como a obesidade, que agravam os sintomas da Covid-19", afirmou Gustavo Borges

"No Brasil, a paralisação do esporte gera equipes desportivas desfeitas, profissionais de educação física sem emprego, patrocínios descontinuados e nós buscamos a volta ao normal, a um "novo normal", diz Lars Grael, medalhista olímpico e presidente do LIDE Esporte. 

O evento teve como fornecedor oficial CDI Comunicação e RCE Digital.

FONTE LIDE