A BMJ lança uma coleção especial sobre a pesquisa para a saúde nas Américas

A coleção procura moldar a agenda da pesquisa e ajudar a cumprir a promessa de saúde de alta qualidade para todos

HOBOKEN, Nova Jersey, 16 de julho de 2018 /PRNewswire/ -- A revista BMJ está lançando uma coleção especial de artigos, que explorarão como a pesquisa pode impulsionar sistemas de saúde efetivos e eficientes nas Américas.

A pesquisa de alta qualidade – e a prova que produz – é essencial para melhorar a saúde global e a equidade na saúde, bem como o desenvolvimento econômico.

A pesquisa para a saúde se refere a um sistema que busca tirar proveito da ciência, da tecnologia e do conhecimento mais amplo para produzir provas e ferramentas, baseadas na pesquisa, para melhorar a saúde global. É uma das principais prioridades da Organização Mundial da Saúde (OMS) para fortalecer os sistemas de saúde e alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

Em 2009, os estados membros da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) aprovaram, portanto, uma política regional sobre a pesquisa para a saúde nas Américas.

A política foi desenvolvida para complementar a Estratégia sobre a Pesquisa para a Saúde da OMS, com base na premissa de que as políticas e as práticas em apoio à saúde, em todo o mundo, deveriam estar fundamentadas nos melhores conhecimentos científicos.

Até dezembro de 2017, 16 países informaram ter uma política nacional sobre a pesquisa para a saúde, e 18 países da comunidade do Caribe aprovaram uma política comum.

Ainda assim, diferenças marcantes persistem entre os países e sua habilidade de fornecer, utilizar e organizar a pesquisa para a saúde, ou monitorar suas capacidades de pesquisa, argumentou o Dr. Kamran Abbasi, editor executivo da The BMJ, com Carissa Etienne e Luis Gabriel Cuervo da Organização Pan-Americana de Saúde, em um editorial de lançamento da coleção.

Por exemplo, eles disseram que a organização e o gerenciamento de pesquisas são inexistentes em alguns lugares, e que os benefícios de big data, mídias sociais e outras ferramentas digitais estão esperando para serem aproveitados.

Eles salientam que, durante a última década, os padrões dos relatórios de pesquisas melhoraram, e os registros dos testes trouxeram transparência para as pesquisas, mas disseram, "Ainda existe a necessidade de integrar os avanços de maneira que beneficie os cidadãos e que seja feita de forma constante em todos os países".

Infelizmente, a pesquisa continua a ser uma função fraca de saúde pública nas Américas, e isso tem de mudar, eles escreveram. Esta coleção especial de artigos faz um balanço do progresso desde a introdução da política da OPAS, identifica áreas de progresso lento e discute os desafios do futuro. "Serão bem-vindas contribuições para o debate nas Américas sobre como integrar a pesquisa nos sistemas de saúde, sobre como organizar pesquisas e como aumentar seu valor".

A promoção das melhores práticas e a melhoria dos padrões para a pesquisa são consideradas objetivos fundamentais para as Américas, eles disseram. "Procuramos moldar a agenda da pesquisa nas Américas e globalmente, estimulando a geração, tradução e disseminação de conhecimentos valiosos. E encorajamos outras regiões a compartilharem suas histórias e construírem uma narrativa comum para melhores sistemas de saúde e um mundo mais saudável", concluíram.

Link para o editorial: http://www.bmj.com/content/362/bmj.k2944 

Leia os artigos aqui: https://www.bmj.com/health-research-americas

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FONTE BMJ

A coleção procura moldar a agenda da pesquisa e ajudar a cumprir a promessa de saúde de alta qualidade para todos

HOBOKEN, Nova Jersey, 16 de julho de 2018 /PRNewswire/ -- A revista BMJ está lançando uma coleção especial de artigos, que explorarão como a pesquisa pode impulsionar sistemas de saúde efetivos e eficientes nas Américas.

A pesquisa de alta qualidade – e a prova que produz – é essencial para melhorar a saúde global e a equidade na saúde, bem como o desenvolvimento econômico.

A pesquisa para a saúde se refere a um sistema que busca tirar proveito da ciência, da tecnologia e do conhecimento mais amplo para produzir provas e ferramentas, baseadas na pesquisa, para melhorar a saúde global. É uma das principais prioridades da Organização Mundial da Saúde (OMS) para fortalecer os sistemas de saúde e alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.

Em 2009, os estados membros da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) aprovaram, portanto, uma política regional sobre a pesquisa para a saúde nas Américas.

A política foi desenvolvida para complementar a Estratégia sobre a Pesquisa para a Saúde da OMS, com base na premissa de que as políticas e as práticas em apoio à saúde, em todo o mundo, deveriam estar fundamentadas nos melhores conhecimentos científicos.

Até dezembro de 2017, 16 países informaram ter uma política nacional sobre a pesquisa para a saúde, e 18 países da comunidade do Caribe aprovaram uma política comum.

Ainda assim, diferenças marcantes persistem entre os países e sua habilidade de fornecer, utilizar e organizar a pesquisa para a saúde, ou monitorar suas capacidades de pesquisa, argumentou o Dr. Kamran Abbasi, editor executivo da The BMJ, com Carissa Etienne e Luis Gabriel Cuervo da Organização Pan-Americana de Saúde, em um editorial de lançamento da coleção.

Por exemplo, eles disseram que a organização e o gerenciamento de pesquisas são inexistentes em alguns lugares, e que os benefícios de big data, mídias sociais e outras ferramentas digitais estão esperando para serem aproveitados.

Eles salientam que, durante a última década, os padrões dos relatórios de pesquisas melhoraram, e os registros dos testes trouxeram transparência para as pesquisas, mas disseram, "Ainda existe a necessidade de integrar os avanços de maneira que beneficie os cidadãos e que seja feita de forma constante em todos os países".

Infelizmente, a pesquisa continua a ser uma função fraca de saúde pública nas Américas, e isso tem de mudar, eles escreveram. Esta coleção especial de artigos faz um balanço do progresso desde a introdução da política da OPAS, identifica áreas de progresso lento e discute os desafios do futuro. "Serão bem-vindas contribuições para o debate nas Américas sobre como integrar a pesquisa nos sistemas de saúde, sobre como organizar pesquisas e como aumentar seu valor".

A promoção das melhores práticas e a melhoria dos padrões para a pesquisa são consideradas objetivos fundamentais para as Américas, eles disseram. "Procuramos moldar a agenda da pesquisa nas Américas e globalmente, estimulando a geração, tradução e disseminação de conhecimentos valiosos. E encorajamos outras regiões a compartilharem suas histórias e construírem uma narrativa comum para melhores sistemas de saúde e um mundo mais saudável", concluíram.

Link para o editorial: http://www.bmj.com/content/362/bmj.k2944 

Leia os artigos aqui: https://www.bmj.com/health-research-americas

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