A Tecnologia 4.0 a serviço da Medicina

RIO DE JANEIRO, 24 de setembro de 2020 /PRNewswire/ -- Segundo os dados divulgados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), o segmento de tecnologias da informação e comunicação (TIC) aparece entre os mais otimistas com a inserção do Brasil na 4ª Revolução Industrial. Afinal, a Indústria 4.0 dependerá fortemente do desenvolvimento de softwares e hardwares customizados às necessidades de cada empresa.

O fato é que a nova realidade imposta faz surgir outras perspectivas sobre a atuação em diferentes áreas do conhecimento, a exemplo da saúde. Rafael Barbosa, CEO da Sempre Médico, startup de Telemedicina com prontuário médico integrado, alerta para a crescente demanda no mercado de healthtech no país sobretudo após a pandemia, e a importância de investir no setor.

"Somos uma população de 210 milhões de brasileiros, com cerca de 600 mil médicos, e nosso sistema, que reúne soluções de telemedicina e prontuário eletrônico em uma única plataforma, está pronto e apto a dar suporte para esses médicos e levar aos pacientes uma solução que realmente vai fazer diferença no seu dia a dia", declara. 

O empresário afirma que a ferramenta permite ao profissional de saúde: o acesso a um prontuário médico simples e objetivo; a oportunidade de atender pacientes de qualquer lugar do Brasil; além do auxílio na divulgação do médico no Google, por meio de um algoritmo.  A startup ainda conta com um sistema completo para Gestão de Clínica, permitindo envio de dados para faturamento e controle de agenda.

Para o paciente, a plataforma oferece um perfil dentro do sistema, onde é possível ter acesso a todo histórico de saúde com registros de alergias e/ou comorbidades, realizar consultas, efetuar pagamentos, fazer upload dos resultados de exames e enviar para o médico, "facilitando até mesmo a consulta presencial, já que o sistema também oferece prontuário para consultas presenciais", complementa.

A ferramenta também permite a compra de medicamentos prescritos pelo médico, por meio de um QR Code, enviado pela Sempre Médico para o telefone do paciente, via WhatsApp, substituindo assim a necessidade da receita médica impressa.

"Sabemos que receituários manuais podem gerar erros de entendimento. Existem vários relatos de medicamentos vendidos erroneamente para pacientes devido a isso. A receita digital, além de facilitar o entendimento por parte do farmacêutico, garante a entrega do medicamento correto ao paciente", declara Barbosa.     

A médica cirurgiã plástica, Bianca Ohana afirma que além da agilidade e rapidez no envio da receita virtual, a telemedicina promove um ganho de tempo com a otimização da agenda e mais comodidade e segurança para médicos e pacientes, uma vez que reduz as chances de contaminação por doenças infecto contagiosas em geral e a exposição aos riscos com o deslocamento. 

Na área cirúrgica, Ohana explica que o atendimento remoto é útil em casos de pré-operatório, pós-operatório tardio ou no monitoramento do pós-operatório imediato, quando não há a necessidade de uma avaliação presencial.

"Diferentemente de um atendimento clínico, onde o paciente relata algum desconforto ou dor, na cirurgia plástica é recomendado definir a cirurgia que o paciente vai fazer, após o exame físico presencial. O que a gente faz depois de um teleatendimento é uma prévia de diagnóstico e uma previsão do que pode vir a ser a cirurgia proposta, mas a conduta para a cirurgia definitiva só após  o exame físico presencial", declara a cirurgiã plástica.

A lei nº 13.989, que regulamenta a telemedicina no Brasil foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro em 15 de abril de 2020, em caráter emergencial. A Resolução CFM nº 2.227/18, publicada em 6 de fevereiro de 2019 pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), define a telemedicina como o exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde.

Bianca Ohana é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP); da Comissão Nacional de Cosmiatria; da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS) e do Conselho de Educação do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Instagram: @drabiancaohana

www.sempremedico.com.br 

Foto - https://mma.prnewswire.com/media/1280423/Sempre_Medico.jpg

FONTE Sempre Médico

RIO DE JANEIRO, 24 de setembro de 2020 /PRNewswire/ -- Segundo os dados divulgados pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), o segmento de tecnologias da informação e comunicação (TIC) aparece entre os mais otimistas com a inserção do Brasil na 4ª Revolução Industrial. Afinal, a Indústria 4.0 dependerá fortemente do desenvolvimento de softwares e hardwares customizados às necessidades de cada empresa.

O fato é que a nova realidade imposta faz surgir outras perspectivas sobre a atuação em diferentes áreas do conhecimento, a exemplo da saúde. Rafael Barbosa, CEO da Sempre Médico, startup de Telemedicina com prontuário médico integrado, alerta para a crescente demanda no mercado de healthtech no país sobretudo após a pandemia, e a importância de investir no setor.

"Somos uma população de 210 milhões de brasileiros, com cerca de 600 mil médicos, e nosso sistema, que reúne soluções de telemedicina e prontuário eletrônico em uma única plataforma, está pronto e apto a dar suporte para esses médicos e levar aos pacientes uma solução que realmente vai fazer diferença no seu dia a dia", declara. 

O empresário afirma que a ferramenta permite ao profissional de saúde: o acesso a um prontuário médico simples e objetivo; a oportunidade de atender pacientes de qualquer lugar do Brasil; além do auxílio na divulgação do médico no Google, por meio de um algoritmo.  A startup ainda conta com um sistema completo para Gestão de Clínica, permitindo envio de dados para faturamento e controle de agenda.

Para o paciente, a plataforma oferece um perfil dentro do sistema, onde é possível ter acesso a todo histórico de saúde com registros de alergias e/ou comorbidades, realizar consultas, efetuar pagamentos, fazer upload dos resultados de exames e enviar para o médico, "facilitando até mesmo a consulta presencial, já que o sistema também oferece prontuário para consultas presenciais", complementa.

A ferramenta também permite a compra de medicamentos prescritos pelo médico, por meio de um QR Code, enviado pela Sempre Médico para o telefone do paciente, via WhatsApp, substituindo assim a necessidade da receita médica impressa.

"Sabemos que receituários manuais podem gerar erros de entendimento. Existem vários relatos de medicamentos vendidos erroneamente para pacientes devido a isso. A receita digital, além de facilitar o entendimento por parte do farmacêutico, garante a entrega do medicamento correto ao paciente", declara Barbosa.     

A médica cirurgiã plástica, Bianca Ohana afirma que além da agilidade e rapidez no envio da receita virtual, a telemedicina promove um ganho de tempo com a otimização da agenda e mais comodidade e segurança para médicos e pacientes, uma vez que reduz as chances de contaminação por doenças infecto contagiosas em geral e a exposição aos riscos com o deslocamento. 

Na área cirúrgica, Ohana explica que o atendimento remoto é útil em casos de pré-operatório, pós-operatório tardio ou no monitoramento do pós-operatório imediato, quando não há a necessidade de uma avaliação presencial.

"Diferentemente de um atendimento clínico, onde o paciente relata algum desconforto ou dor, na cirurgia plástica é recomendado definir a cirurgia que o paciente vai fazer, após o exame físico presencial. O que a gente faz depois de um teleatendimento é uma prévia de diagnóstico e uma previsão do que pode vir a ser a cirurgia proposta, mas a conduta para a cirurgia definitiva só após  o exame físico presencial", declara a cirurgiã plástica.

A lei nº 13.989, que regulamenta a telemedicina no Brasil foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro em 15 de abril de 2020, em caráter emergencial. A Resolução CFM nº 2.227/18, publicada em 6 de fevereiro de 2019 pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), define a telemedicina como o exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças e lesões e promoção de saúde.

Bianca Ohana é membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP); da Comissão Nacional de Cosmiatria; da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS) e do Conselho de Educação do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Instagram: @drabiancaohana

www.sempremedico.com.br 

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FONTE Sempre Médico