Anvisa aprova nivolumabe, da BMS, para tratamento adjuvante do câncer melanoma

SÃO PAULO, 31 de maio de 2019 /PRNewswire/ -- Maio é o mês de conscientização do câncer melanoma. Recentemente, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou uma nova terapia para este tipo de câncer de pele. O nivolumabe recebeu aval para o tratamento adjuvante, ou seja, como terapia complementar após cirurgia, no intuito de reduzir o risco de recorrência da doença. Até a chegada da imuno-oncologia, cerca de 50 a 80%1, 2, 3, 4 dos pacientes apresentavam recorrência após a cirurgia. Porém, em estudos com 24 meses de acompanhamento, nivolumabe promoveu uma redução relativa de 34% no risco de recorrência de doença ou morte5.

Apesar de representar 3% 6 de todos os casos de câncer de pele, o número de mortes provocadas pelo melanoma (1.547) 7 equivale ao número de todos os outros tumores neste órgão juntos (1.958) 8, o que reforça a gravidade da doença. "Agora temos uma possibilidade real de oferecer ao paciente com melanoma, um tratamento eficaz e bem tolerado para redução do risco de recidiva da doença após o tratamento cirúrgico. Claramente mais um progresso na abordagem do tipo mais agressivo de câncer de pele", comenta o dermatologista Elimar Gomes, do centro oncológico da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Estatísticas nacionais demonstram que as neoplasias da pele são mais incidentes na região Sul, pela origem da população que apresenta tons de pele claros. Pessoas com essas características estão mais suscetíveis a desenvolver a doença. A exposição ao sol e o histórico familiar também são fatores de risco importantes. Entre os sintomas, destacam-se manchas na pele, feridas que não cicatrizam e pintas que mudam de aparência 9.

No caso do melanoma, o prognóstico pode ser considerado bom, se detectado em fase inicial. Entretanto, boa parte dos pacientes são diagnosticados em fase avançada. "Felizmente, nos últimos anos, houve grande aumento da sobrevida dos pacientes com melanoma, tanto pela detecção precoce do tumor, quanto pela introdução dos novos medicamentos imunoterápicos.", explica Dr. Elimar Gomes

BCW Burson Cohen & Wolf - 3040-2415

1 Leiter U et al. J Am Acad Dermatol. 2012;66:37-45

2 Romano E et al. J Clin Oncol. 2010;28:3042-3047

3 Meyers MO et al. Ann Surg Oncol. 2009;16:941-947

4 Tas F et al. Melanoma Res. 2017;27:134-139

5 CheckMate 238

6 Câncer de pele melanoma, Instituto Nacional do Câncer

7 INCA - CÂNCER - Tipo - Pele Melanoma

8 Câncer de pele não melanoma, Instituto Nacional do Câncer

9 A. C Camargo Cancer Center, Pele Melanoma.

FONTE BMS

SÃO PAULO, 31 de maio de 2019 /PRNewswire/ -- Maio é o mês de conscientização do câncer melanoma. Recentemente, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou uma nova terapia para este tipo de câncer de pele. O nivolumabe recebeu aval para o tratamento adjuvante, ou seja, como terapia complementar após cirurgia, no intuito de reduzir o risco de recorrência da doença. Até a chegada da imuno-oncologia, cerca de 50 a 80%1, 2, 3, 4 dos pacientes apresentavam recorrência após a cirurgia. Porém, em estudos com 24 meses de acompanhamento, nivolumabe promoveu uma redução relativa de 34% no risco de recorrência de doença ou morte5.

Apesar de representar 3% 6 de todos os casos de câncer de pele, o número de mortes provocadas pelo melanoma (1.547) 7 equivale ao número de todos os outros tumores neste órgão juntos (1.958) 8, o que reforça a gravidade da doença. "Agora temos uma possibilidade real de oferecer ao paciente com melanoma, um tratamento eficaz e bem tolerado para redução do risco de recidiva da doença após o tratamento cirúrgico. Claramente mais um progresso na abordagem do tipo mais agressivo de câncer de pele", comenta o dermatologista Elimar Gomes, do centro oncológico da Beneficência Portuguesa de São Paulo.

Estatísticas nacionais demonstram que as neoplasias da pele são mais incidentes na região Sul, pela origem da população que apresenta tons de pele claros. Pessoas com essas características estão mais suscetíveis a desenvolver a doença. A exposição ao sol e o histórico familiar também são fatores de risco importantes. Entre os sintomas, destacam-se manchas na pele, feridas que não cicatrizam e pintas que mudam de aparência 9.

No caso do melanoma, o prognóstico pode ser considerado bom, se detectado em fase inicial. Entretanto, boa parte dos pacientes são diagnosticados em fase avançada. "Felizmente, nos últimos anos, houve grande aumento da sobrevida dos pacientes com melanoma, tanto pela detecção precoce do tumor, quanto pela introdução dos novos medicamentos imunoterápicos.", explica Dr. Elimar Gomes

BCW Burson Cohen & Wolf - 3040-2415

1 Leiter U et al. J Am Acad Dermatol. 2012;66:37-45

2 Romano E et al. J Clin Oncol. 2010;28:3042-3047

3 Meyers MO et al. Ann Surg Oncol. 2009;16:941-947

4 Tas F et al. Melanoma Res. 2017;27:134-139

5 CheckMate 238

6 Câncer de pele melanoma, Instituto Nacional do Câncer

7 INCA - CÂNCER - Tipo - Pele Melanoma

8 Câncer de pele não melanoma, Instituto Nacional do Câncer

9 A. C Camargo Cancer Center, Pele Melanoma.

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