Apesar da Pandemia, mercado de Papel e Celulose tem potencial forte de crescimento, afirma Cláudio Cotrim, diretor presidente da Paper Excellence no Brasil

Atuação da Paper Excellence no Brasil pode aumentar em mais de 40% os investimentos previstos para o setor

SÃO PAULO, 17 de maio de 2021 /PRNewswire/ -- A retomada da economia e da geração de empregos é a grande prioridade para as empresas no segundo semestre deste ano. Com a expansão do programa de vacinação será possível retomar o consumo e a produção, especialmente em cadeias produtivas ligadas ao agronegócio como acontece com o setor de papel e celulose.

De acordo como embaixador José Carlos Fonseca Júnior, diretor institucional da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), associação que reúne os principais produtores de papel e celulose do país e os fabricantes de painéis e pisos de madeira, o setor deve investir R$ 35,5 bilhões até 2023. Isso significa geração de mais postos de trabalho, além dos 1,4 milhão de trabalhadores já empregados.

Após comprar a Eldorado Celulose por R$ 15 bilhões, a Paper Excellence, uma das principais multinacionais do setor, se prepara para investir outros R$ 15 bilhões na operação brasileira, o que significa um aumento de mais de 42,2% nas previsões de investimento no setor da Ibá. A empresa, uma das maiores produtoras de celulose do mundo, escolheu o Brasil como uma das suas prioridades para consolidação e geração de novos negócios. O país, na avaliação dos dirigentes da companhia, tem condições de uma recuperação rápida assim que a pandemia do Covid-19 dar sinais de que está sob controle a partir da implementação de do Programa Nacional de Imunização.

"Temos planos de expansão da operação em Três Lagoas, com a construção de uma segunda planta, o que vai gerar mais postos de trabalho e seguramente terá reflexos não apenas na economia do Mato Grosso do Sul, mas no mercado brasileiro", afirma Claudio Cotrim, diretor-presidente da Paper Excellence no Brasil. Com a incorporação da Unidade de Três Lagoas, a Paper passará a ter 7 mil colaboradores em todo o mundo.

Embora o mercado brasileiro seja bastante competitivo e com players importantes, a chegada da Paper Excellence representa um reforço para a imagem do Brasil como um dos maiores produtores mundiais de celulose.  "Somos uma organização forte e experiente, totalmente dedicada a maximizar o potencial de nossos negócios e movimentar a economia nos lugares onde atuamos", afirma Cotrim. Geralmente a execução de grandes projetos aumentam a contratação de trabalhadores temporários e abre novas vagas para postos permanentes em toda a cadeia produtiva. Ou seja: postos de trabalho são criados não apenas nas unidades industriais, mas também nos demais elos da cadeia produtiva, como na indústria de máquinas, transportes e na indústria de transformação que demanda este tipo de matéria-prima.

A indústria de árvores como um todo emprega 1,4 milhão de trabalhadores, contingente que sobe a 3,7 milhões se considerados também os empregos indiretos e aqueles resultantes do efeito renda.  "A tendência estrutural do setor é seguir crescendo", afirma o embaixador Fonseca

No ano passado, apesar dos impactos provocados pela pandemia do Covid na economia, a produção brasileira de celulose aumentou 6,4%, o que significou 21 milhões de toneladas, o segundo maior volume da história. Somente em exportações, os produtos da indústria de base florestal alcançaram cerca de US$ 8 bilhões, dos quais US$ 6 bilhões em celulose, US$ 1,7 bilhão em papéis e US$ 276 milhões em painéis de madeira.

Cláudio Cotrim é diretor-presidente da Paper Excellence Brasil, executivo sênior, com sólida experiência na gestão operacional e estratégica de empresas industriais de grande porte com foco em mercados globalizados. Possui mais de uma década de experiência atuando no setor de papel e celulose, com uma carreira construída na área financeira, incluindo estruturação de financiamentos de longo prazo e planejamento financeiro. Possui larga experiência de liderança nas áreas de controladoria e finanças, recursos humanos, planejamento corporativo, jurídico e supply chain de empresas de grande porte. É formado em Administração de Empresas e possui MBA em finanças empresariais.

Foto - https://mma.prnewswire.com/media/1511852/CLAUDIO_COTRIM_diretor_presidente_34.jpg

FONTE Paper Excellence

Atuação da Paper Excellence no Brasil pode aumentar em mais de 40% os investimentos previstos para o setor

SÃO PAULO, 17 de maio de 2021 /PRNewswire/ -- A retomada da economia e da geração de empregos é a grande prioridade para as empresas no segundo semestre deste ano. Com a expansão do programa de vacinação será possível retomar o consumo e a produção, especialmente em cadeias produtivas ligadas ao agronegócio como acontece com o setor de papel e celulose.

De acordo como embaixador José Carlos Fonseca Júnior, diretor institucional da Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), associação que reúne os principais produtores de papel e celulose do país e os fabricantes de painéis e pisos de madeira, o setor deve investir R$ 35,5 bilhões até 2023. Isso significa geração de mais postos de trabalho, além dos 1,4 milhão de trabalhadores já empregados.

Após comprar a Eldorado Celulose por R$ 15 bilhões, a Paper Excellence, uma das principais multinacionais do setor, se prepara para investir outros R$ 15 bilhões na operação brasileira, o que significa um aumento de mais de 42,2% nas previsões de investimento no setor da Ibá. A empresa, uma das maiores produtoras de celulose do mundo, escolheu o Brasil como uma das suas prioridades para consolidação e geração de novos negócios. O país, na avaliação dos dirigentes da companhia, tem condições de uma recuperação rápida assim que a pandemia do Covid-19 dar sinais de que está sob controle a partir da implementação de do Programa Nacional de Imunização.

"Temos planos de expansão da operação em Três Lagoas, com a construção de uma segunda planta, o que vai gerar mais postos de trabalho e seguramente terá reflexos não apenas na economia do Mato Grosso do Sul, mas no mercado brasileiro", afirma Claudio Cotrim, diretor-presidente da Paper Excellence no Brasil. Com a incorporação da Unidade de Três Lagoas, a Paper passará a ter 7 mil colaboradores em todo o mundo.

Embora o mercado brasileiro seja bastante competitivo e com players importantes, a chegada da Paper Excellence representa um reforço para a imagem do Brasil como um dos maiores produtores mundiais de celulose.  "Somos uma organização forte e experiente, totalmente dedicada a maximizar o potencial de nossos negócios e movimentar a economia nos lugares onde atuamos", afirma Cotrim. Geralmente a execução de grandes projetos aumentam a contratação de trabalhadores temporários e abre novas vagas para postos permanentes em toda a cadeia produtiva. Ou seja: postos de trabalho são criados não apenas nas unidades industriais, mas também nos demais elos da cadeia produtiva, como na indústria de máquinas, transportes e na indústria de transformação que demanda este tipo de matéria-prima.

A indústria de árvores como um todo emprega 1,4 milhão de trabalhadores, contingente que sobe a 3,7 milhões se considerados também os empregos indiretos e aqueles resultantes do efeito renda.  "A tendência estrutural do setor é seguir crescendo", afirma o embaixador Fonseca

No ano passado, apesar dos impactos provocados pela pandemia do Covid na economia, a produção brasileira de celulose aumentou 6,4%, o que significou 21 milhões de toneladas, o segundo maior volume da história. Somente em exportações, os produtos da indústria de base florestal alcançaram cerca de US$ 8 bilhões, dos quais US$ 6 bilhões em celulose, US$ 1,7 bilhão em papéis e US$ 276 milhões em painéis de madeira.

Cláudio Cotrim é diretor-presidente da Paper Excellence Brasil, executivo sênior, com sólida experiência na gestão operacional e estratégica de empresas industriais de grande porte com foco em mercados globalizados. Possui mais de uma década de experiência atuando no setor de papel e celulose, com uma carreira construída na área financeira, incluindo estruturação de financiamentos de longo prazo e planejamento financeiro. Possui larga experiência de liderança nas áreas de controladoria e finanças, recursos humanos, planejamento corporativo, jurídico e supply chain de empresas de grande porte. É formado em Administração de Empresas e possui MBA em finanças empresariais.

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