Apreensões de cigarros ilegais crescem 33% mesmo com pandemia

Receita Federal já apreendeu R$ 320 milhões em cigarros contrabandeados no primeiro trimestre de 2021

SÃO PAULO, 24 de maio de 2021 /PRNewswire/ -- Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP) - No primeiro trimestre de 2021, a Receita Federal do Brasil apreendeu 64 milhões de maços de cigarros contrabandeados, o equivalente a R$ 320 milhões. Os dados representam um aumento de 33% nas apreensões do produto em relação à 2020, quando foram apreendidos 48 milhões de maços.

O cigarro do crime continua em primeiro lugar nas apreensões – cerca de 47% do total retido neste ano. Na sequência estão eletroeletrônicos e vestuário, que respondem, respectivamente, por 27% (R$ 186 milhões) e 6% (R$ 38 milhões) do total apreendido.

Estes números incluem também operações realizadas por outros órgãos de segurança que combatem o contrabando e descaminho no Brasil, incluindo Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícias Militares e Forças Armadas.

Em 2020, o Brasil perdeu R$ 287,9 bilhões para o mercado ilegal, segundo balanço do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP). O valor é a soma das perdas registradas por 15 setores industriais (R$ 197,2 bilhões) e a estimativa dos impostos que deixaram de ser arrecadados (R$ 90,7 bilhões) em função dessa ilegalidade. 

Cigarro do crime lidera mercado nacional

De acordo com levantamento do Ibope (2019), 57% dos cigarros em circulação no Brasil têm origem ilegal – a maioria contrabandeada do Paraguai. Das 10 marcas de cigarros mais vendidas no país, 5 são contrabandeadas. A paraguaia Eight é a líder do ranking nacional, com 16% de mercado.

"Essa inundação de cigarros ilegais mina os cofres públicos. O Brasil perde anualmente cerca de R$ 12 bilhões em arrecadação de impostos, o que gera prejuízos em cascata em toda a economia nacional. Do combate ao contrabando às ações de destruição de cigarros, tudo o que for feito para frear essa prática criminosa é de grande importância para o Brasil", afirma Edson Vismona, presidente do FNCP.

As consequências do mercado ilegal para o Brasil vão além da arrecadação tributária. De acordo com pesquisa da Oxford Economics, o país poderia gerar cerca de 173 mil empregos diretos e indiretos com o combate ao contrabando de cigarros.

FONTE Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP)

Receita Federal já apreendeu R$ 320 milhões em cigarros contrabandeados no primeiro trimestre de 2021

SÃO PAULO, 24 de maio de 2021 /PRNewswire/ -- Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP) - No primeiro trimestre de 2021, a Receita Federal do Brasil apreendeu 64 milhões de maços de cigarros contrabandeados, o equivalente a R$ 320 milhões. Os dados representam um aumento de 33% nas apreensões do produto em relação à 2020, quando foram apreendidos 48 milhões de maços.

O cigarro do crime continua em primeiro lugar nas apreensões – cerca de 47% do total retido neste ano. Na sequência estão eletroeletrônicos e vestuário, que respondem, respectivamente, por 27% (R$ 186 milhões) e 6% (R$ 38 milhões) do total apreendido.

Estes números incluem também operações realizadas por outros órgãos de segurança que combatem o contrabando e descaminho no Brasil, incluindo Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícias Militares e Forças Armadas.

Em 2020, o Brasil perdeu R$ 287,9 bilhões para o mercado ilegal, segundo balanço do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP). O valor é a soma das perdas registradas por 15 setores industriais (R$ 197,2 bilhões) e a estimativa dos impostos que deixaram de ser arrecadados (R$ 90,7 bilhões) em função dessa ilegalidade. 

Cigarro do crime lidera mercado nacional

De acordo com levantamento do Ibope (2019), 57% dos cigarros em circulação no Brasil têm origem ilegal – a maioria contrabandeada do Paraguai. Das 10 marcas de cigarros mais vendidas no país, 5 são contrabandeadas. A paraguaia Eight é a líder do ranking nacional, com 16% de mercado.

"Essa inundação de cigarros ilegais mina os cofres públicos. O Brasil perde anualmente cerca de R$ 12 bilhões em arrecadação de impostos, o que gera prejuízos em cascata em toda a economia nacional. Do combate ao contrabando às ações de destruição de cigarros, tudo o que for feito para frear essa prática criminosa é de grande importância para o Brasil", afirma Edson Vismona, presidente do FNCP.

As consequências do mercado ilegal para o Brasil vão além da arrecadação tributária. De acordo com pesquisa da Oxford Economics, o país poderia gerar cerca de 173 mil empregos diretos e indiretos com o combate ao contrabando de cigarros.

FONTE Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP)

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