Artemisinina-piperaquina é sensação para o tratamento da COVID-19

GUANGZHOU, China, 3 de novembro de 2021 /PRNewswire/ -- Os comprimidos de artemisinina e piperaquina Artequick se tornaram, mais uma vez, sensação no mundo todo, à medida que, recentemente, sua eficácia no tratamento da COVID-19 foi discutida avidamente por live streamers nas mídias sociais estrangeiras e plataformas de mídia on-line. Esses medicamentos chamaram a atenção do setor pela primeira vez depois que o International Journal of Antimicrobial Agents publicou um artigo intitulado "Segurança e Eficácia da Artemisinina-Piperaquina no Tratamento da COVID-19".

Como o composto de artemisinina de quarta geração, a artemisinina-piperaquina havia sido registrada em dezenas de países, de acordo com Wang Xinhua, ex-presidente da Universidade de Medicina de Guangzhou, consultor sênior do Instituto de Medicina Chinesa Guangdong New South e membro principal do grupo de pesquisa clínica e aplicação da artemisinina na China, que acrescentou que, há décadas, ela é amplamente utilizada como um tratamento eficaz para curar a malária, particularmente a malária causada por falciparum. Desde o início da pandemia do coronavírus, a equipe dedicada de cientistas examinou a eficácia do composto contra o vírus, e sua descoberta desencadeou um debate acirrado no exterior. Isso indica a necessidade urgente de tratamentos medicamentosos eficazes para a COVID-19 por parte da comunidade científica e do público em geral.

Desenvolvidos em conjunto pela Artepharm Co., Ltd., uma subsidiária do Guangdong New South Group, e pela equipe de pesquisa liderada pelo Professor Li Guoqiao da Universidade de Medicina Chinesa de Guangzhou, os comprimidos de artemisinina e piperaquina Artequick foram certificados pela Administração Nacional de Produtos Médicos da China como novo medicamento de Categoria I em 2006. Além disso, são o medicamento preferencial recomendado pela Comissão Nacional de Saúde da China desde 2009. Sob a proteção de patentes em 40 países, incluindo os EUA, e uma marca registrada em 29 países, a Artequick foi registrada e recebeu licenças para vender em 24 Estados e está, atualmente, entre os principais antimaláricos na Nigéria, Tanzânia e no Quênia. Sendo assim, a medicação tem contribuído para um mundo livre de malária em um ritmo acelerado, evitando que dezenas de milhões de pessoas contraiam a doença.

Desde o ano passado, o Guangdong New South Group, juntamente com cientistas do Centro de Pesquisa de Artemisinina da Universidade de Medicina Chinesa de Guangzhou e do Instituto de Saúde Respiratória de Guangzhou, realizou estudos clínicos sobre a artemisinina-piperaquina no tratamento da COVID-19 no Oitavo Hospital Popular da Província de Guangzhou e no Hospital de Hongqi afiliado à Universidade de Medicina de Mudanjiang, na província de Heilongjiang. O estudo constatou que levou em média 8,3 dias para que os resultados do teste de ácido nucleico de todos os 85 casos em observação (que foram tratados com o composto) dessem negativo. E quando observados no 21º dia, 98,8% deles apresentaram um resultado negativo, e no 28º dia, 100%, em comparação com 14,3% e 58,7%, respectivamente, para o grupo de controle de 63 infecções não tratado com o medicamento de artemisinina-piperaquina. De acordo com um experimento in vitro do Instituto de Saúde Respiratória de Guangzhou, a maior concentração de não toxicidade da artemisinina-piperaquina está em 125 microgramas por mililitro, o que ajuda a inibir um efeito citopático nas células HuH-7 pelo HCoV-229E.

Em muitos países da África, as equipes das instituições e empresas locais financiadas pela China obtiveram um resultado significativo, pois adotaram a artemisinina-piperaquina para prevenir e tratar o coronavírus, de acordo com Huo Jiangtao, diretora da Associação de Negócios de Guangdong da África. Não houve nenhum caso de morte por COVID-19 em indivíduos tratados com o medicamento nas Comores, no Quênia e em alguns outros países.

O progresso foi elogiado por Zhong Nanshan, o maior especialista em doenças respiratórias da China. De acordo com Zhong, o experimento havia produzido "alguns resultados preliminares positivos", e a eficácia da artemisinina-piperaquina no tratamento do vírus não deve se basear apenas na taxa de testes de ácido nucleico com resultado negativo, mas na observação holística da genética e na verificação meticulosa.

"A medicina tradicional chinesa (MTC) tem sido um destaque da resposta da China à COVID-19. Os comprimidos de artemisinina e piperaquina derivam da MTC. A artemisinina é extraída da planta Artemisia anua, uma erva empregada na MTC que, após anos de experiência, provou ser segura e eficaz na cura da malária. Daqui em diante, espera-se que o medicamento desempenhe um papel maior no tratamento de outras doenças", disse Zhu Layi, presidente do Guangdong New South Group.

A pesquisa sobre o uso da artemisinina-piperaquina para tratar a COVID-19 já conseguiu avanços contínuos.

Links para anexos de imagens:

Link: http://asianetnews.net/view-attachment?attach-id=406302

Legenda: Comprimidos de artemisinina e piperaquina Artequick desenvolvidos pela Artepharm Co., Ltd.

Foto - https://mma.prnewswire.com/media/1677932/Medicine.jpg

 

FONTE Guangdong New South Traditional Chinese Medicine Institute

GUANGZHOU, China, 3 de novembro de 2021 /PRNewswire/ -- Os comprimidos de artemisinina e piperaquina Artequick se tornaram, mais uma vez, sensação no mundo todo, à medida que, recentemente, sua eficácia no tratamento da COVID-19 foi discutida avidamente por live streamers nas mídias sociais estrangeiras e plataformas de mídia on-line. Esses medicamentos chamaram a atenção do setor pela primeira vez depois que o International Journal of Antimicrobial Agents publicou um artigo intitulado "Segurança e Eficácia da Artemisinina-Piperaquina no Tratamento da COVID-19".

Como o composto de artemisinina de quarta geração, a artemisinina-piperaquina havia sido registrada em dezenas de países, de acordo com Wang Xinhua, ex-presidente da Universidade de Medicina de Guangzhou, consultor sênior do Instituto de Medicina Chinesa Guangdong New South e membro principal do grupo de pesquisa clínica e aplicação da artemisinina na China, que acrescentou que, há décadas, ela é amplamente utilizada como um tratamento eficaz para curar a malária, particularmente a malária causada por falciparum. Desde o início da pandemia do coronavírus, a equipe dedicada de cientistas examinou a eficácia do composto contra o vírus, e sua descoberta desencadeou um debate acirrado no exterior. Isso indica a necessidade urgente de tratamentos medicamentosos eficazes para a COVID-19 por parte da comunidade científica e do público em geral.

Desenvolvidos em conjunto pela Artepharm Co., Ltd., uma subsidiária do Guangdong New South Group, e pela equipe de pesquisa liderada pelo Professor Li Guoqiao da Universidade de Medicina Chinesa de Guangzhou, os comprimidos de artemisinina e piperaquina Artequick foram certificados pela Administração Nacional de Produtos Médicos da China como novo medicamento de Categoria I em 2006. Além disso, são o medicamento preferencial recomendado pela Comissão Nacional de Saúde da China desde 2009. Sob a proteção de patentes em 40 países, incluindo os EUA, e uma marca registrada em 29 países, a Artequick foi registrada e recebeu licenças para vender em 24 Estados e está, atualmente, entre os principais antimaláricos na Nigéria, Tanzânia e no Quênia. Sendo assim, a medicação tem contribuído para um mundo livre de malária em um ritmo acelerado, evitando que dezenas de milhões de pessoas contraiam a doença.

Desde o ano passado, o Guangdong New South Group, juntamente com cientistas do Centro de Pesquisa de Artemisinina da Universidade de Medicina Chinesa de Guangzhou e do Instituto de Saúde Respiratória de Guangzhou, realizou estudos clínicos sobre a artemisinina-piperaquina no tratamento da COVID-19 no Oitavo Hospital Popular da Província de Guangzhou e no Hospital de Hongqi afiliado à Universidade de Medicina de Mudanjiang, na província de Heilongjiang. O estudo constatou que levou em média 8,3 dias para que os resultados do teste de ácido nucleico de todos os 85 casos em observação (que foram tratados com o composto) dessem negativo. E quando observados no 21º dia, 98,8% deles apresentaram um resultado negativo, e no 28º dia, 100%, em comparação com 14,3% e 58,7%, respectivamente, para o grupo de controle de 63 infecções não tratado com o medicamento de artemisinina-piperaquina. De acordo com um experimento in vitro do Instituto de Saúde Respiratória de Guangzhou, a maior concentração de não toxicidade da artemisinina-piperaquina está em 125 microgramas por mililitro, o que ajuda a inibir um efeito citopático nas células HuH-7 pelo HCoV-229E.

Em muitos países da África, as equipes das instituições e empresas locais financiadas pela China obtiveram um resultado significativo, pois adotaram a artemisinina-piperaquina para prevenir e tratar o coronavírus, de acordo com Huo Jiangtao, diretora da Associação de Negócios de Guangdong da África. Não houve nenhum caso de morte por COVID-19 em indivíduos tratados com o medicamento nas Comores, no Quênia e em alguns outros países.

O progresso foi elogiado por Zhong Nanshan, o maior especialista em doenças respiratórias da China. De acordo com Zhong, o experimento havia produzido "alguns resultados preliminares positivos", e a eficácia da artemisinina-piperaquina no tratamento do vírus não deve se basear apenas na taxa de testes de ácido nucleico com resultado negativo, mas na observação holística da genética e na verificação meticulosa.

"A medicina tradicional chinesa (MTC) tem sido um destaque da resposta da China à COVID-19. Os comprimidos de artemisinina e piperaquina derivam da MTC. A artemisinina é extraída da planta Artemisia anua, uma erva empregada na MTC que, após anos de experiência, provou ser segura e eficaz na cura da malária. Daqui em diante, espera-se que o medicamento desempenhe um papel maior no tratamento de outras doenças", disse Zhu Layi, presidente do Guangdong New South Group.

A pesquisa sobre o uso da artemisinina-piperaquina para tratar a COVID-19 já conseguiu avanços contínuos.

Links para anexos de imagens:

Link: http://asianetnews.net/view-attachment?attach-id=406302

Legenda: Comprimidos de artemisinina e piperaquina Artequick desenvolvidos pela Artepharm Co., Ltd.

Foto - https://mma.prnewswire.com/media/1677932/Medicine.jpg

 

FONTE Guangdong New South Traditional Chinese Medicine Institute