ASTRAZENECA: Doença do Refluxo Gastroesofágico afeta cerca de 12% a 20% dos brasileiros: azia e queimação nem sempre são sinais de uma simples má digestão

Hábitos saudáveis e acompanhamento médico adequado são aliados no combate da DRGE

SÃO PAULO, 24 de maio de 2021 /PRNewswire/ -- Azia, queimação, tosse seca, mau hálito e retorno do conteúdo do estômago para o esôfago em direção à boca são sintomas que podem ser confundidos com uma simples má digestão. Porém, é possível que tais sintomas indiquem a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), que afeta cerca de 12% a 20% da população brasileira¹ e pode se desenvolver em pessoas de diversas faixas etárias.

A DRGE é caracterizada pelo retorno do conteúdo gástrico até o esôfago, ao invés de seguir o fluxo normal da digestão. Tal movimento é conhecido como refluxo e causa irritação nos tecidos que revestem o esôfago. Além disso, pode gerar outras complicações, como alterações dentárias, na laringe e pulmões. Entre os fatores que contribuem para o desenvolvimento da doença estão: hérnia de hiato, aumento da secreção gástrica, estresse, fadiga, obesidade, fragilidade das estruturas musculares existentes na região, assim como o aumento da pressão intra-abdominal, entre outros.

"Reconhecer os primeiros sinais de uma alteração no funcionamento do estômago e do esôfago é essencial para garantir o diagnóstico precoce e tratamento adequado da Doença do Refluxo Gastroesofágico, evitando a evolução da DRGE para casos mais graves – como úlceras e até câncer do esôfago", explica Marina Santorso Belhaus, diretora médica associada da AstraZeneca Brasil.

A doença do refluxo gastroesofágico pode ser tratada a partir de uma abordagem clínica ou, em casos mais graves, cirúrgica – algo que será avaliado por um médico especialista de maneira individual. Na maioria dos casos, a análise clínica dos sintomas é o suficiente para o diagnóstico da DRGE. Além disso, a mudança de hábitos alimentares e estilo de vida são essenciais no tratamento da doença, proporcionando mais qualidade de vida aos pacientes.

É importante atenção diante do aparecimento de sintomas relacionados à Doença do Refluxo Gastroesofágico, buscando assim a detecção precoce e o acompanhamento médico preciso, para que o paciente diagnosticado com DRGE possa realizar tratamento adequado, obtendo assim uma melhor qualidade de vida e um fluxo de vida saudável.

Sobre a campanha #SigaoFluxo

A campanha #SigaoFluxo foi criada pela AstraZeneca, através de seu programa de pacientes "FazBem" para informar melhor sobre a saúde do seu estômago e do seu esôfago. Com esse movimento, o objetivo é promover a conscientização sobre as doenças que acometem a população, trazendo informações sobre diagnóstico, fatores de risco, sintomas e muito mais. Ajude também a disseminar mais saúde usando a hashtag #SigaoFluxo nas redes sociais. Lembre-se: para seguir o fluxo e manter uma vida saudável, a busca por um médico é o primeiro passo. Saiba mais em: https://bit.ly/siga-o-fluxo-fazbem

Sobre a AstraZeneca 

A AstraZeneca é uma empresa biofarmacêutica, voltada para inovação e com foco principal na descoberta, desenvolvimento e comercialização de medicamentos de prescrição, principalmente para o tratamento de doenças em quatro principais linhas terapêuticas - Oncologia, Doenças Cardiovasculares, Renais & Metabólicas e Respiratória. A companhia também atua nas áreas de autoimunidade e neurociência. A AstraZeneca está presente em mais de 100 países e seus medicamentos inovadores são usados por milhões de pacientes em todo o mundo. Para mais informações acesse: www.astrazeneca.com.br 

Material destinado à imprensa. Produzido em maio/2021. BR-12937.

Referências

____________

¹ Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva e Neurogastroenterologia (BMDN): Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) 

Estudo NutriNet Brasil – realizado pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (USP)  

Biblioteca Virtual em Saúde – Ministério da Saúde 

Boletim Epidemiológico – Ministério da Saúde – Out/2020   

Blog Unicamp/SP  

Estudo Universidade de Harvard (EUA)  

Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG)  

Galileu/Revista Abdominal Radiology  

Jornal da Universidade – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)  

Portal Dr. Drauzio Varella  

Revista FGB, órgão oficial de comunicação da Federação Brasileira de Gastroenterologia, Vol. 32/2018  

Revista Veja Saúde – Matéria de março/2021

UOL/Viva Bem 

VEJA/Saúde

FONTE AstraZeneca

Hábitos saudáveis e acompanhamento médico adequado são aliados no combate da DRGE

SÃO PAULO, 24 de maio de 2021 /PRNewswire/ -- Azia, queimação, tosse seca, mau hálito e retorno do conteúdo do estômago para o esôfago em direção à boca são sintomas que podem ser confundidos com uma simples má digestão. Porém, é possível que tais sintomas indiquem a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), que afeta cerca de 12% a 20% da população brasileira¹ e pode se desenvolver em pessoas de diversas faixas etárias.

A DRGE é caracterizada pelo retorno do conteúdo gástrico até o esôfago, ao invés de seguir o fluxo normal da digestão. Tal movimento é conhecido como refluxo e causa irritação nos tecidos que revestem o esôfago. Além disso, pode gerar outras complicações, como alterações dentárias, na laringe e pulmões. Entre os fatores que contribuem para o desenvolvimento da doença estão: hérnia de hiato, aumento da secreção gástrica, estresse, fadiga, obesidade, fragilidade das estruturas musculares existentes na região, assim como o aumento da pressão intra-abdominal, entre outros.

"Reconhecer os primeiros sinais de uma alteração no funcionamento do estômago e do esôfago é essencial para garantir o diagnóstico precoce e tratamento adequado da Doença do Refluxo Gastroesofágico, evitando a evolução da DRGE para casos mais graves – como úlceras e até câncer do esôfago", explica Marina Santorso Belhaus, diretora médica associada da AstraZeneca Brasil.

A doença do refluxo gastroesofágico pode ser tratada a partir de uma abordagem clínica ou, em casos mais graves, cirúrgica – algo que será avaliado por um médico especialista de maneira individual. Na maioria dos casos, a análise clínica dos sintomas é o suficiente para o diagnóstico da DRGE. Além disso, a mudança de hábitos alimentares e estilo de vida são essenciais no tratamento da doença, proporcionando mais qualidade de vida aos pacientes.

É importante atenção diante do aparecimento de sintomas relacionados à Doença do Refluxo Gastroesofágico, buscando assim a detecção precoce e o acompanhamento médico preciso, para que o paciente diagnosticado com DRGE possa realizar tratamento adequado, obtendo assim uma melhor qualidade de vida e um fluxo de vida saudável.

Sobre a campanha #SigaoFluxo

A campanha #SigaoFluxo foi criada pela AstraZeneca, através de seu programa de pacientes "FazBem" para informar melhor sobre a saúde do seu estômago e do seu esôfago. Com esse movimento, o objetivo é promover a conscientização sobre as doenças que acometem a população, trazendo informações sobre diagnóstico, fatores de risco, sintomas e muito mais. Ajude também a disseminar mais saúde usando a hashtag #SigaoFluxo nas redes sociais. Lembre-se: para seguir o fluxo e manter uma vida saudável, a busca por um médico é o primeiro passo. Saiba mais em: https://bit.ly/siga-o-fluxo-fazbem

Sobre a AstraZeneca 

A AstraZeneca é uma empresa biofarmacêutica, voltada para inovação e com foco principal na descoberta, desenvolvimento e comercialização de medicamentos de prescrição, principalmente para o tratamento de doenças em quatro principais linhas terapêuticas - Oncologia, Doenças Cardiovasculares, Renais & Metabólicas e Respiratória. A companhia também atua nas áreas de autoimunidade e neurociência. A AstraZeneca está presente em mais de 100 países e seus medicamentos inovadores são usados por milhões de pacientes em todo o mundo. Para mais informações acesse: www.astrazeneca.com.br 

Material destinado à imprensa. Produzido em maio/2021. BR-12937.

Referências

____________

¹ Sociedade Brasileira de Motilidade Digestiva e Neurogastroenterologia (BMDN): Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) 

Estudo NutriNet Brasil – realizado pelo Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (USP)  

Biblioteca Virtual em Saúde – Ministério da Saúde 

Boletim Epidemiológico – Ministério da Saúde – Out/2020   

Blog Unicamp/SP  

Estudo Universidade de Harvard (EUA)  

Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG)  

Galileu/Revista Abdominal Radiology  

Jornal da Universidade – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)  

Portal Dr. Drauzio Varella  

Revista FGB, órgão oficial de comunicação da Federação Brasileira de Gastroenterologia, Vol. 32/2018  

Revista Veja Saúde – Matéria de março/2021

UOL/Viva Bem 

VEJA/Saúde

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