Astro de Game of Thrones, Nikolaj Coster-Waldau, na Amazônia com o PNUD para descobrir a verdade por trás dos incêndios

NOVA IORQUE, 19 de setembro de 2019 /PRNewswire/ -- O astro de Game of Thrones e embaixador da boa vontade do PNUD, Nikolaj Coster-Waldau, acaba de retornar de uma jornada reveladora ao Peru, onde esteve nas profundezas da selva Amazônica com a agência da ONU para chegar à causa raiz e aos impactos dos incêndios. Sua missão também revelou informações sobre os efeitos das mudanças climáticas nas comunidades isoladas que vivem na floresta.

"Quando vi as imagens dos incêndios na Amazônia, como todos, me senti em choque, impotente e com raiva. Não fazia sentido para mim", disse Coster-Waldau. "Por isso quis visitar o Peru e descobrir as razões dos incêndios na Amazônia."

O que Coster-Waldau descobriu é que o desmatamento no lado peruano da Amazônia, ao qual os incêndios são atribuídos, pode ser vinculado às desigualdades econômicas e sociais que enfrentam as comunidades que vivem na região.

As comunidades indígenas e locais desempenham um papel importante na proteção da floresta tropical amazônica, que cobre mais de 60% do território do Peru e é crucial para o planeta, pois contém cerca de 20% da água doce da Terra.

Contudo, no lado peruano da Amazônia, muitas destas comunidades também enfrentam níveis elevados de pobreza, desigualdade e há uma carência de recursos e infraestrutura básicos. A maioria são vilarejos que subsistem da agricultura e da pesca, cujos habitantes dependem da floresta e, em geral, recorrem ao desmatamento para cultivar alimentos e garantir sua sobrevivência.

"O que descobri em minha viagem ao Peru é que os incêndios da Amazônia e o desmatamento são de uma complexidade incrível, cujo cerne é a desigualdade social", comentou Coster-Waldau.

"Visitei comunidades indígenas e pude compreender o dilema que enfrentam: eles são agricultores. Eles precisam cultivar, não para obter grandes lucros, mas apenas para alimentar suas famílias", ponderou Coster-Waldau. "Em geral, essas comunidades vivem em extrema pobreza e enfrentam uma escolha impossível: eles são os guardiães da Amazônia e, por outro lado, não têm muitas opções a não ser desmatar partes dela para cultivar suas plantações e meramente sobreviver."

"O problema das comunidades indígenas na Amazônia são uma janela não apenas para os impactos das mudanças climáticas, que se intensificaram nos últimos 20 anos, mas para uma de suas causas mais preponderantes: a desigualdade", disse Coster-Waldau.

"Se não tratarmos da desigualdade em escala global, não será possível tratar das mudanças climáticas. É complexo, mas há esperanças. Temos os recursos, temos a tecnologia. Apenas precisamos agir. Precisamos nos unir como indivíduos, como comunidades e como nações. Se fizermos isso, podemos resolver o problema."

"Os desafios para o desenvolvimento são imensos e, no Peru, que abriga a segunda maior área da floresta amazônica, temos de buscar soluções integradas que acelerem o progresso das comunidades carentes em direção à igualdade e à resiliência às mudanças climáticas", disse Maria del Carmen Sacasa, representante residente do PNUD no Peru.

O PNUD apoia o governo, o setor privado, as comunidades e suas iniciativas de redução do desmatamento e aborda a questão das mudanças climáticas do lado peruano da floresta amazônica. Em linha com a estrutura da política natural do Peru, o PNUD e seus parceiros tratam das causas fundamentais da degradação ambiental por meio de governança de apoio inclusiva, oferecendo auxílio técnico para estimular o crescimento econômico sustentável e uma subsistência que independa do clima, intermediando uma série de parcerias para alinhar o financiamento público e privado para um desenvolvimento sustentável.

O PNUD une-se a todos os níveis de pessoas e sociais para auxiliar no desenvolvimento de nações que resistam às crises e promovam e sustentem o tipo de crescimento que traz melhorias à qualidade de vida de todos. Em atividade em cerca de 170 países e territórios, oferecemos uma perspectiva global e informações locais para a ajudar a fortalecer vidas e a construir nações resilientes. www.undp.org .

Logotipo - https://mma.prnewswire.com/media/998273/UNDP_Logo.jpg  

 

FONTE United Nations Development Programme

NOVA IORQUE, 19 de setembro de 2019 /PRNewswire/ -- O astro de Game of Thrones e embaixador da boa vontade do PNUD, Nikolaj Coster-Waldau, acaba de retornar de uma jornada reveladora ao Peru, onde esteve nas profundezas da selva Amazônica com a agência da ONU para chegar à causa raiz e aos impactos dos incêndios. Sua missão também revelou informações sobre os efeitos das mudanças climáticas nas comunidades isoladas que vivem na floresta.

"Quando vi as imagens dos incêndios na Amazônia, como todos, me senti em choque, impotente e com raiva. Não fazia sentido para mim", disse Coster-Waldau. "Por isso quis visitar o Peru e descobrir as razões dos incêndios na Amazônia."

O que Coster-Waldau descobriu é que o desmatamento no lado peruano da Amazônia, ao qual os incêndios são atribuídos, pode ser vinculado às desigualdades econômicas e sociais que enfrentam as comunidades que vivem na região.

As comunidades indígenas e locais desempenham um papel importante na proteção da floresta tropical amazônica, que cobre mais de 60% do território do Peru e é crucial para o planeta, pois contém cerca de 20% da água doce da Terra.

Contudo, no lado peruano da Amazônia, muitas destas comunidades também enfrentam níveis elevados de pobreza, desigualdade e há uma carência de recursos e infraestrutura básicos. A maioria são vilarejos que subsistem da agricultura e da pesca, cujos habitantes dependem da floresta e, em geral, recorrem ao desmatamento para cultivar alimentos e garantir sua sobrevivência.

"O que descobri em minha viagem ao Peru é que os incêndios da Amazônia e o desmatamento são de uma complexidade incrível, cujo cerne é a desigualdade social", comentou Coster-Waldau.

"Visitei comunidades indígenas e pude compreender o dilema que enfrentam: eles são agricultores. Eles precisam cultivar, não para obter grandes lucros, mas apenas para alimentar suas famílias", ponderou Coster-Waldau. "Em geral, essas comunidades vivem em extrema pobreza e enfrentam uma escolha impossível: eles são os guardiães da Amazônia e, por outro lado, não têm muitas opções a não ser desmatar partes dela para cultivar suas plantações e meramente sobreviver."

"O problema das comunidades indígenas na Amazônia são uma janela não apenas para os impactos das mudanças climáticas, que se intensificaram nos últimos 20 anos, mas para uma de suas causas mais preponderantes: a desigualdade", disse Coster-Waldau.

"Se não tratarmos da desigualdade em escala global, não será possível tratar das mudanças climáticas. É complexo, mas há esperanças. Temos os recursos, temos a tecnologia. Apenas precisamos agir. Precisamos nos unir como indivíduos, como comunidades e como nações. Se fizermos isso, podemos resolver o problema."

"Os desafios para o desenvolvimento são imensos e, no Peru, que abriga a segunda maior área da floresta amazônica, temos de buscar soluções integradas que acelerem o progresso das comunidades carentes em direção à igualdade e à resiliência às mudanças climáticas", disse Maria del Carmen Sacasa, representante residente do PNUD no Peru.

O PNUD apoia o governo, o setor privado, as comunidades e suas iniciativas de redução do desmatamento e aborda a questão das mudanças climáticas do lado peruano da floresta amazônica. Em linha com a estrutura da política natural do Peru, o PNUD e seus parceiros tratam das causas fundamentais da degradação ambiental por meio de governança de apoio inclusiva, oferecendo auxílio técnico para estimular o crescimento econômico sustentável e uma subsistência que independa do clima, intermediando uma série de parcerias para alinhar o financiamento público e privado para um desenvolvimento sustentável.

O PNUD une-se a todos os níveis de pessoas e sociais para auxiliar no desenvolvimento de nações que resistam às crises e promovam e sustentem o tipo de crescimento que traz melhorias à qualidade de vida de todos. Em atividade em cerca de 170 países e territórios, oferecemos uma perspectiva global e informações locais para a ajudar a fortalecer vidas e a construir nações resilientes. www.undp.org .

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