Brasil pode criar 173 mil novos empregos ao acabar com contrabando

SÃO PAULO, 3 de março de 2021 /PRNewswire/ -- Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP) – 173 mil novos empregos podem ser gerados no Brasil com a substituição do cigarro ilícito pelo produto legal, é o que aponta um estudo inédito da Oxford Economics divulgado nesta quarta-feira (3), Dia Nacional de Combate ao Contrabando. Além da arrecadação de impostos, o contrabando de cigarros prejudica a produção legal e, consequentemente, a geração de empregos, incluindo cultivo de tabaco, fabricação e distribuição de cigarros. 

Por outro lado, o estudo aponta que a presença de um grande e crescente setor ilícito ainda pode representar uma oportunidade para o Brasil: a substituição de produtos ilegais por legítimos poderiam gerar uma maior atividade econômica no país. "Estimamos que a substituição dos cerca de 63,4 bilhões de cigarros ilegais que circulam no país por produtos legítimos, produzidos no Brasil, sustentaria uma contribuição adicional de R$ 6 bilhões ao PIB e apoiaria a criação de 173.340 empregos", aponta Marcos Casarin, economista da Oxford Economics. A atividade extra também geraria R$ 1,3 bilhões em receitas fiscais adicionais (receitas fiscais associadas ao emprego e à atividade sustentada). 

Somente em 2019, a indústria nacional de cigarros contribuiu com R$ 9,4 bilhões para o PIB (Produto Interno Bruto), sendo R$ 3,1 bilhões de atividade de cultivo de folhas, R$ 1,2 bilhão em produção de cigarros, R$ 0,9 bilhão em serviços de distribuição e varejo, R$ 2,5 bilhões em contribuição indireta e R$ 1,7 bilhão em atividades induzidas, conforme metodologia Oxford. Além disso, o país obteve em tributos sobre a produção e venda do mercado nacional de cigarros aproximadamente R$ 12,3 bilhões; observando-se apenas o IPI, o mercado nacional de cigarros representou 9,3% de todo o IPI arrecadado no País. 

Para Edson Vismona, presidente do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), "é inaceitável" para o Brasil ter o contrabando como líder do mercado nacional. "Além das bilionárias perdas com a evasão fiscal e o impacto na geração de empregos formais, o cigarro do crime exacerba a corrupção e financia as organizações criminosas e as milícias em atividades criminosas mais amplas em todo o país, com graves consequências para a segurança pública de toda a população," pontua. 

 

FONTE FNCP (Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade)

SÃO PAULO, 3 de março de 2021 /PRNewswire/ -- Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP) – 173 mil novos empregos podem ser gerados no Brasil com a substituição do cigarro ilícito pelo produto legal, é o que aponta um estudo inédito da Oxford Economics divulgado nesta quarta-feira (3), Dia Nacional de Combate ao Contrabando. Além da arrecadação de impostos, o contrabando de cigarros prejudica a produção legal e, consequentemente, a geração de empregos, incluindo cultivo de tabaco, fabricação e distribuição de cigarros. 

Por outro lado, o estudo aponta que a presença de um grande e crescente setor ilícito ainda pode representar uma oportunidade para o Brasil: a substituição de produtos ilegais por legítimos poderiam gerar uma maior atividade econômica no país. "Estimamos que a substituição dos cerca de 63,4 bilhões de cigarros ilegais que circulam no país por produtos legítimos, produzidos no Brasil, sustentaria uma contribuição adicional de R$ 6 bilhões ao PIB e apoiaria a criação de 173.340 empregos", aponta Marcos Casarin, economista da Oxford Economics. A atividade extra também geraria R$ 1,3 bilhões em receitas fiscais adicionais (receitas fiscais associadas ao emprego e à atividade sustentada). 

Somente em 2019, a indústria nacional de cigarros contribuiu com R$ 9,4 bilhões para o PIB (Produto Interno Bruto), sendo R$ 3,1 bilhões de atividade de cultivo de folhas, R$ 1,2 bilhão em produção de cigarros, R$ 0,9 bilhão em serviços de distribuição e varejo, R$ 2,5 bilhões em contribuição indireta e R$ 1,7 bilhão em atividades induzidas, conforme metodologia Oxford. Além disso, o país obteve em tributos sobre a produção e venda do mercado nacional de cigarros aproximadamente R$ 12,3 bilhões; observando-se apenas o IPI, o mercado nacional de cigarros representou 9,3% de todo o IPI arrecadado no País. 

Para Edson Vismona, presidente do Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), "é inaceitável" para o Brasil ter o contrabando como líder do mercado nacional. "Além das bilionárias perdas com a evasão fiscal e o impacto na geração de empregos formais, o cigarro do crime exacerba a corrupção e financia as organizações criminosas e as milícias em atividades criminosas mais amplas em todo o país, com graves consequências para a segurança pública de toda a população," pontua. 

 

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