Brasileiro defende combate ao contrabando no país, aponta pesquisa do FNCP

Levantamento avalia a opinião da população em relação aos impactos econômicos e sociais causados pelo contrabando ao País

SAO PAULO, 4 de maio de 2022 /PRNewswire/ -- A maioria da população brasileira (89%) compreende a gravidade do problema do contrabando no Brasil, cujo custo social subtrai investimentos nas áreas de educação, moradia, competividade da indústria e criação de empregos formais. É o que aponta pesquisa inédita realizada pelo Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), em parceria com o instituto internacional de pesquisas C|T RSR.

O financiamento do crime organizado é, para 74% dos entrevistados, o problema mais preocupante associado à venda de produtos ilegais, seguido do dinheiro do crime que poderia ser revertido em investimentos em habitação e educação (66%). Além disso, mais da metade (59%) dos entrevistados acredita que os empregos que são tirados da economia estão entre os impactos mais importantes do mercado ilegal.

Em relação às atitudes necessárias para combater a ilegalidade, 82% dos brasileiros (com quase metade concordando totalmente) declaram ser a favor de um sistema tributário mais justo que ajude os produtos legais a competir com os produtos ilegais.

"O levantamento deixa bem claro que a população está consciente sobre quem são os maiores beneficiários - as gangues criminosas - e os mais prejudicados pelo contrabando, que é a população brasileira, cujo ônus social é enorme, comprometendo seu futuro", enfatiza Edson Vismona, presidente do FNCP. 

A pesquisa foi realizada entre 1 e 3 de dezembro de 2021, com 1.500 residentes do Brasil com idades entre 18 e 45 anos.

FONTE FNCP (Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade)

Levantamento avalia a opinião da população em relação aos impactos econômicos e sociais causados pelo contrabando ao País

SAO PAULO, 4 de maio de 2022 /PRNewswire/ -- A maioria da população brasileira (89%) compreende a gravidade do problema do contrabando no Brasil, cujo custo social subtrai investimentos nas áreas de educação, moradia, competividade da indústria e criação de empregos formais. É o que aponta pesquisa inédita realizada pelo Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), em parceria com o instituto internacional de pesquisas C|T RSR.

O financiamento do crime organizado é, para 74% dos entrevistados, o problema mais preocupante associado à venda de produtos ilegais, seguido do dinheiro do crime que poderia ser revertido em investimentos em habitação e educação (66%). Além disso, mais da metade (59%) dos entrevistados acredita que os empregos que são tirados da economia estão entre os impactos mais importantes do mercado ilegal.

Em relação às atitudes necessárias para combater a ilegalidade, 82% dos brasileiros (com quase metade concordando totalmente) declaram ser a favor de um sistema tributário mais justo que ajude os produtos legais a competir com os produtos ilegais.

"O levantamento deixa bem claro que a população está consciente sobre quem são os maiores beneficiários - as gangues criminosas - e os mais prejudicados pelo contrabando, que é a população brasileira, cujo ônus social é enorme, comprometendo seu futuro", enfatiza Edson Vismona, presidente do FNCP. 

A pesquisa foi realizada entre 1 e 3 de dezembro de 2021, com 1.500 residentes do Brasil com idades entre 18 e 45 anos.

FONTE FNCP (Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade)

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