Cláudio Cotrim: ''celulose é um dos destaques nas exportações do agronegócio brasileiro''

A receita de US$ 13,6 bilhões em exportações do agronegócio garantiu superávit na economia do país, explica o diretor-presidente da Paper Excellence no Brasil

SÃO PAULO , 7 de junho de 2021 /PRNewswire/ -- O agronegócio brasileiro bateu recorde histórico em abril e registrou US$ 13,6 bilhões em exportações, uma alta de 39% em relação ao mesmo período de 2020. Os dados são da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com base nas informações do Ministério da Economia.

A produção brasileira mais vendida mundo afora inclui soja e seus derivados, celulose, carne bovina in natura, carne de frango in natura, algodão e mais uma dezena de itens.

De acordo com Claudio Cotrim, diretor-presidente da Paper Excellence no Brasil, empresa especializada na produção de celulose branqueada de eucalipto, os números são promissores "a celulose figura entre os três principais produtos brasileiros exportados para outros países, somando US$ 621,2 millhões em vendas.  Trabalhamos o crescimento de forma sustentável para mantermos a qualidade em todos os processos de produção".

Produção brasileira

O crescimento da produção de celulose no mercado brasileiro tem sido consistente. Em 2020, o país produziu cerca de 21 milhões de toneladas de celulose, alta de 6,4% em relação a 2019. Os embarques de 2020 totalizaram 15,6 milhões de toneladas, alta de 6,1%. De acordo com a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), a China é principal mercado da celulose produzida no Brasil, assim como de outros itens do agronegócio.

Mais de 75% das exportações do Brasil vão para dez principais destinos. A China está no topo da lista, com 48,1% do total, seguida por União Europeia (12,6%), Estados Unidos (5%), Turquia (2%), Tailândia (1,9%), Coreia do Sul (1,7%), Irã (1,7%), México (1,7%), Vietnã (1,6%) e Bangladesh (1,5%).

Na Paper Excellence Brasil, 90% da produção de 1,7 milhão de toneladas de celulose são comercializadas em 45 países da América Latina, América do Norte, Europa, Oceania, África e Ásia. A celulose produzida é matéria-prima para fabricação de embalagens, produtos de papel para higiene pessoal, materiais de escritório, impressos mídia, decoração e papéis especiais como emissão de vouchers.

Apenas no primeiro trimestre de 2021, a Eldorado Brasil, fabricante de celulose que tem como sócio a Paper Excellence, registrou alta de 52% no faturamento, com uma receita líquida de R$ 1,3 bilhão, em comparação ao mesmo período de 2020.

Cotrim relaciona o crescimento do mercado da celulose com a valorização do dólar frente ao real e também com o aumento do consumo global, especialmente da China, "a produção brasileira de celulose atingiu o segundo maior volume da história com as 21 milhões de toneladas produzidas em 2020. Isso demonstra o potencial das companhias em consonância com a demanda do mercado", explica o executivo.

Potencial de crescimento

Para a celulose, a China que já figura como principal comprador tem ainda mais potencial de negociação. É o que aponta um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada). A análise cruza dados do mercado chinês com os de exportação do Brasil e seus principais concorrentes nos principais segmentos do agronegócio entre 2014 e 2020.

Apesar de a China produzir cerca de metade da celulose que consome, nos últimos anos, as importações chinesas avançaram em ritmo superior à produção local – cenário que também deve se intensificar pela substituição da produção do insumo por outros de maior valor agregado. A presença chinesa nas exportações de celulose do Brasil saltou, em seis anos, para mais de 45%.

Cláudio Cotrim é diretor-presidente da Paper Excellence Brasil, executivo sênior, com sólida experiência na gestão operacional e estratégica de empresas industriais de grande porte com foco em mercados globalizados. Possui mais de uma década de experiência atuando no setor de papel e celulose, com uma carreira construída na área financeira, incluindo estruturação de financiamentos de longo prazo e planejamento financeiro. Possui larga experiência de liderança nas áreas de controladoria e finanças, recursos humanos, planejamento corporativo, jurídico e supply chain de empresas de grande porte. É formado em Administração de Empresas e possui MBA em finanças empresariais.

https://paperexcellencebrazil.com.br/

Foto - https://mma.prnewswire.com/media/1527735/freepik___plantacao_de_eucaliptos.jpg

 

FONTE Paper Excellence Brasil

A receita de US$ 13,6 bilhões em exportações do agronegócio garantiu superávit na economia do país, explica o diretor-presidente da Paper Excellence no Brasil

SÃO PAULO , 7 de junho de 2021 /PRNewswire/ -- O agronegócio brasileiro bateu recorde histórico em abril e registrou US$ 13,6 bilhões em exportações, uma alta de 39% em relação ao mesmo período de 2020. Os dados são da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), com base nas informações do Ministério da Economia.

A produção brasileira mais vendida mundo afora inclui soja e seus derivados, celulose, carne bovina in natura, carne de frango in natura, algodão e mais uma dezena de itens.

De acordo com Claudio Cotrim, diretor-presidente da Paper Excellence no Brasil, empresa especializada na produção de celulose branqueada de eucalipto, os números são promissores "a celulose figura entre os três principais produtos brasileiros exportados para outros países, somando US$ 621,2 millhões em vendas.  Trabalhamos o crescimento de forma sustentável para mantermos a qualidade em todos os processos de produção".

Produção brasileira

O crescimento da produção de celulose no mercado brasileiro tem sido consistente. Em 2020, o país produziu cerca de 21 milhões de toneladas de celulose, alta de 6,4% em relação a 2019. Os embarques de 2020 totalizaram 15,6 milhões de toneladas, alta de 6,1%. De acordo com a Indústria Brasileira de Árvores (Ibá), a China é principal mercado da celulose produzida no Brasil, assim como de outros itens do agronegócio.

Mais de 75% das exportações do Brasil vão para dez principais destinos. A China está no topo da lista, com 48,1% do total, seguida por União Europeia (12,6%), Estados Unidos (5%), Turquia (2%), Tailândia (1,9%), Coreia do Sul (1,7%), Irã (1,7%), México (1,7%), Vietnã (1,6%) e Bangladesh (1,5%).

Na Paper Excellence Brasil, 90% da produção de 1,7 milhão de toneladas de celulose são comercializadas em 45 países da América Latina, América do Norte, Europa, Oceania, África e Ásia. A celulose produzida é matéria-prima para fabricação de embalagens, produtos de papel para higiene pessoal, materiais de escritório, impressos mídia, decoração e papéis especiais como emissão de vouchers.

Apenas no primeiro trimestre de 2021, a Eldorado Brasil, fabricante de celulose que tem como sócio a Paper Excellence, registrou alta de 52% no faturamento, com uma receita líquida de R$ 1,3 bilhão, em comparação ao mesmo período de 2020.

Cotrim relaciona o crescimento do mercado da celulose com a valorização do dólar frente ao real e também com o aumento do consumo global, especialmente da China, "a produção brasileira de celulose atingiu o segundo maior volume da história com as 21 milhões de toneladas produzidas em 2020. Isso demonstra o potencial das companhias em consonância com a demanda do mercado", explica o executivo.

Potencial de crescimento

Para a celulose, a China que já figura como principal comprador tem ainda mais potencial de negociação. É o que aponta um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada). A análise cruza dados do mercado chinês com os de exportação do Brasil e seus principais concorrentes nos principais segmentos do agronegócio entre 2014 e 2020.

Apesar de a China produzir cerca de metade da celulose que consome, nos últimos anos, as importações chinesas avançaram em ritmo superior à produção local – cenário que também deve se intensificar pela substituição da produção do insumo por outros de maior valor agregado. A presença chinesa nas exportações de celulose do Brasil saltou, em seis anos, para mais de 45%.

Cláudio Cotrim é diretor-presidente da Paper Excellence Brasil, executivo sênior, com sólida experiência na gestão operacional e estratégica de empresas industriais de grande porte com foco em mercados globalizados. Possui mais de uma década de experiência atuando no setor de papel e celulose, com uma carreira construída na área financeira, incluindo estruturação de financiamentos de longo prazo e planejamento financeiro. Possui larga experiência de liderança nas áreas de controladoria e finanças, recursos humanos, planejamento corporativo, jurídico e supply chain de empresas de grande porte. É formado em Administração de Empresas e possui MBA em finanças empresariais.

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FONTE Paper Excellence Brasil

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