Como a pandemia de COVID-19 afetou o setor de Turismo

Impactos ainda são consideráveis e a retomada será lenta e deve modificar todo o trade

RIO DE JANEIRO, Brasil, 29 de outubro de 2020 /PRNewswire/ -- No início de 2020, as perspectivas do crescimento do turismo global eram bastante promissoras, o que mudou com o passar do tempo pelo surgimento e a acelerada propagação da pandemia do coronavírus e afetados pelo isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus, a demanda por viagens foi rapidamente frustrada, o fechamento de fronteiras, o cancelamento de vôos nacionais e internacionais e a implantação de medidas restritivas das atividades econômicas, praticamente paralisaram o mercado turístico.

Duramente impactado pela pandemia, o setor de turismo, que movimenta mais de 50 segmentos da economia, foi um dos que mais sofreu, tenta se reerguer à medida que os níveis de risco sanitário para Covid-19 vão sendo reduzidos, promovendo a reabertura econômica.

Depois de sofrer perdas significativas nos negócios, o que restou até o momento foi o aprendizado e grandes desafios aos profissionais do setor em todo o país para garantir segurança no retorno das atividades. Alguns aspectos importantes para aquecer o setor ainda têm grande influencia, é o caso da  retomada da malha aérea oferecida antes e que foi reduzida drasticamente pelas companhias , outro ponto é a necessidade de redução no número de hóspedes nos hotéis, redução no número de empregados e até mesmo o grande número de estabelecimentos que foram fechados em meio à crise.

Muitas atividades que compõem o turismo brasileiro ainda seguem timidamente com perspectiva duvidosa de recuperação significativa nos próximos meses, principalmente em virtude do caráter não essencial do consumo destes serviços. Apesar do PIB turístico ter sido impactado, até agora, com uma queda de 38,9% (dados da FGV), a boa notícia é que hoje, ainda que diante de uma série de restrições e muitos desafios financeiros, a maioria dos estabelecimentos destinados à hotelaria voltou a operar, especialmente em relação ao turismo de lazer, pois após o período de isolamento social as pessoas resolveram sair.

O fluxo não é grande e os hábitos estão diferentes porque a maioria das pessoas ainda tem receio de encarar longas distâncias e preferindo optar este ano e nos dois primeiros meses de 2021, por viagens curtas, que possibilitem rápido retorno ao lar. Dessa forma viagens curtas e rodoviárias para  turismo local ou regional serão os alavancadores do setor nesse primeiro momento de período 'pós-pandemia'.

Segundo o empresário Wilson Borges Pereira IV, que mantém negócios no ramo de turismo, "o caminho para a real recuperação da atividade turística não somente no Brasil, mas em todo o mundo, será longo e lento, e certamente veremos um retorno do turismo de forma gradual, considerando que ainda estamos vivendo sob medidas de distanciamento social". No entanto, o empresário acredita que a proximidade da alta temporada de verão vai ajudar na recuperação do setor. "O próprio Sebrae já constatou uma certa intensificação no movimento turístico nos finais de semana e feriados e a ampliação da demanda por reservas. Creio que se todos tiverem consciência e adotarem as medidas sanitárias corretas não teremos problemas nesta retomada".

Fonte: Wilson Borges Pereira IV

FONTE Wilson Borges Pereira IV

Impactos ainda são consideráveis e a retomada será lenta e deve modificar todo o trade

RIO DE JANEIRO, Brasil, 29 de outubro de 2020 /PRNewswire/ -- No início de 2020, as perspectivas do crescimento do turismo global eram bastante promissoras, o que mudou com o passar do tempo pelo surgimento e a acelerada propagação da pandemia do coronavírus e afetados pelo isolamento social imposto pela pandemia do coronavírus, a demanda por viagens foi rapidamente frustrada, o fechamento de fronteiras, o cancelamento de vôos nacionais e internacionais e a implantação de medidas restritivas das atividades econômicas, praticamente paralisaram o mercado turístico.

Duramente impactado pela pandemia, o setor de turismo, que movimenta mais de 50 segmentos da economia, foi um dos que mais sofreu, tenta se reerguer à medida que os níveis de risco sanitário para Covid-19 vão sendo reduzidos, promovendo a reabertura econômica.

Depois de sofrer perdas significativas nos negócios, o que restou até o momento foi o aprendizado e grandes desafios aos profissionais do setor em todo o país para garantir segurança no retorno das atividades. Alguns aspectos importantes para aquecer o setor ainda têm grande influencia, é o caso da  retomada da malha aérea oferecida antes e que foi reduzida drasticamente pelas companhias , outro ponto é a necessidade de redução no número de hóspedes nos hotéis, redução no número de empregados e até mesmo o grande número de estabelecimentos que foram fechados em meio à crise.

Muitas atividades que compõem o turismo brasileiro ainda seguem timidamente com perspectiva duvidosa de recuperação significativa nos próximos meses, principalmente em virtude do caráter não essencial do consumo destes serviços. Apesar do PIB turístico ter sido impactado, até agora, com uma queda de 38,9% (dados da FGV), a boa notícia é que hoje, ainda que diante de uma série de restrições e muitos desafios financeiros, a maioria dos estabelecimentos destinados à hotelaria voltou a operar, especialmente em relação ao turismo de lazer, pois após o período de isolamento social as pessoas resolveram sair.

O fluxo não é grande e os hábitos estão diferentes porque a maioria das pessoas ainda tem receio de encarar longas distâncias e preferindo optar este ano e nos dois primeiros meses de 2021, por viagens curtas, que possibilitem rápido retorno ao lar. Dessa forma viagens curtas e rodoviárias para  turismo local ou regional serão os alavancadores do setor nesse primeiro momento de período 'pós-pandemia'.

Segundo o empresário Wilson Borges Pereira IV, que mantém negócios no ramo de turismo, "o caminho para a real recuperação da atividade turística não somente no Brasil, mas em todo o mundo, será longo e lento, e certamente veremos um retorno do turismo de forma gradual, considerando que ainda estamos vivendo sob medidas de distanciamento social". No entanto, o empresário acredita que a proximidade da alta temporada de verão vai ajudar na recuperação do setor. "O próprio Sebrae já constatou uma certa intensificação no movimento turístico nos finais de semana e feriados e a ampliação da demanda por reservas. Creio que se todos tiverem consciência e adotarem as medidas sanitárias corretas não teremos problemas nesta retomada".

Fonte: Wilson Borges Pereira IV

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