Como o contrabando gera desemprego

A indústria de tabaco deixou de criar 27 mil vagas por causa das marcas clandestinas, segundo estudo da Oxford Economics

SÃO PAULO, 16 de março de 2020 /PRNewswire/ -- O contrabando de cigarros, que detém 57% do mercado de tabaco no Brasil segundo dados do Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), fez com que a indústria legal deixasse de gerar 27 mil empregos diretos e indiretos no ano passado, segundo a consultoria Oxford Economics. Hoje, a indústria do tabaco gera 25,9 mil empregos no País, sendo 4 mil diretos, nas fábricas de tabaco que atuam no território brasileiro; 16,6 mil indiretos, nas cadeias de fornecimento que dão suporte às fábricas, como é o caso dos produtores de tabaco; e 5,3 mil induzidos. Esta última categoria compreende os benefícios econômicos em sentido amplo, que se dão quando os trabalhadores empregados por essas fábricas e também pelas empresas de suas cadeias de fornecimento gastam o que ganham, por exemplo, em lojas e estabelecimentos de lazer.

Segundo Marcos Casarin, economista da Oxford Economics, a inundação de cigarros contrabandeados no mercado brasileiro tem efeitos em cascata em toda a economia nacional e afeta sensivelmente a geração de empregos. "O impacto vai muito além do fechamento de fábricas no País e a redução dos postos de empregos diretos. A produção de cigarros requer a aquisição significativa de bens e serviços de terceiros, provenientes de todas as partes da economia. Estes terceiros, por sua vez, compram de outros fornecedores, que consomem de outros, sustentando atividades econômicas em todo o Brasil.", afirma o pesquisador, autor do estudo "A economia do mercado ilegal de tabaco no Brasil". De acordo com Casarin, o principal prejudicado com essa perda de empregos é o agricultor. "Ele é o mais afetado pelo contrabando de cigarros."

FONTE Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP)

A indústria de tabaco deixou de criar 27 mil vagas por causa das marcas clandestinas, segundo estudo da Oxford Economics

SÃO PAULO, 16 de março de 2020 /PRNewswire/ -- O contrabando de cigarros, que detém 57% do mercado de tabaco no Brasil segundo dados do Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), fez com que a indústria legal deixasse de gerar 27 mil empregos diretos e indiretos no ano passado, segundo a consultoria Oxford Economics. Hoje, a indústria do tabaco gera 25,9 mil empregos no País, sendo 4 mil diretos, nas fábricas de tabaco que atuam no território brasileiro; 16,6 mil indiretos, nas cadeias de fornecimento que dão suporte às fábricas, como é o caso dos produtores de tabaco; e 5,3 mil induzidos. Esta última categoria compreende os benefícios econômicos em sentido amplo, que se dão quando os trabalhadores empregados por essas fábricas e também pelas empresas de suas cadeias de fornecimento gastam o que ganham, por exemplo, em lojas e estabelecimentos de lazer.

Segundo Marcos Casarin, economista da Oxford Economics, a inundação de cigarros contrabandeados no mercado brasileiro tem efeitos em cascata em toda a economia nacional e afeta sensivelmente a geração de empregos. "O impacto vai muito além do fechamento de fábricas no País e a redução dos postos de empregos diretos. A produção de cigarros requer a aquisição significativa de bens e serviços de terceiros, provenientes de todas as partes da economia. Estes terceiros, por sua vez, compram de outros fornecedores, que consomem de outros, sustentando atividades econômicas em todo o Brasil.", afirma o pesquisador, autor do estudo "A economia do mercado ilegal de tabaco no Brasil". De acordo com Casarin, o principal prejudicado com essa perda de empregos é o agricultor. "Ele é o mais afetado pelo contrabando de cigarros."

FONTE Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP)

Você acabou de ler:

Como o contrabando gera desemprego

Compartilhe

https://prnewswire.com.br/releases/como-o-contrabando-gera-desemprego/