Condições meteorológicas e investimento em biotecnologia podem aumentar produtividade no algodão em até 20%, segundo produtor de MT

Agricultor da região da Serra da Petrovina que utiliza biotecnologia da Bayer prevê retomada da cultura e alta produtividade na próxima safra

SÃO PAULO, 15 de fevereiro de 2022 /PRNewswire/ -- Os preços elevados do algodão no mercado externo, o dólar em patamar elevado e as condições meteorológicas mais favoráveis para o cultivo no Brasil em 2022 indicam uma recuperação da cotonicultura brasileira nesta safra. Com isso, a última projeção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de uma elevação de 15% na produção da pluma em relação à temporada 2020/2021, com colheita de 2,71 milhões de toneladas.

Para o produtor Victor Griesang da Sementes Tropical, que cultiva soja, milho e algodão na região da Serra da Petrovina, Sul do Mato Grosso, tudo indica que a safra atual deve gerar resultados superiores aos de 2021. "Caso chova em maio e abril, teremos tetos produtivos altos e esperamos chegar a 400 arrobas de algodão por hectare, resultado que tivemos há cerca de dois anos. O algodão tem um potencial de trazer muito resultado e poderemos ver um crescimento de até 20% em relação ao ano anterior", conta.

O grupo, que iniciou o cultivo de algodão em 1999, investe no plantio de segunda safra, após a colheita da soja. A prática garante maior sustentabilidade econômica, pois permite a produção em um período mais curto na lavoura, além de ganhos agronômicos em fertilidade do solo, já que a soja colabora com a fixação de nitrogênio, enriquecendo os nutrientes disponíveis para a cultura seguinte. Em 2022, a Sementes Tropical encontrou uma boa janela de plantio de soja e está cultivando algodão em 2.000 hectares, uma área 60% maior do que no ano passado.

"A cultura do algodão é de alto risco, muito suscetível a fatores climáticos e macroeconômicos, e requer um investimento elevado. No Mato Grosso, por termos condições climáticas favoráveis, solos férteis e alta capacidade técnica, conseguimos dominá-la", explica Griesang.

Tecnologia para uma safra mais curta

O plantio de segunda safra do algodão requer precisão e abre pouca margem a erros, por ser realizado em uma janela curta. Para que haja maior segurança no controle de doenças e pragas que atingem a cultura, como as lagartas, o investimento em biotecnologia é uma prática frequente. "Não adianta plantar o algodão sem tecnologia, pois o custo da cultura é alto e temos janelas extremamente curtas. Por isso, desde 2015 utilizamos biotecnologias que trazem maior segurança no controle de pragas e, neste ano, pela segunda vez, estamos utilizando a biotecnologia Bollgard® 3 RRFlex", conta Griesang.

A terceira geração da biotecnologia Bollgard®, lançada de forma comercial pela Bayer em 2021, facilita o manejo e o controle de pragas na cultura, trazendo mais segurança e economia para o agricultor. "O lançamento de Bollgard® 3 RRFlex é parte importante da nossa estratégia para o manejo de insetos na cultura do algodão, já que proporciona proteção contra as principais lagartas que atacam a cultura, como falsa medideira, curuquerê, lagarta rosada e lagarta da maçã, além de adicionar proteção contra lagartas dos complexos Spodoptera spp e Helicoverpa spp. Além disso, o cotonicultor continuará a ter a flexibilidade no manejo de plantas daninhas com o herbicida glifosato", explica Rafael Mendes, líder do Negócios de Algodão da Bayer para a América Latina.

Depois que passou a investir em biotecnologia, hoje presente em cerca de 90% das áreas destinadas à cultura na fazenda, o grupo Sementes Tropical viu um salto de produtividade do algodão. "A cultivar com a qual nós mais tivemos resultados foi em 2019/2020, com talhões acima de 400 arrobas, algo que pode se repetir em 2022", revela Griesang "Também notamos uma maior qualidade da fibra. Isso nos deixa muito contentes, pois não adianta ter um alto teto produtivo com padrões que não são de exportação", defende.

"O uso de biotecnologia junto a boas práticas de manejo tem trazido resultados positivos para a toda a cadeia de algodão. Além de produtividade, traz ganhos ao meio ambiente, já que permite otimizar o uso de insumos agrícolas e recursos naturais", afirma o diretor de Negócios de Soja e Algodão da Bayer, Fernando Prudente.

Sustentabilidade no radar

Com uma demanda da cadeia e dos consumidores por matérias-primas produzidas de forma responsável, os produtores têm buscado formas de reduzir sua pegada ambiental e preservar os recursos naturais, ao mesmo tempo em que garantem uma produção consistente. Segundo o produtor da Sementes Tropical, a biotecnologia e as variedades utilizadas também têm colaborado com a adoção de práticas de manejo mais benéficas ao meio ambiente na fazenda.

"Quando temos uma tecnologia na semente que nos protege de alguns insetos e reduz a necessidade de aplicação defensivos agrícolas, sem dúvidas estamos contribuindo para um tipo de produção mais sustentável. Ter essa resistência na planta é o caminho mais sustentável que pode haver e isso converge com nossos valores como empresa", finaliza Griesang.

Foto - https://mma.prnewswire.com/media/1747184/Victor_Griesang.jpg

FONTE Bayer

Agricultor da região da Serra da Petrovina que utiliza biotecnologia da Bayer prevê retomada da cultura e alta produtividade na próxima safra

SÃO PAULO, 15 de fevereiro de 2022 /PRNewswire/ -- Os preços elevados do algodão no mercado externo, o dólar em patamar elevado e as condições meteorológicas mais favoráveis para o cultivo no Brasil em 2022 indicam uma recuperação da cotonicultura brasileira nesta safra. Com isso, a última projeção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) é de uma elevação de 15% na produção da pluma em relação à temporada 2020/2021, com colheita de 2,71 milhões de toneladas.

Para o produtor Victor Griesang da Sementes Tropical, que cultiva soja, milho e algodão na região da Serra da Petrovina, Sul do Mato Grosso, tudo indica que a safra atual deve gerar resultados superiores aos de 2021. "Caso chova em maio e abril, teremos tetos produtivos altos e esperamos chegar a 400 arrobas de algodão por hectare, resultado que tivemos há cerca de dois anos. O algodão tem um potencial de trazer muito resultado e poderemos ver um crescimento de até 20% em relação ao ano anterior", conta.

O grupo, que iniciou o cultivo de algodão em 1999, investe no plantio de segunda safra, após a colheita da soja. A prática garante maior sustentabilidade econômica, pois permite a produção em um período mais curto na lavoura, além de ganhos agronômicos em fertilidade do solo, já que a soja colabora com a fixação de nitrogênio, enriquecendo os nutrientes disponíveis para a cultura seguinte. Em 2022, a Sementes Tropical encontrou uma boa janela de plantio de soja e está cultivando algodão em 2.000 hectares, uma área 60% maior do que no ano passado.

"A cultura do algodão é de alto risco, muito suscetível a fatores climáticos e macroeconômicos, e requer um investimento elevado. No Mato Grosso, por termos condições climáticas favoráveis, solos férteis e alta capacidade técnica, conseguimos dominá-la", explica Griesang.

Tecnologia para uma safra mais curta

O plantio de segunda safra do algodão requer precisão e abre pouca margem a erros, por ser realizado em uma janela curta. Para que haja maior segurança no controle de doenças e pragas que atingem a cultura, como as lagartas, o investimento em biotecnologia é uma prática frequente. "Não adianta plantar o algodão sem tecnologia, pois o custo da cultura é alto e temos janelas extremamente curtas. Por isso, desde 2015 utilizamos biotecnologias que trazem maior segurança no controle de pragas e, neste ano, pela segunda vez, estamos utilizando a biotecnologia Bollgard® 3 RRFlex", conta Griesang.

A terceira geração da biotecnologia Bollgard®, lançada de forma comercial pela Bayer em 2021, facilita o manejo e o controle de pragas na cultura, trazendo mais segurança e economia para o agricultor. "O lançamento de Bollgard® 3 RRFlex é parte importante da nossa estratégia para o manejo de insetos na cultura do algodão, já que proporciona proteção contra as principais lagartas que atacam a cultura, como falsa medideira, curuquerê, lagarta rosada e lagarta da maçã, além de adicionar proteção contra lagartas dos complexos Spodoptera spp e Helicoverpa spp. Além disso, o cotonicultor continuará a ter a flexibilidade no manejo de plantas daninhas com o herbicida glifosato", explica Rafael Mendes, líder do Negócios de Algodão da Bayer para a América Latina.

Depois que passou a investir em biotecnologia, hoje presente em cerca de 90% das áreas destinadas à cultura na fazenda, o grupo Sementes Tropical viu um salto de produtividade do algodão. "A cultivar com a qual nós mais tivemos resultados foi em 2019/2020, com talhões acima de 400 arrobas, algo que pode se repetir em 2022", revela Griesang "Também notamos uma maior qualidade da fibra. Isso nos deixa muito contentes, pois não adianta ter um alto teto produtivo com padrões que não são de exportação", defende.

"O uso de biotecnologia junto a boas práticas de manejo tem trazido resultados positivos para a toda a cadeia de algodão. Além de produtividade, traz ganhos ao meio ambiente, já que permite otimizar o uso de insumos agrícolas e recursos naturais", afirma o diretor de Negócios de Soja e Algodão da Bayer, Fernando Prudente.

Sustentabilidade no radar

Com uma demanda da cadeia e dos consumidores por matérias-primas produzidas de forma responsável, os produtores têm buscado formas de reduzir sua pegada ambiental e preservar os recursos naturais, ao mesmo tempo em que garantem uma produção consistente. Segundo o produtor da Sementes Tropical, a biotecnologia e as variedades utilizadas também têm colaborado com a adoção de práticas de manejo mais benéficas ao meio ambiente na fazenda.

"Quando temos uma tecnologia na semente que nos protege de alguns insetos e reduz a necessidade de aplicação defensivos agrícolas, sem dúvidas estamos contribuindo para um tipo de produção mais sustentável. Ter essa resistência na planta é o caminho mais sustentável que pode haver e isso converge com nossos valores como empresa", finaliza Griesang.

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