Covid-19 faz o Brasil ter maior taxa de desemprego dos últimos 30 anos

Número de desempregados foi de 10,1 milhões em maio a 12,9 milhões em agosto

RIO DE JANEIRO, Brasil, 26 de outubro de 2020 /PRNewswire/ -- Somente nos últimos quatro meses de pandemia a taxa de desemprego aumentou 27,6% atingindo seu maior patamar em agosto, da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19, iniciada em maio desse ano.

Para entender o crescente número deve mos considerar que no início de maio, todo mundo estava afastado, em distanciamento social, e as pessoas não puderam se empenhar numa forte procura por emprego. O mercado de trabalho estava congelado para ver como as coisas iriam se desenrolar. As empresas foram obrigadas a se manter fechadas e não tinha sequer local onde essas pessoas pudessem trabalhar.

Então, à medida que o período de distanciamento social se estendeu muitas empresas não conseguiram manter funcionários em seus postos e passaram a fazer acordos de desligamento. Além disso, a grande parcela da população que se ocupava com empregos informais, perdeu completamente seu espaço durante esse período.  Assim, taxa de desocupados, que era de 10,5% no início de maio, sofreu um crescimento progressivo que explica a alta, tanto das variações negativas da população ocupada quanto ao aumento de pessoas que passaram a buscar trabalho.

De acordo com a última estimativa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o contingente de desempregados em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho chega a 12,9 milhões. Todavia, o IBGE considera que houve estabilidade do indicador e atribui o crescimento da população desocupada à retomada da busca por emprego diante da crescente retomada das atividades econômicas pelo país.

Com o afrouxamento do isolamento social, e o retorno das atividades, ainda que com restrições, o empresário Wilson Borges Pereira IV vê o cenário com positivismo. "Apesar de a crise estar longe de acabar, já há uma esperança no ar de que ainda possamos recuperar um pouco das perdas deste ano. Os números da produção e do emprego começaram a mostrar sinais positivos, e a previsão é de aquecimento na economia, o que vai gerar mais empregos produtivos e até mesmo a realocação daqueles que perderam suas posições".

Fonte: Wilson Borges Pereira IV

FONTE Wilson Borges Pereira IV

Número de desempregados foi de 10,1 milhões em maio a 12,9 milhões em agosto

RIO DE JANEIRO, Brasil, 26 de outubro de 2020 /PRNewswire/ -- Somente nos últimos quatro meses de pandemia a taxa de desemprego aumentou 27,6% atingindo seu maior patamar em agosto, da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Covid-19, iniciada em maio desse ano.

Para entender o crescente número deve mos considerar que no início de maio, todo mundo estava afastado, em distanciamento social, e as pessoas não puderam se empenhar numa forte procura por emprego. O mercado de trabalho estava congelado para ver como as coisas iriam se desenrolar. As empresas foram obrigadas a se manter fechadas e não tinha sequer local onde essas pessoas pudessem trabalhar.

Então, à medida que o período de distanciamento social se estendeu muitas empresas não conseguiram manter funcionários em seus postos e passaram a fazer acordos de desligamento. Além disso, a grande parcela da população que se ocupava com empregos informais, perdeu completamente seu espaço durante esse período.  Assim, taxa de desocupados, que era de 10,5% no início de maio, sofreu um crescimento progressivo que explica a alta, tanto das variações negativas da população ocupada quanto ao aumento de pessoas que passaram a buscar trabalho.

De acordo com a última estimativa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o contingente de desempregados em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho chega a 12,9 milhões. Todavia, o IBGE considera que houve estabilidade do indicador e atribui o crescimento da população desocupada à retomada da busca por emprego diante da crescente retomada das atividades econômicas pelo país.

Com o afrouxamento do isolamento social, e o retorno das atividades, ainda que com restrições, o empresário Wilson Borges Pereira IV vê o cenário com positivismo. "Apesar de a crise estar longe de acabar, já há uma esperança no ar de que ainda possamos recuperar um pouco das perdas deste ano. Os números da produção e do emprego começaram a mostrar sinais positivos, e a previsão é de aquecimento na economia, o que vai gerar mais empregos produtivos e até mesmo a realocação daqueles que perderam suas posições".

Fonte: Wilson Borges Pereira IV

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