'Covid-19 forçou a indústria de saúde a aceitar a telemedicina', afirma vice-presidente da Siemens Healthineers

SÃO PAULO, 27 de julho de 2020 /PRNewswire/ -- A vice-presidente corporativa de marketing e operações de vendas da Siemens Healthineers, Ghada Trotabas, o head para Europa e América Latina do Institute for Healthcare Improvement (IHI), Pedro Delgado, e o presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, Sidney Klajner foram os expositores da segunda live do 9º Fórum LIDE da Saúde e Bem-Estar, realizada nesta segunda-feira (27).

O evento remoto ocorreu em virtude da pandemia da Covid-19, o novo coronavírus, em medida alinhada às recomendações das autoridades de saúde brasileira e internacional. Os participantes debateram "Telemedicina" e tiveram a mediação do chairman do LIDE, Luiz Fernando Furlan, do presidente do LIDE Saúde, Claudio Lottenberg, e do diretor-executivo do Grupo Doria, João Doria Neto.

"A digitalização mudou a sociedade, a maneira das pessoas se relacionarem, mas não como os pacientes recebem cuidado. E a Covid-19 forçou a indústria de saúde a fazer uma mudança grande e aceitar a telemedicina. Pudemos experimentá-la. Com a pandemia precisamos questionar: podemos repensar a forma como tratamos os pacientes, incluindo a telemedicina?", ponderou Ghada Trotabas.

Segundo a vice-presidente corporativa de marketing e operações de vendas da Siemens, o recurso da telemedicina consolidou-se nesse período e abriu mercado no setor. "Um exemplo estimulante é a cirurgia telerobótica, realizada com um conjunto de wireless e enriquecida com a utilização de inteligência artificial para operar pacientes que estão a quilômetros de distância", contou.

Para Pedro Delgado, é preciso encontrar um modelo de melhoria contínua para que esse sistema possa ser utilizado pelo maior número possível de pacientes. "Temos uma busca simultânea para que as pessoas fiquem mais saudáveis, que se resume achar o ponto de intersecção entre saúde da população, experiência e cuidado do paciente e custos sustentáveis", afirmou.

"A medida que aumenta o uso da telesaúde, aumentamos proporcionalmente a pontualidade e a igualdade de tratamento para todos. Mas também precisamos questionar sobre a adequação relacionada a especialidades, considerar pessoas que não têm acesso à internet e debater sobre confidencialidade de dados e informações do paciente", afirma o head para Europa e América Latina do IHI.

O médico Sidney Klajner também considerou a democratização do recurso e comentou que os entraves contra a telemedicina foram solucionados pela força da pandemia. "É uma possibilidade que quebra barreiras logísticas e traz qualidade. E o mais importante em uma plataforma médica, ao contrário que se possa imaginar, ela não afasta médicos e pacientes. Ela traz o conceito do high touch ao último patamar", diz.

O 9º Fórum LIDE da Saúde e Bem-Estar teve como patrocinadores Abimed, Aché, Hospital Albert Einstein, Amil, BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, HomMed, Pfizer e RV Ímola. A RCE foi a fornecedora oficial do evento.

FONTE LIDE

SÃO PAULO, 27 de julho de 2020 /PRNewswire/ -- A vice-presidente corporativa de marketing e operações de vendas da Siemens Healthineers, Ghada Trotabas, o head para Europa e América Latina do Institute for Healthcare Improvement (IHI), Pedro Delgado, e o presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, Sidney Klajner foram os expositores da segunda live do 9º Fórum LIDE da Saúde e Bem-Estar, realizada nesta segunda-feira (27).

O evento remoto ocorreu em virtude da pandemia da Covid-19, o novo coronavírus, em medida alinhada às recomendações das autoridades de saúde brasileira e internacional. Os participantes debateram "Telemedicina" e tiveram a mediação do chairman do LIDE, Luiz Fernando Furlan, do presidente do LIDE Saúde, Claudio Lottenberg, e do diretor-executivo do Grupo Doria, João Doria Neto.

"A digitalização mudou a sociedade, a maneira das pessoas se relacionarem, mas não como os pacientes recebem cuidado. E a Covid-19 forçou a indústria de saúde a fazer uma mudança grande e aceitar a telemedicina. Pudemos experimentá-la. Com a pandemia precisamos questionar: podemos repensar a forma como tratamos os pacientes, incluindo a telemedicina?", ponderou Ghada Trotabas.

Segundo a vice-presidente corporativa de marketing e operações de vendas da Siemens, o recurso da telemedicina consolidou-se nesse período e abriu mercado no setor. "Um exemplo estimulante é a cirurgia telerobótica, realizada com um conjunto de wireless e enriquecida com a utilização de inteligência artificial para operar pacientes que estão a quilômetros de distância", contou.

Para Pedro Delgado, é preciso encontrar um modelo de melhoria contínua para que esse sistema possa ser utilizado pelo maior número possível de pacientes. "Temos uma busca simultânea para que as pessoas fiquem mais saudáveis, que se resume achar o ponto de intersecção entre saúde da população, experiência e cuidado do paciente e custos sustentáveis", afirmou.

"A medida que aumenta o uso da telesaúde, aumentamos proporcionalmente a pontualidade e a igualdade de tratamento para todos. Mas também precisamos questionar sobre a adequação relacionada a especialidades, considerar pessoas que não têm acesso à internet e debater sobre confidencialidade de dados e informações do paciente", afirma o head para Europa e América Latina do IHI.

O médico Sidney Klajner também considerou a democratização do recurso e comentou que os entraves contra a telemedicina foram solucionados pela força da pandemia. "É uma possibilidade que quebra barreiras logísticas e traz qualidade. E o mais importante em uma plataforma médica, ao contrário que se possa imaginar, ela não afasta médicos e pacientes. Ela traz o conceito do high touch ao último patamar", diz.

O 9º Fórum LIDE da Saúde e Bem-Estar teve como patrocinadores Abimed, Aché, Hospital Albert Einstein, Amil, BP - A Beneficência Portuguesa de São Paulo, HomMed, Pfizer e RV Ímola. A RCE foi a fornecedora oficial do evento.

FONTE LIDE