''Em Xangai, a China reencontra os EUA'' - conecte-se agora com o futuro, a segunda de uma curta série de quatro episódios

XANGAI, 6 de novembro de 2020 /PRNewswire/ -- Uma reportagem da T house:

Durante a China International Import Expo deste ano, Zou Yue, anfitrião chinês e líder de opinião, visitou a Fábrica Giga Xangai da Tesla e a Fase IV de Yangshan, o maior porto do mundo operado por robôs, para testemunhar o crescimento das empresas americanas, o comércio transpacífico em plena expansão e para filmar uma curta série de quatro episódios intitulada "Em Xangai: a China reencontra os EUA." O segundo episódio explora a vibração e a conexão entre os dois.

A teoria de dissociação proposta por alguns políticos americanos gerou muitas preocupações sobre a possibilidade de que as duas maiores economias do mundo romperiam suas conexões. A viagem de Zou Yue à Fábrica Giga Xangai da Tesla mostra uma tecnologia inovadora evoluindo rapidamente e lançando carros ainda mais rápido. A fábrica multibilionária é crucial para a ambição global da Tesla, uma vez que a China já é o maior mercado para carros elétricos. O sucesso lá fortalecerá a empresa em seu país e gerará mais empregos na exportação.

No episódio, Wang Shouwen, vice-ministro do comércio e representante de comércio internacional adjunto da China, prevê que as empresas de investimento estrangeiro (foreign-invested enterprises, FIEs) com foco no mercado doméstico chinês expandirão ainda mais suas cadeias de suprimento na China.

Um relatório da McKinsey de 2019 destaca como a conexão mundial com a China está aumentando a cada dia, em virtude de ser um mercado, um fornecedor e um provedor de capital, tudo ao mesmo tempo. No porto de Yangshan, o comércio marítimo através do Pacífico cresceu 20% em agosto, apesar do impacto da COVID-19 e da guerra tarifária.

A China tem uma ampla gama de fornecedores fora de linha e clientes a jusante fortes, o que torna as cadeias de suprimentos na China confiáveis e menos vulneráveis a interrupções. O esforço dos EUA para se separar da China significaria apenas que a América está se separando do mundo.

Para obter mais detalhes sobre esta série, consulte

http://www.facebook.com/thouseopinions 

A fonte deste comunicado à imprensa:

http://www.facebook.com/watch/?v=379190836567843 

Vídeo - https://mma.prnewswire.com/media/1327710/Video.mp4

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FONTE T House

XANGAI, 6 de novembro de 2020 /PRNewswire/ -- Uma reportagem da T house:

Durante a China International Import Expo deste ano, Zou Yue, anfitrião chinês e líder de opinião, visitou a Fábrica Giga Xangai da Tesla e a Fase IV de Yangshan, o maior porto do mundo operado por robôs, para testemunhar o crescimento das empresas americanas, o comércio transpacífico em plena expansão e para filmar uma curta série de quatro episódios intitulada "Em Xangai: a China reencontra os EUA." O segundo episódio explora a vibração e a conexão entre os dois.

A teoria de dissociação proposta por alguns políticos americanos gerou muitas preocupações sobre a possibilidade de que as duas maiores economias do mundo romperiam suas conexões. A viagem de Zou Yue à Fábrica Giga Xangai da Tesla mostra uma tecnologia inovadora evoluindo rapidamente e lançando carros ainda mais rápido. A fábrica multibilionária é crucial para a ambição global da Tesla, uma vez que a China já é o maior mercado para carros elétricos. O sucesso lá fortalecerá a empresa em seu país e gerará mais empregos na exportação.

No episódio, Wang Shouwen, vice-ministro do comércio e representante de comércio internacional adjunto da China, prevê que as empresas de investimento estrangeiro (foreign-invested enterprises, FIEs) com foco no mercado doméstico chinês expandirão ainda mais suas cadeias de suprimento na China.

Um relatório da McKinsey de 2019 destaca como a conexão mundial com a China está aumentando a cada dia, em virtude de ser um mercado, um fornecedor e um provedor de capital, tudo ao mesmo tempo. No porto de Yangshan, o comércio marítimo através do Pacífico cresceu 20% em agosto, apesar do impacto da COVID-19 e da guerra tarifária.

A China tem uma ampla gama de fornecedores fora de linha e clientes a jusante fortes, o que torna as cadeias de suprimentos na China confiáveis e menos vulneráveis a interrupções. O esforço dos EUA para se separar da China significaria apenas que a América está se separando do mundo.

Para obter mais detalhes sobre esta série, consulte

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A fonte deste comunicado à imprensa:

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