Entidades lançam carta aberta às autoridades alertando sobre os perigos do mercado de bebidas ilegais no Brasil

Reforma tributária traz oportunidade para corrigir assimetrias, desestimular o consumo de produtos ilegais e ampliar arrecadação do governo, afirmam representantes do mercado

SÃO PAULO, 3 de novembro de 2020 /PRNewswire/ -- O Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC) e o Núcleo pela Responsabilidade no Comércio e Consumo de Bebidas divulgaram uma carta aberta às autoridades e à população em geral para mostrar os impactos negativos do mercado de bebidas ilegais, alertando sobre a necessidade de debater medidas para combater o avanço do comércio ilícito e a consequente perda na arrecadação de impostos.

Segundo estudo lançado este mês pela consultoria Euromonitor, os destilados ilícitos já correspondem a 37,9% do volume comercializado no Brasil. São mais de 130,7 milhões de litros ilegais que circulam anualmente no país. Custando até 70% menos, eles colocam a saúde da população em perigo e, ainda drenam os cofres públicos. De acordo com a consultoria, só em 2017 o governo deixou de arrecadar R$5,5 bilhões por conta do mercado ilegal e o setor teme que esse montante seja ainda maior em 2020.

Os autores da carta destacam que o mercado ilegal ceifa empregos, investimentos, receita da indústria legítima e prejudica o bem-estar da população com a evasão de impostos.  Eles dizem encontrar na Reforma Tributária "uma oportunidade única para barrar o avanço do mercado ilegal e frear o crime, retomando o crescimento e protegendo as pessoas".

Confira abaixo e no link a seguir a carta na íntegra.

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Outras informações:

bowler

imprensa.nucleo@bowler.com.br

Regina Sanches (regina.sanches@bowler.com.br)

(11) 94524-6859

www.bowler.com.br

FONTE Núcleo Brasileiro de Bebidas

Reforma tributária traz oportunidade para corrigir assimetrias, desestimular o consumo de produtos ilegais e ampliar arrecadação do governo, afirmam representantes do mercado

SÃO PAULO, 3 de novembro de 2020 /PRNewswire/ -- O Instituto Brasileiro da Cachaça (IBRAC) e o Núcleo pela Responsabilidade no Comércio e Consumo de Bebidas divulgaram uma carta aberta às autoridades e à população em geral para mostrar os impactos negativos do mercado de bebidas ilegais, alertando sobre a necessidade de debater medidas para combater o avanço do comércio ilícito e a consequente perda na arrecadação de impostos.

Segundo estudo lançado este mês pela consultoria Euromonitor, os destilados ilícitos já correspondem a 37,9% do volume comercializado no Brasil. São mais de 130,7 milhões de litros ilegais que circulam anualmente no país. Custando até 70% menos, eles colocam a saúde da população em perigo e, ainda drenam os cofres públicos. De acordo com a consultoria, só em 2017 o governo deixou de arrecadar R$5,5 bilhões por conta do mercado ilegal e o setor teme que esse montante seja ainda maior em 2020.

Os autores da carta destacam que o mercado ilegal ceifa empregos, investimentos, receita da indústria legítima e prejudica o bem-estar da população com a evasão de impostos.  Eles dizem encontrar na Reforma Tributária "uma oportunidade única para barrar o avanço do mercado ilegal e frear o crime, retomando o crescimento e protegendo as pessoas".

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