ETCO: O contrabando na rota presidencial

SÃO PAULO, 20 de setembro de 2018 /PRNewswire/ -- O Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) encomendou uma pesquisa para o Instituto Datafolha para avaliar a opinião dos eleitores brasileiros sobre o posicionamento dos candidatos à presidência a respeito do contrabando e do mercado ilegal, grave problema que traz prejuízos bilionários para o Brasil.

Para se ter uma ideia, somente em 2017, as perdas com esse crime somaram R$ 146 bilhões e o acumulado desde 2014 ficou em R$ 491 bilhões, de acordo com dados do Fórum Nacional Contra a Ilegalidade (FNCP). O produto mais contrabandeado no Brasil é o cigarro. Atualmente, 48% de todos os cigarros vendidos no Brasil vêm ilegalmente do Paraguai, o que provoca enormes prejuízos para o país na forma de evasão fiscal. Além disso, o contrabando é fonte de financiamento para facções criminosas e contribui para a escalada na violência que o Brasil vem enfrentando.

De acordo com os resultados da pesquisa, 92% dos entrevistados acreditam que o combate ao contrabando deveria fazer parte do debate político dos candidatos à presidência da república, já que este é um tema que tem influência sobre áreas importantes da administração pública como a segurança pública, a geração de empregos e a saúde. Para 95% das pessoas ouvidas, os candidatos República deveriam se comprometer em investir mais na segurança das fronteiras como forma de combater esse grave crime.

A pesquisa teve abrangência nacional e ouviu mais de 2.000 pessoas em entrevistas realizadas em 129 municípios das regiões metropolitanas e cidades do Interior de diferentes portes, em todas as Regiões do Brasil.

Flávio Simonetti

11 3165-9575

FONTE ETCO

SÃO PAULO, 20 de setembro de 2018 /PRNewswire/ -- O Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial (ETCO) encomendou uma pesquisa para o Instituto Datafolha para avaliar a opinião dos eleitores brasileiros sobre o posicionamento dos candidatos à presidência a respeito do contrabando e do mercado ilegal, grave problema que traz prejuízos bilionários para o Brasil.

Para se ter uma ideia, somente em 2017, as perdas com esse crime somaram R$ 146 bilhões e o acumulado desde 2014 ficou em R$ 491 bilhões, de acordo com dados do Fórum Nacional Contra a Ilegalidade (FNCP). O produto mais contrabandeado no Brasil é o cigarro. Atualmente, 48% de todos os cigarros vendidos no Brasil vêm ilegalmente do Paraguai, o que provoca enormes prejuízos para o país na forma de evasão fiscal. Além disso, o contrabando é fonte de financiamento para facções criminosas e contribui para a escalada na violência que o Brasil vem enfrentando.

De acordo com os resultados da pesquisa, 92% dos entrevistados acreditam que o combate ao contrabando deveria fazer parte do debate político dos candidatos à presidência da república, já que este é um tema que tem influência sobre áreas importantes da administração pública como a segurança pública, a geração de empregos e a saúde. Para 95% das pessoas ouvidas, os candidatos República deveriam se comprometer em investir mais na segurança das fronteiras como forma de combater esse grave crime.

A pesquisa teve abrangência nacional e ouviu mais de 2.000 pessoas em entrevistas realizadas em 129 municípios das regiões metropolitanas e cidades do Interior de diferentes portes, em todas as Regiões do Brasil.

Flávio Simonetti

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