GoCache prevê crescimento com solução de CDN graças à precificação em reais

SÃO PAULO, 15 de julho de 2020 /PRNewswire/ -- A GoCache, empresa brasileira especializada em soluções de CDN espera colher bons frutos no em 2020, apesar da pandemia do Covid-19. O otimismo do CEO e fundador, Guilherme Eberhart, se deve aos produtos precificados em reais, que se tornaram bem mais atrativos frente à alta do dólar.

"O billing complexo dos grandes provedores de cloud que oferecem este tipo de solução em meio aos demais serviços vem deixando os clientes confusos e inseguros por conta da variação cambial. Além disso, elesficam sujeitos à tributação sobre a importação de serviços de TI, o que pode elevar seu custo total em até 50%. Mesmo que os usuários não estejam pagando este imposto, certamente estão gerando um passivo tributário preocupante", afirma Eberhart.

Segundo ele, o custo por tráfego de uma CDN desses provedores internacionais para entrega de dados na America do Sul pode ultrapassar US$ 0,11 por gigabyte, aproximadamente, o que gera centenas ou até milhares de dólares em despesas, quando o tráfego ultrapassa a barreira dos Terabytes. Entretanto, a cobrança para entrega por pontos de presença (PoP) em diferentes continentes varia bastante. "Optar pela entrega em PoPs na América do Norte, com objetivo de economizar, pode comprometer o principal propósito de uma CDN, que é reduzir latência", explica ele.

Outro ponto importante é que as redes dos grandes desses provedores não cobram apenas por tráfego, mas também podem cobrar por requisições, o que geralmente gera encargos. "O volume de requisições https que uma aplicação média recebe por mês pode chegar a bilhões, o que adiciona milhares de dólares na fatura", diz o executivo. Ele completa que o benefício não fica apenas para quem usa as soluções de CDN destes provedores. "Por natureza, ao fazer cachê, a CDN economiza o tráfego externo de dados (Data Transfer-Out), que pode ter grande peso na fatura de uma operação em Cloud".

Em termos de migração, o CEO explica que não há necessidade de abandonar os servidores de DNS atuais. "A utilização de uma CDN fora do provedor de cloud não é tão complexa quanto se imagina. A implantação é feita com pequenas mudanças no DNS, na qual o cliente pode optar pela utilização dos servidores de NS da GoCache ou continuar usando os originais, fazendo o apontamento via CNAME". Ele explica que, depois disso, o cache dos conteúdos estáticos como imagens, folhas de estilo (CSS) e scripts (JS), é feito automaticamente.

Caso o cliente deseje avançar para cache de conteúdos dinâmicos, como html, a empresa fornece um motor de regras fácil de usar que permite habilitar o cache de conteúdos públicos, aplicando as devidas exceções para conteúdos com dados pessoais e sensíveis. Outra vantagem é que tudo pode ser acompanhado pela equipe de suporte. "Prezamos que nossos clientes atinjam o máximo sucesso ao usar nossa plataforma. Por isso investimos bastante no suporte, desde o processo de onboarding", diz o CEO.

Com nove PoPs distribuídos no Brasil – Rio de Janeiro, Fortaleza, Manaus, Salvador, Curitiba, três em São Paulo e o mais recente em Brasília – a GoCache vem avançando nos segmentos de e-commerce, ensino EAD e portais de notícias, cujos negócios necessitam de bom desempenho, escalabilidade e segurança de suas aplicações e conteúdos web. Entre seus clientes, estão Marisa, Hering, Meio & Mensagem e VTEX.

"Com a implementação do PoP de Brasília, ocorrida em abril, reforçamos a estratégia de suprir as lacunas que os grandes provedores de CDN deixam no país. Com ele, esperamos reduzir a latência da região Centro-Oeste, trazendo benefícios também para algumas cidades das regiões Norte e Nordeste", esclarece Eberhart.

Contato:

Caio Biacca

11 97404-8088

Caio.biacca@pressworks.com.br

FONTE GoCache

SÃO PAULO, 15 de julho de 2020 /PRNewswire/ -- A GoCache, empresa brasileira especializada em soluções de CDN espera colher bons frutos no em 2020, apesar da pandemia do Covid-19. O otimismo do CEO e fundador, Guilherme Eberhart, se deve aos produtos precificados em reais, que se tornaram bem mais atrativos frente à alta do dólar.

"O billing complexo dos grandes provedores de cloud que oferecem este tipo de solução em meio aos demais serviços vem deixando os clientes confusos e inseguros por conta da variação cambial. Além disso, elesficam sujeitos à tributação sobre a importação de serviços de TI, o que pode elevar seu custo total em até 50%. Mesmo que os usuários não estejam pagando este imposto, certamente estão gerando um passivo tributário preocupante", afirma Eberhart.

Segundo ele, o custo por tráfego de uma CDN desses provedores internacionais para entrega de dados na America do Sul pode ultrapassar US$ 0,11 por gigabyte, aproximadamente, o que gera centenas ou até milhares de dólares em despesas, quando o tráfego ultrapassa a barreira dos Terabytes. Entretanto, a cobrança para entrega por pontos de presença (PoP) em diferentes continentes varia bastante. "Optar pela entrega em PoPs na América do Norte, com objetivo de economizar, pode comprometer o principal propósito de uma CDN, que é reduzir latência", explica ele.

Outro ponto importante é que as redes dos grandes desses provedores não cobram apenas por tráfego, mas também podem cobrar por requisições, o que geralmente gera encargos. "O volume de requisições https que uma aplicação média recebe por mês pode chegar a bilhões, o que adiciona milhares de dólares na fatura", diz o executivo. Ele completa que o benefício não fica apenas para quem usa as soluções de CDN destes provedores. "Por natureza, ao fazer cachê, a CDN economiza o tráfego externo de dados (Data Transfer-Out), que pode ter grande peso na fatura de uma operação em Cloud".

Em termos de migração, o CEO explica que não há necessidade de abandonar os servidores de DNS atuais. "A utilização de uma CDN fora do provedor de cloud não é tão complexa quanto se imagina. A implantação é feita com pequenas mudanças no DNS, na qual o cliente pode optar pela utilização dos servidores de NS da GoCache ou continuar usando os originais, fazendo o apontamento via CNAME". Ele explica que, depois disso, o cache dos conteúdos estáticos como imagens, folhas de estilo (CSS) e scripts (JS), é feito automaticamente.

Caso o cliente deseje avançar para cache de conteúdos dinâmicos, como html, a empresa fornece um motor de regras fácil de usar que permite habilitar o cache de conteúdos públicos, aplicando as devidas exceções para conteúdos com dados pessoais e sensíveis. Outra vantagem é que tudo pode ser acompanhado pela equipe de suporte. "Prezamos que nossos clientes atinjam o máximo sucesso ao usar nossa plataforma. Por isso investimos bastante no suporte, desde o processo de onboarding", diz o CEO.

Com nove PoPs distribuídos no Brasil – Rio de Janeiro, Fortaleza, Manaus, Salvador, Curitiba, três em São Paulo e o mais recente em Brasília – a GoCache vem avançando nos segmentos de e-commerce, ensino EAD e portais de notícias, cujos negócios necessitam de bom desempenho, escalabilidade e segurança de suas aplicações e conteúdos web. Entre seus clientes, estão Marisa, Hering, Meio & Mensagem e VTEX.

"Com a implementação do PoP de Brasília, ocorrida em abril, reforçamos a estratégia de suprir as lacunas que os grandes provedores de CDN deixam no país. Com ele, esperamos reduzir a latência da região Centro-Oeste, trazendo benefícios também para algumas cidades das regiões Norte e Nordeste", esclarece Eberhart.

Contato:

Caio Biacca

11 97404-8088

Caio.biacca@pressworks.com.br

FONTE GoCache