GOL Divulga Resultados do Terceiro Trimestre de 2021

Destaques do Terceiro Trimestre:

  • O mercado de transporte aéreo brasileiro segue em recuperação
  • A gestão disciplinada da capacidade melhora yields, maiores taxas de utilização e rentabilidade
  • Posicionada para acelerar crescimento e fluxo de caixa no quarto trimestre de 2021

SÃO PAULO, 9 de novembro de 2021 /PRNewswire/ -- A GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. ("GOL" ou "Companhia") (B3: GOLL4 e NYSE: GOL), a maior Companhia aérea doméstica do Brasil, anunciou hoje o resultado consolidado do terceiro trimestre de 2021 (3T21), e detalhou suas iniciativas contínuas em resposta à retomada da demanda.

Todas as informações são apresentadas em Reais (R$), de acordo com as normas internacionais de contabilidade (IFRS) e com métricas ajustadas e estão disponibilizadas para possibilitar a comparabilidade nesse trimestre com o mesmo período do ano anterior. Tais indicadores ajustados excluem os gastos relacionados ao percentual da frota não operacional que a GOL manteve em solo nesse período, e estão detalhados na tabela da seção "despesas operacionais". As comparações são em relação ao terceiro trimestre de 2020 (3T20), exceto quando especificadas de outra forma.

Durante o 3T21, a GOL alcançou diversos marcos significativos que posicionam a Companhia para o retorno da demanda por viagens aéreas no Brasil e no exterior.

"Nesse trimestre colocamos em prática um conjunto de iniciativas estratégicas que fortalecem nossa posição de mercado, à medida que a demanda por viagens continua crescendo, a taxa de vacinação se expande e as fronteiras internacionais reabrem", disse Paulo Kakinoff, Diretor-Presidente. "Vemos crescimento nas vendas até o final do ano, e estamos confiantes de que essa tendência continuará em 2022."

Recuperação contínua da demanda: As decolagens da GOL cresceram 87,3% no terceiro trimestre, atingindo 53% dos níveis pré-pandêmicos em 2019. Isso foi possibilitado pelo aumento da taxa de vacinação. No 3T21, o Brasil atingiu o 4º lugar entre todos os países com mais vacinas administradas contra Covid-19, sendo que aproximadamente 56% da população já está totalmente vacinada e mais de 74% recebeu a 1ª dose. Ao final de outubro, o Brasil já ocupava o 3º lugar em termos de doses de reforço administradas (+7 milhões) na população.

Em resposta ao crescimento na demanda, a GOL está expandindo sua malha aérea, retomando os destinos regionais e atendendo novos mercados com grande potencial de turismo doméstico, como a nova rota de Congonhas (SP) para Bonito (MS) a partir de dezembro.

"Nossa abordagem disciplinada na gestão nos possibilitará manter altas taxas em nossas rotas domésticas e internacionais," adicionou Kakinoff. "Ao mesmo tempo, o modelo flexível de gestão de frota da GOL e a administração prudente do fluxo de caixa, combinados com a dedicação de nosso Time de Águias, propiciarão nossa ágil adaptação às condições de mercado conforme necessário."

No âmbito internacional, Estados Unidos, Uruguai, Chile, Argentina, México e República Dominicana anunciaram a reabertura de suas fronteiras aos brasileiros. A partir de novembro, a GOL retomará os voos para Montevidéu, Cancún e Punta Cana, e os voos para Buenos Aires, em dezembro. Por meio da parceria ampliada com a Avianca, a GOL agora oferece oito novos destinos internacionais em sua malha por meio de Acordo de Interline: Aruba (AUA), Guatemala (GUA), Guayaquil (GYE), Quito (UIO), San José (SJO), San Juan (SJU), San Salvador (SAL) e Santo Domingo (SDQ).

Aceleração da transição para uma frota 737 MAX: A GOL acelerou a transformação de sua frota ao firmar acordos para 28 aeronaves adicionais Boeing 737 MAX-8, que substituirão 23 B 737-800 NGs até o final de 2022. Isso reduzirá os custos unitários da Companhia em 8% em 2022. Pelos novos contratos, a Companhia encerrará 2021 com 28 aeronaves 737 MAX-8 (20% da frota total). Ao final de 2022, a GOL espera ter 44 aeronaves 737 MAX-8 (32% da frota total). Com os compromissos atuais de compra, a Companhia cumprirá sua meta de possuir 75% de sua frota em aeronaves 737 MAX até 2030.

O 737 MAX é um componente-chave para a meta da Companhia de atingir a neutralidade de carbono até 2050, dado que esse modelo é 15% mais econômico no consumo de combustível, gera 16% menos emissões de carbono, possui maior autonomia de voo e é 40% mais silencioso em relação ao 737-800 NG.

Incorporação da Smiles: Com a conclusão da incorporação de Smiles na GLA, diversas sinergias operacionais e financeiras serão capturadas, bem como novas oportunidades de geração de receita que se tornarão ainda mais significativas durante a fase de recuperação do mercado de transporte aéreo para viajantes a lazer e a negócios.

"Estamos otimistas de que as sinergias dessa reorganização societária, e os benefícios subsequentes para nossos acionistas, serão capturados em um período de tempo relativamente curto uma vez que a Companhia concluiu todas as integrações necessárias ao mesmo tempo que preserva as características ágeis e independentes de gestão do programa de fidelidade" disse André Fehlauer, Presidente de Smiles.

A conclusão da incorporação societária da Smiles, concluída em setembro/2021, permitiu que a Companhia acessasse mais de R$500 milhões de liquidez proveniente da geração de caixa operacional e recebíveis da Smiles com crescimento no volume de operações, beneficiando o programa de fidelidade pelo acesso ao maior inventário de assentos para resgate de milhas e eliminando, também, as ineficiências tributárias.

No terceiro trimestre, o programa de milhagem da Companhia  teve faturamento de R$624,2 milhões, 38,6% maior comparando-se com o 3T20. O resgate de Milhas foi de 29 bilhões, 73,6% maior comparando-se com o 3T20. A receita do resgate de Milhas foi de R$637,7 milhões, 65,8% maior em relação ao mesmo período no ano anterior.A receita diferida foi de R$2,1 bilhões no trimestre, aumento de 1,1% em relação ao 3T20.

Gestão de passivos: A Companhia demonstrou a contínua disciplina neste trimestre com o exitoso lançamento de um Retap notes sênior garantidas no valor total de US$150 milhões, com juros de 8,0% ao ano e vencimento em 2026. A Moody's atribuiu às notas uma classificação de B2. Os recursos da oferta serão usados para propósitos corporativos gerais, incluindo investimentos em Capex e capital de giro.

Em outubro, a Companhia refinanciou a sua exposição de dívida bancária de curto prazo no montante de R$1,2 bilhão, por meio da extensão da 7ª Série de Debêntures e da emissão de uma nova 8ª Série de Debêntures Simples Não-Conversíveis. Esse refinanciamento permitiu o retorno da Companhia ao seu menor endividamento de curto prazo desde o ano de 2014 (cerca de R$0,5 bilhão ao final do 3T21).

O programa de gestão de passivos da Companhia tem melhorado as métricas de crédito da GOL e permite à administração focar na redução de custos e no aumento das eficiências operacionais. Como resultado das iniciativas de fortalecimento do balanço patrimonial, a Fitch aumentou a nota de crédito da GOL para B-.

Richard Lark, Diretor Vice-Presidente Financeiro disse: "A finalização dos financiamentos não poderia ter ocorrido em melhor momento. Agora, comparativamente aos nossos pares, o balanço patrimonial da GOL está numa posição mais forte em termos de endividamento, o que entendemos ser uma vantagem competitiva no atual ambiente de mercado."

Além disso, no 3T21 a Companhia amortizou cerca de R$518 milhões de dívidas. O vencimento médio da dívida de longo prazo da GOL, excluindo arrendamento de aeronaves e títulos perpétuos, é de aproximadamente 3,4 anos, com as principais obrigações já atendidas no fluxo de caixa da GOL. O próximo vencimento material de endividamento da GOL somente ocorrerá em julho/2024.

A relação dívida líquida (excluindo Exchangeable Notes e bônus perpétuos) sobre o EBITDA UDM ajustado foi de 9,7x em 30 de setembro de 2021, representando a menor alavancagem financeira entre os pares. Considerando os valores financiáveis de depósitos e ativos não onerados, as fontes potenciais de liquidez da Companhia resultaram em aproximadamente R$6,1 bilhões de liquidez acessível.

Sumário dos Resultados do 3T21

  • O número de Passageiro-Quilômetro Transportado Pago (RPK) aumentou 87,5% comparativamente ao 3T20, totalizando 5,9 bilhões (-46,6% vs. 3T19);
  • O Assento Quilômetro Ofertado (ASK) aumentou 82,4% em relação ao 3T20 (-45,7% vs. 3T19);
  • A GOL transportou 4,9 milhões de Clientes no trimestre, um aumento de 91,7% versus o 3T20 (-48,5% vs. 3T19);
  • A receita líquida foi de cerca de R$1,9 bilhão, um aumento de 96,4% em relação ao 3T20 (-49,5% vs. 3T19). As outras receitas (principalmente cargas e fidelidade) totalizaram R$147 milhões, equivalente a 8% das receitas totais;
  • A Receita Líquida por Assento Quilômetro Ofertado (RASK) foi de 26,31 centavos (R$), aumento de 7,7% em relação ao 3T20. A Receita de Passageiros Líquida por Assento Quilômetro Ofertado (PRASK) foi 24,28 centavos (R$), aumento de 10,3% em relação ao 3T20;
  • O Custo por Assento Quilômetro Ofertado (CASK) foi de 36,64 centavos (R$), 15,9% menor em comparação ao mesmo período do ano anterior. Os custos incorridos estritamente relacionados aos voos operados (CASK ajustado) corresponderam a 21,66 centavos (R$), um aumento de 6,3%.
  • O EBIT ajustado foi de 338,1 milhões, correspondendo a uma margem de 17,7%, o que demonstra o restabelecimento das margens operacionais necessárias para suportar o crescimento da operação. O EBITDA ajustado atingiu 464,7 milhões, com margem de 24,3% evidenciando os bem-sucedidos esforços de sustentabilidade, com equilíbrio entre oferta e demanda;
  • O prejuízo líquido após participação de minoritários foi de R$ 0,9 bilhão, excluindo variações cambiais e monetárias, despesas líquidas não recorrentes, ganhos relacionados a Exchangeable Notes e resultados não realizados de capped calls;
  • Yield médio por passageiro de 29,8 centavos (R$), aumento de 7,3% em comparação ao 3T20, principalmente em função da otimização dos assentos ofertado e com potencial de contínua melhoria com a retomada dos passageiros corporativos no 4T21; s;
  • Taxa de ocupação média de 81,5%, um aumento de 2,2 p.p. em relação ao 3T20, principalmente em decorrência da prudente gestão de oferta, adicionando capacidade em equilíbrio com os sinais da demanda e as ferramentas de data analytics proprietária da GOL;
  • Utilização de aeronaves de 10,2 horas/dia, uma evolução de 52,2% em relação ao 3T20, consistente com a estratégia da Companhia de adicionar capacidade conforme os sinais da demanda;
  • Pontualidade de 96%, uma redução de 1,0 p.p. em comparação com o 3T20, de acordo com a Infraero e dados fornecidos pelos principais aeroportos; e
  • Geração de Caixa Operacional de BRL 2 MM/dia, incluindo entradas e saídas operacionais, pagamentos de arrendamento e serviço de dívida de capital de giro. Ao final do trimestre, incluindo os valores financiáveis de depósitos e ativos não onerados, as fontes potenciais de liquidez da Companhia eram de aproximadamente R$6,1 bilhões de liquidez acessível.

VÍDEOS DA ADMINISTRAÇÃO COM A APRESENTAÇÃO & ÍNTEGRA DO RELEASE DE RESULTADOS

Acesse release de resultados, vídeos da administração, apresentação e demonstrações financeiras completas em: www.voegol.com.br/ri

Teleconferência 3T21: 9 de novembro de 2021, 13h30 (Brasil), Telefone: +55 (11) 3181-8565, Código: GOL, com transmissão via webcast (https://webcastlite.mziq.com/cover.html?webcastId=e667db14-b5f0-4753-bf8b-be6c68511630).

Relações com Investidores: ri@voegol.com.br, +55(11) 2128-4700

Sobre a GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. (www.voegol.com.br): O maior grupo de serviços de transporte e viagens aéreas do Brasil, com atuação em transporte de passageiros, transporte de carga e programas de fidelidade de coalizão.

 

FONTE GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A.

Destaques do Terceiro Trimestre:

  • O mercado de transporte aéreo brasileiro segue em recuperação
  • A gestão disciplinada da capacidade melhora yields, maiores taxas de utilização e rentabilidade
  • Posicionada para acelerar crescimento e fluxo de caixa no quarto trimestre de 2021

SÃO PAULO, 9 de novembro de 2021 /PRNewswire/ -- A GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. ("GOL" ou "Companhia") (B3: GOLL4 e NYSE: GOL), a maior Companhia aérea doméstica do Brasil, anunciou hoje o resultado consolidado do terceiro trimestre de 2021 (3T21), e detalhou suas iniciativas contínuas em resposta à retomada da demanda.

Todas as informações são apresentadas em Reais (R$), de acordo com as normas internacionais de contabilidade (IFRS) e com métricas ajustadas e estão disponibilizadas para possibilitar a comparabilidade nesse trimestre com o mesmo período do ano anterior. Tais indicadores ajustados excluem os gastos relacionados ao percentual da frota não operacional que a GOL manteve em solo nesse período, e estão detalhados na tabela da seção "despesas operacionais". As comparações são em relação ao terceiro trimestre de 2020 (3T20), exceto quando especificadas de outra forma.

Durante o 3T21, a GOL alcançou diversos marcos significativos que posicionam a Companhia para o retorno da demanda por viagens aéreas no Brasil e no exterior.

"Nesse trimestre colocamos em prática um conjunto de iniciativas estratégicas que fortalecem nossa posição de mercado, à medida que a demanda por viagens continua crescendo, a taxa de vacinação se expande e as fronteiras internacionais reabrem", disse Paulo Kakinoff, Diretor-Presidente. "Vemos crescimento nas vendas até o final do ano, e estamos confiantes de que essa tendência continuará em 2022."

Recuperação contínua da demanda: As decolagens da GOL cresceram 87,3% no terceiro trimestre, atingindo 53% dos níveis pré-pandêmicos em 2019. Isso foi possibilitado pelo aumento da taxa de vacinação. No 3T21, o Brasil atingiu o 4º lugar entre todos os países com mais vacinas administradas contra Covid-19, sendo que aproximadamente 56% da população já está totalmente vacinada e mais de 74% recebeu a 1ª dose. Ao final de outubro, o Brasil já ocupava o 3º lugar em termos de doses de reforço administradas (+7 milhões) na população.

Em resposta ao crescimento na demanda, a GOL está expandindo sua malha aérea, retomando os destinos regionais e atendendo novos mercados com grande potencial de turismo doméstico, como a nova rota de Congonhas (SP) para Bonito (MS) a partir de dezembro.

"Nossa abordagem disciplinada na gestão nos possibilitará manter altas taxas em nossas rotas domésticas e internacionais," adicionou Kakinoff. "Ao mesmo tempo, o modelo flexível de gestão de frota da GOL e a administração prudente do fluxo de caixa, combinados com a dedicação de nosso Time de Águias, propiciarão nossa ágil adaptação às condições de mercado conforme necessário."

No âmbito internacional, Estados Unidos, Uruguai, Chile, Argentina, México e República Dominicana anunciaram a reabertura de suas fronteiras aos brasileiros. A partir de novembro, a GOL retomará os voos para Montevidéu, Cancún e Punta Cana, e os voos para Buenos Aires, em dezembro. Por meio da parceria ampliada com a Avianca, a GOL agora oferece oito novos destinos internacionais em sua malha por meio de Acordo de Interline: Aruba (AUA), Guatemala (GUA), Guayaquil (GYE), Quito (UIO), San José (SJO), San Juan (SJU), San Salvador (SAL) e Santo Domingo (SDQ).

Aceleração da transição para uma frota 737 MAX: A GOL acelerou a transformação de sua frota ao firmar acordos para 28 aeronaves adicionais Boeing 737 MAX-8, que substituirão 23 B 737-800 NGs até o final de 2022. Isso reduzirá os custos unitários da Companhia em 8% em 2022. Pelos novos contratos, a Companhia encerrará 2021 com 28 aeronaves 737 MAX-8 (20% da frota total). Ao final de 2022, a GOL espera ter 44 aeronaves 737 MAX-8 (32% da frota total). Com os compromissos atuais de compra, a Companhia cumprirá sua meta de possuir 75% de sua frota em aeronaves 737 MAX até 2030.

O 737 MAX é um componente-chave para a meta da Companhia de atingir a neutralidade de carbono até 2050, dado que esse modelo é 15% mais econômico no consumo de combustível, gera 16% menos emissões de carbono, possui maior autonomia de voo e é 40% mais silencioso em relação ao 737-800 NG.

Incorporação da Smiles: Com a conclusão da incorporação de Smiles na GLA, diversas sinergias operacionais e financeiras serão capturadas, bem como novas oportunidades de geração de receita que se tornarão ainda mais significativas durante a fase de recuperação do mercado de transporte aéreo para viajantes a lazer e a negócios.

"Estamos otimistas de que as sinergias dessa reorganização societária, e os benefícios subsequentes para nossos acionistas, serão capturados em um período de tempo relativamente curto uma vez que a Companhia concluiu todas as integrações necessárias ao mesmo tempo que preserva as características ágeis e independentes de gestão do programa de fidelidade" disse André Fehlauer, Presidente de Smiles.

A conclusão da incorporação societária da Smiles, concluída em setembro/2021, permitiu que a Companhia acessasse mais de R$500 milhões de liquidez proveniente da geração de caixa operacional e recebíveis da Smiles com crescimento no volume de operações, beneficiando o programa de fidelidade pelo acesso ao maior inventário de assentos para resgate de milhas e eliminando, também, as ineficiências tributárias.

No terceiro trimestre, o programa de milhagem da Companhia  teve faturamento de R$624,2 milhões, 38,6% maior comparando-se com o 3T20. O resgate de Milhas foi de 29 bilhões, 73,6% maior comparando-se com o 3T20. A receita do resgate de Milhas foi de R$637,7 milhões, 65,8% maior em relação ao mesmo período no ano anterior.A receita diferida foi de R$2,1 bilhões no trimestre, aumento de 1,1% em relação ao 3T20.

Gestão de passivos: A Companhia demonstrou a contínua disciplina neste trimestre com o exitoso lançamento de um Retap notes sênior garantidas no valor total de US$150 milhões, com juros de 8,0% ao ano e vencimento em 2026. A Moody's atribuiu às notas uma classificação de B2. Os recursos da oferta serão usados para propósitos corporativos gerais, incluindo investimentos em Capex e capital de giro.

Em outubro, a Companhia refinanciou a sua exposição de dívida bancária de curto prazo no montante de R$1,2 bilhão, por meio da extensão da 7ª Série de Debêntures e da emissão de uma nova 8ª Série de Debêntures Simples Não-Conversíveis. Esse refinanciamento permitiu o retorno da Companhia ao seu menor endividamento de curto prazo desde o ano de 2014 (cerca de R$0,5 bilhão ao final do 3T21).

O programa de gestão de passivos da Companhia tem melhorado as métricas de crédito da GOL e permite à administração focar na redução de custos e no aumento das eficiências operacionais. Como resultado das iniciativas de fortalecimento do balanço patrimonial, a Fitch aumentou a nota de crédito da GOL para B-.

Richard Lark, Diretor Vice-Presidente Financeiro disse: "A finalização dos financiamentos não poderia ter ocorrido em melhor momento. Agora, comparativamente aos nossos pares, o balanço patrimonial da GOL está numa posição mais forte em termos de endividamento, o que entendemos ser uma vantagem competitiva no atual ambiente de mercado."

Além disso, no 3T21 a Companhia amortizou cerca de R$518 milhões de dívidas. O vencimento médio da dívida de longo prazo da GOL, excluindo arrendamento de aeronaves e títulos perpétuos, é de aproximadamente 3,4 anos, com as principais obrigações já atendidas no fluxo de caixa da GOL. O próximo vencimento material de endividamento da GOL somente ocorrerá em julho/2024.

A relação dívida líquida (excluindo Exchangeable Notes e bônus perpétuos) sobre o EBITDA UDM ajustado foi de 9,7x em 30 de setembro de 2021, representando a menor alavancagem financeira entre os pares. Considerando os valores financiáveis de depósitos e ativos não onerados, as fontes potenciais de liquidez da Companhia resultaram em aproximadamente R$6,1 bilhões de liquidez acessível.

Sumário dos Resultados do 3T21

  • O número de Passageiro-Quilômetro Transportado Pago (RPK) aumentou 87,5% comparativamente ao 3T20, totalizando 5,9 bilhões (-46,6% vs. 3T19);
  • O Assento Quilômetro Ofertado (ASK) aumentou 82,4% em relação ao 3T20 (-45,7% vs. 3T19);
  • A GOL transportou 4,9 milhões de Clientes no trimestre, um aumento de 91,7% versus o 3T20 (-48,5% vs. 3T19);
  • A receita líquida foi de cerca de R$1,9 bilhão, um aumento de 96,4% em relação ao 3T20 (-49,5% vs. 3T19). As outras receitas (principalmente cargas e fidelidade) totalizaram R$147 milhões, equivalente a 8% das receitas totais;
  • A Receita Líquida por Assento Quilômetro Ofertado (RASK) foi de 26,31 centavos (R$), aumento de 7,7% em relação ao 3T20. A Receita de Passageiros Líquida por Assento Quilômetro Ofertado (PRASK) foi 24,28 centavos (R$), aumento de 10,3% em relação ao 3T20;
  • O Custo por Assento Quilômetro Ofertado (CASK) foi de 36,64 centavos (R$), 15,9% menor em comparação ao mesmo período do ano anterior. Os custos incorridos estritamente relacionados aos voos operados (CASK ajustado) corresponderam a 21,66 centavos (R$), um aumento de 6,3%.
  • O EBIT ajustado foi de 338,1 milhões, correspondendo a uma margem de 17,7%, o que demonstra o restabelecimento das margens operacionais necessárias para suportar o crescimento da operação. O EBITDA ajustado atingiu 464,7 milhões, com margem de 24,3% evidenciando os bem-sucedidos esforços de sustentabilidade, com equilíbrio entre oferta e demanda;
  • O prejuízo líquido após participação de minoritários foi de R$ 0,9 bilhão, excluindo variações cambiais e monetárias, despesas líquidas não recorrentes, ganhos relacionados a Exchangeable Notes e resultados não realizados de capped calls;
  • Yield médio por passageiro de 29,8 centavos (R$), aumento de 7,3% em comparação ao 3T20, principalmente em função da otimização dos assentos ofertado e com potencial de contínua melhoria com a retomada dos passageiros corporativos no 4T21; s;
  • Taxa de ocupação média de 81,5%, um aumento de 2,2 p.p. em relação ao 3T20, principalmente em decorrência da prudente gestão de oferta, adicionando capacidade em equilíbrio com os sinais da demanda e as ferramentas de data analytics proprietária da GOL;
  • Utilização de aeronaves de 10,2 horas/dia, uma evolução de 52,2% em relação ao 3T20, consistente com a estratégia da Companhia de adicionar capacidade conforme os sinais da demanda;
  • Pontualidade de 96%, uma redução de 1,0 p.p. em comparação com o 3T20, de acordo com a Infraero e dados fornecidos pelos principais aeroportos; e
  • Geração de Caixa Operacional de BRL 2 MM/dia, incluindo entradas e saídas operacionais, pagamentos de arrendamento e serviço de dívida de capital de giro. Ao final do trimestre, incluindo os valores financiáveis de depósitos e ativos não onerados, as fontes potenciais de liquidez da Companhia eram de aproximadamente R$6,1 bilhões de liquidez acessível.

VÍDEOS DA ADMINISTRAÇÃO COM A APRESENTAÇÃO & ÍNTEGRA DO RELEASE DE RESULTADOS

Acesse release de resultados, vídeos da administração, apresentação e demonstrações financeiras completas em: www.voegol.com.br/ri

Teleconferência 3T21: 9 de novembro de 2021, 13h30 (Brasil), Telefone: +55 (11) 3181-8565, Código: GOL, com transmissão via webcast (https://webcastlite.mziq.com/cover.html?webcastId=e667db14-b5f0-4753-bf8b-be6c68511630).

Relações com Investidores: ri@voegol.com.br, +55(11) 2128-4700

Sobre a GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A. (www.voegol.com.br): O maior grupo de serviços de transporte e viagens aéreas do Brasil, com atuação em transporte de passageiros, transporte de carga e programas de fidelidade de coalizão.

 

FONTE GOL Linhas Aéreas Inteligentes S.A.

Você acabou de ler:

GOL Divulga Resultados do Terceiro Trimestre de 2021

Compartilhe

https://prnewswire.com.br/releases/gol-divulga-resultados-do-terceiro-trimestre-de-2021/