Guangzhou e Panamá testemunham promissor futuro de cooperação vantajosa para ambos os lados, à medida que a Iniciativa Cinturão e Estrada adentra a América Latina e o Caribe

CIDADE DO PANAMÁ, Panamá, 22 de novembro de 2018 /PRNewswire/ -- Uma sessão para compartilhamento de histórias da amizade China-Panamá foi realizada em 21 de novembro na Cidade do Panamá – uma promoção conjunta do governo local e do governo da cidade de Guangzhou, sul da China, bem como das associações envolvidas nas prévias da Cúpula G20 2018. Com foco na cooperação vantajosa para os dois lados e no desenvolvimento compartilhado resultantes da Iniciativa Cinturão e Estrada (BRI, em inglês) – que conecta a China com o Panamá – figuras da política, negócios e da academia de ambos os lados presentes ao evento dividiram histórias sobre negócios e intercâmbios pessoais – e mais de 2000 chineses e panamenhos expressaram sua esperança por cooperação sustentável através desta plataforma.

Uma joia no istmo centro-americano, o Panamá conecta a América do Sul à América do Norte e o Pacífico ao Atlântico. A amizade bilateral ao longo da Rota Marítima da Seda começou em 1854, quando o navio Bruxa do Mar (Sea Witch) transportou chineses para o Panamá pela primeira vez.

Evidentemente, uma relação que se aprofunda entre Guangzhou e o Panamá e entre a China e a América Latina e o Caribe (ALC) baseia-se nos crescentes intercâmbios comerciais e numa amizade centenária, apoiada em assistência mútua.

Ambos os países têm testemunhado um impulso sem precedentes em cooperação e intercâmbios econômicos e sociais, que resultam de seu estabelecimento de relações diplomáticas em in 2017. Benefícios palpáveis foram entregues a pessoas de ambas as nações. Embaixadas de um país para o outro foram criadas. Uma rota aérea direta Pequim-Cidade do Panamá foi inaugurada. O Panamá está vendo um influxo de empresas chinesas que estão expandindo negócios e participando da construção de infraestrutura. O Panamá assinou um acordo de cooperação com a China para pesquisa de viabilidade da implementação de um projeto ferroviário no Panamá.

Hoje, a amigável cooperação China-Panamá está produzindo mais resultados de maneira mais ampla. Em julho passado, a Escola Primária Xinzhuang, do bairro Huadu de Guangzhou, e o Centro Cultural Sino-Panamenho do Panamá (Instituto Sun Yat-Sen) tornaram-se escolas-irmãs.

"A segunda, terceira e quarta gerações de sino-panamenhos contribuiu muito para o crescimento do Panamá. Elas estão se tornando elites em todos os ofícios – são tão talentosas que um paciente deve ser enviado a um médico chinês antes de ser proclamado incurável. É o exato caso mostrando que profissionais chineses no exterior são altamente reconhecidos pelos locais", disse o Dr. Enrique Lau Cortes durante a sessão. Ele, cujo avô pôs os pés no país mais de um século atrás, quando o Canal do Panamá iniciou as operações, é presidente da Associação de Pesquisa de Assuntos Internacionais do Panamá.

Guangzhou está esperançosa que intercâmbios de inovação e tecnologia em suas frentes de pesquisa científica e educacional com a ALC vão aumentar, resultando em maior interconectividade e sustentabilidade. Recursos ricos, obtidos ao longo de um século, possibilitam uma relação Guangzhou-Panamá mais abrangente. "Dos três milhões de residentes no Panamá, cerca 200.000 são originalmente de Huadu, em Guangzhou", disse Liu Yanglie, presidente da Associação Panamenha de Huadu.

Na ponta oriental do Pacífico, Huadu abriga uma vila panamenha, da qual metade dos moradores está no Panamá. Ao longo do último ano, Guangzhou tem visto prósperos intercâmbios culturais e comerciais com o Panamá, entre eles o envio de professores profissionais para escolas panamenhas. A cidade já se tornou um portal de grande importância para que os panamenhos ganhem um entendimento mais profundo a respeito da China e sua cultura.

"Cada um dos países dos países da ALC tem dado uma contribuição indispensável para a construção da Iniciativa Cinturão e Estrada. O Panamá atua como um conector essencial, à medida que a Rota Marítima da Seda do século 21 se estende para a região", apontou Jiang Jianguo, vice-diretor geral do Departamento de Publicidade da China, presente ao evento.

A ALC está abraçando um promissor futuro de cooperação vantajosa para ambos os lados, à medida que promove a BRI em meio à nova rodada de reformas e abertura da China. Nos últimos anos, o comércio China-ALC registrou um crescimento médio anual de mais de 30% e a China agora se tornou o segundo maior país comercializando na região.

Tanto Guangzhou como o Panamá beneficiam-se desta rodada de desenvolvimento. Em 2017, o valor comercial de Guangzhou-Panamá cresceu 9,8% – para US$ 320 milhões – dos quais US$ 15 milhões em importações do Panamá, um aumento de 64,1%.

Como um elo entre a ALC e os mercados asiáticos, o Canal do Panamá serve como um testemunho dos benefícios da interconectividade para as pessoas. Mais de um século atrás, cantoneses do exterior contribuíram enormemente para a sua construção. Em 2014, a COSCO SHIPPING Specialized Carriers Co., Ltd., com sede em Guangzhou, participou da expansão do canal, transportando peças pesadas para novas eclusas de navio.

"Hoje em dia, temos rotas de transporte oceânico para o Panamá. Em meio a um comércio bilateral que cada vez mais cresce, nossos navios têm permissão para atracar em mais de 100 portos de países americanos, entre eles o Panamá, Ucrânia, Brasil e Argentina. Em 2017, a COSCO SHIPPING foi parte da construção de uma doca para transporte de gás natural liquefeito (GNL) na Zona de Livre Comércio de Colon do Panamá", disse um funcionário da COSCO SHIPPING.

Uma perspectiva estratégica para as relações entre a China e o Panamá, e mesmo para a América Central, é retratada por Eddie Tapiero, um especialista nas relações China-Panamá e em economia internacional da Autoridade do Canal do Panamá, em seu novo livro The Silk Road and Panama (A Rota da Seda e o Panamá). Na visão dele, a Iniciativa Cinturão e Estrada (BRI) representa uma oportunidade que a ALC deve aproveitar e que vai ajudar a região a fazer diferenças visíveis.

"Interconectividade é uma palavra-chave para a BRI, visando conectar os mercados pequenos aos maiores", disse na sessão o Professor Wang Yiwei, um pesquisador sênior da Universidade Renmin da China.

FONTE The People's Government of Guangzhou Municipality

CIDADE DO PANAMÁ, Panamá, 22 de novembro de 2018 /PRNewswire/ -- Uma sessão para compartilhamento de histórias da amizade China-Panamá foi realizada em 21 de novembro na Cidade do Panamá – uma promoção conjunta do governo local e do governo da cidade de Guangzhou, sul da China, bem como das associações envolvidas nas prévias da Cúpula G20 2018. Com foco na cooperação vantajosa para os dois lados e no desenvolvimento compartilhado resultantes da Iniciativa Cinturão e Estrada (BRI, em inglês) – que conecta a China com o Panamá – figuras da política, negócios e da academia de ambos os lados presentes ao evento dividiram histórias sobre negócios e intercâmbios pessoais – e mais de 2000 chineses e panamenhos expressaram sua esperança por cooperação sustentável através desta plataforma.

Uma joia no istmo centro-americano, o Panamá conecta a América do Sul à América do Norte e o Pacífico ao Atlântico. A amizade bilateral ao longo da Rota Marítima da Seda começou em 1854, quando o navio Bruxa do Mar (Sea Witch) transportou chineses para o Panamá pela primeira vez.

Evidentemente, uma relação que se aprofunda entre Guangzhou e o Panamá e entre a China e a América Latina e o Caribe (ALC) baseia-se nos crescentes intercâmbios comerciais e numa amizade centenária, apoiada em assistência mútua.

Ambos os países têm testemunhado um impulso sem precedentes em cooperação e intercâmbios econômicos e sociais, que resultam de seu estabelecimento de relações diplomáticas em in 2017. Benefícios palpáveis foram entregues a pessoas de ambas as nações. Embaixadas de um país para o outro foram criadas. Uma rota aérea direta Pequim-Cidade do Panamá foi inaugurada. O Panamá está vendo um influxo de empresas chinesas que estão expandindo negócios e participando da construção de infraestrutura. O Panamá assinou um acordo de cooperação com a China para pesquisa de viabilidade da implementação de um projeto ferroviário no Panamá.

Hoje, a amigável cooperação China-Panamá está produzindo mais resultados de maneira mais ampla. Em julho passado, a Escola Primária Xinzhuang, do bairro Huadu de Guangzhou, e o Centro Cultural Sino-Panamenho do Panamá (Instituto Sun Yat-Sen) tornaram-se escolas-irmãs.

"A segunda, terceira e quarta gerações de sino-panamenhos contribuiu muito para o crescimento do Panamá. Elas estão se tornando elites em todos os ofícios – são tão talentosas que um paciente deve ser enviado a um médico chinês antes de ser proclamado incurável. É o exato caso mostrando que profissionais chineses no exterior são altamente reconhecidos pelos locais", disse o Dr. Enrique Lau Cortes durante a sessão. Ele, cujo avô pôs os pés no país mais de um século atrás, quando o Canal do Panamá iniciou as operações, é presidente da Associação de Pesquisa de Assuntos Internacionais do Panamá.

Guangzhou está esperançosa que intercâmbios de inovação e tecnologia em suas frentes de pesquisa científica e educacional com a ALC vão aumentar, resultando em maior interconectividade e sustentabilidade. Recursos ricos, obtidos ao longo de um século, possibilitam uma relação Guangzhou-Panamá mais abrangente. "Dos três milhões de residentes no Panamá, cerca 200.000 são originalmente de Huadu, em Guangzhou", disse Liu Yanglie, presidente da Associação Panamenha de Huadu.

Na ponta oriental do Pacífico, Huadu abriga uma vila panamenha, da qual metade dos moradores está no Panamá. Ao longo do último ano, Guangzhou tem visto prósperos intercâmbios culturais e comerciais com o Panamá, entre eles o envio de professores profissionais para escolas panamenhas. A cidade já se tornou um portal de grande importância para que os panamenhos ganhem um entendimento mais profundo a respeito da China e sua cultura.

"Cada um dos países dos países da ALC tem dado uma contribuição indispensável para a construção da Iniciativa Cinturão e Estrada. O Panamá atua como um conector essencial, à medida que a Rota Marítima da Seda do século 21 se estende para a região", apontou Jiang Jianguo, vice-diretor geral do Departamento de Publicidade da China, presente ao evento.

A ALC está abraçando um promissor futuro de cooperação vantajosa para ambos os lados, à medida que promove a BRI em meio à nova rodada de reformas e abertura da China. Nos últimos anos, o comércio China-ALC registrou um crescimento médio anual de mais de 30% e a China agora se tornou o segundo maior país comercializando na região.

Tanto Guangzhou como o Panamá beneficiam-se desta rodada de desenvolvimento. Em 2017, o valor comercial de Guangzhou-Panamá cresceu 9,8% – para US$ 320 milhões – dos quais US$ 15 milhões em importações do Panamá, um aumento de 64,1%.

Como um elo entre a ALC e os mercados asiáticos, o Canal do Panamá serve como um testemunho dos benefícios da interconectividade para as pessoas. Mais de um século atrás, cantoneses do exterior contribuíram enormemente para a sua construção. Em 2014, a COSCO SHIPPING Specialized Carriers Co., Ltd., com sede em Guangzhou, participou da expansão do canal, transportando peças pesadas para novas eclusas de navio.

"Hoje em dia, temos rotas de transporte oceânico para o Panamá. Em meio a um comércio bilateral que cada vez mais cresce, nossos navios têm permissão para atracar em mais de 100 portos de países americanos, entre eles o Panamá, Ucrânia, Brasil e Argentina. Em 2017, a COSCO SHIPPING foi parte da construção de uma doca para transporte de gás natural liquefeito (GNL) na Zona de Livre Comércio de Colon do Panamá", disse um funcionário da COSCO SHIPPING.

Uma perspectiva estratégica para as relações entre a China e o Panamá, e mesmo para a América Central, é retratada por Eddie Tapiero, um especialista nas relações China-Panamá e em economia internacional da Autoridade do Canal do Panamá, em seu novo livro The Silk Road and Panama (A Rota da Seda e o Panamá). Na visão dele, a Iniciativa Cinturão e Estrada (BRI) representa uma oportunidade que a ALC deve aproveitar e que vai ajudar a região a fazer diferenças visíveis.

"Interconectividade é uma palavra-chave para a BRI, visando conectar os mercados pequenos aos maiores", disse na sessão o Professor Wang Yiwei, um pesquisador sênior da Universidade Renmin da China.

FONTE The People's Government of Guangzhou Municipality