''Importante agora é desburocratizar e retomar a economia'', afirma prefeito Bruno Covas

Chefe do Executivo paulista disse que equilibrou "rombo" de R$ 11 bilhões prorrogando pagamento de dívidas e postergando obras

SÃO PAULO, 7 de agosto de 2020 /PRNewswire/ -- O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, foi o expositor do LIDE LIVE, promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais, nesta sexta-feira (07).  O chefe do Executivo paulista falou sobre a retomada econômica no pós crise e respondeu a perguntas de empresários e executivos de diversos setores da economia. O secretário municipal de governo, Rubens Rizek, também participou do evento.

A transmissão ao vivo e interativa ocorreu em virtude da pandemia da Covid-19, o novo coronavírus, em medidas alinhadas às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de autoridades sanitárias brasileiras, respeitando o isolamento social. A live foi mediada pelo chairman do LIDE, Luiz Fernando Furlan, e do diretor-executivo do Grupo Doria, João Doria Neto.

"Aqui na cidade de São Paulo, tivemos três grandes alinhamentos para a pandemia: não deixar nenhum cidadão sem atendimento, proporcionar o sepultamento digno das vítimas do vírus e garantir que ninguém passasse fome. Além disso, rapidamente inauguramos dois hospitais municipais de campanha, com cerca de dois mil leitos e entregamos 1,8 milhão de cestas básica", explicou.

Covas explicou como tentou balancear os gastos provocados pela pandemia.  "O orçamento para 2020 era de R$ 69 bilhões. Com a perda de arrecadação e custo extra na saúde, assistência e transporte, tivemos um rombo de R$ 11 bilhões. Com isso, nosso posicionamento foi de equilibrar essa perda, por exemplo, com a prorrogação do pagamento da dívida da União, e postergamos algumas obras que seriam iniciadas neste ano".

O prefeito defendeu a retomada equilibrada. "A lei de responsabilidade fiscal é mais dura com os municípios e nós não emitimos título da dívida, moeda ou temos bancos. É um movimento global os governos federais socorrerem os municípios. O que estamos fazendo é não aumentar a carga tributária, já que isso aumentaria a inadimplência e não a arrecadação. O importante agora é desburocratizar e retomar a economia".

Ainda no contexto pós-pandemia, Bruno Covas explicou que a volta gradual dos diversos setores dependerá do parecer da equipe multidisciplinar que acompanha a evolução da pandemia.  "O retorno das aulas presenciais será definido pela área da saúde. Enquanto sentirmos que não está seguro, não cederemos a pressão de nenhum grupo. Precisamos de cautela e dados técnicos para essa decisão".

O LIDE LIVE teve como fornecedor oficial a RCE Digital.

FONTE LIDE

Chefe do Executivo paulista disse que equilibrou "rombo" de R$ 11 bilhões prorrogando pagamento de dívidas e postergando obras

SÃO PAULO, 7 de agosto de 2020 /PRNewswire/ -- O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, foi o expositor do LIDE LIVE, promovido pelo Grupo de Líderes Empresariais, nesta sexta-feira (07).  O chefe do Executivo paulista falou sobre a retomada econômica no pós crise e respondeu a perguntas de empresários e executivos de diversos setores da economia. O secretário municipal de governo, Rubens Rizek, também participou do evento.

A transmissão ao vivo e interativa ocorreu em virtude da pandemia da Covid-19, o novo coronavírus, em medidas alinhadas às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de autoridades sanitárias brasileiras, respeitando o isolamento social. A live foi mediada pelo chairman do LIDE, Luiz Fernando Furlan, e do diretor-executivo do Grupo Doria, João Doria Neto.

"Aqui na cidade de São Paulo, tivemos três grandes alinhamentos para a pandemia: não deixar nenhum cidadão sem atendimento, proporcionar o sepultamento digno das vítimas do vírus e garantir que ninguém passasse fome. Além disso, rapidamente inauguramos dois hospitais municipais de campanha, com cerca de dois mil leitos e entregamos 1,8 milhão de cestas básica", explicou.

Covas explicou como tentou balancear os gastos provocados pela pandemia.  "O orçamento para 2020 era de R$ 69 bilhões. Com a perda de arrecadação e custo extra na saúde, assistência e transporte, tivemos um rombo de R$ 11 bilhões. Com isso, nosso posicionamento foi de equilibrar essa perda, por exemplo, com a prorrogação do pagamento da dívida da União, e postergamos algumas obras que seriam iniciadas neste ano".

O prefeito defendeu a retomada equilibrada. "A lei de responsabilidade fiscal é mais dura com os municípios e nós não emitimos título da dívida, moeda ou temos bancos. É um movimento global os governos federais socorrerem os municípios. O que estamos fazendo é não aumentar a carga tributária, já que isso aumentaria a inadimplência e não a arrecadação. O importante agora é desburocratizar e retomar a economia".

Ainda no contexto pós-pandemia, Bruno Covas explicou que a volta gradual dos diversos setores dependerá do parecer da equipe multidisciplinar que acompanha a evolução da pandemia.  "O retorno das aulas presenciais será definido pela área da saúde. Enquanto sentirmos que não está seguro, não cederemos a pressão de nenhum grupo. Precisamos de cautela e dados técnicos para essa decisão".

O LIDE LIVE teve como fornecedor oficial a RCE Digital.

FONTE LIDE