Infográfico mostra o ciclo criminoso do contrabando de cigarros

SÃO PAULO, 23 de julho de 2020 /PRNewswire/ -- Cigarro contrabandeado é coisa séria. Envolve redes de crime organizado de diferentes países, corrupção, bandidos, violência e bilhões de reais. Mas a minimização deste crime – o último passo desse ciclo criminoso - é o que garante a sua escalada pelos estados do Brasil. Quando se olha para o cigarro paraguaio na banquinha do camelô ou no balcão da lanchonete ninguém imagina o rastro de ilegalidade e sangue que ele deixou para chegar até ali.

Primeiro, o produto saiu das fábricas dos barões paraguaios, que pagam impostos muito menores que as indústrias brasileiras – 18% contra 71% - para produzir seus cigarros. Depois, caiu nas mãos de atravessadores, que pagam preços irrisórios para contrabandeá-los para o Brasil. Por isso, o cigarro paraguaio custa tão menos que o brasileiro por aqui. O caminho da mercadoria ilegal desde a travessia da fronteira em barcos, passando por estradas semi desertas com carros em alta velocidade, até chegar nas banquinhas dos camelôs e nas lanchonetes e outros pontos de vendas é envolto em violência e mortes. Grande parte dessas ações é patrocinada pelo crime organizado e ajuda a alimentar a compra de armas e o tráfico de drogas, afetando a segurança de toda a sociedade.

O ciclo do cigarro do crime é composto basicamente de 12 passos, que foram reunidos em um infográfico produzido pelo Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), associação brasileira com foco exclusivo no combate ao mercado ilegal. Para Edson Vismona, presidente do FNCP, mesmo com toda a criminalidade que envolve o contrabando de cigarros, a sociedade minimiza a atividade ilegal. "A aceitação do consumidor pelo produto ilegal estimula a oferta criminosa. Essa é a incoerência ética que precisa acabar".

Para entender mais sobre como funciona esse ciclo do contrabando de cigarros do Paraguai para o Brasil, assista o documentário, "Cigarro do Crime", produzido pela Vice com apoio do FNCP. (https://bit.ly/cigarrodocrime)

Info - https://mma.prnewswire.com/media/1218989/CigarroDoCrime_VF_Infographic.jpg

 

FONTE Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP)

SÃO PAULO, 23 de julho de 2020 /PRNewswire/ -- Cigarro contrabandeado é coisa séria. Envolve redes de crime organizado de diferentes países, corrupção, bandidos, violência e bilhões de reais. Mas a minimização deste crime – o último passo desse ciclo criminoso - é o que garante a sua escalada pelos estados do Brasil. Quando se olha para o cigarro paraguaio na banquinha do camelô ou no balcão da lanchonete ninguém imagina o rastro de ilegalidade e sangue que ele deixou para chegar até ali.

Primeiro, o produto saiu das fábricas dos barões paraguaios, que pagam impostos muito menores que as indústrias brasileiras – 18% contra 71% - para produzir seus cigarros. Depois, caiu nas mãos de atravessadores, que pagam preços irrisórios para contrabandeá-los para o Brasil. Por isso, o cigarro paraguaio custa tão menos que o brasileiro por aqui. O caminho da mercadoria ilegal desde a travessia da fronteira em barcos, passando por estradas semi desertas com carros em alta velocidade, até chegar nas banquinhas dos camelôs e nas lanchonetes e outros pontos de vendas é envolto em violência e mortes. Grande parte dessas ações é patrocinada pelo crime organizado e ajuda a alimentar a compra de armas e o tráfico de drogas, afetando a segurança de toda a sociedade.

O ciclo do cigarro do crime é composto basicamente de 12 passos, que foram reunidos em um infográfico produzido pelo Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP), associação brasileira com foco exclusivo no combate ao mercado ilegal. Para Edson Vismona, presidente do FNCP, mesmo com toda a criminalidade que envolve o contrabando de cigarros, a sociedade minimiza a atividade ilegal. "A aceitação do consumidor pelo produto ilegal estimula a oferta criminosa. Essa é a incoerência ética que precisa acabar".

Para entender mais sobre como funciona esse ciclo do contrabando de cigarros do Paraguai para o Brasil, assista o documentário, "Cigarro do Crime", produzido pela Vice com apoio do FNCP. (https://bit.ly/cigarrodocrime)

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FONTE Fórum Nacional Contra a Pirataria e a Ilegalidade (FNCP)

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