Janome, oportunidade de empreender

Em alta, costura incentiva o empreendedorismo e alia sustentabilidade e protagonismo feminino

Busca por reaproveitar tecidos e moda inclusiva são destaques entre pessoas que escolhem a costura para começar a empreender

Líder no mercado global, Janome apoia iniciativas e oferece amplo leque de máquinas

SÃO PAULO, 13 de maio de 2020 /PRNewswire/ -- O Brasil pode ser considerado um país de empreendedores. Segundo pesquisa conduzida pela Azulis, cerca de 52 milhões de brasileiros possuem o próprio negócio, e micro e pequenas empresas correspondem a 27% do PIB nacional. São dados que refletem as mudanças da economia nos últimos 15 anos e ressaltam o aquecimento de uma área pioneira quando o assunto é empreendedorismo: a costura.

O mercado não é novo. Segundo estudiosos, há uma divisão clara da moda a partir da década de 1960, quando ela se divide entre a alta costura (criação de luxo e sob medida) e a confecção industrial (produção de massa, em série e barata). O empreendedorismo na costura é muito anterior a isso e começa em 1890, a partir da introdução das primeiras máquinas de costura voltadas à produção caseira. Em 1930, quando é fundada a Janome, líder global no segmento de máquinas de costura domésticas, a costura já é tida como ofício reconhecido por lei.

No Brasil, a costura se voltou a um público feminino, que, na maioria das vezes, complementava a renda fazendo pequenos reparos ou roupas em menor escala. É o popular "costurar para fora" que tantas avós praticaram e que deixou grande legado num momento de aquecimento da economia criativa. Hoje, o Brasil está entre os 10 maiores mercados mundiais de fios, fibras, tecelagens e confecções. É o quinto maior produtor têxtil, com exportações que chegam aos 1,5 bilhão.

Números altos assim englobam o mercado de larga produção e o crescente modelo de pequena empresa e negócio que começa a partir de uma máquina de costura. A Janome possui modelos automatizados de costura em tecido e em tecido duplo. E um dos modelos mais vendidos é o que permite costurar e automatizar bordado em diversos tecidos. A empresa passou das 50 milhões de unidades vendidas e estima que boa parte de sua produção é voltada a ateliês, prestadoras de serviço e negócios criativos a partir da costura.

Um deles é o Retalhar, fundada em 2014 em São Paulo. A empresa começou a partir da ideia de aproveitar retalhos e pedaços de tecido que a empresa familiar do pai de Jonas Lessa tinha. Junto a amigos, ele desenvolveu um método de reaproveitamento de tecido que inclui dois destinos: parte é desfibrada e se torna matéria prima para produtos têxtis; parte é destinada a cooperativas de costureiras, que com máquinas de costura, reaproveitam o material em novas roupas.

A máquina de costura é uma ferramenta tão poderosa de empreendedorismo e protagonismo social que também vem ajudando a incluir mulheres num mercado ainda desigual. Das 50 maiores marcas de moda do mundo, apenas 14% são lideradas por mulheres. Não há nenhuma mulher entre os 10 CEOs mais bem pagos da indústria. A posição feminina sempre esteve relegada à costura, e a alta moda passou um tempo entre a pioneira Coco Channel e estilistas conceituadas como Vivienne Westwood e Stella McCartney.

A desigualdade vem fomentando a criação de novos negócios criativos, liderados por mulheres e que nascem a partir da posse de uma máquina. Um deles é a Cora, uma consultoria que ajuda negócios de moda a se tornarem mais éticos e sustentáveis. A empresa ajuda pequenos negócios, como as lojas do Brás, no centro de São Paulo, a desperdiçarem menos e gerirem melhor o negócio como empreendedores.

As iniciativas também têm foco na inclusão geral da sociedade. A PanoSocial, localizada em São Paulo, funciona desde 2015 produzindo roupas orgânicas com ex-detentos. A partir de algodão 100% orgânico, que pode ser manuseado nas máquinas de costura da Janome, a empresa vende camisetas e outros produtos a um preço menor do que lojas de Fast Fashion.

As ideias de empreendedorismo não param por aí. Lojas voltadas a um público específico, como moda pluz-size, moda sem gênero e costura de roupas veganas vem ganhando espaço numa era em que o cliente não busca mais como diferencial o preço, mas também a responsabilidade social e ambiental da empresa. O SEBRAE disponibiliza diversos cursos gratuitos para negócios criativos a partir da costura, como bordados, ateliês de costura ou lojas de concerto de roupas.

Atividade milenar, renda de sustento, ferramenta para empreender. A costura tem várias facetas. E todas elas são contempladas pela variedade e qualidade das máquinas Janome, empresa com 100 anos de história no mercado das máquinas de costura domésticas.

www.janome.com.br

FONTE Janome do Brasil

Em alta, costura incentiva o empreendedorismo e alia sustentabilidade e protagonismo feminino

Busca por reaproveitar tecidos e moda inclusiva são destaques entre pessoas que escolhem a costura para começar a empreender

Líder no mercado global, Janome apoia iniciativas e oferece amplo leque de máquinas

SÃO PAULO, 13 de maio de 2020 /PRNewswire/ -- O Brasil pode ser considerado um país de empreendedores. Segundo pesquisa conduzida pela Azulis, cerca de 52 milhões de brasileiros possuem o próprio negócio, e micro e pequenas empresas correspondem a 27% do PIB nacional. São dados que refletem as mudanças da economia nos últimos 15 anos e ressaltam o aquecimento de uma área pioneira quando o assunto é empreendedorismo: a costura.

O mercado não é novo. Segundo estudiosos, há uma divisão clara da moda a partir da década de 1960, quando ela se divide entre a alta costura (criação de luxo e sob medida) e a confecção industrial (produção de massa, em série e barata). O empreendedorismo na costura é muito anterior a isso e começa em 1890, a partir da introdução das primeiras máquinas de costura voltadas à produção caseira. Em 1930, quando é fundada a Janome, líder global no segmento de máquinas de costura domésticas, a costura já é tida como ofício reconhecido por lei.

No Brasil, a costura se voltou a um público feminino, que, na maioria das vezes, complementava a renda fazendo pequenos reparos ou roupas em menor escala. É o popular "costurar para fora" que tantas avós praticaram e que deixou grande legado num momento de aquecimento da economia criativa. Hoje, o Brasil está entre os 10 maiores mercados mundiais de fios, fibras, tecelagens e confecções. É o quinto maior produtor têxtil, com exportações que chegam aos 1,5 bilhão.

Números altos assim englobam o mercado de larga produção e o crescente modelo de pequena empresa e negócio que começa a partir de uma máquina de costura. A Janome possui modelos automatizados de costura em tecido e em tecido duplo. E um dos modelos mais vendidos é o que permite costurar e automatizar bordado em diversos tecidos. A empresa passou das 50 milhões de unidades vendidas e estima que boa parte de sua produção é voltada a ateliês, prestadoras de serviço e negócios criativos a partir da costura.

Um deles é o Retalhar, fundada em 2014 em São Paulo. A empresa começou a partir da ideia de aproveitar retalhos e pedaços de tecido que a empresa familiar do pai de Jonas Lessa tinha. Junto a amigos, ele desenvolveu um método de reaproveitamento de tecido que inclui dois destinos: parte é desfibrada e se torna matéria prima para produtos têxtis; parte é destinada a cooperativas de costureiras, que com máquinas de costura, reaproveitam o material em novas roupas.

A máquina de costura é uma ferramenta tão poderosa de empreendedorismo e protagonismo social que também vem ajudando a incluir mulheres num mercado ainda desigual. Das 50 maiores marcas de moda do mundo, apenas 14% são lideradas por mulheres. Não há nenhuma mulher entre os 10 CEOs mais bem pagos da indústria. A posição feminina sempre esteve relegada à costura, e a alta moda passou um tempo entre a pioneira Coco Channel e estilistas conceituadas como Vivienne Westwood e Stella McCartney.

A desigualdade vem fomentando a criação de novos negócios criativos, liderados por mulheres e que nascem a partir da posse de uma máquina. Um deles é a Cora, uma consultoria que ajuda negócios de moda a se tornarem mais éticos e sustentáveis. A empresa ajuda pequenos negócios, como as lojas do Brás, no centro de São Paulo, a desperdiçarem menos e gerirem melhor o negócio como empreendedores.

As iniciativas também têm foco na inclusão geral da sociedade. A PanoSocial, localizada em São Paulo, funciona desde 2015 produzindo roupas orgânicas com ex-detentos. A partir de algodão 100% orgânico, que pode ser manuseado nas máquinas de costura da Janome, a empresa vende camisetas e outros produtos a um preço menor do que lojas de Fast Fashion.

As ideias de empreendedorismo não param por aí. Lojas voltadas a um público específico, como moda pluz-size, moda sem gênero e costura de roupas veganas vem ganhando espaço numa era em que o cliente não busca mais como diferencial o preço, mas também a responsabilidade social e ambiental da empresa. O SEBRAE disponibiliza diversos cursos gratuitos para negócios criativos a partir da costura, como bordados, ateliês de costura ou lojas de concerto de roupas.

Atividade milenar, renda de sustento, ferramenta para empreender. A costura tem várias facetas. E todas elas são contempladas pela variedade e qualidade das máquinas Janome, empresa com 100 anos de história no mercado das máquinas de costura domésticas.

www.janome.com.br

FONTE Janome do Brasil