João Labre, diretor de TI da 4MSTech, comenta Low code: a democratização das aplicações

SÃO PAULO, 27 de julho de 2022 /PRNewswire/ -- Construir aplicações sempre foi uma tarefa exclusiva do desenvolvedor, um dos profissionais mais raros e essenciais nas equipes de TI.  Desde o início da pandemia, este profissional tem sido ainda mais procurado, já que a experiência do usuário ganhou força e está entre as prioridades das empresas – desta forma, o desenvolvedor front-end tem uma demanda de trabalho quase que infinita em diversas verticais de negócios.

Como o mercado não encontra este profissional à medida da sua necessidade, diversas empresas criaram plataformas para não-programadores, ou seja, sem colocar grandes esforços de engenharia, profissionais de outras áreas são capazes de desenvolver aplicações low-code. De acordo com um relatório do Gartner, o mercado de low-code movimentou cerca de US$ 13,8 bilhões (R$ 72,67 bilhões) em 2021 no mundo, uma alta de 22,6% em relação a 2020 (US$ 11,2 bilhões, ou R$ 58,98 bilhões).

O Gartner ainda prevê que a construção de aplicações de low code reuniria mais de 65% de todas as funções de desenvolvimento até 2024, com cerca de 66% das grandes empresas utilizando um mínimo de quatro plataformas de low code. Estas plataformas têm vários métodos que ajudam empresas ou não-programadores a construírem aplicações personalizadas na nuvem. O ambiente de desenvolvimento visual fornecido permite trabalhar com muitos métodos, como arrastar e soltar alguns componentes a fim de construir a aplicação de forma simples.

Diante deste cenário, com o número de aplicações crescendo exponencialmente e cada vez mais pessoas criando sistemas, o desafio é conscientizar os desenvolvedores profissionais e as equipes de TI em geral que o movimento low code é uma tarefa de cooperação.

A princípio, pode parecer que o low code objetiva eliminar a presença dos desenvolvedores para criar sistemas, mas tanto o desenvolvedor Low Code quanto um desenvolvedor High Code têm atividades complementares e essenciais. Enquanto o primeiro tem o conhecimento de negócio, o outro se concentra na especialização dos códigos e na governança das soluções a serem desenvolvidas, pois o outro lado da moeda é a falta de controle na criação de aplicações.

Benefícios do low code

A agilidade pode ser o primeiro pilar do desenvolvimento de low code. É mais rápido construir aplicativos com low code usando módulos pré-construídos no ambiente visual. Isto permite redução do tempo e mais praticidade, pois a maioria das plataformas funciona na nuvem, o que também automatiza grande parte dos processos.

Outro aspecto é a estrutura de custos. A contratação de desenvolvedores talentosos é sempre um desafio financeiro às empresas. Nesse sentido, a opção do low code contribui para democratizar a mão de obra e contratar maior número de pessoas, mesmo que esses profissionais não sejam profundamente especializados.

Ainda, sobre democratização das aplicações, aponto que contar com uma plataforma de desenvolvimento que oferece facilidade e baixo custo possibilita desenvolver aplicativos e experiências para um público "invisível" para diversas empresas como exemplo: motoristas, caminhoneiros, garçons, atendentes, balconistas etc. A capacidade de entregar aplicações com sistemas colaborativos em plataformas Android, iOS, Linux e Windows para este público se torna importante pela relevância desta camada da população. Ao integrar as aplicações para uma maior quantidade de pessoas, estamos promovendo a inclusão de cerca de 2,7 bilhões de trabalhadores de linha de frente no mundo. A pesquisa é a Work Trend Index Special Report, conduzida pela Edelman Data x Intelligence, de janeiro de 2022.

A modernização proporcionada pelo low code multiplica o time de TI, populariza aplicações, atualiza os legados e beneficia empresas, pois ampliam as facilidades restritas aos escritórios para a linha de frente. Tudo com baixo custo, agilidade e satisfação dos colaboradores funcionais que realmente precisam das aplicações.

 

FONTE 4MSTech

SÃO PAULO, 27 de julho de 2022 /PRNewswire/ -- Construir aplicações sempre foi uma tarefa exclusiva do desenvolvedor, um dos profissionais mais raros e essenciais nas equipes de TI.  Desde o início da pandemia, este profissional tem sido ainda mais procurado, já que a experiência do usuário ganhou força e está entre as prioridades das empresas – desta forma, o desenvolvedor front-end tem uma demanda de trabalho quase que infinita em diversas verticais de negócios.

Como o mercado não encontra este profissional à medida da sua necessidade, diversas empresas criaram plataformas para não-programadores, ou seja, sem colocar grandes esforços de engenharia, profissionais de outras áreas são capazes de desenvolver aplicações low-code. De acordo com um relatório do Gartner, o mercado de low-code movimentou cerca de US$ 13,8 bilhões (R$ 72,67 bilhões) em 2021 no mundo, uma alta de 22,6% em relação a 2020 (US$ 11,2 bilhões, ou R$ 58,98 bilhões).

O Gartner ainda prevê que a construção de aplicações de low code reuniria mais de 65% de todas as funções de desenvolvimento até 2024, com cerca de 66% das grandes empresas utilizando um mínimo de quatro plataformas de low code. Estas plataformas têm vários métodos que ajudam empresas ou não-programadores a construírem aplicações personalizadas na nuvem. O ambiente de desenvolvimento visual fornecido permite trabalhar com muitos métodos, como arrastar e soltar alguns componentes a fim de construir a aplicação de forma simples.

Diante deste cenário, com o número de aplicações crescendo exponencialmente e cada vez mais pessoas criando sistemas, o desafio é conscientizar os desenvolvedores profissionais e as equipes de TI em geral que o movimento low code é uma tarefa de cooperação.

A princípio, pode parecer que o low code objetiva eliminar a presença dos desenvolvedores para criar sistemas, mas tanto o desenvolvedor Low Code quanto um desenvolvedor High Code têm atividades complementares e essenciais. Enquanto o primeiro tem o conhecimento de negócio, o outro se concentra na especialização dos códigos e na governança das soluções a serem desenvolvidas, pois o outro lado da moeda é a falta de controle na criação de aplicações.

Benefícios do low code

A agilidade pode ser o primeiro pilar do desenvolvimento de low code. É mais rápido construir aplicativos com low code usando módulos pré-construídos no ambiente visual. Isto permite redução do tempo e mais praticidade, pois a maioria das plataformas funciona na nuvem, o que também automatiza grande parte dos processos.

Outro aspecto é a estrutura de custos. A contratação de desenvolvedores talentosos é sempre um desafio financeiro às empresas. Nesse sentido, a opção do low code contribui para democratizar a mão de obra e contratar maior número de pessoas, mesmo que esses profissionais não sejam profundamente especializados.

Ainda, sobre democratização das aplicações, aponto que contar com uma plataforma de desenvolvimento que oferece facilidade e baixo custo possibilita desenvolver aplicativos e experiências para um público "invisível" para diversas empresas como exemplo: motoristas, caminhoneiros, garçons, atendentes, balconistas etc. A capacidade de entregar aplicações com sistemas colaborativos em plataformas Android, iOS, Linux e Windows para este público se torna importante pela relevância desta camada da população. Ao integrar as aplicações para uma maior quantidade de pessoas, estamos promovendo a inclusão de cerca de 2,7 bilhões de trabalhadores de linha de frente no mundo. A pesquisa é a Work Trend Index Special Report, conduzida pela Edelman Data x Intelligence, de janeiro de 2022.

A modernização proporcionada pelo low code multiplica o time de TI, populariza aplicações, atualiza os legados e beneficia empresas, pois ampliam as facilidades restritas aos escritórios para a linha de frente. Tudo com baixo custo, agilidade e satisfação dos colaboradores funcionais que realmente precisam das aplicações.

 

FONTE 4MSTech

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