Juiz permite que vítimas do esquema Ponzi da TelexFree movam ações contra grandes bancos

WORCESTER, Massachusetts, 8 de dezembro de 2021 /PRNewswire/ -- As vítimas do maior esquema de pirâmide dos Estados Unidos receberam ganho da justiça ontem, quando um Tribunal Distrital dos Estados Unidos permitiu que suas ações contra vários dos maiores bancos do mundo e outros prestadores de serviços financeiros tenham prosseguimento. Robert Bonsignore, advogado principal das vítimas, afirmou: "A decisão do Tribunal de permitir o prosseguimento das reivindicações das vítimas foi uma vitória muito longa e acirrada."

Bonsignore ainda afirmou que "a TelexFree fez mais de um milhão de vítimas roubando mais de 4 bilhões de dólares em menos de quatro anos." "Tudo isso foi feito com a ajuda de outros envolvidos. A TelexFree foi um empreendimento criminoso inteiramente motivado por fraudes financeiras que levantou suspeitas e sinais de alertas para seus financiadores e facilitadores do sistema bancário eletrônico. Como a própria empresa admite, sem acesso ao sistema bancário eletrônico, a TelexFree teria entrado em colapso e sido forçada a fechar suas portas em três meses."

Bonsignore elogiou o tribunal e a decisão afirmando que "o juiz Timothy Hillman foi obrigado a examinar por uma grande quantidade de instruções e evidências para dissecar essa fraude financeira internacional extremamente complexa. A opinião do Tribunal foi bem fundamentada e respaldada em fatos." O despacho permite que as ações contra o Bank of America, TD Bank, PNC Bank, Wells Fargo Bank, PricewaterhouseCoopers e várias empresas de processamento de pagamentos sejam acionadas legalmente.

A TelexFree se apresentou como uma empresa de serviços telefônicos pela Internet. Ela foi considerada pelo Tribunal como um esquema de pirâmide internacional multibilionário. O esquema da pirâmide, com sede em Marlborough, em Massachusetts, arrecadou seus primeiros 2 bilhões de dólares em apenas dois anos antes de ser encerrada pelas autoridades brasileiras. A TelexFree então passou a concentrar seus esforços de marketing em vítimas domiciliadas nos Estados Unidos, acumulando mais 2 bilhões de dólares antes de ser invadida e fechada pelo FBI e pelo Departamento de Segurança Interna.

Os fundadores da TelexFree viviam um estilo de vida luxuoso antes do esquema ser desvendado, com aquisição de mansões, barcos e até um time de futebol do Brasil. James Merrill, um dos fundadores da TelexFree, foi condenado a seis anos de prisão após declarar-se culpado de uma acusação de conspiração de fraude eletrônica e oito acusações de fraude eletrônica. Carlos Wanzeler, outro diretor da TelexFree, fugiu do país com dezenas de milhões de dólares, deixando para trás a esposa e o filho. O paradeiro de Carlos Costa, o terceiro fundador da TelexFree, continua desconhecido.

As vítimas já chegaram a um acordo com o Fidelity Bank de aproximadamente 23 milhões de dólares.

Entre em contato com Robert Bonsignore 781-856-7650 ou rbonsignore@classactions.us

   

 

FONTE Bonsignore Trial Lawyers

WORCESTER, Massachusetts, 8 de dezembro de 2021 /PRNewswire/ -- As vítimas do maior esquema de pirâmide dos Estados Unidos receberam ganho da justiça ontem, quando um Tribunal Distrital dos Estados Unidos permitiu que suas ações contra vários dos maiores bancos do mundo e outros prestadores de serviços financeiros tenham prosseguimento. Robert Bonsignore, advogado principal das vítimas, afirmou: "A decisão do Tribunal de permitir o prosseguimento das reivindicações das vítimas foi uma vitória muito longa e acirrada."

Bonsignore ainda afirmou que "a TelexFree fez mais de um milhão de vítimas roubando mais de 4 bilhões de dólares em menos de quatro anos." "Tudo isso foi feito com a ajuda de outros envolvidos. A TelexFree foi um empreendimento criminoso inteiramente motivado por fraudes financeiras que levantou suspeitas e sinais de alertas para seus financiadores e facilitadores do sistema bancário eletrônico. Como a própria empresa admite, sem acesso ao sistema bancário eletrônico, a TelexFree teria entrado em colapso e sido forçada a fechar suas portas em três meses."

Bonsignore elogiou o tribunal e a decisão afirmando que "o juiz Timothy Hillman foi obrigado a examinar por uma grande quantidade de instruções e evidências para dissecar essa fraude financeira internacional extremamente complexa. A opinião do Tribunal foi bem fundamentada e respaldada em fatos." O despacho permite que as ações contra o Bank of America, TD Bank, PNC Bank, Wells Fargo Bank, PricewaterhouseCoopers e várias empresas de processamento de pagamentos sejam acionadas legalmente.

A TelexFree se apresentou como uma empresa de serviços telefônicos pela Internet. Ela foi considerada pelo Tribunal como um esquema de pirâmide internacional multibilionário. O esquema da pirâmide, com sede em Marlborough, em Massachusetts, arrecadou seus primeiros 2 bilhões de dólares em apenas dois anos antes de ser encerrada pelas autoridades brasileiras. A TelexFree então passou a concentrar seus esforços de marketing em vítimas domiciliadas nos Estados Unidos, acumulando mais 2 bilhões de dólares antes de ser invadida e fechada pelo FBI e pelo Departamento de Segurança Interna.

Os fundadores da TelexFree viviam um estilo de vida luxuoso antes do esquema ser desvendado, com aquisição de mansões, barcos e até um time de futebol do Brasil. James Merrill, um dos fundadores da TelexFree, foi condenado a seis anos de prisão após declarar-se culpado de uma acusação de conspiração de fraude eletrônica e oito acusações de fraude eletrônica. Carlos Wanzeler, outro diretor da TelexFree, fugiu do país com dezenas de milhões de dólares, deixando para trás a esposa e o filho. O paradeiro de Carlos Costa, o terceiro fundador da TelexFree, continua desconhecido.

As vítimas já chegaram a um acordo com o Fidelity Bank de aproximadamente 23 milhões de dólares.

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