KPMG: Desafios para a infraestrutura no Brasil este ano

SÃO PAULO, 27 de abril de 2022 /PRNewswire/ -- A base do desenvolvimento econômico e social de um país está diretamente relacionada à capacidade de atrair, direcionar e gerar investimentos em infraestrutura. Entretanto, por aqui, o assunto não tem recebido a devida atenção. O Brasil tem investido no setor menos que 2,5% do PIB durante as últimas duas décadas, quando seriam necessários, no mínimo, 4% a 5% deste volume.

Este cenário, contudo, vem registrando mudanças positivas diante do aumento de investimentos oriundos pela iniciativa privada – que respondem por quase 80% de todos os recursos do setor, percentual mais alto já alcançado no Brasil. Essa tendência vem se consolidando com a execução de dezenas de projetos de peso em infraestrutura. Vale citar, por exemplo, os novos empreendimentos no setor ferroviário, que somam quase R$ 25 bilhões: a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), que vai interligar os estados de Tocantins, Maranhão, Goiás e Bahia, e a Ferrogrão, que conectará a região produtora de grãos do Centro-Oeste ao estado do Pará. Tais linhas deverão proporcionar eficiência à malha de escoamento logístico brasileiro, garantindo agilidade, acessibilidade e maior competitividade no custo logístico.

Analisando a dinâmica histórica do mercado, e acompanhando os movimentos de desburocratização regulatória, é possível afirmar que os investimentos no setor logístico podem alcançar R$ 40 bilhões neste ano. Isso significa mais atenção para a construção e manutenção de rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e mobilidade urbana. Já no setor de saneamento, que vem ganhando destaque e importância após a aprovação do novo marco regulatório, a previsão é que sejam investidos cerca de R$ 15 bilhões por meio das ofertas de privatização.

Por fim, como em demais setores da indústria brasileira, ainda há muito a avançar tanto na aderência de novas tecnologias quanto na conjuntura estrutural das organizações. A transformação digital deve se fazer presente também entre as equipes e os processos, principalmente, no setor de infraestrutura, em que se encontra justamente a maior lacuna de produtividade – em comparação com áreas como a indústria e a manufatura. Já que o conceito 4.0 é imprescindível, torna-se fundamental que os gestores busquem gerar valor através de sistemas conectados e do uso inteligente de dados, além da capacitação de funcionários, para manter-se competitivas no mercado. Saiba mais em:  https://home.kpmg/br/pt/home/insights/2022/04/tendencias-setor-infraestrutura-brasil-2022.html  

Assessoria de Imprensa da KPMG - assessoriakpmg@viveiros.com.br

FONTE KPMG no Brasil

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Este cenário, contudo, vem registrando mudanças positivas diante do aumento de investimentos oriundos pela iniciativa privada – que respondem por quase 80% de todos os recursos do setor, percentual mais alto já alcançado no Brasil. Essa tendência vem se consolidando com a execução de dezenas de projetos de peso em infraestrutura. Vale citar, por exemplo, os novos empreendimentos no setor ferroviário, que somam quase R$ 25 bilhões: a Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), que vai interligar os estados de Tocantins, Maranhão, Goiás e Bahia, e a Ferrogrão, que conectará a região produtora de grãos do Centro-Oeste ao estado do Pará. Tais linhas deverão proporcionar eficiência à malha de escoamento logístico brasileiro, garantindo agilidade, acessibilidade e maior competitividade no custo logístico.

Analisando a dinâmica histórica do mercado, e acompanhando os movimentos de desburocratização regulatória, é possível afirmar que os investimentos no setor logístico podem alcançar R$ 40 bilhões neste ano. Isso significa mais atenção para a construção e manutenção de rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e mobilidade urbana. Já no setor de saneamento, que vem ganhando destaque e importância após a aprovação do novo marco regulatório, a previsão é que sejam investidos cerca de R$ 15 bilhões por meio das ofertas de privatização.

Por fim, como em demais setores da indústria brasileira, ainda há muito a avançar tanto na aderência de novas tecnologias quanto na conjuntura estrutural das organizações. A transformação digital deve se fazer presente também entre as equipes e os processos, principalmente, no setor de infraestrutura, em que se encontra justamente a maior lacuna de produtividade – em comparação com áreas como a indústria e a manufatura. Já que o conceito 4.0 é imprescindível, torna-se fundamental que os gestores busquem gerar valor através de sistemas conectados e do uso inteligente de dados, além da capacitação de funcionários, para manter-se competitivas no mercado. Saiba mais em:  https://home.kpmg/br/pt/home/insights/2022/04/tendencias-setor-infraestrutura-brasil-2022.html  

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