KPMG: maioria (71%) das empresas do Brasil planejam utilizar 5G

SÃO PAULO, 26 de abril de 2022 /PRNewswire/ -- Para a maioria (71%) dos executivos brasileiros em cargos de alta liderança (C-Level) as empresas em que atuam planejam utilizar tecnologia 5G em até cinco anos. Outros 20% disseram que já estão investindo, 8% não sabem qual será a direção das suas empresas sobre o tema e 1% deles não pretendem atuar nisso. Além disso, há forte intenção das empresas investirem nesta tecnologia. Para 56%, as redes 5G estão na agenda estratégica dos gestores ou do conselho de administração. Menos de um terço (28%) disseram que isso não ocorre, e 16% não souberam afirmar.

Essas são algumas das conclusões da pesquisa "Tecnologia 5G: a hiperconectividade que vai mudar o mundo", conduzida pela KPMG com 110 executivos do Brasil, sendo 32% CFOs e 18% CEOs. Apesar disso, quase metade (46%) não soube precisar quanto investirão em 5G. Entre aqueles com orçamento definido, as cifras não ultrapassam R$ 50 milhões. Um quarto (25%) pretende investir até R$ 1 milhão. A faixa que deve dispender entre R$ 1 milhão e R$ 10 milhões corresponde a 14%, e outros 15% pretendem investir entre R$ 11 milhões e R$ 50 milhões.

No Brasil, o 5G também deve beneficiar diretamente a economia. Além disso, a expectativa da maioria (79%) dos entrevistados é que ele contribua para novos modelos de negócios. Para o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), um aumento de 10% nos serviços de banda larga no Brasil estaria associado a uma alta de 3,2% no Produto Interno Bruto (PIB). Segundo o Ministério das Comunicações, o agronegócio brasileiro pode crescer em torno de 10% nos primeiros anos de aplicação do 5G. A automatização e uso de dados também deve impactar setores da indústria, saúde e serviços. Os segmentos de educação e entretenimento também estão na linha de frente dos impactos da tecnologia.

Sobre a aplicação do 5G, a maior parte (20%) das respostas da pesquisa da KPMG indicam recursos para a infraestrutura de Tecnologia da Informação e Nuvem, seguidos por experiência do cliente (14%). Em terceiro lugar, com 13% das respostas, está a utilização da tecnologia para marketing e comunicação. As demais aplicações indicadas são as seguintes: cadeia de suprimentos e logística (12%), operações e backoffice (12%), gestão de pessoas e treinamento (10%), e-commerce (9%), produção e manufatura (8%). O conteúdo está disponível na íntegra no link - https://materiais.kpmgbrasil.com.br/pesquisa-tecnologia-5g-a-hiperconectividade-que-vai-mudar-o-mundo

Assessoria de Imprensa da KPMG - assessoriakpmg@viveiros.com.br

 

FONTE KPMG no Brasil

SÃO PAULO, 26 de abril de 2022 /PRNewswire/ -- Para a maioria (71%) dos executivos brasileiros em cargos de alta liderança (C-Level) as empresas em que atuam planejam utilizar tecnologia 5G em até cinco anos. Outros 20% disseram que já estão investindo, 8% não sabem qual será a direção das suas empresas sobre o tema e 1% deles não pretendem atuar nisso. Além disso, há forte intenção das empresas investirem nesta tecnologia. Para 56%, as redes 5G estão na agenda estratégica dos gestores ou do conselho de administração. Menos de um terço (28%) disseram que isso não ocorre, e 16% não souberam afirmar.

Essas são algumas das conclusões da pesquisa "Tecnologia 5G: a hiperconectividade que vai mudar o mundo", conduzida pela KPMG com 110 executivos do Brasil, sendo 32% CFOs e 18% CEOs. Apesar disso, quase metade (46%) não soube precisar quanto investirão em 5G. Entre aqueles com orçamento definido, as cifras não ultrapassam R$ 50 milhões. Um quarto (25%) pretende investir até R$ 1 milhão. A faixa que deve dispender entre R$ 1 milhão e R$ 10 milhões corresponde a 14%, e outros 15% pretendem investir entre R$ 11 milhões e R$ 50 milhões.

No Brasil, o 5G também deve beneficiar diretamente a economia. Além disso, a expectativa da maioria (79%) dos entrevistados é que ele contribua para novos modelos de negócios. Para o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), um aumento de 10% nos serviços de banda larga no Brasil estaria associado a uma alta de 3,2% no Produto Interno Bruto (PIB). Segundo o Ministério das Comunicações, o agronegócio brasileiro pode crescer em torno de 10% nos primeiros anos de aplicação do 5G. A automatização e uso de dados também deve impactar setores da indústria, saúde e serviços. Os segmentos de educação e entretenimento também estão na linha de frente dos impactos da tecnologia.

Sobre a aplicação do 5G, a maior parte (20%) das respostas da pesquisa da KPMG indicam recursos para a infraestrutura de Tecnologia da Informação e Nuvem, seguidos por experiência do cliente (14%). Em terceiro lugar, com 13% das respostas, está a utilização da tecnologia para marketing e comunicação. As demais aplicações indicadas são as seguintes: cadeia de suprimentos e logística (12%), operações e backoffice (12%), gestão de pessoas e treinamento (10%), e-commerce (9%), produção e manufatura (8%). O conteúdo está disponível na íntegra no link - https://materiais.kpmgbrasil.com.br/pesquisa-tecnologia-5g-a-hiperconectividade-que-vai-mudar-o-mundo

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