Laboratório de ideias da CGTN publica relatório analítico sobre a situação global da pandemia da COVID-19

PEQUIM, 26 de julho de 2021 /PRNewswire/ -- Como a disseminação global da pandemia de COVID-19 ainda não cedeu, o laboratório de ideias da CGTN divulgou um relatório analítico sobre a situação global da pandemia da COVID-19 (o "Relatório") a partir de dados ainda não processados de forma abrangente do site da Universidade Johns Hopkins, Our World in Data and Pharmaceutical Technology, bem como por meio da análise da literatura de pesquisa da comunidade acadêmica e tendo por base o impacto conhecido da pandemia sobre o desenvolvimento econômico e social global, além das recomendações de renomados especialistas em saúde pública para sua prevenção e controle. O relatório reúne os dados sobre medidas de prevenção e controle da pandemia em uma amostragem de 51 países para fazer classificações como uma forma de refletir a situação atual de controle da pandemia nesses países. Ele se concentra na importância que os países dedicam à segurança pessoal, à estabilidade social e ambiental, oferecendo assim ideias e instruções para os países de todo o mundo combaterem a pandemia.

O relatório analisa e avalia o status atual de prevenção e controle da pandemia nos 51 países com base em cinco indicadores, incluindo o número total de casos confirmados, o número de casos recém-confirmados, o número total de mortes, o número de vacinas e o ciclo completo do surto da pandemia para controle em 14 de julho.

Os dados mostram que os Estados Unidos têm o pior desempenho em três dos cinco indicadores estatísticos. Os EUA têm mais de 34 milhões de casos confirmados e mais de 600 mil mortes no total, os índices mais elevados do mundo; e o número de dias em que foram registrados menos de 5.000 novos casos diários em todo o ciclo, desde o início da pandemia até o controle, é de apenas 62, o pior entre os países da amostragem.

Segundo os dados, a situação nos principais países europeus não é animadora. Quando se trata do número total de casos e mortes confirmados, a França, o Reino Unido e a Itália estão todos em cima da tabela.

Os dados mostram que alguns países asiáticos tiveram um bom desempenho na prevenção e controle da pandemia, graças a medidas eficazes, como proibições de entrada, quarentena e rigorosos testes na fronteira. A China tem o menor número de novos casos confirmados entre os países da amostragem e o maior número de vacinações do mundo; Singapura e Vietnã estão mal classificadas pelo número total de mortes por COVID-19; e a Coreia do Sul ajustou o nível de resposta da pandemia em tempo hábil, resultando em 537 dias com menos de 5.000 novos casos diários.

Em termos do número de vacinas, a China é um dos poucos países em desenvolvimento com o maior número de vacinas contra a COVID-19 devido à sua capacidade de desenvolver e fabricar suas próprias vacinas. Atualmente, mais de 1,4 bilhão de doses de vacinas contra a COVID-19 foram administradas na China. A China também forneceu mais de 500 milhões de doses de vacinas contra a COVID-19 e soluções de armazenamento para mais de cem países e organizações internacionais em todo o mundo, o equivalente a um sexto da produção total global de vacinas. No entanto, as estatísticas também revelam que o progresso da vacinação nos países em desenvolvimento é significativamente pior do que o dos países desenvolvidos, devido à desigualdade grave na distribuição global de vacinas. Países com um histórico de vacinação insatisfatório, como Vietnã e Iraque, ainda estão longe de atingir a imunidade de rebanho devido a várias limitações, como serviços de saúde insatisfatórios e estocagem de vacinas por alguns países desenvolvidos.

A polarização no número de casos confirmados, o número de mortes e o número de pessoas vacinadas em diferentes países e regiões do mundo, conforme demonstrado pelas estatísticas objetivas, está muito relacionada com as políticas e medidas nacionais de prevenção e controle da pandemia, e destaca o papel crucial desempenhado pelo governo de um país na prevenção e controle da pandemia.

 

 

FONTE CGTN

PEQUIM, 26 de julho de 2021 /PRNewswire/ -- Como a disseminação global da pandemia de COVID-19 ainda não cedeu, o laboratório de ideias da CGTN divulgou um relatório analítico sobre a situação global da pandemia da COVID-19 (o "Relatório") a partir de dados ainda não processados de forma abrangente do site da Universidade Johns Hopkins, Our World in Data and Pharmaceutical Technology, bem como por meio da análise da literatura de pesquisa da comunidade acadêmica e tendo por base o impacto conhecido da pandemia sobre o desenvolvimento econômico e social global, além das recomendações de renomados especialistas em saúde pública para sua prevenção e controle. O relatório reúne os dados sobre medidas de prevenção e controle da pandemia em uma amostragem de 51 países para fazer classificações como uma forma de refletir a situação atual de controle da pandemia nesses países. Ele se concentra na importância que os países dedicam à segurança pessoal, à estabilidade social e ambiental, oferecendo assim ideias e instruções para os países de todo o mundo combaterem a pandemia.

O relatório analisa e avalia o status atual de prevenção e controle da pandemia nos 51 países com base em cinco indicadores, incluindo o número total de casos confirmados, o número de casos recém-confirmados, o número total de mortes, o número de vacinas e o ciclo completo do surto da pandemia para controle em 14 de julho.

Os dados mostram que os Estados Unidos têm o pior desempenho em três dos cinco indicadores estatísticos. Os EUA têm mais de 34 milhões de casos confirmados e mais de 600 mil mortes no total, os índices mais elevados do mundo; e o número de dias em que foram registrados menos de 5.000 novos casos diários em todo o ciclo, desde o início da pandemia até o controle, é de apenas 62, o pior entre os países da amostragem.

Segundo os dados, a situação nos principais países europeus não é animadora. Quando se trata do número total de casos e mortes confirmados, a França, o Reino Unido e a Itália estão todos em cima da tabela.

Os dados mostram que alguns países asiáticos tiveram um bom desempenho na prevenção e controle da pandemia, graças a medidas eficazes, como proibições de entrada, quarentena e rigorosos testes na fronteira. A China tem o menor número de novos casos confirmados entre os países da amostragem e o maior número de vacinações do mundo; Singapura e Vietnã estão mal classificadas pelo número total de mortes por COVID-19; e a Coreia do Sul ajustou o nível de resposta da pandemia em tempo hábil, resultando em 537 dias com menos de 5.000 novos casos diários.

Em termos do número de vacinas, a China é um dos poucos países em desenvolvimento com o maior número de vacinas contra a COVID-19 devido à sua capacidade de desenvolver e fabricar suas próprias vacinas. Atualmente, mais de 1,4 bilhão de doses de vacinas contra a COVID-19 foram administradas na China. A China também forneceu mais de 500 milhões de doses de vacinas contra a COVID-19 e soluções de armazenamento para mais de cem países e organizações internacionais em todo o mundo, o equivalente a um sexto da produção total global de vacinas. No entanto, as estatísticas também revelam que o progresso da vacinação nos países em desenvolvimento é significativamente pior do que o dos países desenvolvidos, devido à desigualdade grave na distribuição global de vacinas. Países com um histórico de vacinação insatisfatório, como Vietnã e Iraque, ainda estão longe de atingir a imunidade de rebanho devido a várias limitações, como serviços de saúde insatisfatórios e estocagem de vacinas por alguns países desenvolvidos.

A polarização no número de casos confirmados, o número de mortes e o número de pessoas vacinadas em diferentes países e regiões do mundo, conforme demonstrado pelas estatísticas objetivas, está muito relacionada com as políticas e medidas nacionais de prevenção e controle da pandemia, e destaca o papel crucial desempenhado pelo governo de um país na prevenção e controle da pandemia.

 

 

FONTE CGTN

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