LAFIS: Taxa de desocupação atinge 12,5% no trimestre móvel encerrado em abril

SÃO PAULO, 3 de junho de 2019 /PRNewswire/ -- De acordo com os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo IBGE na última sexta-feira (31/05), a taxa de desocupação no Brasil atingiu 12,5% no trimestre de fevereiro a abril de 2019, somando um total de 13,1 milhões de desocupados. O resultado representou um crescimento de 4,4% ante o trimestre anterior (nov-dez-jan/2019), quando a taxa havia atingido 12,0%, isto é, um crescimento de 552 mil pessoas sem ocupação no País, movimento que reflete a sazonalidade do mercado de trabalho. Enquanto isso, na comparação com o mesmo trimestre de 2018, a taxa apresentou uma queda de 0,4 p.p (12,9%).

Nesta mesma comparação, em relação a população ocupada, essa atingiu 92,3 milhões de pessoas no trimestre móvel encerrado em abril, e cresceu 2,1% em relação ao mesmo trimestre do ano passado, com um aumento de 1,9 milhão de pessoas ocupadas.

Esse incremento de quase 2 milhões pessoas ocupadas no mercado de trabalho brasileiro, deve ser observado com cautela, uma vez que, tal resultado foi altamente influenciado pela expansão dos ocupados por conta própria, um crescimento de 4,1%, cerca de 939 mil pessoas, em relação a igual período de 2018; e também do crescimento das pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas1, um crescimento de 11,9%, cerca de 745 mil pessoas.

A partir dessas observações e a despeito da qualidade do trabalho, a Lafis estima uma tendência de queda da taxa de desocupação em 2019 para o mercado de trabalho brasileiro, findando o ano em 11,8%, 0,5 pontos percentuais abaixo da taxa observada em 2018.

Especialista Responsável:



Laís Soares: Analista Sênior. Graduação em Ciências Econômicas pela PUC-SP. Mestre em Economia Política pela PUC-SP. Iniciou as atividades na Lafis em 2013. É responsável pelos estudos e acompanhamento dos setores representantes da indústria automobilística (montadoras veículos leves, veículos pesados e carroçarias, pneus e autopeças), além dos setores de motocicletas e bicicletas, chocolates e balas e bebidas (cervejas, refrigerantes e água mineral, soft drinks).

Mais Informações:

Lafis Consultoria – www.lafis.com.br

Caique Rocha – caique.rocha@lafis.com.br

(11) 3257-2952

FONTE Lafis

SÃO PAULO, 3 de junho de 2019 /PRNewswire/ -- De acordo com os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), divulgada pelo IBGE na última sexta-feira (31/05), a taxa de desocupação no Brasil atingiu 12,5% no trimestre de fevereiro a abril de 2019, somando um total de 13,1 milhões de desocupados. O resultado representou um crescimento de 4,4% ante o trimestre anterior (nov-dez-jan/2019), quando a taxa havia atingido 12,0%, isto é, um crescimento de 552 mil pessoas sem ocupação no País, movimento que reflete a sazonalidade do mercado de trabalho. Enquanto isso, na comparação com o mesmo trimestre de 2018, a taxa apresentou uma queda de 0,4 p.p (12,9%).

Nesta mesma comparação, em relação a população ocupada, essa atingiu 92,3 milhões de pessoas no trimestre móvel encerrado em abril, e cresceu 2,1% em relação ao mesmo trimestre do ano passado, com um aumento de 1,9 milhão de pessoas ocupadas.

Esse incremento de quase 2 milhões pessoas ocupadas no mercado de trabalho brasileiro, deve ser observado com cautela, uma vez que, tal resultado foi altamente influenciado pela expansão dos ocupados por conta própria, um crescimento de 4,1%, cerca de 939 mil pessoas, em relação a igual período de 2018; e também do crescimento das pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas1, um crescimento de 11,9%, cerca de 745 mil pessoas.

A partir dessas observações e a despeito da qualidade do trabalho, a Lafis estima uma tendência de queda da taxa de desocupação em 2019 para o mercado de trabalho brasileiro, findando o ano em 11,8%, 0,5 pontos percentuais abaixo da taxa observada em 2018.

Especialista Responsável:



Laís Soares: Analista Sênior. Graduação em Ciências Econômicas pela PUC-SP. Mestre em Economia Política pela PUC-SP. Iniciou as atividades na Lafis em 2013. É responsável pelos estudos e acompanhamento dos setores representantes da indústria automobilística (montadoras veículos leves, veículos pesados e carroçarias, pneus e autopeças), além dos setores de motocicletas e bicicletas, chocolates e balas e bebidas (cervejas, refrigerantes e água mineral, soft drinks).

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