Leggio Consultoria faz projeção de consumo de combustíveis pós-pandemia

Diesel, gasolina e querosene de aviação terão demanda reduzida em 2020 e 2021

RIO DE JANEIRO, 24 de julho de 2020 /PRNewswire/ -- O mundo pós-pandemia ainda tem diversos fatores desconhecidos, mas já se consegue começar a fazer algumas estimativas. A Leggio Consultoria, especializada em O&G e Infraestrutura, realizou um estudo com a projeção de consumo de combustíveis para os anos de 2020 e 2021. O levantamento considerou as expectativas de diferentes indicadores, como o PIB, a frota circulante, número de viagens aéreas, quantidade de passageiros e carga por aeronave.

A Leggio avalia que existem dois cenários de estudo: primeiro um cenário de recuperação da economia com redução constante dos casos de COVID-19 ao longo do segundo semestre de 2020. Neste cenário, o diesel deve fechar o ano de 2020 com redução de 2,9% no consumo em relação a 2019. Já a demanda por gasolina será 8,1% menor neste ano em comparação ao ano passado. O querosene de aviação (QAv) será o mais afetado, com consumo 49% menor em 2020, sobre 2019.

No segundo cenário, onde a recuperação da economia é mais lenta havendo retrocessos no processo de flexibilização nas cidades brasileiras, a redução no consumo de derivados irá aumentar em dois a três pontos percentuais, significando uma sensibilidade muito baixa mesmo em um cenário mais conservador. Os valores de consumo medidos nos últimos dois meses são significativamente maiores do que os projetados em março de 2020.

Em 2021, o setor de derivados de petróleo ainda enfrentará um efeito residual da pandemia. De acordo com as projeções, a demanda será menor que em 2019 nas seguintes proporções: gasolina em 2,7% e QAv em 38%. No caso do diesel não se prevê impacto, retomando-se a tendência de crescimento anual do consumo.

"Os impactos mais significativos da pandemia de COVID-19 sobre o consumo de diesel e gasolina deverão se restringir a este momento inicial, de redução da atividade econômica. No longo prazo, a estimativa é que o efeito será moderado. Já a demanda de QAv deve continuar impactada e a expectativa é que venha a normalizar somente após a reorganização do setor, já considerando o novo patamar de demanda e oferta de voos", afirma Marcus D´Elia, sócio-diretor da Leggio Consultoria.

Find Comunicação: contato@findcom.me

Foto - https://mma.prnewswire.com/media/1219346/Combust_vel.jpg 

FONTE Leggio Consultoria

Diesel, gasolina e querosene de aviação terão demanda reduzida em 2020 e 2021

RIO DE JANEIRO, 24 de julho de 2020 /PRNewswire/ -- O mundo pós-pandemia ainda tem diversos fatores desconhecidos, mas já se consegue começar a fazer algumas estimativas. A Leggio Consultoria, especializada em O&G e Infraestrutura, realizou um estudo com a projeção de consumo de combustíveis para os anos de 2020 e 2021. O levantamento considerou as expectativas de diferentes indicadores, como o PIB, a frota circulante, número de viagens aéreas, quantidade de passageiros e carga por aeronave.

A Leggio avalia que existem dois cenários de estudo: primeiro um cenário de recuperação da economia com redução constante dos casos de COVID-19 ao longo do segundo semestre de 2020. Neste cenário, o diesel deve fechar o ano de 2020 com redução de 2,9% no consumo em relação a 2019. Já a demanda por gasolina será 8,1% menor neste ano em comparação ao ano passado. O querosene de aviação (QAv) será o mais afetado, com consumo 49% menor em 2020, sobre 2019.

No segundo cenário, onde a recuperação da economia é mais lenta havendo retrocessos no processo de flexibilização nas cidades brasileiras, a redução no consumo de derivados irá aumentar em dois a três pontos percentuais, significando uma sensibilidade muito baixa mesmo em um cenário mais conservador. Os valores de consumo medidos nos últimos dois meses são significativamente maiores do que os projetados em março de 2020.

Em 2021, o setor de derivados de petróleo ainda enfrentará um efeito residual da pandemia. De acordo com as projeções, a demanda será menor que em 2019 nas seguintes proporções: gasolina em 2,7% e QAv em 38%. No caso do diesel não se prevê impacto, retomando-se a tendência de crescimento anual do consumo.

"Os impactos mais significativos da pandemia de COVID-19 sobre o consumo de diesel e gasolina deverão se restringir a este momento inicial, de redução da atividade econômica. No longo prazo, a estimativa é que o efeito será moderado. Já a demanda de QAv deve continuar impactada e a expectativa é que venha a normalizar somente após a reorganização do setor, já considerando o novo patamar de demanda e oferta de voos", afirma Marcus D´Elia, sócio-diretor da Leggio Consultoria.

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