Liderado por brasileiro, estudo pode mudar a conduta clínica para portadores de arritmia cardíaca e enfarte

Trabalho reforça o perfil de segurança do anticoagulante apixabana, da Pfizer, em pacientes com fibrilação atrial não valvar

SÃO PAULO, 8 de maio de 2019 /PRNewswire/ -- Um estudo recém-publicado pela revista científica New England Journal of Medicine, liderado pelo médico brasileiro Renato Deláscio Lopes, professor na Divisão de Cardiologia da Duke University (EUA), pode impactar as diretrizes de tratamento para pessoas com fibrilação atrial não valvar, um dos tipos mais comuns de arritmia cardíaca, conjuntamente com doença coronariana. No estudo Augustus, o anticoagulante Eliquis (apixabana), da Pfizer, reduziu em 31% o risco de sangramentos importantes e clinicamente relevantes em relação à varfarina - tradicional antagonista da vitamina K.

O trabalho investigou pacientes que tiveram síndrome coronariana aguda (SCA) ou que foram submetidos a uma angioplastia (desobstrução das artérias). Pessoas com fibrilação atrial não valvar apresentam batimento cardíaco irregular, favorecendo a formação de coágulos no coração, o que aumenta o risco de acidente vascular cerebral (AVC), por isso, são tratadas com anticoagulantes orais.

"Embora os anticoagulantes orais e a terapia dupla antiplaquetária ajudem a reduzir o risco de enfarte e eventos isquêmicos, a combinação desses medicamentos aumenta o risco de sangramentos. Daí a necessidade da realização de estudos para avaliar os regimes antitrombóticos mais seguros para os pacientes de alto risco", afirma a diretora médica da Pfizer, Márjori Dulcine. "Os achados de Augustus aumentam a evidência científica que demonstra o perfil de segurança de Eliquis sobre antagonistas de vitamina K em pessoas com fibrilação atrial não valvar e ajudam a elucidar caminhos para as estratégias de tratamento para esses pacientes."

Outro objetivo do Augustus foi analisar a eficácia da utilização simultânea de dois medicamentos que inibem a ação das plaquetas (células sanguíneas responsáveis pela coagulação) para a prevenção de eventos isquêmicos. Todos os pacientes receberam clopidogrel, um inibidor de plaquetas P2Y12. Porém, metade foi tratada com ácido acetilsalicílico e o restante, com placebo. O trabalho demonstrou que a adição do princípio ativo à terapia com clopidogrel elevou em quase duas vezes o risco de sangramento. No total, 16,1% dos 2.277 pacientes que tomaram ácido acetilsalicílico tiveram sangramentos, ante 9% das 2.279 pessoas do grupo de controle.           

Eliquis

Único anticoagulante com eficácia superior à da varfarina e mesma segurança do ácido acetilsalicílico na prevenção de AVC em pacientes com fibrilação atrial não valvar, Eliquis (apixabana) é um inibidor oral do fator Xa da coagulação.

Elaine Lewis

(11) 3643-2709

elaine.lewis@cdn.com.br 

FONTE Pfizer

Trabalho reforça o perfil de segurança do anticoagulante apixabana, da Pfizer, em pacientes com fibrilação atrial não valvar

SÃO PAULO, 8 de maio de 2019 /PRNewswire/ -- Um estudo recém-publicado pela revista científica New England Journal of Medicine, liderado pelo médico brasileiro Renato Deláscio Lopes, professor na Divisão de Cardiologia da Duke University (EUA), pode impactar as diretrizes de tratamento para pessoas com fibrilação atrial não valvar, um dos tipos mais comuns de arritmia cardíaca, conjuntamente com doença coronariana. No estudo Augustus, o anticoagulante Eliquis (apixabana), da Pfizer, reduziu em 31% o risco de sangramentos importantes e clinicamente relevantes em relação à varfarina - tradicional antagonista da vitamina K.

O trabalho investigou pacientes que tiveram síndrome coronariana aguda (SCA) ou que foram submetidos a uma angioplastia (desobstrução das artérias). Pessoas com fibrilação atrial não valvar apresentam batimento cardíaco irregular, favorecendo a formação de coágulos no coração, o que aumenta o risco de acidente vascular cerebral (AVC), por isso, são tratadas com anticoagulantes orais.

"Embora os anticoagulantes orais e a terapia dupla antiplaquetária ajudem a reduzir o risco de enfarte e eventos isquêmicos, a combinação desses medicamentos aumenta o risco de sangramentos. Daí a necessidade da realização de estudos para avaliar os regimes antitrombóticos mais seguros para os pacientes de alto risco", afirma a diretora médica da Pfizer, Márjori Dulcine. "Os achados de Augustus aumentam a evidência científica que demonstra o perfil de segurança de Eliquis sobre antagonistas de vitamina K em pessoas com fibrilação atrial não valvar e ajudam a elucidar caminhos para as estratégias de tratamento para esses pacientes."

Outro objetivo do Augustus foi analisar a eficácia da utilização simultânea de dois medicamentos que inibem a ação das plaquetas (células sanguíneas responsáveis pela coagulação) para a prevenção de eventos isquêmicos. Todos os pacientes receberam clopidogrel, um inibidor de plaquetas P2Y12. Porém, metade foi tratada com ácido acetilsalicílico e o restante, com placebo. O trabalho demonstrou que a adição do princípio ativo à terapia com clopidogrel elevou em quase duas vezes o risco de sangramento. No total, 16,1% dos 2.277 pacientes que tomaram ácido acetilsalicílico tiveram sangramentos, ante 9% das 2.279 pessoas do grupo de controle.           

Eliquis

Único anticoagulante com eficácia superior à da varfarina e mesma segurança do ácido acetilsalicílico na prevenção de AVC em pacientes com fibrilação atrial não valvar, Eliquis (apixabana) é um inibidor oral do fator Xa da coagulação.

Elaine Lewis

(11) 3643-2709

elaine.lewis@cdn.com.br 

FONTE Pfizer

Você acabou de ler:

Liderado por brasileiro, estudo pode mudar a conduta clínica para portadores de arritmia cardíaca e enfarte

Compartilhe

https://prnewswire.com.br/releases/liderado-por-brasileiro-estudo-pode-mudar-a-conduta-clinica-para-portadores-de-arritmia-cardiaca-e-enfarte/