Mercado de capitais é foco de nova proposta a parcerias público-privadas

Empresas privadas apresentam trabalho à Comissão Especial para aperfeiçoar o novo marco regulatório para parcerias público-privadas

SÃO PAULO, 11 de outubro de 2019 /PRNewswire/ -- Nova proposta entregue por um grupo de empresas privadas ao presidente da Comissão Especial Parcerias Público Privadas, o deputado João Maia (PL-RN), e ao relator do pacote na Câmara, o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania – SP), sugere o aperfeiçoamento para o novo marco regulatório para parcerias público-privadas (PPP), concessões e fundos de investimentos.

O grupo de trabalho composto por Integral Group, Mattos Filho, Centro de Tecnologia de Edificações (CTE), Roland Berger e Beach Park apresenta material com sugestões de melhoria ao marco regulatório atual, com base no incentivo ao mercado de capitais, reduzir os pontos de insegurança jurídica e foco em investimentos ASG (ambiental, social e governança).

Entre as indicações de melhoria está a sugestão do estimulo às iniciativas ASG visando a atração de grandes investidores internacionais ao país, mesmo sem a volta do grau de investimento (soberano) do Brasil. Outro ponto de destaque é a expansão dos incentivos, atualmente restritos às debêntures de infraestrutura, para outros instrumentos, contribuindo para a evolução do mercado de capitais.

Segundo Vitor Bidetti, CEO da Integral Brei e coordenador do grupo de trabalho, o novo cenário com baixas taxas de juros estruturais, traz boas oportunidades para os investimentos no setor de infraestrutura. "Entendemos que o mercado de capitais é a grande avenida para atração desse fluxo de investimentos. Por meio de suas vertentes de crédito, imobiliário e ações, ele deve ser considerado como principal fonte financiadora para o desenvolvimento da infraestrutura, trazendo um custo de capital adequado aos projetos, além de um arcabouço robusto de governança corporativa", afirma Vitor Bidetti.

Com o recebimento das sugestões elaborados pela iniciativa privada, o relator deverá entregar o parecer em até 30 dias. Sendo aprovado, o projeto segue para ser votado pelos plenários da comissão e da Câmara.

FONTE Integral Brei

Empresas privadas apresentam trabalho à Comissão Especial para aperfeiçoar o novo marco regulatório para parcerias público-privadas

SÃO PAULO, 11 de outubro de 2019 /PRNewswire/ -- Nova proposta entregue por um grupo de empresas privadas ao presidente da Comissão Especial Parcerias Público Privadas, o deputado João Maia (PL-RN), e ao relator do pacote na Câmara, o deputado Arnaldo Jardim (Cidadania – SP), sugere o aperfeiçoamento para o novo marco regulatório para parcerias público-privadas (PPP), concessões e fundos de investimentos.

O grupo de trabalho composto por Integral Group, Mattos Filho, Centro de Tecnologia de Edificações (CTE), Roland Berger e Beach Park apresenta material com sugestões de melhoria ao marco regulatório atual, com base no incentivo ao mercado de capitais, reduzir os pontos de insegurança jurídica e foco em investimentos ASG (ambiental, social e governança).

Entre as indicações de melhoria está a sugestão do estimulo às iniciativas ASG visando a atração de grandes investidores internacionais ao país, mesmo sem a volta do grau de investimento (soberano) do Brasil. Outro ponto de destaque é a expansão dos incentivos, atualmente restritos às debêntures de infraestrutura, para outros instrumentos, contribuindo para a evolução do mercado de capitais.

Segundo Vitor Bidetti, CEO da Integral Brei e coordenador do grupo de trabalho, o novo cenário com baixas taxas de juros estruturais, traz boas oportunidades para os investimentos no setor de infraestrutura. "Entendemos que o mercado de capitais é a grande avenida para atração desse fluxo de investimentos. Por meio de suas vertentes de crédito, imobiliário e ações, ele deve ser considerado como principal fonte financiadora para o desenvolvimento da infraestrutura, trazendo um custo de capital adequado aos projetos, além de um arcabouço robusto de governança corporativa", afirma Vitor Bidetti.

Com o recebimento das sugestões elaborados pela iniciativa privada, o relator deverá entregar o parecer em até 30 dias. Sendo aprovado, o projeto segue para ser votado pelos plenários da comissão e da Câmara.

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