Metas para 2020: perder peso e manter o peso perdido!

Endocrinologista dá dicas do que pode ajudar para que um emagrecimento seja eficaz e de longo prazo

RIO DE JANEIRO, 7 de janeiro de 2020 /PRNewswire/ -- Sair da inércia não é fácil, sobretudo, quando essa ideia está relacionada à perda de peso. Mudar padrões alimentares inadequados, acelerar o metabolismo e fazer com que o corpo passe a queimar gordura não são situações espontâneas. É preciso fazer algo para que elas aconteçam.

De acordo com a médica Luciana Spina, Mestre e Doutora em Endocrinologia, uma das maneiras de favorecer uma boa perda de peso inicial, motivando pacientes com sobrepeso e obesidade, é adotar uma dieta de muito baixas calorias, como as VLCD (Very Low Calorie Diet). "Gosto muito do Método PronoKal, porque o resultado aparece logo, quando, já na fase cetogênica, o corpo é obrigado a utilizar gordura para obter energia", afirma.

Segundo a médica, os pacientes em processo de emagrecimento precisam ficar atentos ao efeito 'platô', que acontece quando cerca de 10% do peso objetivo foi perdido e se deve a um mecanismo de regulação do próprio corpo, que tenta recuperar o peso anterior, como se este fosse o certo. "Nesta situação, é indicado aumentar a intensidade de atividade física, elevando o gasto energético e priorizando exercícios que ajudem no ganho de massa muscular", explica. 

Outra medida importante é suplementar vitaminas e nutrientes, para suprir ausências e/ou carências que possam ser causadas pela dieta restritiva. "Quando estas substâncias não estão nos níveis adequados podem levar o corpo, por defesa, a diminuir a taxa metabólica basal, e, consequentemente, o gasto calórico diário", diz a médica.

A especialista alerta que a qualidade da proteína utilizada também faz toda a diferença. "Quando uma dieta não tem qualidade proteica, o indivíduo pode perder gordura, mas também ter perda muscular, o que não é o desejável. Quando as proteínas são de alto valor biológico, o paciente tem boa absorção proteica e seus músculos são preservados", explica.

Para quem já chegou ao peso ideal, a médica lembra que não dá para descansar e facilitar o reganho. É necessário ocorrer uma real mudança no estilo de vida, desde a reeducação alimentar, à regularidade de atividade física e ao controle do estresse, com atividades que favoreçam o equilíbrio mental e estabilidade emocional, para que frustrações não sejam descontadas na comida. "O paciente precisa aprender a fazer boas escolhas em todos os aspectos da sua vida nessa nova etapa", conclui.

FONTE Dra. Luciana Spina

Endocrinologista dá dicas do que pode ajudar para que um emagrecimento seja eficaz e de longo prazo

RIO DE JANEIRO, 7 de janeiro de 2020 /PRNewswire/ -- Sair da inércia não é fácil, sobretudo, quando essa ideia está relacionada à perda de peso. Mudar padrões alimentares inadequados, acelerar o metabolismo e fazer com que o corpo passe a queimar gordura não são situações espontâneas. É preciso fazer algo para que elas aconteçam.

De acordo com a médica Luciana Spina, Mestre e Doutora em Endocrinologia, uma das maneiras de favorecer uma boa perda de peso inicial, motivando pacientes com sobrepeso e obesidade, é adotar uma dieta de muito baixas calorias, como as VLCD (Very Low Calorie Diet). "Gosto muito do Método PronoKal, porque o resultado aparece logo, quando, já na fase cetogênica, o corpo é obrigado a utilizar gordura para obter energia", afirma.

Segundo a médica, os pacientes em processo de emagrecimento precisam ficar atentos ao efeito 'platô', que acontece quando cerca de 10% do peso objetivo foi perdido e se deve a um mecanismo de regulação do próprio corpo, que tenta recuperar o peso anterior, como se este fosse o certo. "Nesta situação, é indicado aumentar a intensidade de atividade física, elevando o gasto energético e priorizando exercícios que ajudem no ganho de massa muscular", explica. 

Outra medida importante é suplementar vitaminas e nutrientes, para suprir ausências e/ou carências que possam ser causadas pela dieta restritiva. "Quando estas substâncias não estão nos níveis adequados podem levar o corpo, por defesa, a diminuir a taxa metabólica basal, e, consequentemente, o gasto calórico diário", diz a médica.

A especialista alerta que a qualidade da proteína utilizada também faz toda a diferença. "Quando uma dieta não tem qualidade proteica, o indivíduo pode perder gordura, mas também ter perda muscular, o que não é o desejável. Quando as proteínas são de alto valor biológico, o paciente tem boa absorção proteica e seus músculos são preservados", explica.

Para quem já chegou ao peso ideal, a médica lembra que não dá para descansar e facilitar o reganho. É necessário ocorrer uma real mudança no estilo de vida, desde a reeducação alimentar, à regularidade de atividade física e ao controle do estresse, com atividades que favoreçam o equilíbrio mental e estabilidade emocional, para que frustrações não sejam descontadas na comida. "O paciente precisa aprender a fazer boas escolhas em todos os aspectos da sua vida nessa nova etapa", conclui.

FONTE Dra. Luciana Spina