Nando Reis e Allyson Mariano cantam juntos na campanha Ouçam Nossas Vozes

Personalidades e pessoas ligadas à causa também emprestam suas vozes à iniciativa que combate estigmas da esquizofrenia

SÃO PAULO, 23 de junho de 2021 /PRNewswire/ -- Idealizada pela Janssen, farmacêutica da Johnson & Johnson, a campanha Ouçam Nossas Vozes quer combater os estigmas da esquizofrenia e estimular a adesão ao tratamento, melhorando a qualidade de vida dos pacientes e seus familiares.

Este ano, o auge da campanha é o lançamento da música homônima, composta por Allyson Mariano, diagnosticado com esquizofrenia aos 27 anos. "É um convite às pessoas para entenderem e expandirem horizontes, para fugirem dos estereótipos que causam sofrimento", ressalta.

Nando Reis fez os arranjos. Ao lado de Allyson, Babu Santana, Hana Khalil, médicos, colaboradores, pacientes e apoiadores da campanha, o músico partcipa do coro contra o preconceito. Assista aqui ao videoclipe da canção.

"Todo tipo de estigma é uma redução, uma condenação e preconceito fruto de desinformação. Maledicências que podem ter consequências gravíssimas na vida de uma pessoa. Assim que recebi o convite para fazer parte dessa campanha, não hesitei e aceitei imediatamente com alegria e senso de humanidade", diz Nando.

Allyson aprendeu a ler e a escrever sozinho aos quatro anos. Aos oito, começou a tocar piano. Sempre se interessou por música e começou a compor sobre suas experiências para lidar com o transtorno. Hoje, tem aproximadamente 65 canções (a maioria em inglês) e lidera uma banda de rock.

Assim como Allyson, 71% dos pacientes com esquizofrenia já sofreram preconceito, sendo que a falta de entendimento parte de familiares, conhecidos e amigos, segundo pesquisa Ipsos (2019).

"Além do estigma e da dificuldade para diagnosticar a esquizofrenia, a falta de adesão ao tratamento é um dos principais desafios para recuperação das pessoas que vivem com a doença, pois, quando não tratada corretamente, ocasiona recaídas que agravam o quadro," alerta Ary Gadelha, coordenador-geral do PROESQ. Ele ressalta que diagnóstico e tratamento corretos podem propiciar que pessoas com o transtorno trabalhem, estudem, constituam família e sejam independentes. Atualmente, menos de 30% dos pacientes recebem tratamento no Brasil.

A campanha dá visibilidade às pessoas com esquizofrenia para quebrar mitos de incapacidade, loucura, agressividade e outros, calando o preconceito para que revelem seu potencial. A iniciativa é apoiada por: Programa de Esquizofrenia (PROESQ) da Unifesp, Associação Mãos de Mães de Pessoas com Esquizofrenia (AMME), Associação de Crônicos do Dia a Dia (CDD) e Associação Gaúcha de Familiares e Pacientes Esquizofrênicos (Agafape).

Saiba mais em: www.oucamnossasvozes.com.br 

 

FONTE Janssen

Personalidades e pessoas ligadas à causa também emprestam suas vozes à iniciativa que combate estigmas da esquizofrenia

SÃO PAULO, 23 de junho de 2021 /PRNewswire/ -- Idealizada pela Janssen, farmacêutica da Johnson & Johnson, a campanha Ouçam Nossas Vozes quer combater os estigmas da esquizofrenia e estimular a adesão ao tratamento, melhorando a qualidade de vida dos pacientes e seus familiares.

Este ano, o auge da campanha é o lançamento da música homônima, composta por Allyson Mariano, diagnosticado com esquizofrenia aos 27 anos. "É um convite às pessoas para entenderem e expandirem horizontes, para fugirem dos estereótipos que causam sofrimento", ressalta.

Nando Reis fez os arranjos. Ao lado de Allyson, Babu Santana, Hana Khalil, médicos, colaboradores, pacientes e apoiadores da campanha, o músico partcipa do coro contra o preconceito. Assista aqui ao videoclipe da canção.

"Todo tipo de estigma é uma redução, uma condenação e preconceito fruto de desinformação. Maledicências que podem ter consequências gravíssimas na vida de uma pessoa. Assim que recebi o convite para fazer parte dessa campanha, não hesitei e aceitei imediatamente com alegria e senso de humanidade", diz Nando.

Allyson aprendeu a ler e a escrever sozinho aos quatro anos. Aos oito, começou a tocar piano. Sempre se interessou por música e começou a compor sobre suas experiências para lidar com o transtorno. Hoje, tem aproximadamente 65 canções (a maioria em inglês) e lidera uma banda de rock.

Assim como Allyson, 71% dos pacientes com esquizofrenia já sofreram preconceito, sendo que a falta de entendimento parte de familiares, conhecidos e amigos, segundo pesquisa Ipsos (2019).

"Além do estigma e da dificuldade para diagnosticar a esquizofrenia, a falta de adesão ao tratamento é um dos principais desafios para recuperação das pessoas que vivem com a doença, pois, quando não tratada corretamente, ocasiona recaídas que agravam o quadro," alerta Ary Gadelha, coordenador-geral do PROESQ. Ele ressalta que diagnóstico e tratamento corretos podem propiciar que pessoas com o transtorno trabalhem, estudem, constituam família e sejam independentes. Atualmente, menos de 30% dos pacientes recebem tratamento no Brasil.

A campanha dá visibilidade às pessoas com esquizofrenia para quebrar mitos de incapacidade, loucura, agressividade e outros, calando o preconceito para que revelem seu potencial. A iniciativa é apoiada por: Programa de Esquizofrenia (PROESQ) da Unifesp, Associação Mãos de Mães de Pessoas com Esquizofrenia (AMME), Associação de Crônicos do Dia a Dia (CDD) e Associação Gaúcha de Familiares e Pacientes Esquizofrênicos (Agafape).

Saiba mais em: www.oucamnossasvozes.com.br 

 

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