Natura retoma crescimento no Brasil e fundamentos da Avon avançam no 1TRI

Desempenho do grupo foi impactado pela continuada transformação da Avon, por um cenário global desafiador e por uma difícil base de comparação

SÃO PAULO, 6 de maio de 2022 /PRNewswire/ -- O desempenho de Natura &Co (NYSE – NTCO; B3 – NTCO3) no primeiro trimestre de 2022 reflete o   ambiente desafiador em que opera, mas o Grupo registrou sinais positivos no período, incluindo a retomada do crescimento de Natura no Brasil e melhorias adicionais nos fundamentos da Avon, enquanto a Aesop segue em forte crescimento.

Natura &Co registrou receita líquida consolidada de R$8,3 bilhões, uma queda de 4,6% em moeda constante e de 12,7% em reais no primeiro trimestre, e a margem EBITDA ajustada foi de 7,2% (-300 pontos-base), ante uma base de comparação muito forte, já que o primeiro trimestre do ano passado registrou um crescimento de vendas de 8,1% em moeda constante e de 25,8% em reais. O lucro líquido foi de R$643,1 milhões, e o Grupo encerrou o trimestre com uma sólida posição de caixa de R$ 4,5 bilhões.

O desempenho do primeiro trimestre foi notadamente impactado pelo aumento da inflação, que afetou despesas discricionárias em mercados-chave, pelas pressões de custo na cadeia de suprimentos, por movimentos cambiais desfavoráveis e pelos primeiros efeitos da guerra na Ucrânia. Mas o resultado também reflete decisões estratégicas de Natura &Co relativas à transformação da Avon, incluindo uma redução no portifólio de produtos e a implementação do novo modelo comercial, com os primeiros indicadores já mostrando melhorias.

As vendas habilitadas digitalmente seguiram acelerando, chegando a 50,8% da receita total, em comparação a uma fatia de 47,7% no primeiro trimestre de 2021 e de 35% no pré-pandemia (1TRI-20), impulsionadas pelo crescimento contínuo de Natura e Avon. As vendas habilitadas digitalmente incluem vendas online (e-commerce + social selling) e vendas por relações por meio de aplicativos digitais. Na Avon Internacional, a adoção do aplicativo Avon On apresentou um crescimento consistente e sustentado ao longo dos últimos nove trimestres, alcançando 16% das representantes, ou 5 vezes os níveis pré-pandemia. Em Natura na América Latina, o número médio de consultoras compartilhando conteúdos também aumentou em cerca de 5 vezes na comparação com os níveis pré-pandemia, e os pedidos por meio das mais de 1,5 milhões de lojas online das consultoras cresceram cerca de 81% na região, patamar três vezes maior que o do primeiro trimestre de 2020.

O ambiente macroeconômico e geopolítico global tem sido volátil, marcado por crescentes pressões inflacionárias, disrupções na cadeia de suprimentos, volatilidade cambial e pela eclosão da guerra na Ucrânia, fatores estes que impactam os gastos e a demanda do consumidor. Apesar dessa volatilidade, a companhia está reafirmando a projeção de margem EBITDA de 14% a 16% em 2024. A companhia espera agora alcançar sua meta de receita líquida consolidada de R$ 47 bilhões a R$ 49 bilhões, e a meta de dívida líquida/EBITDA de menos de 1x em 2024, partir de 2023 atualmente, alinhando assim toda sua projeção para o ano fiscal que se encerra em 31 de dezembro de 2024.

Roberto Marques, presidente executivo do Conselho de Administração e CEO do grupo, declarou: "Ao mesmo tempo em que nosso desempenho no primeiro trimestre foi impactado por inflação em alta, pressões de custo na cadeia de suprimentos, movimentos cambiais desfavoráveis, e os primeiros efeitos da guerra da Ucrânia, ele também reflete o reequilíbrio de canais na The Body Shop e uma fraca demanda de consumo na Europa, bem como decisões estratégicas relacionadas à transformação da Avon, incluindo a redução no portifólio de produtos e a implementação do novo modelo comercial".

Essa combinação resultou em vendas e em lucratividade mais baixas no trimestre, se comparado ao primeiro trimestre de 2021, refletindo parcialmente a nossa maior exposição aos mercados da América Latina e da Europa, enquanto a maioria de nossos pares globais estão mais expostos aos mercados da Ásia e da América do Norte. Mas também vimos alguns sinais positivos, incluindo a retomada de crescimento da Natura no Brasil, uma melhora no desempenho da Avon, com ganhos de produtividade, e mais um trimestre de forte crescimento da Aesop.

Esperamos que o ambiente de negócios permaneça desafiador no segundo trimestre, e continuaremos a tomar medidas, incluindo uma maior contenção de custos e uma estrita disciplina financeira em investimentos, de modo a proteger nossa lucratividade e geração de caixa. Também esperamos ver no segundo semestre novos ganhos a partir da transformação da Avon, com melhoria contínua em seus fundamentos e principais indicadores, além de uma base de comparação mais favorável ao grupo. A companhia está reafirmando sua meta de margem EBITDA em 2024 apesar da eclosão da guerra na Ucrânia e da recente deterioração do ambiente macroeconômico e político, que estão impactando os gastos e a demanda do consumidor. Entretanto, à luz desses efeitos, a companhia agora espera altingir suas metas de receita líquida consolidada e de alavancagem em 2024, previamente a partir de 2023.

Desempenho por unidade de negócio:

A receita líquida de Natura &Co América Latina caiu 2,1% em moeda constante (-8.4% em reais) no primeiro trimestre. A marca Natura registrou crescimento de 5,3% na América Latina em moeda constante (-1,9% em reais) no trimestre. O crescimento foi retomado no Brasil (+3,2% moeda constante e +3,1% em reais) e a marca Natura registrou market share significativo no trimestre. As vendas da Natura também subiram 8% moeda constante nos mercados da América Hispânica (-8,7% em reais), crescendo notadamente na  Argentina e na Colômbia. A receita da marca Avon decresceu 11,1% em moeda constante (-16,3% em reais). No Brasil, a receita líquida registrou melhora sequencial desde o terceiro trimestre de 2021, mas ainda com queda de 17% no primeiro trimestre de 2022, com as vendas em Beleza caindo 9,7%. Nos mercados hispânicos, a receita líquida caiu 7,9% em moeda constante (16% em reais). O novo modelo comercial tem mostrado significativo progresso no Equador, com crescimento em atividade e produtividade em quase todas as campanhas do primeiro trimestre na comparação com o ano passado, bem como na América Central, com aumento sequencial na atividade e um maior nível de recrutamento. A margem EBITDA ajustada para Natura &Co América Latina foi de 9% (-320 pontos-base) no primeiro trimestre.

A receita líquida de Avon Internacional caiu 10,1% em moeda constante (-22,1% em reais) no primeiro trimestre. O desempenho foi impactado sobretudo pela guerra na Ucrânia, também por um nível menor de renda disponível na Europa, decorrente da inflação, e por um número menor de representantes, refletindo uma base maior de comparação do ano passado, quando o canal se beneficiou do lockdown, bem como da otimização intencional relacionada ao novo modelo comercial. Os fundamentos de negócio da Avon continuaram a melhorar, com um aumento de +9,1% na produtividade e atividade estável (excluindo Rússia e Ucrânia). A margem EBITDA ajustada do primeiro trimestre ficou em 4,4%, +30 pontos-base ante o primeiro trimestre de 2021, uma grande conquista, baseada numa estrita disciplina financeira e em economias estruturais oriundas da simplificação do modelo de operação.

A receita líquida da The Body Shop caiu 16% em moeda constante (-22,9% em reais) no primeiro trimestre, refletindo principalmente um nível menor de renda disponível na Europa e um esperado reequilíbrio de canais, com a recuperação do varejo compensada por uma queda em The Body Shop At Home e no e-commerce, depois de desempenho acima do esperado durante os lockdowns. A margem EBITDA ajustada foi de 6,4%, - 830 pontos-base ante o primeiro trimestre de 2021, principalmente devido à ausência de apoio governamental relativo à pandemia, que impulsionou o ano passado, o reequilíbrio do mix de canais e a desalavancagem das vendas frente a desaceleração em mercados-chave. A expectativa é que a margem EBITDA seja recuperada no segundo semestre.

A Aesop registrou outro excelente trimestre, com receita líquida crescendo 21,3% em moeda constante (+9,6% em reais). Todos os mercados entregaram um crescimento de dois dígitos, liderados pela América do Norte e pela região da Ásia-Pacífico. A Aesop apresentou, consistentemente, crescimento de vendas superior ao de outras marcas globais de luxo. A margem EBITDA ajustada foi de 21,7%, -500 pontos-base na comparação com o primeiro trimestre de 2021, principalmente por conta de maiores investimentos planejados para o digital, categorias e geografias que impulsionarão o crescimento futuro.

Sobre Natura &Co

Natura &Co é um grupo global guiado por propósito, composto por quatro marcas icônicas: Avon, Natura, The Body Shop e Aesop. Operando em mais de 100 países, com mais de 3.700 lojas, 35.000 colaboradores e mais de 7,6 milhões de representantes e consultoras, acreditamos em desafiar o status quo para promover impacto econômico, social e ambiental positivos, por meio de cooperação, cocriação e colaboração. Natura &Co registrou receita líquida de R$ 40,2 bilhões em 2021, e temos orgulho em ser a maior Empresa B do mundo. Há 135 anos, a Avon tem apoiado o público feminino, oferecendo produtos de beleza inovadores e de qualidade, que são vendidos principalmente para mulheres, por mulheres. Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira do segmento de cosméticos e higiene pessoal, líder em venda direta, reconhecida por seu modelo de negócios sustentável, que ajuda a manter a Floresta Amazônica em pé. Criada por Anita Roddick em 1976 em Brighton, na Inglaterra, The Body Shop é uma marca global de beleza que busca fazer diferença positiva no mundo. A marca australiana de beleza Aesop foi fundada em 1987 com o desafio de criar produtos superlativos para a pele, o cabelo e o corpo. Conheça mais no site https://www.naturaeco.com/

 

FONTE Natura &Co

Desempenho do grupo foi impactado pela continuada transformação da Avon, por um cenário global desafiador e por uma difícil base de comparação

SÃO PAULO, 6 de maio de 2022 /PRNewswire/ -- O desempenho de Natura &Co (NYSE – NTCO; B3 – NTCO3) no primeiro trimestre de 2022 reflete o   ambiente desafiador em que opera, mas o Grupo registrou sinais positivos no período, incluindo a retomada do crescimento de Natura no Brasil e melhorias adicionais nos fundamentos da Avon, enquanto a Aesop segue em forte crescimento.

Natura &Co registrou receita líquida consolidada de R$8,3 bilhões, uma queda de 4,6% em moeda constante e de 12,7% em reais no primeiro trimestre, e a margem EBITDA ajustada foi de 7,2% (-300 pontos-base), ante uma base de comparação muito forte, já que o primeiro trimestre do ano passado registrou um crescimento de vendas de 8,1% em moeda constante e de 25,8% em reais. O lucro líquido foi de R$643,1 milhões, e o Grupo encerrou o trimestre com uma sólida posição de caixa de R$ 4,5 bilhões.

O desempenho do primeiro trimestre foi notadamente impactado pelo aumento da inflação, que afetou despesas discricionárias em mercados-chave, pelas pressões de custo na cadeia de suprimentos, por movimentos cambiais desfavoráveis e pelos primeiros efeitos da guerra na Ucrânia. Mas o resultado também reflete decisões estratégicas de Natura &Co relativas à transformação da Avon, incluindo uma redução no portifólio de produtos e a implementação do novo modelo comercial, com os primeiros indicadores já mostrando melhorias.

As vendas habilitadas digitalmente seguiram acelerando, chegando a 50,8% da receita total, em comparação a uma fatia de 47,7% no primeiro trimestre de 2021 e de 35% no pré-pandemia (1TRI-20), impulsionadas pelo crescimento contínuo de Natura e Avon. As vendas habilitadas digitalmente incluem vendas online (e-commerce + social selling) e vendas por relações por meio de aplicativos digitais. Na Avon Internacional, a adoção do aplicativo Avon On apresentou um crescimento consistente e sustentado ao longo dos últimos nove trimestres, alcançando 16% das representantes, ou 5 vezes os níveis pré-pandemia. Em Natura na América Latina, o número médio de consultoras compartilhando conteúdos também aumentou em cerca de 5 vezes na comparação com os níveis pré-pandemia, e os pedidos por meio das mais de 1,5 milhões de lojas online das consultoras cresceram cerca de 81% na região, patamar três vezes maior que o do primeiro trimestre de 2020.

O ambiente macroeconômico e geopolítico global tem sido volátil, marcado por crescentes pressões inflacionárias, disrupções na cadeia de suprimentos, volatilidade cambial e pela eclosão da guerra na Ucrânia, fatores estes que impactam os gastos e a demanda do consumidor. Apesar dessa volatilidade, a companhia está reafirmando a projeção de margem EBITDA de 14% a 16% em 2024. A companhia espera agora alcançar sua meta de receita líquida consolidada de R$ 47 bilhões a R$ 49 bilhões, e a meta de dívida líquida/EBITDA de menos de 1x em 2024, partir de 2023 atualmente, alinhando assim toda sua projeção para o ano fiscal que se encerra em 31 de dezembro de 2024.

Roberto Marques, presidente executivo do Conselho de Administração e CEO do grupo, declarou: "Ao mesmo tempo em que nosso desempenho no primeiro trimestre foi impactado por inflação em alta, pressões de custo na cadeia de suprimentos, movimentos cambiais desfavoráveis, e os primeiros efeitos da guerra da Ucrânia, ele também reflete o reequilíbrio de canais na The Body Shop e uma fraca demanda de consumo na Europa, bem como decisões estratégicas relacionadas à transformação da Avon, incluindo a redução no portifólio de produtos e a implementação do novo modelo comercial".

Essa combinação resultou em vendas e em lucratividade mais baixas no trimestre, se comparado ao primeiro trimestre de 2021, refletindo parcialmente a nossa maior exposição aos mercados da América Latina e da Europa, enquanto a maioria de nossos pares globais estão mais expostos aos mercados da Ásia e da América do Norte. Mas também vimos alguns sinais positivos, incluindo a retomada de crescimento da Natura no Brasil, uma melhora no desempenho da Avon, com ganhos de produtividade, e mais um trimestre de forte crescimento da Aesop.

Esperamos que o ambiente de negócios permaneça desafiador no segundo trimestre, e continuaremos a tomar medidas, incluindo uma maior contenção de custos e uma estrita disciplina financeira em investimentos, de modo a proteger nossa lucratividade e geração de caixa. Também esperamos ver no segundo semestre novos ganhos a partir da transformação da Avon, com melhoria contínua em seus fundamentos e principais indicadores, além de uma base de comparação mais favorável ao grupo. A companhia está reafirmando sua meta de margem EBITDA em 2024 apesar da eclosão da guerra na Ucrânia e da recente deterioração do ambiente macroeconômico e político, que estão impactando os gastos e a demanda do consumidor. Entretanto, à luz desses efeitos, a companhia agora espera altingir suas metas de receita líquida consolidada e de alavancagem em 2024, previamente a partir de 2023.

Desempenho por unidade de negócio:

A receita líquida de Natura &Co América Latina caiu 2,1% em moeda constante (-8.4% em reais) no primeiro trimestre. A marca Natura registrou crescimento de 5,3% na América Latina em moeda constante (-1,9% em reais) no trimestre. O crescimento foi retomado no Brasil (+3,2% moeda constante e +3,1% em reais) e a marca Natura registrou market share significativo no trimestre. As vendas da Natura também subiram 8% moeda constante nos mercados da América Hispânica (-8,7% em reais), crescendo notadamente na  Argentina e na Colômbia. A receita da marca Avon decresceu 11,1% em moeda constante (-16,3% em reais). No Brasil, a receita líquida registrou melhora sequencial desde o terceiro trimestre de 2021, mas ainda com queda de 17% no primeiro trimestre de 2022, com as vendas em Beleza caindo 9,7%. Nos mercados hispânicos, a receita líquida caiu 7,9% em moeda constante (16% em reais). O novo modelo comercial tem mostrado significativo progresso no Equador, com crescimento em atividade e produtividade em quase todas as campanhas do primeiro trimestre na comparação com o ano passado, bem como na América Central, com aumento sequencial na atividade e um maior nível de recrutamento. A margem EBITDA ajustada para Natura &Co América Latina foi de 9% (-320 pontos-base) no primeiro trimestre.

A receita líquida de Avon Internacional caiu 10,1% em moeda constante (-22,1% em reais) no primeiro trimestre. O desempenho foi impactado sobretudo pela guerra na Ucrânia, também por um nível menor de renda disponível na Europa, decorrente da inflação, e por um número menor de representantes, refletindo uma base maior de comparação do ano passado, quando o canal se beneficiou do lockdown, bem como da otimização intencional relacionada ao novo modelo comercial. Os fundamentos de negócio da Avon continuaram a melhorar, com um aumento de +9,1% na produtividade e atividade estável (excluindo Rússia e Ucrânia). A margem EBITDA ajustada do primeiro trimestre ficou em 4,4%, +30 pontos-base ante o primeiro trimestre de 2021, uma grande conquista, baseada numa estrita disciplina financeira e em economias estruturais oriundas da simplificação do modelo de operação.

A receita líquida da The Body Shop caiu 16% em moeda constante (-22,9% em reais) no primeiro trimestre, refletindo principalmente um nível menor de renda disponível na Europa e um esperado reequilíbrio de canais, com a recuperação do varejo compensada por uma queda em The Body Shop At Home e no e-commerce, depois de desempenho acima do esperado durante os lockdowns. A margem EBITDA ajustada foi de 6,4%, - 830 pontos-base ante o primeiro trimestre de 2021, principalmente devido à ausência de apoio governamental relativo à pandemia, que impulsionou o ano passado, o reequilíbrio do mix de canais e a desalavancagem das vendas frente a desaceleração em mercados-chave. A expectativa é que a margem EBITDA seja recuperada no segundo semestre.

A Aesop registrou outro excelente trimestre, com receita líquida crescendo 21,3% em moeda constante (+9,6% em reais). Todos os mercados entregaram um crescimento de dois dígitos, liderados pela América do Norte e pela região da Ásia-Pacífico. A Aesop apresentou, consistentemente, crescimento de vendas superior ao de outras marcas globais de luxo. A margem EBITDA ajustada foi de 21,7%, -500 pontos-base na comparação com o primeiro trimestre de 2021, principalmente por conta de maiores investimentos planejados para o digital, categorias e geografias que impulsionarão o crescimento futuro.

Sobre Natura &Co

Natura &Co é um grupo global guiado por propósito, composto por quatro marcas icônicas: Avon, Natura, The Body Shop e Aesop. Operando em mais de 100 países, com mais de 3.700 lojas, 35.000 colaboradores e mais de 7,6 milhões de representantes e consultoras, acreditamos em desafiar o status quo para promover impacto econômico, social e ambiental positivos, por meio de cooperação, cocriação e colaboração. Natura &Co registrou receita líquida de R$ 40,2 bilhões em 2021, e temos orgulho em ser a maior Empresa B do mundo. Há 135 anos, a Avon tem apoiado o público feminino, oferecendo produtos de beleza inovadores e de qualidade, que são vendidos principalmente para mulheres, por mulheres. Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira do segmento de cosméticos e higiene pessoal, líder em venda direta, reconhecida por seu modelo de negócios sustentável, que ajuda a manter a Floresta Amazônica em pé. Criada por Anita Roddick em 1976 em Brighton, na Inglaterra, The Body Shop é uma marca global de beleza que busca fazer diferença positiva no mundo. A marca australiana de beleza Aesop foi fundada em 1987 com o desafio de criar produtos superlativos para a pele, o cabelo e o corpo. Conheça mais no site https://www.naturaeco.com/

 

FONTE Natura &Co

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