Novo relatório da OMS afirma que combater a RMA apenas com vacinas não é suficiente

O Conselho Global de Higiene (Global Hygiene Council, GHC) recomenda a todas as pessoas a adoção de bons hábitos de higiene, como lavar as mãos, juntamente com vacinas para evitar a propagação de doenças infecciosas e reduzir o impacto da resistência antimicrobiana (RAM).

LONDRES, 22 de julho de 2022 /PRNewswire/ -- Um recente relatório publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontou as vacinas como "ferramentas altamente eficazes no combate à RAM". Apesar de sua eficácia, os riscos financeiros e os processos de aprovação para o desenvolvimento de vacinas continuam a restringir seu uso como solução imediata para a crise da RAM. Com isso, chegou-se à conclusão de que as soluções de curto prazo para prevenir a resistência devem se concentrar em outras intervenções além das vacinas, destacando a importância da pesquisa e investimento em outros métodos de controle, incluindo a prevenção eficaz de infecções.

O GHC recebeu positivamente este relatório e defende a adoção da higiene juntamente com vacinas para controlar a propagação de infecções e reduzir o impacto da RAM. Conforme visto durante a pandemia da COVID-19, a higiene desempenha um papel fundamental para ajudar a impedir a propagação de infecções. Comportamentos de higiene eficazes, como lavar as mãos, podem reduzir o risco de doenças transmissíveis em até 59%, evitando até um milhão de mortes por ano e minimizando as oportunidades de surgimento de bactérias resistentes a antibióticos.

A RAM foi considerada uma das dez principais ameaças globais à saúde pública que a humanidade enfrenta e ocorre quando bactérias e vírus se modificam ao longo do tempo, tornando-se resistente a medicamentos. Todos os anos, as bactérias resistentes são responsáveis por quase cinco milhões de mortes em todo o mundo, das quais 1,27 milhão são atribuídas diretamente à RAM.

"Juntamente com estratégias de vacinação, práticas eficazes de higiene em ambientes domésticos e comunitários, como escolas e locais de trabalho, são intervenções vitais para prevenir infecções e a necessidade de antimicrobianos, como antibióticos , cujo uso indiscriminado é um fator-chave para a RAM", explicou Sabiha Essack, porta-voz do GHC e professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de KwaZulu-Natal, na África do Sul. "Ao adotar práticas simples de higiene como parte de nossas rotinas diárias, podemos prevenir infecções e reduzir o consumo de antimicrobianos e a subsequente pressão de seleção para a evolução e propagação de bactérias resistentes a medicamentos", complementou Sabiha.

O GHC está pedindo ação imediata para enfrentar a carga crescente da RMA, promovendo o papel da higiene juntamente com outras intervenções importantes, como as vacinas, e incentivando o uso universal de práticas de higiene onde o risco de infecção é mais elevado.

Para mais informações ou uma entrevista com um especialista do GHC, entre em contato com: gabriel.jarvis@emotiveagency.co.uk, +44(0)2081067899

Referências disponíveis mediante solicitação.

FONTE Global Hygiene Council

O Conselho Global de Higiene (Global Hygiene Council, GHC) recomenda a todas as pessoas a adoção de bons hábitos de higiene, como lavar as mãos, juntamente com vacinas para evitar a propagação de doenças infecciosas e reduzir o impacto da resistência antimicrobiana (RAM).

LONDRES, 22 de julho de 2022 /PRNewswire/ -- Um recente relatório publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) apontou as vacinas como "ferramentas altamente eficazes no combate à RAM". Apesar de sua eficácia, os riscos financeiros e os processos de aprovação para o desenvolvimento de vacinas continuam a restringir seu uso como solução imediata para a crise da RAM. Com isso, chegou-se à conclusão de que as soluções de curto prazo para prevenir a resistência devem se concentrar em outras intervenções além das vacinas, destacando a importância da pesquisa e investimento em outros métodos de controle, incluindo a prevenção eficaz de infecções.

O GHC recebeu positivamente este relatório e defende a adoção da higiene juntamente com vacinas para controlar a propagação de infecções e reduzir o impacto da RAM. Conforme visto durante a pandemia da COVID-19, a higiene desempenha um papel fundamental para ajudar a impedir a propagação de infecções. Comportamentos de higiene eficazes, como lavar as mãos, podem reduzir o risco de doenças transmissíveis em até 59%, evitando até um milhão de mortes por ano e minimizando as oportunidades de surgimento de bactérias resistentes a antibióticos.

A RAM foi considerada uma das dez principais ameaças globais à saúde pública que a humanidade enfrenta e ocorre quando bactérias e vírus se modificam ao longo do tempo, tornando-se resistente a medicamentos. Todos os anos, as bactérias resistentes são responsáveis por quase cinco milhões de mortes em todo o mundo, das quais 1,27 milhão são atribuídas diretamente à RAM.

"Juntamente com estratégias de vacinação, práticas eficazes de higiene em ambientes domésticos e comunitários, como escolas e locais de trabalho, são intervenções vitais para prevenir infecções e a necessidade de antimicrobianos, como antibióticos , cujo uso indiscriminado é um fator-chave para a RAM", explicou Sabiha Essack, porta-voz do GHC e professora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da Universidade de KwaZulu-Natal, na África do Sul. "Ao adotar práticas simples de higiene como parte de nossas rotinas diárias, podemos prevenir infecções e reduzir o consumo de antimicrobianos e a subsequente pressão de seleção para a evolução e propagação de bactérias resistentes a medicamentos", complementou Sabiha.

O GHC está pedindo ação imediata para enfrentar a carga crescente da RMA, promovendo o papel da higiene juntamente com outras intervenções importantes, como as vacinas, e incentivando o uso universal de práticas de higiene onde o risco de infecção é mais elevado.

Para mais informações ou uma entrevista com um especialista do GHC, entre em contato com: gabriel.jarvis@emotiveagency.co.uk, +44(0)2081067899

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