Novos comportamentos vão determinar estratégias de negócios no pós-vacinação

Reconhecer novos hábitos e investir na transformação digital serão as chaves para empresas se prepararem para a realidade pós-pandemia

RIBEIRÃO PRETO, Brasil, 5 de julho de 2021 /PRNewswire/ -- À medida que a vacinação avança pelo mundo, as empresas passam a vislumbrar o pós-pandemia, acelerando suas estratégias por meio de um equilíbrio entre o que funcionou e o que será preciso implementar para ter sucesso no 'novo normal'.

"A pandemia mudou as regras do mercado no que diz respeito à localização, trabalho e transformação digital e é extremamente necessário que as empresas exerçam autocrítica para crescer. Como será a jornada de trabalho do meu time? Como isso afeta o contexto de entrega dos meus produtos e serviços? Essas são perguntas essenciais para os líderes neste momento", afirma Fabrício Gimenes, CEO da WHF.

Paulo Henrique de Oliveira, sócio da WHF e especialista em estratégia de negócios, reforça que está ocorrendo uma mudança cultural, em que as empresas devem voltar a atenção para a construção de novos negócios alinhados com a economia digital que sofreu um processo de transformação irreversível. 

"As pessoas estão se organizando em comunidades de interesse e as empresas vão passar a se conectar dessa forma. É preciso 're-conhecer' o cliente nesta nova economia baseada na transformação dos serviços para esse mundo digital, de forma líquida e fluida, criando negócios inovadores e transformando culturas", ressalta.

A WHF, por exemplo, que sempre ajudou as empresas a resgatarem a centralidade do cliente, está promovendo suas mudanças a partir dos novos comportamentos. A empresa fechou um dos seus escritórios e tem planos para ressignificar sua sede em Ribeirão Preto, em que os mais de 300m² serão repensados para o novo contexto de trabalho.

"Nosso prédio será convertido num centro de produção de conteúdo, conhecimento e encontros. Ele será um apoio ao dia a dia de trabalho, não mais o centro da jornada", explica Gimenes. "É preciso entender a nova demanda e se adaptar com agilidade. Esta deve ser a estratégia para os próximos meses", completa. 

Para ele, o mercado tradicional sempre tem um olhar sob a perspectiva produtiva, em primeiro lugar. "Isso foi válido. Mas, com a digitalização as nossas visões sobre a produtividade estão mudando. 'Re-conhecer' o cliente, colaborador, parceiro, ou seja, mapear e entender seus novos comportamentos são a chave para encontrar melhorias e alcançar maior competitividade. Não há receita pronta, mas grandes oportunidades para as organizações", conclui.

Foto - https://mma.prnewswire.com/media/1557562/Fabr_cio_Gimenes__3.jpg

 

FONTE WHF

Reconhecer novos hábitos e investir na transformação digital serão as chaves para empresas se prepararem para a realidade pós-pandemia

RIBEIRÃO PRETO, Brasil, 5 de julho de 2021 /PRNewswire/ -- À medida que a vacinação avança pelo mundo, as empresas passam a vislumbrar o pós-pandemia, acelerando suas estratégias por meio de um equilíbrio entre o que funcionou e o que será preciso implementar para ter sucesso no 'novo normal'.

"A pandemia mudou as regras do mercado no que diz respeito à localização, trabalho e transformação digital e é extremamente necessário que as empresas exerçam autocrítica para crescer. Como será a jornada de trabalho do meu time? Como isso afeta o contexto de entrega dos meus produtos e serviços? Essas são perguntas essenciais para os líderes neste momento", afirma Fabrício Gimenes, CEO da WHF.

Paulo Henrique de Oliveira, sócio da WHF e especialista em estratégia de negócios, reforça que está ocorrendo uma mudança cultural, em que as empresas devem voltar a atenção para a construção de novos negócios alinhados com a economia digital que sofreu um processo de transformação irreversível. 

"As pessoas estão se organizando em comunidades de interesse e as empresas vão passar a se conectar dessa forma. É preciso 're-conhecer' o cliente nesta nova economia baseada na transformação dos serviços para esse mundo digital, de forma líquida e fluida, criando negócios inovadores e transformando culturas", ressalta.

A WHF, por exemplo, que sempre ajudou as empresas a resgatarem a centralidade do cliente, está promovendo suas mudanças a partir dos novos comportamentos. A empresa fechou um dos seus escritórios e tem planos para ressignificar sua sede em Ribeirão Preto, em que os mais de 300m² serão repensados para o novo contexto de trabalho.

"Nosso prédio será convertido num centro de produção de conteúdo, conhecimento e encontros. Ele será um apoio ao dia a dia de trabalho, não mais o centro da jornada", explica Gimenes. "É preciso entender a nova demanda e se adaptar com agilidade. Esta deve ser a estratégia para os próximos meses", completa. 

Para ele, o mercado tradicional sempre tem um olhar sob a perspectiva produtiva, em primeiro lugar. "Isso foi válido. Mas, com a digitalização as nossas visões sobre a produtividade estão mudando. 'Re-conhecer' o cliente, colaborador, parceiro, ou seja, mapear e entender seus novos comportamentos são a chave para encontrar melhorias e alcançar maior competitividade. Não há receita pronta, mas grandes oportunidades para as organizações", conclui.

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