O alívio da pobreza na China fez grande contribuição à redução da pobreza global

PEQUIM, 26 de maio de 2020 /PRNewswire/ -- Artigo de Liu Haiying, Du Haibin e Long Yun, do jornal Science and Technology Daily:

Mais de 700 milhões de pessoas foram retiradas da pobreza para atingir as metas de redução da pobreza da agenda 2030 das Nações Unidas para o desenvolvimento sustentável 10 anos antes do previsto

O presidente chinês Xi Jinping fez o pronunciamento ao falar na abertura da 73ª sessão da Assembléia Mundial da Saúde (AMS) via link de vídeo. "A China fornecerá US$ 2 bilhões durante dois anos para ajudar na resposta à COVID-19 e no desenvolvimento econômico e social dos países afetados, especialmente aqueles em desenvolvimento. Além disso, a China trabalhará com outros integrantes do G20 para implementar a iniciativa de suspensão do serviço da dívida para os países mais pobres", continuou Xi Jinping, acrescentando que a China também está pronta para trabalhar com a comunidade internacional para apoiar os países mais atingidos e sob as maiores pressões do serviço da dívida, para que possam superar as atuais dificuldades.

Sonia Bressler, especialista francesa em estudos da China, disse que o discurso do presidente mostrou ao mundo a visão chinesa de "seres humanos vivendo sob o mesmo céu" e o conceito chinês de promover a unidade e a solidariedade para conter a epidemia e erradicar a pobreza.

"Desde a implementação da reforma e da abertura, a grande maioria do povo chinês saiu da pobreza e se tornou o primeiro país em desenvolvimento do mundo a alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas", escreveu a mídia convencional da África do Sul, "Independent Online", em artigo. "A erradicação da pobreza extrema deve ser a prioridade dos governos africanos. Em relação a isso, a experiência da China pode ser usada como referência. A China fez grandes avanços na luta contra a pobreza, porque seus líderes mobilizaram o país por meio de políticas claras, recursos, objetivos realistas e disciplina rígida", diz o artigo.

Isso acontece porque o alívio da pobreza sempre foi uma das prioridades do governo chinês. A China tem o compromisso de erradicar a pobreza desde a adoção da reforma e das políticas de abertura. Ajustou gradualmente suas metas de redução da pobreza alinhadas com o desenvolvimento econômico e criou agências especiais para padronizar e institucionalizar o trabalho de redução da pobreza. Em 2013, o presidente chinês apresentou a estratégia "alívio da pobreza" na província de Xiangxi Hunan. No dia 12 de maio de 2014, o Gabinete de Assistência à Pobreza do Conselho de Estado e outros departamentos emitiram, conjuntamente, o Plano de Implementação para o Estabelecimento de um Mecanismo de Trabalho para o Alívio da Pobreza. No dia 2 de dezembro de 2016, o Conselho de Estado lançou um plano de redução da pobreza para o período do 13º Plano Quinquenal (2016-2020), que funciona como um guia de ação para os governos locais combaterem a pobreza e uma importante base para os departamentos relevantes formularem planos especiais de alívio da pobreza.

O país viu o número de residentes rurais pobres cair de quase 770 milhões, no final de 1978, para 5,51 milhões, no final de 2019, como mostram os dados do Gabinete Nacional de Estatísticas da China. E a proporção de contagem de pessoas pobres caiu de 97,5% para 0,6% no período. No caminho para o "alívio da pobreza", a China acabou preenchendo a enorme lacuna entre 97,5% e 0,6%, 770 milhões e 5,51 milhões, com décadas de exploração e esforços incansáveis.

O presidente fez as observações no dia 6 de março, em um simpósio sobre garantir vitória decisiva no alívio da pobreza. "Após a conclusão da tarefa de erradicação da pobreza este ano, a China alcançará o objetivo de alívio da pobreza estabelecido na Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável 10 anos antes do previsto, o que tem grande importância para a China e o mundo, pois nenhum outro país já tirou tantas pessoas da pobreza em período tão curto", disse ele.

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), cuja principal tarefa é apoiar a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável e implementar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável de 2030 (ODS), falou muito sobre o desenvolvimento da China nas últimas décadas, o que causou profunda impressão no mundo. A China é o primeiro país a atingir o objetivo de alívio da pobreza estabelecido na Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável.

A versão mais recente da edição especial do Relatório Nacional de Desenvolvimento Humano mostra que a China adotou uma estratégia abrangente de alívio da pobreza, por meio de várias abordagens, o que é um exemplo típico da promoção da China para o desenvolvimento humano e que vale a pena ser aprendido por outros países.

Achim Steiner, administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, também disse à mídia que as conquistas da China no alívio da pobreza não têm precedentes em escala e tempo. Destacou que os países podem aprender com a China como fazer a economia se desenvolver de maneira mais sistemática e organizada, o que é coerente com os ODS da ONU e com a ideia de que ninguém deve ficar para trás.

As Nações Unidas estimam que será difícil alcançar os objetivos de redução da pobreza da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. Em particular, a pandemia da COVID-19 terá impacto negativo na economia global, especialmente para os países em desenvolvimento.

A vice-secretária-geral, Amina J. Mohammed, disse que os países africanos fizeram progresso na promoção do desenvolvimento econômico e social sustentável nos últimos anos. No entanto, o continente ainda está longe de cumprir as metas estabelecidas na Agenda 2030 da ONU para o desenvolvimento sustentável. A maioria dos pobres do mundo vive na África Subsaariana, o que faz dessa área o foco da governança global da pobreza.

O ritmo de redução da pobreza nos países em desenvolvimento fora da China tem sido bastante lento, e o número de pessoas pobres ainda está aumentando. Por exemplo, o número de pessoas que vivem em extrema pobreza na África Subsaariana aumentou de 278 milhões, em 1990, para 413 milhões, em 2015, representando mais da metade das pessoas pobres do mundo.

De fato, a China sempre fez grandes contribuições à redução da pobreza e ao desenvolvimento na África. O comércio e o investimento entre a China e a África impulsionaram o desenvolvimento econômico da África, melhoraram sua situação econômica e, de certo modo, reduziram a pobreza.

Em 2015, quando o presidente Xi Jinping participou da Cúpula de Joanesburgo sobre Cooperação China-África, a China anunciou que, nos três anos seguintes, executaria dez grandes planos de cooperação, incluindo o Plano de Redução da Pobreza China-África. A China concretizará na África 200 projetos "vida feliz" e programas de redução da pobreza, tendo mulheres e crianças como principais beneficiárias. A China implementará projetos de enriquecimento agrícola em 100 aldeias africanas para elevar o padrão da vida rural. Preocupada com a fraca colheita causada pelo El Niño em muitos países africanos, a China fornecerá um bilhão de RMB como auxílio alimentar de emergência aos países afetados.

O professor Garth Shelton, especialista em estudos da China na Universidade de Witwatersrand, acredita que o socialismo com características chinesas garante harmonia e estabilidade nacionais. A reforma e a política de abertura da China viabilizaram a realização do sonho chinês e reduziram enormemente o número de pessoas pobres no país. Rita Ozoemena, uma estudiosa da Universidade de Joanesburgo, disse que a China coloca as pessoas em primeiro lugar e teve uma série de grandes conquistas na melhoria do modo de vida das pessoas e na redução da pobreza, o que realmente significa trazer felicidade às pessoas.

Martyn Davies, um conhecido economista sul-africano, acredita que a China presta atenção aos resultados práticos e tem coragem de fazer reformas e abrir novos caminhos. Ao mesmo tempo, fortalece a construção institucional, formula políticas precisas e garante implementação eficaz. Essas são as causas fundamentais do sucesso econômico da China e a essência de seu modelo de sucesso.

FONTE Science and Technology Daily

PEQUIM, 26 de maio de 2020 /PRNewswire/ -- Artigo de Liu Haiying, Du Haibin e Long Yun, do jornal Science and Technology Daily:

Mais de 700 milhões de pessoas foram retiradas da pobreza para atingir as metas de redução da pobreza da agenda 2030 das Nações Unidas para o desenvolvimento sustentável 10 anos antes do previsto

O presidente chinês Xi Jinping fez o pronunciamento ao falar na abertura da 73ª sessão da Assembléia Mundial da Saúde (AMS) via link de vídeo. "A China fornecerá US$ 2 bilhões durante dois anos para ajudar na resposta à COVID-19 e no desenvolvimento econômico e social dos países afetados, especialmente aqueles em desenvolvimento. Além disso, a China trabalhará com outros integrantes do G20 para implementar a iniciativa de suspensão do serviço da dívida para os países mais pobres", continuou Xi Jinping, acrescentando que a China também está pronta para trabalhar com a comunidade internacional para apoiar os países mais atingidos e sob as maiores pressões do serviço da dívida, para que possam superar as atuais dificuldades.

Sonia Bressler, especialista francesa em estudos da China, disse que o discurso do presidente mostrou ao mundo a visão chinesa de "seres humanos vivendo sob o mesmo céu" e o conceito chinês de promover a unidade e a solidariedade para conter a epidemia e erradicar a pobreza.

"Desde a implementação da reforma e da abertura, a grande maioria do povo chinês saiu da pobreza e se tornou o primeiro país em desenvolvimento do mundo a alcançar os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas", escreveu a mídia convencional da África do Sul, "Independent Online", em artigo. "A erradicação da pobreza extrema deve ser a prioridade dos governos africanos. Em relação a isso, a experiência da China pode ser usada como referência. A China fez grandes avanços na luta contra a pobreza, porque seus líderes mobilizaram o país por meio de políticas claras, recursos, objetivos realistas e disciplina rígida", diz o artigo.

Isso acontece porque o alívio da pobreza sempre foi uma das prioridades do governo chinês. A China tem o compromisso de erradicar a pobreza desde a adoção da reforma e das políticas de abertura. Ajustou gradualmente suas metas de redução da pobreza alinhadas com o desenvolvimento econômico e criou agências especiais para padronizar e institucionalizar o trabalho de redução da pobreza. Em 2013, o presidente chinês apresentou a estratégia "alívio da pobreza" na província de Xiangxi Hunan. No dia 12 de maio de 2014, o Gabinete de Assistência à Pobreza do Conselho de Estado e outros departamentos emitiram, conjuntamente, o Plano de Implementação para o Estabelecimento de um Mecanismo de Trabalho para o Alívio da Pobreza. No dia 2 de dezembro de 2016, o Conselho de Estado lançou um plano de redução da pobreza para o período do 13º Plano Quinquenal (2016-2020), que funciona como um guia de ação para os governos locais combaterem a pobreza e uma importante base para os departamentos relevantes formularem planos especiais de alívio da pobreza.

O país viu o número de residentes rurais pobres cair de quase 770 milhões, no final de 1978, para 5,51 milhões, no final de 2019, como mostram os dados do Gabinete Nacional de Estatísticas da China. E a proporção de contagem de pessoas pobres caiu de 97,5% para 0,6% no período. No caminho para o "alívio da pobreza", a China acabou preenchendo a enorme lacuna entre 97,5% e 0,6%, 770 milhões e 5,51 milhões, com décadas de exploração e esforços incansáveis.

O presidente fez as observações no dia 6 de março, em um simpósio sobre garantir vitória decisiva no alívio da pobreza. "Após a conclusão da tarefa de erradicação da pobreza este ano, a China alcançará o objetivo de alívio da pobreza estabelecido na Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável 10 anos antes do previsto, o que tem grande importância para a China e o mundo, pois nenhum outro país já tirou tantas pessoas da pobreza em período tão curto", disse ele.

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), cuja principal tarefa é apoiar a Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável e implementar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável de 2030 (ODS), falou muito sobre o desenvolvimento da China nas últimas décadas, o que causou profunda impressão no mundo. A China é o primeiro país a atingir o objetivo de alívio da pobreza estabelecido na Agenda 2030 das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável.

A versão mais recente da edição especial do Relatório Nacional de Desenvolvimento Humano mostra que a China adotou uma estratégia abrangente de alívio da pobreza, por meio de várias abordagens, o que é um exemplo típico da promoção da China para o desenvolvimento humano e que vale a pena ser aprendido por outros países.

Achim Steiner, administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, também disse à mídia que as conquistas da China no alívio da pobreza não têm precedentes em escala e tempo. Destacou que os países podem aprender com a China como fazer a economia se desenvolver de maneira mais sistemática e organizada, o que é coerente com os ODS da ONU e com a ideia de que ninguém deve ficar para trás.

As Nações Unidas estimam que será difícil alcançar os objetivos de redução da pobreza da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. Em particular, a pandemia da COVID-19 terá impacto negativo na economia global, especialmente para os países em desenvolvimento.

A vice-secretária-geral, Amina J. Mohammed, disse que os países africanos fizeram progresso na promoção do desenvolvimento econômico e social sustentável nos últimos anos. No entanto, o continente ainda está longe de cumprir as metas estabelecidas na Agenda 2030 da ONU para o desenvolvimento sustentável. A maioria dos pobres do mundo vive na África Subsaariana, o que faz dessa área o foco da governança global da pobreza.

O ritmo de redução da pobreza nos países em desenvolvimento fora da China tem sido bastante lento, e o número de pessoas pobres ainda está aumentando. Por exemplo, o número de pessoas que vivem em extrema pobreza na África Subsaariana aumentou de 278 milhões, em 1990, para 413 milhões, em 2015, representando mais da metade das pessoas pobres do mundo.

De fato, a China sempre fez grandes contribuições à redução da pobreza e ao desenvolvimento na África. O comércio e o investimento entre a China e a África impulsionaram o desenvolvimento econômico da África, melhoraram sua situação econômica e, de certo modo, reduziram a pobreza.

Em 2015, quando o presidente Xi Jinping participou da Cúpula de Joanesburgo sobre Cooperação China-África, a China anunciou que, nos três anos seguintes, executaria dez grandes planos de cooperação, incluindo o Plano de Redução da Pobreza China-África. A China concretizará na África 200 projetos "vida feliz" e programas de redução da pobreza, tendo mulheres e crianças como principais beneficiárias. A China implementará projetos de enriquecimento agrícola em 100 aldeias africanas para elevar o padrão da vida rural. Preocupada com a fraca colheita causada pelo El Niño em muitos países africanos, a China fornecerá um bilhão de RMB como auxílio alimentar de emergência aos países afetados.

O professor Garth Shelton, especialista em estudos da China na Universidade de Witwatersrand, acredita que o socialismo com características chinesas garante harmonia e estabilidade nacionais. A reforma e a política de abertura da China viabilizaram a realização do sonho chinês e reduziram enormemente o número de pessoas pobres no país. Rita Ozoemena, uma estudiosa da Universidade de Joanesburgo, disse que a China coloca as pessoas em primeiro lugar e teve uma série de grandes conquistas na melhoria do modo de vida das pessoas e na redução da pobreza, o que realmente significa trazer felicidade às pessoas.

Martyn Davies, um conhecido economista sul-africano, acredita que a China presta atenção aos resultados práticos e tem coragem de fazer reformas e abrir novos caminhos. Ao mesmo tempo, fortalece a construção institucional, formula políticas precisas e garante implementação eficaz. Essas são as causas fundamentais do sucesso econômico da China e a essência de seu modelo de sucesso.

FONTE Science and Technology Daily

Você acabou de ler:

O alívio da pobreza na China fez grande contribuição à redução da pobreza global

Compartilhe

https://prnewswire.com.br/releases/o-alivio-da-pobreza-na-china-fez-grande-contribuicao-a-reducao-da-pobreza-global/