O Centro Nacional de Olhos de Cingapura, o Instituto de Pesquisa de Olhos de Cingapura e a Johnson & Johnson Vision visualizam a contenção da epidemia global de miopia

Nova colaboração de US$ 26,35 milhões busca soluções de prevenção e tratamento para enfrentar o crescente ônus da doença

CINGAPURA, 12 de novembro de 2018 /PRNewswire/ -- O Centro Nacional de Olhos de Cingapura (SNEC – Singapore National Eye Centre), o Instituto de Pesquisa de Olhos de Cingapura (SERI – Singapore Eye Research Institute) e a Johnson & Johnson Vision anunciaram hoje uma colaboração de US$ 26,35 milhões (S$ 36,35 milhões) para realizar pesquisas destinadas a combater a epidemia de miopia (ou visão curta), a maior ameaça à saúde dos olhos neste século.1,2,3  As projeções indicam que, até 2050, metade da população do mundo será míope, sendo que 1 bilhão de pessoas terá miopia alta, um estado grave da doença que pode resultar em doença da retina, com maior risco de cegueira.1

A parceria pública-privada, primeira dessa espécie na Ásia com foco na miopia, irá criar um entendimento profundo sobre como o problema se desenvolve, como progride e como pode ser interrompido. Irá se focar no desenvolvimento de ferramentas preditivas, para identificar as pessoas que podem estar correndo risco de desenvolver miopia alta, conduzir pesquisas sobre mecanismos subjacentes da miopia, buscar o avanço de novas terapias e descobrir e validar métodos para prevenir o início e a progressão da doença.

"A incidência da miopia está aumentando a taxas alarmantes em todo o mundo e, se não houver um controle, o preço humano e financeiro pode disparar nas próximas décadas, especialmente na Ásia", disse o vice-presidente do Comitê Executivo e diretor científico da Johnson & Johnson, Paul Stoffels, M.D.

"Estamos muito satisfeitos por poder colaborar com o SERI e o SNEC, para entendermos melhor as causas dessa doença e identificar maneiras de interromper essa ameaça à saúde pública global", ele disse. "Juntos, esperamos conquistar progressos importantes para indivíduos e famílias em toda a região da Ásia e do Pacífico e, em última análise, de todo o mundo".

"Aumentos documentados de casos de miopia, especialmente entre pessoas jovens, constituem uma séria preocupação e, se pudermos entender os mecanismos subjacentes que contribuem para a rápida disseminação da doença, poderemos trabalhar para enfrentar o problema em suas origens", disse o diretor executivo do SERI, professor Aung Tin. "O SERI está fortemente comprometido com a colaboração com grandes empresas, para lidar com doenças de olhos e nos sentimos estimulados por poder embarcar nessa colaboração de pesquisa para encontrar novas soluções para esse problema epidêmico".

De acordo com o diretor médico do SNEC, professor Wong Tien Yin, a colaboração irá reunir o conjunto certo de recursos, experiências clínicas e científicas e inteligência para criar um grande centro para a pesquisa da miopia, tratamento clínico e práticas educacionais, projetados para contribuir substancialmente com os esforços regionais e globais, com o objetivo de combater essa doença. "O SNEC está honrado por trabalhar com colaboradores que irão se reunir para enfrentar o crescente ônus da miopia", disse o professor Wong. "Ao alavancar as diversas forças de nossos médicos, cientistas clínicos e parceiros estratégicos, vamos estabelecer novas estruturas da doença e compartilhar esses conhecimentos com as comunidades do mundo, para ajudar a erradicar a miopia".

A miopia é o problema de olhos número um do mundo. 1,2 A miopia aumenta o risco de degeneração e descolamento da retina, cataratas e glaucoma. Se não houver um controle, ela se tornará uma causa séria de deficiência visual irreversível e cegueira.1 O problema ocorre quando o globo ocular se torna alongado devido a fatores ambientais e genéticos.4 Atualmente, poucas modalidades são aprovadas por órgãos regulamentadores para controlar a miopia.

Ônus significativo projetado mundialmente, com o maior impacto na Ásia

  • Globalmente, cinco bilhões de pessoas deverão ter miopia até 2050.1
  • A Ásia Oriental e Cingapura irão sofrer o maior impacto, com as atuais taxas de prevalência entre pessoas jovens tão altas como 80% a 97%, concentradas em áreas urbanas.5
  • As crianças são as mais vulneráveis. Na China, por exemplo, a prevalência de miopia entre crianças e adolescentes de seis a 18 anos aumenta de menos de 10% para 80%.6 As crianças que acabam desenvolvendo miopia alta correm um risco maior de contrair doença grave dos olhos e sofrer perda permanente da visão durante a vida.7
  • Em Cingapura, uma em duas crianças desenvolvem miopia até os 12 anos8 e 75% dos adolescentes são míopes ou dependem de óculos.9
  • Erros refrativos de distância não corrigidos, largamente causados pela miopia, já representam um custo estimado aos sistemas de saúde globais de US$ 202 bilhões por ano.1 e esse custo irá aumentar exponencialmente com a maior prevalência e gravidade da miopia nas próximas décadas.
  • Apenas em Cingapura, o custo direto anual da correção óptica da miopia dos cidadãos do país foi estimado em US$ 755 milhões (S$ 1.04 bilhão).10

Devido à complexidade e escala da miopia, interromper a epidemia vai exigir uma abordagem multidisciplinar, que englobe novas pesquisas clínicas, bem como inovações em educação e tratamento clínico. O SNEC, o SERI e a Johnson & Johnson Vision pretendem se basear nesses esforços e congregar outros grupos de interesse para dar suporte a estratégias gerais.

A Johnson & Johnson Vision traz para essa iniciativa uma expertise profunda em optometria e oftalmologia, apoiada pela força, recursos e alcance da família de empresas da Johnson & Johnson, que está comprometida com a solução de problemas complexos de saúde pública, globalmente. O SERI e o SNEC têm um forte histórico de pesquisa de olhos de alto impacto e excelência em tratamento clínico, que preparou o caminho para aperfeiçoamentos na detecção de doenças dos olhos, bem como na prevenção e tratamento em Cingapura, na Ásia e em escala global.

Sobre a parceria estratégica

O programa de US$ 26,35 milhões (S$ 36,35 milhões) resulta de uma colaboração entre a Johnson & Johnson Vision e o Instituto de Pesquisa de Olhos de Cingapura (SERI – Singapore Eye Research Institute), que é uma divisão de pesquisa do Centro Nacional de Olhos de Cingapura (SNEC – Singapore National Eye Centre), durante três anos. A Johnson & Johnson Vision está fazendo um investimento de US$ 15,78 milhões (S$ 21,77 milhões), composto de contribuições à vista e em espécie, enquanto a SERI está fazendo um investimento de US$ 10,57 milhões (S$ 14,58 milhões) em contribuições à vista e em espécie.

Johnson & Johnson Vision

Na Johnson & Johnson Vision, temos uma ambição corajosa: mudar a trajetória da saúde dos olhos no mundo. Através de nossas empresas operacionais, fornecemos inovações que capacitam profissionais de tratamento de olhos para criar melhores resultados para os pacientes, durante suas vidas, com produtos e tecnologias que lidam com as necessidades não atendidas, incluindo erro refrativo, cataratas e olho seco. Nas comunidades com maior necessidade, trabalhamos em colaboração para expandir o acesso a tratamento de qualidade dos olhos. Assumimos o compromisso de ajudar as pessoas a ver melhor, se conectar melhor e viver melhor. Visite-nos em www.jjvision.com. Siga @JNJVision no Twitter e a Johnson & Johnson Vision no LinkedIn.

Instituto de Pesquisa de Olhos de Cingapura (SERI – Singapore Eye Research Institute)

Estabelecido em 1997, o SERI é o instituto nacional de pesquisa de Cingapura, que se dedica a pesquisas da oftalmologia e da visão. A missão do SERI é conduzir pesquisas dos olhos de grande impacto, com o objetivo de prevenir a cegueira, baixa visão e as principais doenças dos olhos entre os habitantes de Cingapura e de toda a Ásia. O SERI cresceu de uma equipe fundadora de cinco pessoas em 1997 para um grupo de 194 acadêmicos, composto por cientistas clínicos, cientistas, pesquisadores, estudantes de doutorado e pessoal de apoio. Isso torna o SERI um dos maiores institutos de pesquisa em Cingapura e o maior instituto de pesquisa dos olhos na região da Ásia e do Pacífico. Além disso, o SERI tem mais de 218 acadêmicos adjuntos de vários departamentos de olhos, institutos biomédicos e centros de educação superior em Cingapura.

O SERI acumulou uma impressionante coleção de mais de 3.295 documentos científicos até setembro de 2018 e recebeu mais de S$ 307,9 milhões em subvenções competitivas externas revisadas por especialistas. Até hoje, os acadêmicos do SERI receberam mais de 493 prêmios nacionais e internacionais e requereram mais de 121 patentes. Servindo como o instituto de pesquisa do Centro Nacional de Olhos de Cingapura e afiliado à Escola de Medicina Duke-NUS da Universidade Nacional de Cingapura, o SERI realiza pesquisa da visão em colaboração com centros de oftalmologia clínica locais e instituições de pesquisa biomédica, bem como com grandes centros dos olhos e institutos de pesquisa em todo o mundo. Hoje, o SERI é reconhecido como um centro pioneiro em pesquisa dos olhos de alta qualidade na Ásia, com descobertas revolucionárias que se traduziram para uma mudança significativa do paradigma no tratamento de olhos. Visite-nos em www.seri.com.sg.

Centro Nacional de Olhos de Cingapura (SNEC – Singapore National Eye Centre)

O Centro Nacional de Olhos de Cingapura foi incorporado em 1989 e iniciou suas operações em 1990. É designado centro nacional dentro da rede de tratamento de saúde do setor público e encabeça e coordena a prestação de serviços oftalmológicos especializados, com ênfase em educação e pesquisa de qualidade. Desde sua abertura em 1990, o SNEC alcançou um rápido crescimento e atualmente administra uma carga de trabalho anual de 330.000 consultas ambulatoriais, 34.000 cirurgias dos olhos e procedimentos a laser.

Dez subespecialidades em cataratas, cataratas e oftalmologia abrangente, doenças da córnea e doenças oculares externas, glaucoma, neuro-oftalmologia, oculoplastia e cirurgia estética dos olhos, oftalmologia pediátrica e estrabismo, cirurgia refrativa, inflamação ocular e imunologia e retina (médica e cirúrgica) foram estabelecidas para fornecer um leque completo de tratamento dos olhos, de níveis completos a terciários, para todo o espectro de condições dos olhos.

O SNEC recebeu o Prêmio Excelência de Cingapura em 2003 por atingir excelência na área de Oftalmologia, impelindo Cingapura para proeminência internacional. Em 2006, o SNEC recebeu o primeiro Prêmio Ministro da Saúde na categoria saúde pública. Três cientistas clínicos do Centro Nacional dos Olhos de Cingapura e do Instituto de Pesquisa de Olhos de Cingapura foram agraciados com o prestigioso Prêmio Ciência e Tecnologia do Presidente em 2009, 2010 e 2014, por suas notáveis contribuições em pesquisa translacional, clínica e epidemiológica da córnea, retina e glaucoma. Visite-nos em www.snec.com.sg.

© Johnson & Johnson Vision Care, Inc. 2018

1 Holden et al Ophthalmol 2016; 123: 1036

2 Fricke et al Ophthalmol 2018; 125(10):1492-1499

3 Internal data on file (Dados internos em arquivo)

4 Fredrick, D. R. (2002). Myopia (miopia). BMJ, 324(7347), 1195-1199. doi:10.1136/bmj.324.7347.1195

5 Ding et al Survey of Ophthalmol 2015.

6 Taiwan, Lin et al 2000 Ann Acad Med Singapore 2004; 33:27-33

7 Chua et al Ophthalmic Physiol Opt 2016; 36 388–394

8 SingHealth, Eye Check A look at common eye conditions (Exame dos olhos: observação de doenças comuns dos olhos)

9 HealthXchange, Common Eye Problems by Age Group, Stats and Care Tips (Problemas comuns dos olhos por faixa etária, estatísticas e dicas de tratamento)

10 The Impact of Myopia and High Myopia: report of the Joint World Health Organization (O impacto da miopia e da alta miopia: relatório da Junta da Organização Mundial de Saúde) – Brien Holden Vision Institute Global Scientific Meeting on Myopia (Encontro científico global do Instituto de Visão Brien Holden sobre a miopia), da Universidade de Nova Gales do Sul, Sydney, Austrália, 16–18 de março de 2015, páginas 10-11

 

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FONTE Johnson & Johnson Vision

Nova colaboração de US$ 26,35 milhões busca soluções de prevenção e tratamento para enfrentar o crescente ônus da doença

CINGAPURA, 12 de novembro de 2018 /PRNewswire/ -- O Centro Nacional de Olhos de Cingapura (SNEC – Singapore National Eye Centre), o Instituto de Pesquisa de Olhos de Cingapura (SERI – Singapore Eye Research Institute) e a Johnson & Johnson Vision anunciaram hoje uma colaboração de US$ 26,35 milhões (S$ 36,35 milhões) para realizar pesquisas destinadas a combater a epidemia de miopia (ou visão curta), a maior ameaça à saúde dos olhos neste século.1,2,3  As projeções indicam que, até 2050, metade da população do mundo será míope, sendo que 1 bilhão de pessoas terá miopia alta, um estado grave da doença que pode resultar em doença da retina, com maior risco de cegueira.1

A parceria pública-privada, primeira dessa espécie na Ásia com foco na miopia, irá criar um entendimento profundo sobre como o problema se desenvolve, como progride e como pode ser interrompido. Irá se focar no desenvolvimento de ferramentas preditivas, para identificar as pessoas que podem estar correndo risco de desenvolver miopia alta, conduzir pesquisas sobre mecanismos subjacentes da miopia, buscar o avanço de novas terapias e descobrir e validar métodos para prevenir o início e a progressão da doença.

"A incidência da miopia está aumentando a taxas alarmantes em todo o mundo e, se não houver um controle, o preço humano e financeiro pode disparar nas próximas décadas, especialmente na Ásia", disse o vice-presidente do Comitê Executivo e diretor científico da Johnson & Johnson, Paul Stoffels, M.D.

"Estamos muito satisfeitos por poder colaborar com o SERI e o SNEC, para entendermos melhor as causas dessa doença e identificar maneiras de interromper essa ameaça à saúde pública global", ele disse. "Juntos, esperamos conquistar progressos importantes para indivíduos e famílias em toda a região da Ásia e do Pacífico e, em última análise, de todo o mundo".

"Aumentos documentados de casos de miopia, especialmente entre pessoas jovens, constituem uma séria preocupação e, se pudermos entender os mecanismos subjacentes que contribuem para a rápida disseminação da doença, poderemos trabalhar para enfrentar o problema em suas origens", disse o diretor executivo do SERI, professor Aung Tin. "O SERI está fortemente comprometido com a colaboração com grandes empresas, para lidar com doenças de olhos e nos sentimos estimulados por poder embarcar nessa colaboração de pesquisa para encontrar novas soluções para esse problema epidêmico".

De acordo com o diretor médico do SNEC, professor Wong Tien Yin, a colaboração irá reunir o conjunto certo de recursos, experiências clínicas e científicas e inteligência para criar um grande centro para a pesquisa da miopia, tratamento clínico e práticas educacionais, projetados para contribuir substancialmente com os esforços regionais e globais, com o objetivo de combater essa doença. "O SNEC está honrado por trabalhar com colaboradores que irão se reunir para enfrentar o crescente ônus da miopia", disse o professor Wong. "Ao alavancar as diversas forças de nossos médicos, cientistas clínicos e parceiros estratégicos, vamos estabelecer novas estruturas da doença e compartilhar esses conhecimentos com as comunidades do mundo, para ajudar a erradicar a miopia".

A miopia é o problema de olhos número um do mundo. 1,2 A miopia aumenta o risco de degeneração e descolamento da retina, cataratas e glaucoma. Se não houver um controle, ela se tornará uma causa séria de deficiência visual irreversível e cegueira.1 O problema ocorre quando o globo ocular se torna alongado devido a fatores ambientais e genéticos.4 Atualmente, poucas modalidades são aprovadas por órgãos regulamentadores para controlar a miopia.

Ônus significativo projetado mundialmente, com o maior impacto na Ásia

  • Globalmente, cinco bilhões de pessoas deverão ter miopia até 2050.1
  • A Ásia Oriental e Cingapura irão sofrer o maior impacto, com as atuais taxas de prevalência entre pessoas jovens tão altas como 80% a 97%, concentradas em áreas urbanas.5
  • As crianças são as mais vulneráveis. Na China, por exemplo, a prevalência de miopia entre crianças e adolescentes de seis a 18 anos aumenta de menos de 10% para 80%.6 As crianças que acabam desenvolvendo miopia alta correm um risco maior de contrair doença grave dos olhos e sofrer perda permanente da visão durante a vida.7
  • Em Cingapura, uma em duas crianças desenvolvem miopia até os 12 anos8 e 75% dos adolescentes são míopes ou dependem de óculos.9
  • Erros refrativos de distância não corrigidos, largamente causados pela miopia, já representam um custo estimado aos sistemas de saúde globais de US$ 202 bilhões por ano.1 e esse custo irá aumentar exponencialmente com a maior prevalência e gravidade da miopia nas próximas décadas.
  • Apenas em Cingapura, o custo direto anual da correção óptica da miopia dos cidadãos do país foi estimado em US$ 755 milhões (S$ 1.04 bilhão).10

Devido à complexidade e escala da miopia, interromper a epidemia vai exigir uma abordagem multidisciplinar, que englobe novas pesquisas clínicas, bem como inovações em educação e tratamento clínico. O SNEC, o SERI e a Johnson & Johnson Vision pretendem se basear nesses esforços e congregar outros grupos de interesse para dar suporte a estratégias gerais.

A Johnson & Johnson Vision traz para essa iniciativa uma expertise profunda em optometria e oftalmologia, apoiada pela força, recursos e alcance da família de empresas da Johnson & Johnson, que está comprometida com a solução de problemas complexos de saúde pública, globalmente. O SERI e o SNEC têm um forte histórico de pesquisa de olhos de alto impacto e excelência em tratamento clínico, que preparou o caminho para aperfeiçoamentos na detecção de doenças dos olhos, bem como na prevenção e tratamento em Cingapura, na Ásia e em escala global.

Sobre a parceria estratégica

O programa de US$ 26,35 milhões (S$ 36,35 milhões) resulta de uma colaboração entre a Johnson & Johnson Vision e o Instituto de Pesquisa de Olhos de Cingapura (SERI – Singapore Eye Research Institute), que é uma divisão de pesquisa do Centro Nacional de Olhos de Cingapura (SNEC – Singapore National Eye Centre), durante três anos. A Johnson & Johnson Vision está fazendo um investimento de US$ 15,78 milhões (S$ 21,77 milhões), composto de contribuições à vista e em espécie, enquanto a SERI está fazendo um investimento de US$ 10,57 milhões (S$ 14,58 milhões) em contribuições à vista e em espécie.

Johnson & Johnson Vision

Na Johnson & Johnson Vision, temos uma ambição corajosa: mudar a trajetória da saúde dos olhos no mundo. Através de nossas empresas operacionais, fornecemos inovações que capacitam profissionais de tratamento de olhos para criar melhores resultados para os pacientes, durante suas vidas, com produtos e tecnologias que lidam com as necessidades não atendidas, incluindo erro refrativo, cataratas e olho seco. Nas comunidades com maior necessidade, trabalhamos em colaboração para expandir o acesso a tratamento de qualidade dos olhos. Assumimos o compromisso de ajudar as pessoas a ver melhor, se conectar melhor e viver melhor. Visite-nos em www.jjvision.com. Siga @JNJVision no Twitter e a Johnson & Johnson Vision no LinkedIn.

Instituto de Pesquisa de Olhos de Cingapura (SERI – Singapore Eye Research Institute)

Estabelecido em 1997, o SERI é o instituto nacional de pesquisa de Cingapura, que se dedica a pesquisas da oftalmologia e da visão. A missão do SERI é conduzir pesquisas dos olhos de grande impacto, com o objetivo de prevenir a cegueira, baixa visão e as principais doenças dos olhos entre os habitantes de Cingapura e de toda a Ásia. O SERI cresceu de uma equipe fundadora de cinco pessoas em 1997 para um grupo de 194 acadêmicos, composto por cientistas clínicos, cientistas, pesquisadores, estudantes de doutorado e pessoal de apoio. Isso torna o SERI um dos maiores institutos de pesquisa em Cingapura e o maior instituto de pesquisa dos olhos na região da Ásia e do Pacífico. Além disso, o SERI tem mais de 218 acadêmicos adjuntos de vários departamentos de olhos, institutos biomédicos e centros de educação superior em Cingapura.

O SERI acumulou uma impressionante coleção de mais de 3.295 documentos científicos até setembro de 2018 e recebeu mais de S$ 307,9 milhões em subvenções competitivas externas revisadas por especialistas. Até hoje, os acadêmicos do SERI receberam mais de 493 prêmios nacionais e internacionais e requereram mais de 121 patentes. Servindo como o instituto de pesquisa do Centro Nacional de Olhos de Cingapura e afiliado à Escola de Medicina Duke-NUS da Universidade Nacional de Cingapura, o SERI realiza pesquisa da visão em colaboração com centros de oftalmologia clínica locais e instituições de pesquisa biomédica, bem como com grandes centros dos olhos e institutos de pesquisa em todo o mundo. Hoje, o SERI é reconhecido como um centro pioneiro em pesquisa dos olhos de alta qualidade na Ásia, com descobertas revolucionárias que se traduziram para uma mudança significativa do paradigma no tratamento de olhos. Visite-nos em www.seri.com.sg.

Centro Nacional de Olhos de Cingapura (SNEC – Singapore National Eye Centre)

O Centro Nacional de Olhos de Cingapura foi incorporado em 1989 e iniciou suas operações em 1990. É designado centro nacional dentro da rede de tratamento de saúde do setor público e encabeça e coordena a prestação de serviços oftalmológicos especializados, com ênfase em educação e pesquisa de qualidade. Desde sua abertura em 1990, o SNEC alcançou um rápido crescimento e atualmente administra uma carga de trabalho anual de 330.000 consultas ambulatoriais, 34.000 cirurgias dos olhos e procedimentos a laser.

Dez subespecialidades em cataratas, cataratas e oftalmologia abrangente, doenças da córnea e doenças oculares externas, glaucoma, neuro-oftalmologia, oculoplastia e cirurgia estética dos olhos, oftalmologia pediátrica e estrabismo, cirurgia refrativa, inflamação ocular e imunologia e retina (médica e cirúrgica) foram estabelecidas para fornecer um leque completo de tratamento dos olhos, de níveis completos a terciários, para todo o espectro de condições dos olhos.

O SNEC recebeu o Prêmio Excelência de Cingapura em 2003 por atingir excelência na área de Oftalmologia, impelindo Cingapura para proeminência internacional. Em 2006, o SNEC recebeu o primeiro Prêmio Ministro da Saúde na categoria saúde pública. Três cientistas clínicos do Centro Nacional dos Olhos de Cingapura e do Instituto de Pesquisa de Olhos de Cingapura foram agraciados com o prestigioso Prêmio Ciência e Tecnologia do Presidente em 2009, 2010 e 2014, por suas notáveis contribuições em pesquisa translacional, clínica e epidemiológica da córnea, retina e glaucoma. Visite-nos em www.snec.com.sg.

© Johnson & Johnson Vision Care, Inc. 2018

1 Holden et al Ophthalmol 2016; 123: 1036

2 Fricke et al Ophthalmol 2018; 125(10):1492-1499

3 Internal data on file (Dados internos em arquivo)

4 Fredrick, D. R. (2002). Myopia (miopia). BMJ, 324(7347), 1195-1199. doi:10.1136/bmj.324.7347.1195

5 Ding et al Survey of Ophthalmol 2015.

6 Taiwan, Lin et al 2000 Ann Acad Med Singapore 2004; 33:27-33

7 Chua et al Ophthalmic Physiol Opt 2016; 36 388–394

8 SingHealth, Eye Check A look at common eye conditions (Exame dos olhos: observação de doenças comuns dos olhos)

9 HealthXchange, Common Eye Problems by Age Group, Stats and Care Tips (Problemas comuns dos olhos por faixa etária, estatísticas e dicas de tratamento)

10 The Impact of Myopia and High Myopia: report of the Joint World Health Organization (O impacto da miopia e da alta miopia: relatório da Junta da Organização Mundial de Saúde) – Brien Holden Vision Institute Global Scientific Meeting on Myopia (Encontro científico global do Instituto de Visão Brien Holden sobre a miopia), da Universidade de Nova Gales do Sul, Sydney, Austrália, 16–18 de março de 2015, páginas 10-11

 

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