O Museu Nacional Digital do Brasil entra no ar com 700 arquivos digitais no miniprograma MR.BOWU da Tencent

PEQUIM, 29 de setembro de 2019 /PRNewswire/ -- O Museu Nacional Digital do Brasil, conjuntamente montado pela QQ Browser da Tencent e o Museu Nacional do Brasil, recentemente entrou no ar. Com tecnologia de reconhecimento de imagem e análise de big data, o miniprograma MR.BOWU da Tencent proporciona aos visitantes o acesso ao museu digital, que com a reprodução de artefatos com base na informação digital fornecida pelo público restaura o Museu Nacional do Brasil, atingido pelo fogo.

Com o registro no miniprograma MR.BOWU, os visitantes poderão buscar o "Museu Nacional do Brasil". Eles podem visitar e acessar relevantes imagens, vídeos, documentos, materiais históricos e outras informações, compreendendo totalmente a história e a cultura do acervo. No lançamento, o Museu Nacional Digital do Brasil contém 700 arquivos digitais, entre eles, mais de 300 artefatos existentes, certificados pelo Museu Nacional do Brasil, e as versões digitais de 400 artefatos atingidos pelo fogo, reproduzidos com base em informações coletadas do público geral.

A cerimônia de assinatura para o "Renascimento de Luzia – O Museu Nacional Digital de Brasil" foi realizada na embaixada brasileira em Pequim em 16 de novembro de 2018. Durante a cerimônia, executivos da QQ Browser e do Museu Nacional do Brasil anunciaram o lançamento formal do projeto, que foi endossado tanto pelo governo chinês como pelo brasileiro e por organizações culturais. O presidente do Brasil também enviou uma carta de agradecimento pelo lançamento. Depois do incêndio, o Museu Nacional do Brasil emitiu uma nota oficial sobre seu plano de coletar fotos existentes dos artefatos dispostos no museu. Em 10 de janeiro de 2019, aproveitando suas vantagens em termos de criação de produtos e base de usuário, a Tencent lançou, na China, uma campanha para coletar fotos e outros conteúdos dos turistas chineses que visitaram o museu, para usar aquele conteúdo na criação da biblioteca digital que se tornaria o museu online. Até o momento, mais de 1.500 peças de conteúdo foram recebidas, contabilizando 60% do conteúdo usado para a montagem do museu digital.  

O Museu Nacional Digital do Brasil é a primeira versão digital da instituição apresentada em outra língua que não o português. Através dos esforços conjuntos da QQ Browser, do Museu Nacional do Brasil e da embaixada brasileira, especialistas do setor de ambos os países tiveram uma oportunidade de se comunicarem diretamente.

FONTE Tencent

PEQUIM, 29 de setembro de 2019 /PRNewswire/ -- O Museu Nacional Digital do Brasil, conjuntamente montado pela QQ Browser da Tencent e o Museu Nacional do Brasil, recentemente entrou no ar. Com tecnologia de reconhecimento de imagem e análise de big data, o miniprograma MR.BOWU da Tencent proporciona aos visitantes o acesso ao museu digital, que com a reprodução de artefatos com base na informação digital fornecida pelo público restaura o Museu Nacional do Brasil, atingido pelo fogo.

Com o registro no miniprograma MR.BOWU, os visitantes poderão buscar o "Museu Nacional do Brasil". Eles podem visitar e acessar relevantes imagens, vídeos, documentos, materiais históricos e outras informações, compreendendo totalmente a história e a cultura do acervo. No lançamento, o Museu Nacional Digital do Brasil contém 700 arquivos digitais, entre eles, mais de 300 artefatos existentes, certificados pelo Museu Nacional do Brasil, e as versões digitais de 400 artefatos atingidos pelo fogo, reproduzidos com base em informações coletadas do público geral.

A cerimônia de assinatura para o "Renascimento de Luzia – O Museu Nacional Digital de Brasil" foi realizada na embaixada brasileira em Pequim em 16 de novembro de 2018. Durante a cerimônia, executivos da QQ Browser e do Museu Nacional do Brasil anunciaram o lançamento formal do projeto, que foi endossado tanto pelo governo chinês como pelo brasileiro e por organizações culturais. O presidente do Brasil também enviou uma carta de agradecimento pelo lançamento. Depois do incêndio, o Museu Nacional do Brasil emitiu uma nota oficial sobre seu plano de coletar fotos existentes dos artefatos dispostos no museu. Em 10 de janeiro de 2019, aproveitando suas vantagens em termos de criação de produtos e base de usuário, a Tencent lançou, na China, uma campanha para coletar fotos e outros conteúdos dos turistas chineses que visitaram o museu, para usar aquele conteúdo na criação da biblioteca digital que se tornaria o museu online. Até o momento, mais de 1.500 peças de conteúdo foram recebidas, contabilizando 60% do conteúdo usado para a montagem do museu digital.  

O Museu Nacional Digital do Brasil é a primeira versão digital da instituição apresentada em outra língua que não o português. Através dos esforços conjuntos da QQ Browser, do Museu Nacional do Brasil e da embaixada brasileira, especialistas do setor de ambos os países tiveram uma oportunidade de se comunicarem diretamente.

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