Os Impactos da Pandemia de COVID - Saúde, dito por Wilson Borges Pereira IV

Todo o sistema de saúde foi drasticamente impactado pela pandemia do novo coronavírus.

RIO DE JANEIRO, Brasil, 26 de outubro de 2020 /PRNewswire/ -- A pandemia causada pelo novo coronavírus impactou o mundo todo: empresas, pessoas, rotinas, instituições, hospitais e laboratórios – todos sofreram (e ainda sofrem) as conseqüências da transmissão da Covid-19, que exigiu adaptações em diversos âmbitos.

Na linha de frente do combate ao coronavirus, a área da saúde foi uma das mais conturbadas e que sofreram maiores e mais fortemente as conseqüências da pandemia, que impôs uma revolução não esperada ao setor. Este novo cenário trouxe desafios que antes eram difíceis de imaginar para a gestão da saúde, uma remodelagem rápida precisou ser feita para atender os diversos casos da doença que são descobertos a cada dia.

Os principais impactos que o novo coronavírus causou às instituições de saúde, vão de métodos de atendimento a mudanças no dia-a-dia que causaram alterações na rotina das instituições.

Às instituições de saúde e como hospitais e laboratórios, as imposições foram além, e exigiram de toda população de profissionais da saúde um malabarismo adicional. Horários de funcionamento de clinicas, hospitais e pronto atendimento foram alterados para evitar aglomerações, o número de aparatos de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) necessários aumentou quantitativamente, os profissionais precisaram se adaptar para garantir sua segurança e a dos que estão ao seu redor, e todos os procedimentos precisaram ser revistos. 

Com o isolamento exigido pela pandemia, outros formatos de atendimento fizeram-se necessários, uma vez que consultas e exames presenciais tornaram-se inviáveis. Consultas à distância, atendimento a domicílio, monitoramento por vias digitais e aparelhos para diagnóstico em casa se fizeram presentes como nunca se viu. E com a autorização do exercício da telemedicina pelo Ministério da Saúde (MS), inclusive aos convênios médicos, cada vez mais o uso da tecnologia foi adotada em decorrência das limitações impostas pelo surto da Covid-19, não só para o atendimento, mas para otimizar diversos processos em hospitais, clínicas, laboratórios, etc.

O empresário Wilson Borges Pereira IV avalia que, "O sistema de saúde no Brasil não será o mesmo após a pandemia. Os recursos financeiros serão mais escassos, os pacientes farão menos procedimentos, o foco em prevenção será ainda mais importante. Os hospitais brasileiros precisaram rever os seus modelos de gestão, ou correm o risco de não sobreviver no pós-pandemia, além disso é preciso ter atenção especial com os danos significativos à saúde psicológica, social e física de pacientes e colaboradores da área da saúde".

A pandemia de Covid-19 gerou sobrecarga no Sistema de Saúde de todos os países, e aqui não foi diferente. A pandemia, que instaurou a maior crise sanitária e humanitária do século, teve no Brasil e no mundo, impactos importantes especialmente aos doentes crônicos. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que cerca de 40% dos brasileiros sofrem com algum tipo de doença crônica, o que representa 57,4 milhões de pessoas. Além disso, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), as doenças crônicas não transmissíveis (DNCT) são uma das principais causas de mortalidade e incapacidade, não só no Brasil como em todo o continente americano. A prevenção, o diagnóstico precoce, acompanhamento e tratamentos específicos são essenciais para o controle das doenças crônicas. No entanto, em meio à pandemia, o risco de contaminação e o isolamento social têm gerado medo e desinformação em pacientes crônicos assistidos pela rede básica de saúde, provocando aumento no número de tratamentos interrompidos e prejudicando o diagnóstico precoce de doenças.

Além disso, deve-se lembrar que com o isolamento social e a precarização da vida social e econômica, têm aumentado os casos de transtornos mentais, violência doméstica, alcoolismo e o desenvolvimento de agravos crônicos. As conseqüências ainda são de difícil previsão exigindo, além de cuidados específicos, uma rede de saúde preparada, atualizada e efetiva. Soma-se a isso um conjunto de problemas já vivenciados, como a precarização dos serviços públicos pela falta de profissionais, recursos materiais, condições de trabalho adequadas; além da flexibilização das leis trabalhistas, desmonte do sistema de proteção social e falta de investimento em pesquisa, tecnologia e ensino.

Ainda é cedo para dizer o que se dará quando a pandemia chegar ao fim. As mudanças pelas quais a saúde está passando podem ou não ser concretizadas – não se sabe, por exemplo, se o MS manterá a permissão para o exercício da telemedicina, ou se as instituições preocupadas com gestão de riscos continuarão a traçar planos para evitá-los em outros âmbitos. 

De maneira geral, as empresas precisam continuar seu processo de adaptação de modo a respeitar os limites impostos pelo vírus, e avaliar se o que foi feito até agora gerou melhorias que valem a pena ser mantidas.

Fonte: Wilson Borges Pereira IV e IBGE

FONTE Wilson Borges Pereira IV

Todo o sistema de saúde foi drasticamente impactado pela pandemia do novo coronavírus.

RIO DE JANEIRO, Brasil, 26 de outubro de 2020 /PRNewswire/ -- A pandemia causada pelo novo coronavírus impactou o mundo todo: empresas, pessoas, rotinas, instituições, hospitais e laboratórios – todos sofreram (e ainda sofrem) as conseqüências da transmissão da Covid-19, que exigiu adaptações em diversos âmbitos.

Na linha de frente do combate ao coronavirus, a área da saúde foi uma das mais conturbadas e que sofreram maiores e mais fortemente as conseqüências da pandemia, que impôs uma revolução não esperada ao setor. Este novo cenário trouxe desafios que antes eram difíceis de imaginar para a gestão da saúde, uma remodelagem rápida precisou ser feita para atender os diversos casos da doença que são descobertos a cada dia.

Os principais impactos que o novo coronavírus causou às instituições de saúde, vão de métodos de atendimento a mudanças no dia-a-dia que causaram alterações na rotina das instituições.

Às instituições de saúde e como hospitais e laboratórios, as imposições foram além, e exigiram de toda população de profissionais da saúde um malabarismo adicional. Horários de funcionamento de clinicas, hospitais e pronto atendimento foram alterados para evitar aglomerações, o número de aparatos de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) necessários aumentou quantitativamente, os profissionais precisaram se adaptar para garantir sua segurança e a dos que estão ao seu redor, e todos os procedimentos precisaram ser revistos. 

Com o isolamento exigido pela pandemia, outros formatos de atendimento fizeram-se necessários, uma vez que consultas e exames presenciais tornaram-se inviáveis. Consultas à distância, atendimento a domicílio, monitoramento por vias digitais e aparelhos para diagnóstico em casa se fizeram presentes como nunca se viu. E com a autorização do exercício da telemedicina pelo Ministério da Saúde (MS), inclusive aos convênios médicos, cada vez mais o uso da tecnologia foi adotada em decorrência das limitações impostas pelo surto da Covid-19, não só para o atendimento, mas para otimizar diversos processos em hospitais, clínicas, laboratórios, etc.

O empresário Wilson Borges Pereira IV avalia que, "O sistema de saúde no Brasil não será o mesmo após a pandemia. Os recursos financeiros serão mais escassos, os pacientes farão menos procedimentos, o foco em prevenção será ainda mais importante. Os hospitais brasileiros precisaram rever os seus modelos de gestão, ou correm o risco de não sobreviver no pós-pandemia, além disso é preciso ter atenção especial com os danos significativos à saúde psicológica, social e física de pacientes e colaboradores da área da saúde".

A pandemia de Covid-19 gerou sobrecarga no Sistema de Saúde de todos os países, e aqui não foi diferente. A pandemia, que instaurou a maior crise sanitária e humanitária do século, teve no Brasil e no mundo, impactos importantes especialmente aos doentes crônicos. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que cerca de 40% dos brasileiros sofrem com algum tipo de doença crônica, o que representa 57,4 milhões de pessoas. Além disso, segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), as doenças crônicas não transmissíveis (DNCT) são uma das principais causas de mortalidade e incapacidade, não só no Brasil como em todo o continente americano. A prevenção, o diagnóstico precoce, acompanhamento e tratamentos específicos são essenciais para o controle das doenças crônicas. No entanto, em meio à pandemia, o risco de contaminação e o isolamento social têm gerado medo e desinformação em pacientes crônicos assistidos pela rede básica de saúde, provocando aumento no número de tratamentos interrompidos e prejudicando o diagnóstico precoce de doenças.

Além disso, deve-se lembrar que com o isolamento social e a precarização da vida social e econômica, têm aumentado os casos de transtornos mentais, violência doméstica, alcoolismo e o desenvolvimento de agravos crônicos. As conseqüências ainda são de difícil previsão exigindo, além de cuidados específicos, uma rede de saúde preparada, atualizada e efetiva. Soma-se a isso um conjunto de problemas já vivenciados, como a precarização dos serviços públicos pela falta de profissionais, recursos materiais, condições de trabalho adequadas; além da flexibilização das leis trabalhistas, desmonte do sistema de proteção social e falta de investimento em pesquisa, tecnologia e ensino.

Ainda é cedo para dizer o que se dará quando a pandemia chegar ao fim. As mudanças pelas quais a saúde está passando podem ou não ser concretizadas – não se sabe, por exemplo, se o MS manterá a permissão para o exercício da telemedicina, ou se as instituições preocupadas com gestão de riscos continuarão a traçar planos para evitá-los em outros âmbitos. 

De maneira geral, as empresas precisam continuar seu processo de adaptação de modo a respeitar os limites impostos pelo vírus, e avaliar se o que foi feito até agora gerou melhorias que valem a pena ser mantidas.

Fonte: Wilson Borges Pereira IV e IBGE

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