Os melhores passaportes da década - a ascensão dos que buscam a liberdade

MONTREAL, 27 de dezembro de 2019 /CNW Telbec/ - Na última década, temos observado o aparecimento de muitas tendências novas e a lastimável perda de triunfos passados. Mas, quando se trata do mundo da mobilidade global, a década de 2010 deixou uma marca realmente duradoura.

De acordo com o relatório de 2019 publicado pelo Índice de Passaporte (Passport Index), a principal plataforma de inteligência da mobilidade global, os melhores passaportes da década não são os suspeitos de costume da Europa ou da América do Norte, mas aqueles dos quais menos se esperava que iriam migrar quietamente para o topo das tabelas.

O Relatório do Índice de Passaporte de 2019 (2019 Passport Index Report) identificou uma tendência comum de países insulares subindo gradualmente para as mais altas posições no ranking como os passaportes de mais rápido crescimento, nações africanas escapando rapidamente das posições mais baixas da classificação e muitos países da União Europeia permanecendo estagnados e confortáveis no topo.

O mundo está se abrindo

Ao contrário da percepção popular, em uma era de construção de muros e fechamento de fronteiras, o mundo se abriu consideravelmente nesta década.

O Relatório do Índice de Passaporte de 2019 indica sua Pontuação de Abertura Mundial, na qual informa que o mundo está, de fato, 54% aberto atualmente.

"Com um aumento médio de 4% sobre o ano anterior, seria incrível assumir que até 2035 todo o mundo será aberto a viagens", disse o presidente da Arton Capital, Armand Arton.

Confortável no topo

Não é surpresa que diversos países europeus vêm mudando de posição entre os cinco passaportes mais poderosos nesta década. Mas, apesar de que alguns dominaram o topo das mais altas classificações há uma década, os vencedores hoje são muito diferentes. Uma ausência notável é a dos EUA, que apresenta pouco ou nenhum progresso ou atenção, apesar da promessa do presidente Trump de "Tornar a América Grande Novamente" ("Make America Great Again").

A ascensão dos mal colocados

Muitos países têm se dado conta da importância do poder de seu passaporte.

O Relatório do Índice de Passaporte de 2019 (2019 Passport Index Report) revela que, no decorrer desta década, ele foi minimizado, tais como os países insulares e antigas repúblicas soviéticas, que se tornaram um testemunho do poder de quebrar as barreiras fronteiriças e usar as divisas como portões de entrada para o crescimento.

De Vanuatu a Moldávia, Ucrânia a Taiwan, essa lista estimulante revela a ascensão inspiradora dos que estavam mal colocados, com a maioria dos passaportes saltando para acima de 100% do poder original de seu passaporte a partir de 2010. E conquistando o maior destaque, em 1º lugar, com um extraordinário aumento de 161% do poder de seu passaporte, entre 2010 e 2019, está o Unicórnio da Década.

O unicórnio

No topo do ranking, como o Melhor passaporte da década no mundo, se posicionaram os Emirados Árabes Unidos, que ganharam um total de 111 dispensas de vistos, a maioria dos quais acontecendo nos últimos três anos. Ao triunfar e manter a liderança por mais de um ano, até agora, a ascensão meteórica dos EAU se tornou um dos exemplos mais intrigantes de um objetivo nacional cumprido com sucesso.

Em seu caminho ascendente

A direção ideal para o passaporte de qualquer nação é para cima, mas esses dois países mostraram que vão se esforçar mais do que quaisquer outros. O Relatório do Índice de Passaportes de 2019 revela que a Angola e a China, que eram dois países nas piores posições há dez anos, deram um salto substancial para cima até hoje.

Saíram das piores posições

Uma das descobertas mais fascinantes da década foi observar a ascensão de países africanos que estavam nas piores posições no ranking, mas que apresentaram melhoras em suas classificações, conseguindo escapar do grupo das 10 posições mais baixas nesta década, entre eles Angola, Burundi, Ilhas Comores, Djibuti e Guiné Equatorial.

Caíram para as piores posições

A Guerra na Síria levou o país a se situar no 3º lugar entre os passaportes mais fracos do mundo. Em 2010, a Síria sequer estava na lista dos dez piores. Essa é uma informação importante, porque estabelece a correlação entre o estado econômico e político de um país e o poder de seu passaporte. Isso foi observado mais uma vez com o Iêmen, os Territórios Palestinos e a Líbia, que se somaram às 10 piores posições na lista.

Emperrados nas piores posições

Nas piores posições, as diferenças são chocantes. A maioria dos países em guerra e subdesenvolvidos estão nas piores posições do ranking. Mas, uma vez que examinamos bem as diferenças no início e no fim desta década, o estado político de nosso mundo é desvendado.

Mudando pouco anos após ano, os países nas piores posições revelaram no Relatório do Índice de Passaporte de 2019 que estão emperrados nas piores posições da lista, disponibilizando a seus cidadãos acesso a menos de 20% do mundo.

Os vencedores de 2019

O último ano inspirou muito progresso e crescimento surpreendente entre as nações que adotaram uma visão global. Os EAU preservaram sua liderança global, adicionando mais 12 países a sua posição de mobilidade em constante crescimento.

Enquanto isso, outros países como Catar, Ruanda, Ucrânia, Macau e Indonésia seguiram de perto, mostrando imenso crescimento e progresso do poder de seus passaportes neste ano.

Outro país na lista dos passaportes de mais rápido crescimento em 2019 é a Arábia Saudita, sugerindo que o passaporte na liderança pode ter inspirado alguns sucessores.

Este ano também exibiu um aumento do poder do passaporte de nações que oferecem Cidadania por Programas de Investimento. Um dos maiores benefícios desses programas é garantir a liberdade de mobilidade global, mostrando que, sem dúvida, o valor de ter um passaporte forte na mão se tornou realmente uma tendência global.

Se esta década nos ensinou alguma coisa, foi a de que o acesso e a liberdade são catalisadores vitais para a evolução e o progresso. Há apenas uma maneira de obter benefícios e oportunidades incomparáveis para um futuro melhor para a nação e seus cidadãos e isso é estimular a importância e o poder de maior mobilidade global.

Sobre o Índice de Passaporte

Habilitado pela Arton Capital, o Índice de Passaporte se tornou a plataforma de inteligência da mobilidade global mais popular do mundo, disponibilizado requisitos interativos de viagem e a habilidade de comparar, classificar e melhorar passaportes com base em suas pontuações de mobilidade.

Contato com a mídia:

Sr. Hrant Boghossian, info@passportindex.org, telefone +1 514 935 6665.

FONTE Passport Index

MONTREAL, 27 de dezembro de 2019 /CNW Telbec/ - Na última década, temos observado o aparecimento de muitas tendências novas e a lastimável perda de triunfos passados. Mas, quando se trata do mundo da mobilidade global, a década de 2010 deixou uma marca realmente duradoura.

De acordo com o relatório de 2019 publicado pelo Índice de Passaporte (Passport Index), a principal plataforma de inteligência da mobilidade global, os melhores passaportes da década não são os suspeitos de costume da Europa ou da América do Norte, mas aqueles dos quais menos se esperava que iriam migrar quietamente para o topo das tabelas.

O Relatório do Índice de Passaporte de 2019 (2019 Passport Index Report) identificou uma tendência comum de países insulares subindo gradualmente para as mais altas posições no ranking como os passaportes de mais rápido crescimento, nações africanas escapando rapidamente das posições mais baixas da classificação e muitos países da União Europeia permanecendo estagnados e confortáveis no topo.

O mundo está se abrindo

Ao contrário da percepção popular, em uma era de construção de muros e fechamento de fronteiras, o mundo se abriu consideravelmente nesta década.

O Relatório do Índice de Passaporte de 2019 indica sua Pontuação de Abertura Mundial, na qual informa que o mundo está, de fato, 54% aberto atualmente.

"Com um aumento médio de 4% sobre o ano anterior, seria incrível assumir que até 2035 todo o mundo será aberto a viagens", disse o presidente da Arton Capital, Armand Arton.

Confortável no topo

Não é surpresa que diversos países europeus vêm mudando de posição entre os cinco passaportes mais poderosos nesta década. Mas, apesar de que alguns dominaram o topo das mais altas classificações há uma década, os vencedores hoje são muito diferentes. Uma ausência notável é a dos EUA, que apresenta pouco ou nenhum progresso ou atenção, apesar da promessa do presidente Trump de "Tornar a América Grande Novamente" ("Make America Great Again").

A ascensão dos mal colocados

Muitos países têm se dado conta da importância do poder de seu passaporte.

O Relatório do Índice de Passaporte de 2019 (2019 Passport Index Report) revela que, no decorrer desta década, ele foi minimizado, tais como os países insulares e antigas repúblicas soviéticas, que se tornaram um testemunho do poder de quebrar as barreiras fronteiriças e usar as divisas como portões de entrada para o crescimento.

De Vanuatu a Moldávia, Ucrânia a Taiwan, essa lista estimulante revela a ascensão inspiradora dos que estavam mal colocados, com a maioria dos passaportes saltando para acima de 100% do poder original de seu passaporte a partir de 2010. E conquistando o maior destaque, em 1º lugar, com um extraordinário aumento de 161% do poder de seu passaporte, entre 2010 e 2019, está o Unicórnio da Década.

O unicórnio

No topo do ranking, como o Melhor passaporte da década no mundo, se posicionaram os Emirados Árabes Unidos, que ganharam um total de 111 dispensas de vistos, a maioria dos quais acontecendo nos últimos três anos. Ao triunfar e manter a liderança por mais de um ano, até agora, a ascensão meteórica dos EAU se tornou um dos exemplos mais intrigantes de um objetivo nacional cumprido com sucesso.

Em seu caminho ascendente

A direção ideal para o passaporte de qualquer nação é para cima, mas esses dois países mostraram que vão se esforçar mais do que quaisquer outros. O Relatório do Índice de Passaportes de 2019 revela que a Angola e a China, que eram dois países nas piores posições há dez anos, deram um salto substancial para cima até hoje.

Saíram das piores posições

Uma das descobertas mais fascinantes da década foi observar a ascensão de países africanos que estavam nas piores posições no ranking, mas que apresentaram melhoras em suas classificações, conseguindo escapar do grupo das 10 posições mais baixas nesta década, entre eles Angola, Burundi, Ilhas Comores, Djibuti e Guiné Equatorial.

Caíram para as piores posições

A Guerra na Síria levou o país a se situar no 3º lugar entre os passaportes mais fracos do mundo. Em 2010, a Síria sequer estava na lista dos dez piores. Essa é uma informação importante, porque estabelece a correlação entre o estado econômico e político de um país e o poder de seu passaporte. Isso foi observado mais uma vez com o Iêmen, os Territórios Palestinos e a Líbia, que se somaram às 10 piores posições na lista.

Emperrados nas piores posições

Nas piores posições, as diferenças são chocantes. A maioria dos países em guerra e subdesenvolvidos estão nas piores posições do ranking. Mas, uma vez que examinamos bem as diferenças no início e no fim desta década, o estado político de nosso mundo é desvendado.

Mudando pouco anos após ano, os países nas piores posições revelaram no Relatório do Índice de Passaporte de 2019 que estão emperrados nas piores posições da lista, disponibilizando a seus cidadãos acesso a menos de 20% do mundo.

Os vencedores de 2019

O último ano inspirou muito progresso e crescimento surpreendente entre as nações que adotaram uma visão global. Os EAU preservaram sua liderança global, adicionando mais 12 países a sua posição de mobilidade em constante crescimento.

Enquanto isso, outros países como Catar, Ruanda, Ucrânia, Macau e Indonésia seguiram de perto, mostrando imenso crescimento e progresso do poder de seus passaportes neste ano.

Outro país na lista dos passaportes de mais rápido crescimento em 2019 é a Arábia Saudita, sugerindo que o passaporte na liderança pode ter inspirado alguns sucessores.

Este ano também exibiu um aumento do poder do passaporte de nações que oferecem Cidadania por Programas de Investimento. Um dos maiores benefícios desses programas é garantir a liberdade de mobilidade global, mostrando que, sem dúvida, o valor de ter um passaporte forte na mão se tornou realmente uma tendência global.

Se esta década nos ensinou alguma coisa, foi a de que o acesso e a liberdade são catalisadores vitais para a evolução e o progresso. Há apenas uma maneira de obter benefícios e oportunidades incomparáveis para um futuro melhor para a nação e seus cidadãos e isso é estimular a importância e o poder de maior mobilidade global.

Sobre o Índice de Passaporte

Habilitado pela Arton Capital, o Índice de Passaporte se tornou a plataforma de inteligência da mobilidade global mais popular do mundo, disponibilizado requisitos interativos de viagem e a habilidade de comparar, classificar e melhorar passaportes com base em suas pontuações de mobilidade.

Contato com a mídia:

Sr. Hrant Boghossian, info@passportindex.org, telefone +1 514 935 6665.

FONTE Passport Index

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