Outsourcing de TI brasileiro avança e colabora com a TIC da América Latina

OURO PRETO, Brasil, 2 de março de 2020 /PRNewswire/ -- Em 2018, o Brasil ultrapassou o Canadá no ranking de países produtores de TIC e Telecomunicações, produzindo US$57,5 bilhões de dólares e ocupando o 7º lugar, segundo divulgado pela Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação). Inclusive, o país ficou uma posição à frente da Índia, uma das principais nações para offshore, conforme a Kearney.

Dentro do cenário latino americano, o Brasil é um grande contribuinte para o desenvolvimento tecnológico. Toda a produção de hardware, software e serviços prestados na América Latina partiu do cenário brasileiro, representando 44,8% da produção de TIC da região latina. Do total das produções mundiais, a brasileira contribuiu para 2,2% do faturamento do ano. Quanto o cenário nacional, 2,9% do PIB nacional veio da TIC. As informações são da Brasscom.

Assim como visto em todo o globo, a TIC é inevitável e crescente. Está previsto pela Gartner que os gastos com tecnologia se aproxime da casa dos 4 trilhões de dólares. Destes gastos, uma parcela considerável será voltada para o desenvolvimento de softwares corporativos. O que significa que as empresas irão se digitalizar. Até 2022, mais de 50% do PIB da América Latina já terá passado por esse processo de digitalização, gastando aproximadamente US$380 bilhões entre 2019 e 2022, segundo a IDC.

Como serão os investimentos em TIC?

Parte desses gastos será voltado para acelerar a inovação das empresas, o que servirá para garantir a sustentabilidade dos negócios nos próximos anos. Isso porque a transformação digital não diz respeito somente às implementações realizadas nas corporações, mas também ao estilo de vida, práticas, dispositivos usados cotidianamente e afins.

Tendo em conta que a integração digital ocorre também nos lares, visto que a internet (pilar para a digitalização) chega a 74,9% dos domicílios brasileiros, e que ela é acessada majoritariamente através de smartphones, as empresas deverão participar do ambiente online para se manter próximo aos consumidores, assim como o Magazine Luiza. A varejista pode ser tomada como exemplo de inovação. Afinal, ela realizou essa aproximação com os consumidores a partir da integração tecnológica, especialmente com o uso de aplicativos.

Além dos aplicativos servirem para relacionamentos B2C, como no caso do Magalu, é importante destacar que o uso de dispositivos móveis e aplicativos tendem a se tornarem ferramentas de trabalho, como levantado pelo ADP Research Institute. Portanto, os softwares corporativos têm grandes chances de também fazerem presença nos smartphones e tablets.

Dessa forma, os serviços de TI têm ficado na mira das corporações. Inclusive, a procura pelos times de TI in house recuou 17,5% de entre 2010 e 2018. Por sua vez, o outsourcing de TI avançou 16,5%, como divulgado no Relatório Setorial de TIC a Brasscom.

O diretor de negócios da software house Usemobile, Conrado Carneiro, destaca que "as soluções de desenvolvimento para empresas aumentam por causa da velocidade que a tecnologia avança". Isso porque as empresas precisam "garantir tecnologia de ponta, segurança adequada e que todos os padrões e normas estejam contemplados". Dessa forma, "é mais interessante delegar uma empresa para apenas executar a tecnologia", acrescenta Carneiro.

Portanto, a terceirização de TI vale a pena, pois, além de garantir toda a concentração no core business, as empresas terceiras garantem o know-how necessário para a disrupção por custos inferiores ao in house. Grande parte das empresas voltadas para o segmento, em especial as de SaaS, ocupam o sudeste brasileiro.

O cenário profissional em TI no Brasil

Ainda que o Brasil seja um contribuinte majoritário para o desenvolvimento tecnológico da América Latina, como já abordado, o país enfrenta um déficit de profissionais da TI. Como apontado pela Brasscom, é previsto uma demanda de 420 mil profissionais até 2024. No entanto, parte dessa necessidade de profissionais do segmento tende a ser substituída pelo o outsourcing de TI, uma vez que o TI in house tem se encolhido, como já mencionado.

Dessa forma, a preocupação de formar o próprio departamento de TI deixa de ser uma opção, abrindo espaço para as empresas especializadas nas mais diversas áreas de TI. Assim, a captação de talentos de TI vai em direção a essas empresas de setores específicos.

Das 43 mil vagas de emprego demandadas em 2018, 65% foi destinado para o setor de software e serviços, também segundo a Brasscom. Assim, parte dos futuros postos de trabalho serão na área, especialmente desenvolvimento de softwares para dispositivos móveis.

A Usemobile é uma fábrica de aplicativos que está atenta às necessidades mobile. Ao passo que ela se propõe ajudar as empresas a se digitalizarem, ela também busca por talentos. O know-how da software house abraça o desenvolvimento para Android e iOS, portanto, profissionais interessados podem se candidatar à empresa para contribuir para a missão da transformação digital corporativa.

FONTE Usemobile

OURO PRETO, Brasil, 2 de março de 2020 /PRNewswire/ -- Em 2018, o Brasil ultrapassou o Canadá no ranking de países produtores de TIC e Telecomunicações, produzindo US$57,5 bilhões de dólares e ocupando o 7º lugar, segundo divulgado pela Brasscom (Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação). Inclusive, o país ficou uma posição à frente da Índia, uma das principais nações para offshore, conforme a Kearney.

Dentro do cenário latino americano, o Brasil é um grande contribuinte para o desenvolvimento tecnológico. Toda a produção de hardware, software e serviços prestados na América Latina partiu do cenário brasileiro, representando 44,8% da produção de TIC da região latina. Do total das produções mundiais, a brasileira contribuiu para 2,2% do faturamento do ano. Quanto o cenário nacional, 2,9% do PIB nacional veio da TIC. As informações são da Brasscom.

Assim como visto em todo o globo, a TIC é inevitável e crescente. Está previsto pela Gartner que os gastos com tecnologia se aproxime da casa dos 4 trilhões de dólares. Destes gastos, uma parcela considerável será voltada para o desenvolvimento de softwares corporativos. O que significa que as empresas irão se digitalizar. Até 2022, mais de 50% do PIB da América Latina já terá passado por esse processo de digitalização, gastando aproximadamente US$380 bilhões entre 2019 e 2022, segundo a IDC.

Como serão os investimentos em TIC?

Parte desses gastos será voltado para acelerar a inovação das empresas, o que servirá para garantir a sustentabilidade dos negócios nos próximos anos. Isso porque a transformação digital não diz respeito somente às implementações realizadas nas corporações, mas também ao estilo de vida, práticas, dispositivos usados cotidianamente e afins.

Tendo em conta que a integração digital ocorre também nos lares, visto que a internet (pilar para a digitalização) chega a 74,9% dos domicílios brasileiros, e que ela é acessada majoritariamente através de smartphones, as empresas deverão participar do ambiente online para se manter próximo aos consumidores, assim como o Magazine Luiza. A varejista pode ser tomada como exemplo de inovação. Afinal, ela realizou essa aproximação com os consumidores a partir da integração tecnológica, especialmente com o uso de aplicativos.

Além dos aplicativos servirem para relacionamentos B2C, como no caso do Magalu, é importante destacar que o uso de dispositivos móveis e aplicativos tendem a se tornarem ferramentas de trabalho, como levantado pelo ADP Research Institute. Portanto, os softwares corporativos têm grandes chances de também fazerem presença nos smartphones e tablets.

Dessa forma, os serviços de TI têm ficado na mira das corporações. Inclusive, a procura pelos times de TI in house recuou 17,5% de entre 2010 e 2018. Por sua vez, o outsourcing de TI avançou 16,5%, como divulgado no Relatório Setorial de TIC a Brasscom.

O diretor de negócios da software house Usemobile, Conrado Carneiro, destaca que "as soluções de desenvolvimento para empresas aumentam por causa da velocidade que a tecnologia avança". Isso porque as empresas precisam "garantir tecnologia de ponta, segurança adequada e que todos os padrões e normas estejam contemplados". Dessa forma, "é mais interessante delegar uma empresa para apenas executar a tecnologia", acrescenta Carneiro.

Portanto, a terceirização de TI vale a pena, pois, além de garantir toda a concentração no core business, as empresas terceiras garantem o know-how necessário para a disrupção por custos inferiores ao in house. Grande parte das empresas voltadas para o segmento, em especial as de SaaS, ocupam o sudeste brasileiro.

O cenário profissional em TI no Brasil

Ainda que o Brasil seja um contribuinte majoritário para o desenvolvimento tecnológico da América Latina, como já abordado, o país enfrenta um déficit de profissionais da TI. Como apontado pela Brasscom, é previsto uma demanda de 420 mil profissionais até 2024. No entanto, parte dessa necessidade de profissionais do segmento tende a ser substituída pelo o outsourcing de TI, uma vez que o TI in house tem se encolhido, como já mencionado.

Dessa forma, a preocupação de formar o próprio departamento de TI deixa de ser uma opção, abrindo espaço para as empresas especializadas nas mais diversas áreas de TI. Assim, a captação de talentos de TI vai em direção a essas empresas de setores específicos.

Das 43 mil vagas de emprego demandadas em 2018, 65% foi destinado para o setor de software e serviços, também segundo a Brasscom. Assim, parte dos futuros postos de trabalho serão na área, especialmente desenvolvimento de softwares para dispositivos móveis.

A Usemobile é uma fábrica de aplicativos que está atenta às necessidades mobile. Ao passo que ela se propõe ajudar as empresas a se digitalizarem, ela também busca por talentos. O know-how da software house abraça o desenvolvimento para Android e iOS, portanto, profissionais interessados podem se candidatar à empresa para contribuir para a missão da transformação digital corporativa.

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